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Q3746650 Português
TEXTO 1 


A Corrida Contra o Tempo: Reflexões sobre a
Pressa no Mundo Moderno


A correria do dia a dia é uma constante que todos conhecemos bem. Vivemos em um tempo em que a aceleração parece ser a única resposta para a demanda incessante de produtividade e resultados rápidos. Nos arrastamos de um compromisso para o outro, com os olhos sempre fixos no relógio, como se cada segundo perdido fosse um fracasso.

É interessante observar como, em meio a essa pressa generalizada, a sensação de que estamos ficando para trás cresce. Estamos sempre correndo, mas não temos a certeza de que estamos indo para o lugar certo. O mercado exige de nós que sejamos rápidos, que respondamos instantaneamente aos e-mails, que estejamos disponíveis o tempo todo, que não perca o bonde da história. “Aproveite o tempo”, nos dizem, como se fosse uma mercadoria que pode ser estocada e negociada. Mas, na prática, será que conseguimos aproveitar o tempo ou estamos apenas tentando sobreviver à velocidade do mundo em que nos inserimos?

Na sociedade digital, o tempo parece se comprimir. Tudo se torna urgente: uma atualização de status, uma notificação no celular, a chegada de uma nova mensagem. A rapidez virou sinônimo de eficiência, e as pausas, um luxo quase proibido. Quando foi que começamos a valorizar tanto o “fazer” em detrimento do “viver”?

A tecnologia tem sido Ao mesmo tempo em conexão instantânea e um motor dessa aceleração. que nos proporciona uma e facilita muitas tarefas, ela também nos priva da capacidade de desacelerar, de refletir, de saborear o momento presente. Quem se lembra de quando um encontro entre amigos podia ser uma conversa longa, sem pressa de terminar? Ou de quando um livro podia ser lido sem olhar o relógio a cada capítulo?

Claro, não podemos ignorar o fato de que a pressa é, muitas vezes, necessária. Em um mundo globalizado, as demandas são muitas e exigem respostas rápidas. O trabalho, a vida social, as responsabilidades familiares—tudo exige a nossa atenção simultaneamente. No entanto, é válido questionar até que ponto essa pressa não tem afetado nossa saúde mental, nossa capacidade de conexão genuína e, principalmente, a nossa qualidade de vida. 

Olhando para o futuro, talvez seja hora de repensarmos nossa relação com o tempo. Não estou falando de resistir às mudanças tecnológicas ou de abandonar a busca por eficiência, mas de redescobrir o valor do tempo bem vivido, não apenas consumido. Afinal, a vida não se resume à quantidade de coisas que conseguimos fazer em um dia, mas à qualidade das experiências que conseguimos vivenciar.

Em algum momento, precisamos encontrar o equilíbrio. Talvez seja hora de desacelerar um pouco e dar espaço para aquilo que realmente importa—o tempo para respirar, para conversar, para olhar ao redor e perceber o que o presente tem a nos oferecer. Porque, no final das contas, não é a pressa que define o valor da nossa vida, mas a forma como escolhemos viver o tempo que nos é dado.


Por Rafaella Alves Rodrigues. Portal labnoticias.jor.br (online), 2024

 
No trecho do texto 1: “A tecnologia tem sido um motor dessa aceleração, pois proporciona conexão instantânea e facilita muitas tarefas.”
O conectivo “pois” expressa uma relação de:
Alternativas
Q3746649 Português
TEXTO 1 


A Corrida Contra o Tempo: Reflexões sobre a
Pressa no Mundo Moderno


A correria do dia a dia é uma constante que todos conhecemos bem. Vivemos em um tempo em que a aceleração parece ser a única resposta para a demanda incessante de produtividade e resultados rápidos. Nos arrastamos de um compromisso para o outro, com os olhos sempre fixos no relógio, como se cada segundo perdido fosse um fracasso.

É interessante observar como, em meio a essa pressa generalizada, a sensação de que estamos ficando para trás cresce. Estamos sempre correndo, mas não temos a certeza de que estamos indo para o lugar certo. O mercado exige de nós que sejamos rápidos, que respondamos instantaneamente aos e-mails, que estejamos disponíveis o tempo todo, que não perca o bonde da história. “Aproveite o tempo”, nos dizem, como se fosse uma mercadoria que pode ser estocada e negociada. Mas, na prática, será que conseguimos aproveitar o tempo ou estamos apenas tentando sobreviver à velocidade do mundo em que nos inserimos?

Na sociedade digital, o tempo parece se comprimir. Tudo se torna urgente: uma atualização de status, uma notificação no celular, a chegada de uma nova mensagem. A rapidez virou sinônimo de eficiência, e as pausas, um luxo quase proibido. Quando foi que começamos a valorizar tanto o “fazer” em detrimento do “viver”?

A tecnologia tem sido Ao mesmo tempo em conexão instantânea e um motor dessa aceleração. que nos proporciona uma e facilita muitas tarefas, ela também nos priva da capacidade de desacelerar, de refletir, de saborear o momento presente. Quem se lembra de quando um encontro entre amigos podia ser uma conversa longa, sem pressa de terminar? Ou de quando um livro podia ser lido sem olhar o relógio a cada capítulo?

Claro, não podemos ignorar o fato de que a pressa é, muitas vezes, necessária. Em um mundo globalizado, as demandas são muitas e exigem respostas rápidas. O trabalho, a vida social, as responsabilidades familiares—tudo exige a nossa atenção simultaneamente. No entanto, é válido questionar até que ponto essa pressa não tem afetado nossa saúde mental, nossa capacidade de conexão genuína e, principalmente, a nossa qualidade de vida. 

Olhando para o futuro, talvez seja hora de repensarmos nossa relação com o tempo. Não estou falando de resistir às mudanças tecnológicas ou de abandonar a busca por eficiência, mas de redescobrir o valor do tempo bem vivido, não apenas consumido. Afinal, a vida não se resume à quantidade de coisas que conseguimos fazer em um dia, mas à qualidade das experiências que conseguimos vivenciar.

Em algum momento, precisamos encontrar o equilíbrio. Talvez seja hora de desacelerar um pouco e dar espaço para aquilo que realmente importa—o tempo para respirar, para conversar, para olhar ao redor e perceber o que o presente tem a nos oferecer. Porque, no final das contas, não é a pressa que define o valor da nossa vida, mas a forma como escolhemos viver o tempo que nos é dado.


Por Rafaella Alves Rodrigues. Portal labnoticias.jor.br (online), 2024

 
Segundo o Texto 1, a sensação de “estar sempre ficando para trás” ocorre porque: 
Alternativas
Q3742565 Radiologia
Um técnico em radiologia, supervisor do setor imagem no Hospital Municipal, suspeita que um de seus subordinados está fazendo comentários vexatórios sobre condições clínicas de pacientes nas redes sociais. O supervisor, porém, não toma qualquer providência para orientar ou coibir tal prática. De acordo com o Código de Ética dos Profissionais das Técnicas Radiológicas, em seu artigo 27, a omissão do supervisor: 
Alternativas
Q3742564 Radiologia
Para realizar uma incidência oblíqua do quinto pododáctilo, o pé afetado deve ser: 
Alternativas
Q3742563 Radiologia
Paciente K.S.H, 43 anos, vítima em um acidente de motocicleta, chega à emergência na ambulância dos bombeiros com múltiplas lesões na cervical, tórax e deformidade visível à palpação no braço esquerdo. Ao realizar uma incidência lateral do úmero em paciente politraumatizado, o técnico deve:
Alternativas
Q3742562 Radiologia
A incidência AP axial de coluna cervical deve ser realizada com o paciente em pé ou decúbito dorsal, queixo levemente elevado e RC incidindo na margem inferior da tireoide. Neste caso de exame, o termo axial está relacionado:
Alternativas
Q3742561 Radiologia
Ao inserir o cassete em um escâner CR, o dispositivo que estimula os cristais de fósforo expostos a emitirem a energia acumulada é o:
Alternativas
Q3742560 Radiologia
Exames radiográficos da cabeça podem ser mais desafiadores para técnicos em Radiologia devido às múltiplas linhas de posicionamento e seus respectivos pontos de referência. A maioria delas tem como ponto final o meato acústico externo (MAE) e passa por pontos anatômicos da cabeça. Uma exceção é a linha interpupilar (LIP), que passa entre as pupilas, perpendicularmente ao plano mediossagital (PMS). Nesse sentido, para um exame lateral do crânio corretamente posicionado, o técnico deve considerar: 
Alternativas
Q3742559 Radiologia
De acordo com a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) n.º 611/2022, todos os procedimentos realizados em serviços de radiologia devem observar os princípios da justificação, da otimização, da limitação da dose e da prevenção de acidentes, de modo a garantir que a exposição do paciente seja a mínima necessária. Com base no artigo 45 desta resolução, o controle dos limites de dose para exposições ocupacionais em território nacional é de responsabilidade da:
Alternativas
Q3742558 Radiologia
O sistema DR (Digital Radiography), diferentemente da tecnologia CR (Computed Radiography), não depende de leitora ou escâner para varredura da placa. Nesta tecnologia, o receptor de imagem é formado por um elemento de captura, acoplamento e de detecção. O sistema é considerado DR de conversão indireta quando:
Alternativas
Q3742557 Radiologia
O termo incidência diz respeito à direção do raio central (RC) na realização de um exame. Na incidência anteroposterior, por exemplo, o RC incide na região anterior e emerge pela região posterior. Em uma incidência axial, o RC: 
Alternativas
Q3742556 Radiologia
No sistema de Radiologia CR, as placas de fósforo são formadas por cristais de BaFBr:Eu² + . Na interação com os raios X, os cristais são ionizados e os elétrons removidos passam para a banda de condução, ficando armazenados em traps (armadilhas eletrônicas) até que a placa seja lida no escâner. A leitura da placa de fósforo ocorre quando:
Alternativas
Q3742555 Engenharia Eletrônica
Equipamentos eletrônicos requerem corrente contínua (DC), embora uma tomada residencial forneça 110 volts ou 220 volts de corrente alternada (AC). No equipamento de raios X, o dispositivo responsável por converter a corrente alternada em contínua é o:
Alternativas
Q3742554 Radiologia
Para a realização de uma incidência oblíqua anterior direita (OAD) dos arcos costais, com o objetivo de investigar uma possível fratura anterior na porção axilar das costelas esquerdas, o posicionamento correto deve:
Alternativas
Q3742553 Radiologia
Um técnico realizou um exame AP de joelho utilizando 20 mAs, 80 KV e distância foco-receptor de 1 metro. Considerando a lei do inverso do quadrado da distância, se a distância for aumentada para 2 metros, a intensidade do feixe deve ser:
Alternativas
Q3742552 Radiologia
Estruturas complexas, como o punho, requerem uma rotina radiográfica mais completa. Nesse caso, além das incidências ortogonais entre si (PA e perfil), realiza-se uma incidência em oblíqua no protocolo de rotina. Para complementar o estudo, exames especiais podem ser solicitados, como é o caso das incidências com desvio radial ou ulnar. No diagnóstico da síndrome do túnel do carpo, utiliza-se uma incidência tangencial inferossuperior, também conhecida como método de:
Alternativas
Q3742551 Radiologia
Na terminologia anatômica de posicionamento, a tração do dorso do pé em direção à perna, com a diminuição do ângulo entre eles, caracteriza o movimento de:
Alternativas
Q3742550 Radiologia
Paciente A.E.C., 62 anos, caçador esportivo (CAC), é encaminhado à emergência após lesionar o ombro esquerdo durante um disparo com uma espingarda de alto calibre. Na incidência do ombro em AP com rotação externa: 
Alternativas
Q3742247 Matemática Financeira
Um celular custa R$ 2.500,00 e é vendido com um desconto de 20%. No momento da compra, é aplicado um imposto de 10% sobre o preço final com desconto. O preço final pago na compra foi de:
Alternativas
Q3742246 Raciocínio Lógico
Considere dois conjuntos A e B com |A| =15, |B| = 20 e |A B| =28. Nessas condições a cardinalidade do conjunto P (A ∩ B), ou seja, o número de subconjuntos da interseção é igual a:
Alternativas
Respostas
1621: C
1622: B
1623: B
1624: A
1625: A
1626: B
1627: C
1628: B
1629: A
1630: D
1631: C
1632: A
1633: C
1634: C
1635: A
1636: D
1637: B
1638: C
1639: B
1640: D