Questões de Concurso Para técnico de enfermagem

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Q4429329 Segurança da Informação
Na rede de uma instituição pública, um malware está se propagando por meio de arquivos infectados, armazenados em dispositivos USB conectados aos computadores. Esse comportamento é típico de
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Q4429328 Noções de Informática
Durante uma videoconferência, um usuário percebe que notificações do navegador estão atrapalhando seu trabalho. Para bloquear as notificações de um site específico no navegador Microsoft Edge, o usuário deverá clicar
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Q4429327 Noções de Informática
No Google Docs, você precisa adicionar um rodapé com a numeração de páginas. Para inserir essa configuração, deve-se acessar o menu
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Q4429326 Noções de Informática
Um funcionário administrativo da Câmara Municipal precisa compactar arquivos para enviar um pacote com relatórios financeiros por e-mail. A extensão padrão de arquivos compactados gerados pelo Windows é 
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Q4429325 Sistemas Operacionais
Um servidor da prefeitura precisa criar uma nova pasta na área de trabalho, para organizar documentos de projetos em andamento. No Windows 10, as teclas de atalho para realizar essa tarefa são
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Q4429324 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 
Há um pronome relativo que estabelece relação de posse em: 
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Q4429323 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 
Um gênero que apresenta, como predominante, o mesmo tipo textual do texto desta prova é
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Q4429322 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 
No segundo parágrafo, a palavra “porém” interliga
Alternativas
Q4429321 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 
Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas. 
Sobre a pontuação do trecho, considerando-se as relações sintático-semânticas da língua portuguesa, é correto afirmar:
Alternativas
Q4429320 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 

Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.


O uso do acento grave em “Àqueles e àquelas” justifica-se pela regência

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Q4429319 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 

A questão refere-se ao trecho reproduzido a seguir.


Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.


Nesse trecho, o pronome oblíquo foi empregado para substituir

Alternativas
Q4429318 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 
No quarto parágrafo, a maioria dos verbos estão flexionados no
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Q4429317 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 
De acordo com o texto, o cuidado com a relação subjetiva entre as pessoas e a inteligência artificial remete ao impacto causado por essa ferramenta na esfera
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Q4429316 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 
O texto tematiza, principalmente,
Alternativas
Q4429315 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

IA de Quebrada: periferias precisam dominá-la para não serem dominadas

Veny Santos

        Há que se dominar o saber antes que ele domine o ser e se torne capaz de produzir, moldar e condicionar imaginários a ponto de instrumentalizar o indivíduo — e não o contrário. Faz-se indispensável um elemento básico, tão escasso a depender de determinadas condições sociais: acesso. 

        Hoje, despejam-se em anúncios toneladas de ofertas de cursos sobre inteligência artificial, na maioria dos casos com foco em negócios e na eterna corrida para ser o mais competitivo. Porém, em se tratando de uma ferramenta tão nova e de veloz desenvolvimento, basta já torná-la, desde o início, um conhecimento deveras exclusivo para justificar seu valor? Não basta. 

        Àqueles e àquelas que ainda vivem sob o manto da exclusão digital, sem oportunidade de aprender a operar saberes novos, restam duas opções: esperar que mais uma tecnologia os engula ou dar seus pulos e abocanhar com firmeza a farta fatia que parece ser sempre oferecida para bocas poucas.

        Uma fotografia. O Windows era 1998, mas o ano 2002. Um garoto, no auge dos seus 15 anos, concluía o que, à época, em seu bairro de periferia, parecia ser o auge da oportunidade para o futuro: o curso básico de computação. Tirando os quatro computadores, a infraestrutura em nada era inédita. Tratava-se da sala de uma casa, simples em sua materialidade, mas já deslumbrante e sofisticada na atmosfera moderna e digital que passava. Escrever, criar tabelas, organizar apresentações. Foi assim que aprendeu a utilizar o pacote Office.

        O pai contou moedas, literalmente, para honrar as mensalidades. Ele, que se orgulhava de ter concluído um curso de datilografia na sua juventude, agora imaginava o filho digitando com a mesma destreza frases e mais frases num teclado outro. A chance de aprender a operacionalizar aquela tecnologia que prometia — e, de certa forma, cumpriu tal promessa —inserir a humanidade em uma nova era mudou sua relação com o saber.

        Permitiu ao menino imaginar possibilidades de uso do computador e seus softwares para além da passividade desejada por quem resumia tal treinamento apenas à preparação para o mercado de trabalho. Também era, mas não só, até porque, sabe-se bem, este mercado diz privilegiar mentes criativas, entretanto pouco contribui para a emancipação técnica das massas.

        A inteligência artificial precisa ser dominada nas quebradas, sem medo, mas com parcimônia. Cada região periférica não pode, mais uma vez, ficar à margem do que já é elemento central do desenvolvimento tecnológico e cujos impactos serão sociais, políticos, econômicos, culturais e psicológicos. Quanto a este último elemento, reforça-se o alerta para os cuidados com a própria relação subjetiva que as pessoas passam a ter com tal ferramenta. Como será impactada a elaboração do imaginário das novas gerações já ligadas a esta inteligência? Como serão condicionadas as cognições diante da ferramenta que busca ser o mais humana possível?

        Sem treinamento, orientação, reflexão e regulamentação, o uso da IA se manterá restrito e, quando chegar às periferias, provavelmente dominará as mentes criativas podando seus imaginários e empacotando-os como mercadoria para uma realidade de trabalho limitante e exploratória.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em 15 Out. 2024. 
O texto objetiva, principalmente, 
Alternativas
Q4427412 Enfermagem
Em uma unidade básica de saúde de Lagoa de Pedras, a enfermeira realizou a consulta de enfermagem de um usuário com úlcera venosa, registrou o plano de cuidados no prontuário e prescreveu a troca do curativo com alginato, a ser executada pelo técnico de enfermagem no mesmo turno. A enfermeira seguia na unidade, em outra sala. Durante a troca da cobertura, o técnico observou exsudato purulento e hiperemia perilesional, achados ausentes no registro da manhã.
Diante do quadro e dos limites legais de atuação da categoria, cabe ao técnico de enfermagem 
Alternativas
Q4427411 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Em uma unidade de pronto atendimento do município, uma mulher de 68 anos permanece em sala de observação desde a madrugada, recebendo hidratação venosa por quadro de desidratação, com previsão de alta ainda no turno. A filha, preocupada, insiste para acompanhar a idosa. No entanto, um colega da equipe afirma que o Estatuto da Pessoa Idosa reserva o direito a acompanhante apenas às pessoas com 80 anos ou mais, e que, para os demais casos, é necessária a liberação da chefia. O técnico é chamado.
A conduta correta, conforme o Estatuto da Pessoa Idosa, consiste em  
Alternativas
Q4427410 Enfermagem
Um rapaz de 19 anos chega ao pronto atendimento do município com febre alta, dois episódios de vômito, rigidez de nuca e manchas puntiformes avermelhadas espalhadas pelo tronco e pelos membros inferiores. Esses sintomas tiveram início na véspera. A médica plantonista levanta a hipótese de doença meningocócica, colhe hemocultura e inicia ceftriaxona endovenosa ainda na sala de emergência. O rapaz mora com cinco familiares. O técnico de enfermagem prepara o quarto de isolamento e orienta a família. Nenhum dos familiares apresenta sintomas.
Considerando as recomendações do Ministério da Saúde para casos suspeitos de doença meningocócica, a conduta do técnico de enfermagem consiste em manter:  
Alternativas
Q4427409 Noções de Primeiros Socorros
Na sala de espera de uma unidade básica de saúde, uma mãe pede socorro segurando o filho de sete meses, que estava comendo pedaços de maçã, ficou em silêncio de repente e, agora, faz esforço respiratório sem conseguir tossir. A criança permanece consciente. Os lábios começam a arroxear e o técnico de enfermagem assume o atendimento.
Pelas diretrizes de suporte básico de vida, a conduta imediata consiste em 
Alternativas
Q4427408 Enfermagem
Em uma instituição de longa permanência, o técnico de enfermagem higieniza uma idosa acamada que apresenta incontinência urinária e fecal e usa fralda em tempo integral. Na troca, ele encontra eritema difuso e brilhante na prega interglútea e na região perianal, com bordas irregulares e mal delimitadas, e perda superficial da pele em pontos dispersos, sem envolvimento de proeminência óssea. A região sacral está íntegra. A idosa refere ardência. A mudança de decúbito vem sendo feita a cada duas horas pela equipe.
Com base nessas características, o achado deve ser registrado pelo técnico como  
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: C
4: B
5: D
6: D
7: B
8: A
9: B
10: A
11: C
12: A
13: D
14: D
15: C
16: A
17: A
18: C
19: D
20: B