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Q3849228 Matemática Financeira
Em uma análise de viabilidade financeira, um capital de R$ 8.750,00 é aplicado em uma operação de curto prazo, sob regime de juros simples, à taxa de 1,8% ao mês, durante 15 meses. O relatório gerencial da empresa precisa registrar o montante ao final do período, de forma precisa, respeitando a relação entre capital, juros, taxa e tempo própria desse regime de capitalização. Considerando esses dados assinale a alternativa que apresenta o montante ao final da aplicação. 
Alternativas
Q3849227 Estatística
Em um levantamento interno realizado para avaliar o desempenho de uma equipe, registraram-se as quantidades de atendimentos concluídos por sete colaboradores em um turno específico. Os valores obtidos foram: 12, 18, 15, 12, 20, 18, 12. Para fins de análise estatística, o gestor necessita identificar três medidas fundamentais de tendência central: a média aritmética simples, a moda e a mediana desses dados. Considerando os valores apresentados, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3849226 Matemática
Em uma unidade de produção, um técnico avalia o rendimento de uma máquina que embala pequenos frascos. Observa-se que, em condições estáveis, o equipamento é capaz de acondicionar 240 frascos em 6 minutos. Em um relatório interno, o supervisor solicita a projeção do desempenho para um período maior, mantendo-se a mesma eficiência operacional. Assim, aplicando o princípio de proporcionalidade direta, qual a quantidade de frascos que a máquina embala em 25 minutos? 
Alternativas
Q3849225 Matemática
No processo de organização de um almoxarifado técnico, três tipos de insumos são registrados diariamente: cabos elétricos medidos em comprimento, solventes armazenados por capacidade volumétrica e reagentes pesados em massa. Em determinado dia, foram recebidos 42 metros de cabos, 0,12 m³ de solvente e 18.000 gramas de reagente. Para validar o relatório, a coordenação exige que as medidas sejam convertidas para centímetros, litros e quilogramas, respectivamente, garantindo padronização interna dos registros. Considerando as relações entre as unidades, assinale a alternativa que apresenta a conversão correta. 
Alternativas
Q3849224 Matemática
Os conjuntos numéricos organizam diferentes tipos de números de acordo com suas propriedades e formas de representação. Considerando as classificações usuais, qual alternativa apresenta uma expressão compreendida ao conjunto dos números irracionais? 
Alternativas
Q3849223 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando a configuração fonética de vocábulos do texto, qual das alternativas possui uma palavra que NÃO apresenta dígrafo na sua formação? 
Alternativas
Q3849222 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No trecho “O senhor do mercado teme uma invasão imaginária”, a análise sintática da oração permite afirmar que o sujeito do verbo “teme” é classificado como: 
Alternativas
Q3849221 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A expressão “Nem aqui, nem na China” é ressignificada no texto a partir de uma análise crítica da realidade contemporânea. Em relação ao uso e transformação desse dito popular, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3849220 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No artigo de Helô Bacichette, a autora constrói uma reflexão crítica sobre os discursos herdados e os receios ancorados em visões ultrapassadas. Considerando os argumentos desenvolvidos ao longo do texto, pode-se concluir que: 
Alternativas
Q3849219 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No trecho “Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina”, o vocábulo isso pertence à classe gramatical dos: 
Alternativas
Q3796287 Conhecimentos Gerais
Em 2025, um ranking nacional elaborado com base no Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil indicou que Santa Catarina figurou entre os melhores índices de redução de crimes violentos do país. Segundo esse levantamento, o estado foi classificado como:
Alternativas
Q3796284 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ministério da Saúde lança novo Guia Nacional da Triagem Auditiva Neonatal



Ministério da Saúde lançou, neste sábado (29), o novo Guia Nacional da Triagem Auditiva Neonatal (TAN). O documento atualiza critérios, orientações e fluxos assistenciais voltados ao cuidado auditivo de recém-nascidos em todo o país. O objetivo é garantir diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e melhores oportunidades de desenvolvimento comunicativo para as crianças, promovendo mais equidade e inclusão social desde o início da vida.


A apresentação oficial do documento ocorreu durante o 33º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia (CBFa), em São Paulo (SP).


Entre as principais novidades, o guia apresenta novas orientações para maternidades, equipes da atenção primária, serviços de referência e equipes multiprofissionais. As atualizações buscam padronizar indicadores, fortalecer o monitoramento contínuo das ações e promover uma mudança significativa na prática clínica, ao atualizar os fluxos nos serviços de saúde.


No documento anterior, todos os bebês passavam pelos mesmos exames: emissões otoacústicas e o BERA (Teste de Potencial Evocado Auditivo). Na nova versão, os indicadores de risco foram revisados, permitindo que a triagem seja direcionada conforme o tipo de perda auditiva mais provável para cada criança.


Um exemplo é o caso de bebês que permanecem internados por mais de cinco dias em UTI neonatal. Esse grupo apresenta maior risco de desenvolver perda auditiva do tipo retrococlear. O exame mais adequado para identificar essa alteração é o BERA e, com as mudanças, esses recém-nascidos agora serão encaminhados diretamente para esse teste, garantindo maior precisão diagnóstica e racionalidade no fluxo de atendimento.


Além de aprimorar a sensibilidade dos exames para detecção precoce da perda auditiva, o novo fluxo também otimiza as filas de teste e reteste, tornando o acesso mais rápido e democrático.


De acordo com o coordenador-geral de Saúde da Pessoa com Deficiência, Arthur Medeiros, atualizar o guia significa orientar melhor a rede, qualificar profissionais e assegurar que nenhuma criança seja excluída do cuidado. "Quando o SUS identifica precocemente e acompanha com qualidade, garantimos a cada bebê o direito de desenvolver sua linguagem, vínculos, aprendizagem e participação social. Esse é um compromisso de inclusão e de futuro", disse.


https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/ministerio-da-saude-lanca-novo-guia-nacional-da-triagem-auditiva-neonatal-adaptado


"O documento atualiza critérios, orientações e fluxos assistenciais voltados ao cuidado auditivo de recém-nascidos em todo o país."

O vocábulo 'recém-nascidos' está grafado corretamente com hífen. Identifique a alternativa que apresenta o vocábulo hifenizado incorretamente.
Alternativas
Q3796283 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ministério da Saúde lança novo Guia Nacional da Triagem Auditiva Neonatal



Ministério da Saúde lançou, neste sábado (29), o novo Guia Nacional da Triagem Auditiva Neonatal (TAN). O documento atualiza critérios, orientações e fluxos assistenciais voltados ao cuidado auditivo de recém-nascidos em todo o país. O objetivo é garantir diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e melhores oportunidades de desenvolvimento comunicativo para as crianças, promovendo mais equidade e inclusão social desde o início da vida.


A apresentação oficial do documento ocorreu durante o 33º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia (CBFa), em São Paulo (SP).


Entre as principais novidades, o guia apresenta novas orientações para maternidades, equipes da atenção primária, serviços de referência e equipes multiprofissionais. As atualizações buscam padronizar indicadores, fortalecer o monitoramento contínuo das ações e promover uma mudança significativa na prática clínica, ao atualizar os fluxos nos serviços de saúde.


No documento anterior, todos os bebês passavam pelos mesmos exames: emissões otoacústicas e o BERA (Teste de Potencial Evocado Auditivo). Na nova versão, os indicadores de risco foram revisados, permitindo que a triagem seja direcionada conforme o tipo de perda auditiva mais provável para cada criança.


Um exemplo é o caso de bebês que permanecem internados por mais de cinco dias em UTI neonatal. Esse grupo apresenta maior risco de desenvolver perda auditiva do tipo retrococlear. O exame mais adequado para identificar essa alteração é o BERA e, com as mudanças, esses recém-nascidos agora serão encaminhados diretamente para esse teste, garantindo maior precisão diagnóstica e racionalidade no fluxo de atendimento.


Além de aprimorar a sensibilidade dos exames para detecção precoce da perda auditiva, o novo fluxo também otimiza as filas de teste e reteste, tornando o acesso mais rápido e democrático.


De acordo com o coordenador-geral de Saúde da Pessoa com Deficiência, Arthur Medeiros, atualizar o guia significa orientar melhor a rede, qualificar profissionais e assegurar que nenhuma criança seja excluída do cuidado. "Quando o SUS identifica precocemente e acompanha com qualidade, garantimos a cada bebê o direito de desenvolver sua linguagem, vínculos, aprendizagem e participação social. Esse é um compromisso de inclusão e de futuro", disse.


https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/ministerio-da-saude-lanca-novo-guia-nacional-da-triagem-auditiva-neonatal-adaptado


"As atualizações buscam padronizar indicadores, fortalecer o monitoramento contínuo das ações e promover uma mudança significativa na prática clínica, ao atualizar os fluxos nos serviços de saúde."

Considerando a regência dos verbos presentes no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3796282 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Ministério da Saúde lança novo Guia Nacional da Triagem Auditiva Neonatal



Ministério da Saúde lançou, neste sábado (29), o novo Guia Nacional da Triagem Auditiva Neonatal (TAN). O documento atualiza critérios, orientações e fluxos assistenciais voltados ao cuidado auditivo de recém-nascidos em todo o país. O objetivo é garantir diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e melhores oportunidades de desenvolvimento comunicativo para as crianças, promovendo mais equidade e inclusão social desde o início da vida.


A apresentação oficial do documento ocorreu durante o 33º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia (CBFa), em São Paulo (SP).


Entre as principais novidades, o guia apresenta novas orientações para maternidades, equipes da atenção primária, serviços de referência e equipes multiprofissionais. As atualizações buscam padronizar indicadores, fortalecer o monitoramento contínuo das ações e promover uma mudança significativa na prática clínica, ao atualizar os fluxos nos serviços de saúde.


No documento anterior, todos os bebês passavam pelos mesmos exames: emissões otoacústicas e o BERA (Teste de Potencial Evocado Auditivo). Na nova versão, os indicadores de risco foram revisados, permitindo que a triagem seja direcionada conforme o tipo de perda auditiva mais provável para cada criança.


Um exemplo é o caso de bebês que permanecem internados por mais de cinco dias em UTI neonatal. Esse grupo apresenta maior risco de desenvolver perda auditiva do tipo retrococlear. O exame mais adequado para identificar essa alteração é o BERA e, com as mudanças, esses recém-nascidos agora serão encaminhados diretamente para esse teste, garantindo maior precisão diagnóstica e racionalidade no fluxo de atendimento.


Além de aprimorar a sensibilidade dos exames para detecção precoce da perda auditiva, o novo fluxo também otimiza as filas de teste e reteste, tornando o acesso mais rápido e democrático.


De acordo com o coordenador-geral de Saúde da Pessoa com Deficiência, Arthur Medeiros, atualizar o guia significa orientar melhor a rede, qualificar profissionais e assegurar que nenhuma criança seja excluída do cuidado. "Quando o SUS identifica precocemente e acompanha com qualidade, garantimos a cada bebê o direito de desenvolver sua linguagem, vínculos, aprendizagem e participação social. Esse é um compromisso de inclusão e de futuro", disse.


https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/ministerio-da-saude-lanca-novo-guia-nacional-da-triagem-auditiva-neonatal-adaptado


"Além de aprimorar a sensibilidade dos exames para detecção precoce da perda auditiva, o novo fluxo também otimiza as filas de teste e reteste, tornando o acesso mais rápido e democrático."

Considerando a função que exerce no contexto, o vocábulo 'rápido' desempenha a função sintática de:
Alternativas
Q3796281 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Durante a chegada das crianças, uma auxiliar de creche percebe que um aluno apresenta sinais repetidos de descuido com higiene e roupas sempre sujas. A criança relata que "ninguém lembra de me ajudar em casa". Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), qual deve ser a atitude correta da profissional?
Alternativas
Q3796280 Pedagogia
Leia as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta considerando os entendimentos sobre o brincar na Educação Infantil.

I.O brincar favorece o desenvolvimento motor, cognitivo, emocional e social da criança, pois permite exploração, experimentação e interações.

II.O brincar deve ser evitado para dar mais tempo a aulas preparatórias visando a alfabetização precoce.

III.O brincar, se mediado por adultos, pode potencializar aprendizagens por meio de estímulos adequados e observação dos interesses das crianças.

IV.A creche deve assegurar momentos e espaços diários para o brincar livre ou orientado, como parte de sua função educativa.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3796279 Direito Constitucional
Conforme a legislação e políticas públicas da Infância e a Constituição Federal, analise as afirmativas e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:

(__)A Constituição determina que a criança é prioridade absoluta na formulação de políticas públicas.

(__)A proteção à criança é responsabilidade exclusiva da família, não cabendo ao Estado responsabilidade direta.

(__)A Constituição assegura direitos como vida, saúde, educação e dignidade para todas as crianças.

(__)O dever de proteger a criança inclui a sociedade, o Estado e a família.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3796278 Pedagogia
A parceria entre a escola e os responsáveis (educação x família) é fundamental no contexto escolar. Analise as assertivas sobre a relação entre educação e família.

I.A participação da família fortalece o desenvolvimento integral da criança e amplia a eficácia das ações educativas.

II.A comunicação entre escola e responsáveis deve ser contínua, transparente e orientada ao bem-estar da criança.

III.A ausência da família não interfere nas práticas pedagógicas, pois o trabalho escolar é independente do contexto familiar.

IV.A escola deve reconhecer os diferentes arranjos familiares como legítimos parceiros no processo educativo.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3796277 Pedagogia
Sobre a importância da parceria entre o auxiliar de creche e o professor na execução das atividades pedagógicas, analise as afirmativas e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:

(__)A colaboração entre o auxiliar de creche e o professor é dispensável, pois o auxiliar deve apenas cuidar da higiene e alimentação das crianças.

(__)A articulação entre auxiliar e professor contribui para a execução de atividades pedagógicas mais integradas e para o acompanhamento individualizado das crianças.

(__)A atuação conjunta favorece a adaptação da criança, promovendo acolhimento, segurança e continuidade das rotinas escolares.

(__)A parceria entre auxiliar e professor é irrelevante para a promoção dos direitos socioemocionais e de convivência da criança no ambiente da creche.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3796276 Pedagogia
Em uma creche um auxiliar durante o horário de descanso percebe que uma criança apresenta febre e indisposição. Ao mesmo tempo, a mãe da criança telefona perguntando como ela está. Considerando os princípios éticos do profissional da creche, assinale a alternativa CORRETA que define como esse profissional deve proceder.
Alternativas
Respostas
341: D
342: C
343: B
344: A
345: C
346: D
347: D
348: A
349: C
350: C
351: D
352: C
353: A
354: B
355: D
356: A
357: C
358: C
359: A
360: D