Questões de Concurso
Para técnico de enfermagem
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Com base na situação hipotética apresentada e no disposto na Lei Estadual do Paraná no 20.933/2021 (Lei Geral das Universidades Públicas Estaduais do Paraná), é correto afirmar a Iara que
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto na Lei Estadual do Paraná no 6.174/1970 (Estatuto do servidor público do Poder Executivo do Estado do Paraná), é correto afirmar que Carol
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto no Estatuto da UENP, é correto afirmar que
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto no Regimento Geral da UENP, assinale a alternativa correta.
A probabilidade de a dupla sorteada ser a Milena e a Cleonice é um valor entre
27; 18; 12; 8; 16/3; ...
Assim, é correto afirmar que o primeiro elemento dessa sequência, que é menor do que 1, ocupa a posição de número
• Se a procura é exaustiva, então o problema não tem solução.
Uma afirmação que corresponda à negação lógica dessa afirmação é
A quantia que Regina pagou a menos do que Ronaldo na compra desse micro-ondas foi de
Leia o texto para responder à questão.
Tempo do castigo
Quando eu era criança, ficava de castigo e ia para o quarto pensar. Perguntava quanto tempo e contava os segundos para sair. Até hoje acho essa punição interessante: “Pense no que você fez para conversarmos”. Mas, para ser boa, essa punição precisa ter um tempo combinado. O tempo, na época, me parecia justo por ser proporcional ao erro e ao amor de minha mãe por mim. Eu sabia que ela me amava, sabia que ia ficar um tempo ali e sabia que ia sair e poder falar com ela. Era um acordo.
Hoje temos um jeito adulto de punir: bloquear a pessoa no WhatsApp. Bloquear alguém que se ama é como colocar de castigo. “Você fez algo que não gostei, preciso de um tempo.” E aí vem o importante: quanto tempo é esse tempo? O tempo que pode ser o remédio que cura a relação ou o remédio que vira veneno.
O tempo de castigo era válido quando não trazia mágoa. Quando servia apenas para acalmar os ânimos. Quando era um tempo com a intenção velada da paz.
Quando se diz o que se quer nessa nova interação virtual e se bloqueia sem deixar que o outro responda, coloca-se o outro em um castigo cheio de angústia. E, na espera sem saber o tempo, a mágoa cresce, os argumentos perdem sentido.
Bloquear pode ser usado como um respiro para avançarmos, mas nunca como forma de evitar conversas difíceis, que são justamente as que permitem o amadurecimento que vem dos relacionamentos. As relações avançam nas discussões. O castigo da minha mãe sempre me trouxe uma oportunidade de uma relação mais próxima com ela, entendendo meus erros, e isso me trazia um profundo alívio.
(Alice Ferraz. O Estado de S. Paulo, 6 de dezembro de 2025. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Tempo do castigo
Quando eu era criança, ficava de castigo e ia para o quarto pensar. Perguntava quanto tempo e contava os segundos para sair. Até hoje acho essa punição interessante: “Pense no que você fez para conversarmos”. Mas, para ser boa, essa punição precisa ter um tempo combinado. O tempo, na época, me parecia justo por ser proporcional ao erro e ao amor de minha mãe por mim. Eu sabia que ela me amava, sabia que ia ficar um tempo ali e sabia que ia sair e poder falar com ela. Era um acordo.
Hoje temos um jeito adulto de punir: bloquear a pessoa no WhatsApp. Bloquear alguém que se ama é como colocar de castigo. “Você fez algo que não gostei, preciso de um tempo.” E aí vem o importante: quanto tempo é esse tempo? O tempo que pode ser o remédio que cura a relação ou o remédio que vira veneno.
O tempo de castigo era válido quando não trazia mágoa. Quando servia apenas para acalmar os ânimos. Quando era um tempo com a intenção velada da paz.
Quando se diz o que se quer nessa nova interação virtual e se bloqueia sem deixar que o outro responda, coloca-se o outro em um castigo cheio de angústia. E, na espera sem saber o tempo, a mágoa cresce, os argumentos perdem sentido.
Bloquear pode ser usado como um respiro para avançarmos, mas nunca como forma de evitar conversas difíceis, que são justamente as que permitem o amadurecimento que vem dos relacionamentos. As relações avançam nas discussões. O castigo da minha mãe sempre me trouxe uma oportunidade de uma relação mais próxima com ela, entendendo meus erros, e isso me trazia um profundo alívio.
(Alice Ferraz. O Estado de S. Paulo, 6 de dezembro de 2025. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Tempo do castigo
Quando eu era criança, ficava de castigo e ia para o quarto pensar. Perguntava quanto tempo e contava os segundos para sair. Até hoje acho essa punição interessante: “Pense no que você fez para conversarmos”. Mas, para ser boa, essa punição precisa ter um tempo combinado. O tempo, na época, me parecia justo por ser proporcional ao erro e ao amor de minha mãe por mim. Eu sabia que ela me amava, sabia que ia ficar um tempo ali e sabia que ia sair e poder falar com ela. Era um acordo.
Hoje temos um jeito adulto de punir: bloquear a pessoa no WhatsApp. Bloquear alguém que se ama é como colocar de castigo. “Você fez algo que não gostei, preciso de um tempo.” E aí vem o importante: quanto tempo é esse tempo? O tempo que pode ser o remédio que cura a relação ou o remédio que vira veneno.
O tempo de castigo era válido quando não trazia mágoa. Quando servia apenas para acalmar os ânimos. Quando era um tempo com a intenção velada da paz.
Quando se diz o que se quer nessa nova interação virtual e se bloqueia sem deixar que o outro responda, coloca-se o outro em um castigo cheio de angústia. E, na espera sem saber o tempo, a mágoa cresce, os argumentos perdem sentido.
Bloquear pode ser usado como um respiro para avançarmos, mas nunca como forma de evitar conversas difíceis, que são justamente as que permitem o amadurecimento que vem dos relacionamentos. As relações avançam nas discussões. O castigo da minha mãe sempre me trouxe uma oportunidade de uma relação mais próxima com ela, entendendo meus erros, e isso me trazia um profundo alívio.
(Alice Ferraz. O Estado de S. Paulo, 6 de dezembro de 2025. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Tempo do castigo
Quando eu era criança, ficava de castigo e ia para o quarto pensar. Perguntava quanto tempo e contava os segundos para sair. Até hoje acho essa punição interessante: “Pense no que você fez para conversarmos”. Mas, para ser boa, essa punição precisa ter um tempo combinado. O tempo, na época, me parecia justo por ser proporcional ao erro e ao amor de minha mãe por mim. Eu sabia que ela me amava, sabia que ia ficar um tempo ali e sabia que ia sair e poder falar com ela. Era um acordo.
Hoje temos um jeito adulto de punir: bloquear a pessoa no WhatsApp. Bloquear alguém que se ama é como colocar de castigo. “Você fez algo que não gostei, preciso de um tempo.” E aí vem o importante: quanto tempo é esse tempo? O tempo que pode ser o remédio que cura a relação ou o remédio que vira veneno.
O tempo de castigo era válido quando não trazia mágoa. Quando servia apenas para acalmar os ânimos. Quando era um tempo com a intenção velada da paz.
Quando se diz o que se quer nessa nova interação virtual e se bloqueia sem deixar que o outro responda, coloca-se o outro em um castigo cheio de angústia. E, na espera sem saber o tempo, a mágoa cresce, os argumentos perdem sentido.
Bloquear pode ser usado como um respiro para avançarmos, mas nunca como forma de evitar conversas difíceis, que são justamente as que permitem o amadurecimento que vem dos relacionamentos. As relações avançam nas discussões. O castigo da minha mãe sempre me trouxe uma oportunidade de uma relação mais próxima com ela, entendendo meus erros, e isso me trazia um profundo alívio.
(Alice Ferraz. O Estado de S. Paulo, 6 de dezembro de 2025. Adaptado)
Idoso de 76 anos, em uso de anti-hipertensivo, relata tontura ao se levantar da cama, e a técnica de enfermagem realiza medidas seriadas da pressão arterial, em decúbito e em pé, para investigar hipotensão ortostática. Na primeira medida, após repouso em decúbito dorsal, obtém 138 × 82 mmHg; no terceiro minuto em pé, 122 × 74 mmHg. Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. As medidas obtidas preenchem o critério diagnóstico de hipotensão ortostática nesse paciente.
PORQUE
II. A hipotensão ortostática é definida pela queda simultânea de ao menos 15 mmHg na pressão sistólica e de 5 mmHg na diastólica em até 3 minutos de ortostatismo.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA:
Na agenda de procedimentos eletivos sob anestesia de um hospital, a equipe de enfermagem orienta o jejum de pacientes saudáveis de diferentes idades, conforme as diretrizes da sociedade norte-americana de anestesiologistas, para reduzir o risco de aspiração pulmonar. Os intervalos mínimos variam conforme o que foi ingerido. Considere os alimentos e as bebidas listados abaixo:
(1) Fórmula infantil oferecida a lactente.
(2) Refeição com frituras, alimentos gordurosos e carnes.
(3) Leite materno oferecido a lactente.
(4) Chá claro e café preto sem leite.
Considerando essas diretrizes, assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA desses alimentos e bebidas, do menor para o maior intervalo mínimo de jejum:
No centro de material e esterilização de um hospital, que processa também produtos implantáveis em autoclave a vapor assistida por bomba de vácuo, a equipe de enfermagem organiza a rotina de monitoramento dos ciclos conforme a regulamentação sanitária das boas práticas de processamento. Associe cada recurso de monitoramento, na Coluna I, à rotina correspondente, na Coluna II:
Coluna I
1. Teste de Bowie & Dick.
2. Integrador químico de classe 5 ou 6.
3. Indicador biológico em produtos implantáveis.
4. Indicador físico.
Coluna II
(__) Registro a cada ciclo, com os parâmetros de tempo, temperatura e pressão do equipamento.
(__) Uso no ciclo inicial do dia, para avaliar o sistema de remoção de ar da câmara.
(__) Uso em cada carga, com liberação condicionada à leitura negativa do resultado.
(__) Uso em cada carga, dentro de pacote teste desafio, segundo rotina do serviço.
Com base nessa regulamentação, assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, de cima para baixo:
Homem de 67 anos é trazido ao pronto atendimento com desvio da rima labial e fala arrastada iniciados há cerca de uma hora, e a equipe de enfermagem colabora na avaliação inicial que antecede a decisão médica sobre trombólise intravenosa. Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A glicemia capilar integra a avaliação que precede o início da trombólise intravenosa nesse paciente
PORQUE
II. a hipoglicemia pode produzir sinais neurológicos focais que simulam o quadro do acidente vascular cerebral agudo.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA:
Em unidade de terapia intensiva, a equipe de enfermagem registra a cada turno a Escala de Agitação-Sedação de Richmond de pacientes em ventilação mecânica, observando o paciente e, quando necessário, chamando-o pelo nome e aplicando estímulo físico. Associe cada nível da escala, na Coluna I, à resposta observada, na Coluna II:
Coluna I
1. Sonolento (-1).
2. Sedação leve (-2).
3. Sedação moderada (-3).
4. Sedação profunda (-4).
Coluna II
(__) Movimenta-se ou abre os olhos ao chamado, porém sem estabelecer contato visual.
(__) Desperta ao chamado com contato visual mantido por menos de 10 segundos.
(__) Não reage à voz, mas se movimenta diante do estímulo físico aplicado.
(__) Desperta ao chamado com contato visual sustentado por mais de 10 segundos.
Feita a correspondência entre as colunas, assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, de cima para baixo: