Questões de Concurso Para técnico de enfermagem

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Q3951190 Português
Sobre as ideias que se podem inferir do texto 02, verifica-se que, em relação ao ponto de vista dos personagens, ele apresenta
Alternativas
Q3951188 Português
Texto 01 


A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.
    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.
     Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.
     Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.
    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”
     No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Na passagem “É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que ‘dá certo’, mas não satisfaz.”, o verbo “ver”, flexionado no plural, assume a forma “veem” (ve + e + m). Analise os verbos a seguir, tendo em vista aqueles que, no plural, seguem essa mesma estrutura. 

I- Crer. II- Ler. III- Dar. IV- Ter V- Vir.

Estão CORRETOS os verbos
Alternativas
Q3951187 Português
Texto 01 


A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.
    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.
     Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.
     Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.
    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”
     No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Na passagem “Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir.”, os verbos do último período formam uma figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3951186 Português
Texto 01 


A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.
    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.
     Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.
     Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.
    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”
     No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Na passagem “É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que ‘dá certo’, mas não satisfaz.”, a presença das aspas indica que a expressão “dá certo” foi usada
Alternativas
Q3951185 Português
Texto 01 


A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.
    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.
     Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.
     Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.
    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”
     No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Considere a passagem “’A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’”.
De acordo com o texto, a pessoa funcional é aquela que consegue
I- seguir uma rotina, mesmo passando por instabilidade emocional. II- realizar atividades, desde que esteja equilibrado emocionalmente. III- cumprir responsabilidades, mesmo diante de problemas emocionais. IV- enfrentar corajosamente a frustação e o sofrimento inerentes à vida. V- ter uma vida intensa, mesmo estando anestesiado emocionalmente.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3951184 Português
Texto 01 


A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional.
    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.
     Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.
     Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.
    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”
     No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado.
Analise os comportamentos a seguir, tendo em vista aqueles que vão de encontro à anestesia emocional.
I- Encontrar sentido para a vida. II- Sair dos padrões habituais. III- Proteger-se do sofrimento. IV- Viver com intensidade. V- Evitar a frustração.
Estão CORRETOS os comportamentos apresentados em
Alternativas
Q3951182 Enfermagem
O acesso venoso periférico é uma técnica invasiva comum e de competência da equipe de enfermagem (incluindo os técnicos), para a administração de fluidos e medicamentos. Consiste na inserção de um cateter em veia periférica, sendo essencial para terapia intravenosa. A equipe deve seguir protocolos, realizando antissepsia, escolha adequada do dispositivo e fixação segura, geralmente com duração de 96 horas, para evitar flebites e infecções.
Considerando a Lei n.º 7.498/1986, Art. 2º, parágrafo único, “[...] a enfermagem é exercida privativamente pelo Enfermeiro, pelo Técnico de Enfermagem [...], respeitados os respectivos graus de habilitação.” Segundo o seu Art. 11, “[...] o Enfermeiro exerce privativamente: [...] cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida e cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas [...]”. Por sua vez, o Art. 12 dispõe que o “Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de enfermagem em grau auxiliar, e participação no planejamento da assistência de enfermagem [...]”. O Art. 15 acrescenta que as atividades contidas no Art. 12, “[...] quando exercidas em instituições de saúde [...], somente podem ser desempenhadas sob a orientação e supervisão do Enfermeiro.”
Mediante tais informações, é possível afirmar que compete ao técnico de enfermagem:
Alternativas
Q3951181 Enfermagem
A sondagem transpilórica ou jejunal consiste na progressão de um cateter até o jejuno, passando pelo nariz ou boca, esôfago, estômago, piloro e duodeno. As suas principais indicações são para casos de pacientes com desnutrição grave e baixa aceitação espontânea, disfagia de moderada a grave, semiobstrução do esôfago, rebaixamento do nível de consciência, sedação ou coma, pós-operatórios de cirurgias do aparelho digestivo, suplementação nutricional (na ocorrência de limitação da aceitação), alternativa para administração de medicamentos e hidratação, como rotina na nutrição de neonatos prematuros, pacientes comatosos e demais quadros críticos em terapia intensiva. As sondas enterais do tipo Dobbhoff são mais utilizadas por serem de silicone ou poliuretano radiopaco, não serem afetadas pelo pH do estômago nem do intestino, durarem muito e irritarem menos a mucosa.
Quanto à constituição da sonda, materiais necessários e a técnica do procedimento, destaca-se:

I- Por serem flexíveis e maleáveis, para favorecer a técnica adequada de introdução do dispositivo, exige-se um fioguia no interior da sonda.

II- No hospital, exige-se o sistema fechado para infusão das dietas por bolsas acopladas em equipo de bomba de infusão, com dieta suficiente para 24 horas.

III- Compete ao técnico de enfermagem promover cuidados gerais ao paciente com sonda enteral, seguindo prescrição de enfermagem ou protocolo institucional.


Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3951180 Biologia
A doença de Chagas (ou Tripanossomíase americana) é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, a qual apresenta uma fase aguda, que pode ser sintomática ou não, e uma fase crônica, que pode se manifestar nas formas indeterminada (assintomática), cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva.
Ela pode apresentar sintomas distintos nas duas fases. Na fase aguda, os principais sintomas são: febre prolongada (mais de 7 dias); cefaleia; astenia; edema no rosto e pernas. No caso da picada do barbeiro, pode aparecer uma lesão semelhante a um furúnculo no local. Após a fase aguda, caso a pessoa não receba tratamento oportuno, ela pode desenvolver a fase crônica da doença, inicialmente sem sintomas (forma indeterminada), podendo, com o passar dos anos, apresentar complicações como: cardiopatias, como insuficiência cardíaca, e problemas digestivos, como megacólon e megaesôfago.
São formas de transmissão da Doença de Chagas:

I- Vetorial: contato com fezes de triatomíneos infectados após o repasto/alimentação sanguínea. II- Oral: ingestão de alimentos contaminados com parasitos provenientes de triatomíneos infectados. III- Vertical: passagem de parasitos de mulheres infectadas para seus bebês, durante a gravidez ou o parto. IV- Transfusão de sangue ou transplante de órgãos de doadores infectados a receptores sadios. V- Acidental: contato da pele ferida ou de mucosas com material contaminado durante a manipulação.

Está CORRETO o que se apresenta em
Alternativas
Q3951179 Enfermagem
O choque é um evento de emergência extrema, caracterizada por grave redução da perfusão de tecidos e órgãos com isquemia, desequilíbrio entre oferta e demanda de oxigênio, causando hipóxia, sofrimento, lesão e disfunção celulares, agravada pela ação de mediadores e outras substâncias ativas e tóxicas que pioram mais esses efeitos deletérios sobre a membrana celular. Quando não revertido em sua fase inicial, causa insuficiência circulatória generalizada grave (hipotensão) que, se persistente, conduz à falência múltipla de órgãos e sistemas.
O prognóstico depende da rapidez com que o choque é identificado. No caso do choque hipovolêmico, caracterizado pela queda crítica do débito cardíaco causada por perda do volume circulante devido à hemorragia ou desidratação, por exemplo, e essa perda ultrapassa a capacidade de compensação, o que geralmente ocorre em perdas de mais de 15% da volemia total do indivíduo, o tratamento é realizado com aminas simpaticomiméticas usadas em infusão contínua, em acesso venoso central.
Considere as assertivas I e II a seguir, em referência aos cuidados de enfermagem com a administração das drogas vasoativas:

I- Pode-se usar veia periférica para garantir normotensão até que o acesso venoso central seja obtido.
PORQUE
II- A hipotensão não pode ser tolerada mais que 30 a 40 minutos.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3951178 Enfermagem
A enfermagem, por ser uma profissão fortemente dependente de informações precisas e oportunas para executar a grande variedade de intervenções envolvidas no cuidado, necessita estar atenta aos registros das informações, tendo em vista que essa ação faz parte do processo do cuidar e, quando redigidos de maneira que retratam a realidade a ser documentada, possibilitam a comunicação entre a equipe de saúde.
Convém citar que os registros de enfermagem consistem no mais importante instrumento de avaliação da qualidade de atuação e da proteção da equipe de enfermagem, pois são considerados como documento legal de defesa dos profissionais. Devem, portanto, estar imbuídos de autenticidade que possa assegurar a veracidade das informações, além de demonstrarem todo o empenho e força de trabalho da equipe de enfermagem, valorizando, assim, suas ações e garantindo a segurança do paciente.
São registros pertinentes à equipe técnica de enfermagem:

I- As anotações de enfermagem fornecem dados para subsidiar o estabelecimento da prescrição de enfermagem, suporte para análise reflexiva dos cuidados ministrados e respectivas respostas do paciente.
II- A evolução de enfermagem consiste no registro do quadro clínico do paciente e, nessa descrição, o conhecimento técnico deve contemplar procedimentos realizados, utilizando uma linguagem científica.
III- A prescrição de enfermagem consiste no planejamento das ações de enfermagem que devem ser realizadas para atender às necessidades do paciente, com base na avaliação clínica e nas condições individuais do paciente.

Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3951177 Enfermagem
A higiene corporal é uma intervenção de enfermagem que ultrapassa o caráter mecânico da limpeza, estando diretamente relacionada à prevenção de infecções e parasitoses, à integridade da pele, ao conforto físico e à dignidade do indivíduo. O planejamento da higiene deve considerar as condições clínicas, o nível de dependência, a cultura, a privacidade e o conforto térmico do paciente, sendo fundamental a avaliação contínua durante o procedimento. Práticas inadequadas de higiene podem gerar desconforto e agravos evitáveis.
Durante a orientação ao paciente e/ou ao cuidador sobre o banho e a aplicação de xampu pediculicida (indicado para tratamento e prevenção de pediculose – piolhos; da ftiríase – chatos/piolhos da região pubiana; da escabiose – sarna; e das infestações por carrapatos em geral), o técnico de enfermagem deve considerar as indicações, contraindicações e possíveis efeitos adversos desse produto.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3951176 Enfermagem
Os animais peçonhentos têm a capacidade de injetar ativamente toxinas (substâncias que, quando presentes em quantidades biologicamente relevantes, causam lesões fisiopatológicas dose-dependentes a um organismo vivo, reduzindo, assim, a funcionalidade ou viabilidade). Para essa injeção ativa, tanto em presas (para predação) quanto em predadores (para defesa), utilizam aparelhos inoculadores, que podem ser dentes especializados (presas), ferrões, quelíceras, cerdas urticantes ou esporões.
No Brasil, o acidente com serpentes tem importante interesse em saúde pública e, quanto à classificação, é dividido em quatro grupos, de acordo com o gênero da serpente causadora:

I- Acidente botrópico: causado por serpentes dos gêneros Bothrops e Bothrocophias (jararacuçu e jararaca).
II- Acidente crotálico: inoculação de toxina pelas cobras da família Viperidae, espécie Crotalus durissus (cascavel).
III- Acidente laquético: causado por serpente da família Viperidae, espécie Lachesis muta (surucucu-pico-de-jaca).
IV- Acidente elapídico: provocado pelas cobras dos gêneros Micrurus  e Leptomicrurus (coral-verdadeira).


Assinale a alternativa cuja(s) afirmativa(s) apresenta(m) relação CORRETA entre a categoria de acidentes e a(s) serpente(s) que a exemplifica(m):
Alternativas
Q3951175 Biologia
Os escorpiões pertencem ao filo Arthropoda (que significa pernas articuladas), classe Arachnida (por apresentarem oito pernas) e ordem Scorpiones. Atualmente, ocorrem quatro famílias no Brasil: Bothriuridae, Buthidae, Chactidae e Hormuridae, porém as espécies de importância em saúde pertencem apenas ao gênero Tityus, da família Buthidae. São animais que possuem o corpo formado pelo prossoma (carapaça ou cefalotórax) e metassoma (tronco e cauda), conforme figura a seguir. No prossoma, estão inseridos quatro pares de pernas, um par de pedipalpos (as pinças) e um pequeno par de quelíceras. O opistossoma divide-se em mesossoma, com sete segmentos que formam o tronco, e metassoma, formado por cinco segmentos que formam a cauda. No final do metassoma, encontra-se o télson, que contém um par de glândulas de veneno que desembocam em dois orifícios situados de cada lado da ponta do ferrão.


Imagem associada para resolução da questão



Sobre os escorpiões, causadores de acidentes escorpiônicos, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3951174 Enfermagem
Uma paciente, adulta, trabalhadora da indústria têxtil, busca atendimento na Unidade de Pronto Atendimento com queixa de “mal-estar e dor no corpo” e relata que apresentou febre de 38,5 ºC, náuseas e vômitos. É possível observar exantema no tórax. Considerando suspeita de dengue do grupo A, a conduta determinada para hidratação oral, em adultos, é de 60 mL/kg/dia, com sais de reidratação oral e volume maior no início.
Avalie as afirmativas a seguir sobre esse caso:

I- Deve-se oferecer 1/3 do volume, calculado pelo peso do paciente, de sais de reidratação oral, no início do tratamento.

II- Orientar a ingestão de líquidos conforme hábitos do paciente, como água, suco, soro caseiro, chás, água de coco, entre outros, para os 2/3 restantes da hidratação oral.

III- Especificar o volume de soro caseiro a ser ingerido por dia, e supervisionar o paciente como garantia de seguir a conduta.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3951173 Enfermagem
A dengue é uma doença endêmica no Brasil, com ocorrências de casos durante todo o ano. Entretanto, tem um padrão sazonal, coincidente com períodos quentes e chuvosos, quando são observados o aumento do número de casos e um risco maior para epidemias. Do ponto de vista clínico, um grande desafio está na identificação adequada e precoce do paciente com dengue, que é um aspecto importante para a sua evolução favorável e a recuperação.
Analise o fluxograma de atendimento e aconselhamento dos pacientes identificados como suspeitos de dengue a seguir, para responder a esta questão.

Imagem associada para resolução da questão



Como deve ser a conduta do técnico de enfermagem, relacionada à hidratação de um paciente com suspeita de dengue caracterizada como do grupo B?
Alternativas
Q3950857 Patologia
No contexto da assistência de enfermagem ao paciente com doenças do sistema musculoesquelético, é fundamental reconhecer as principais características clínicas e fisiopatológicas de cada patologia para adequada vigilância e priorização do cuidado. Sendo assim, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as doenças às suas características.

Coluna 1

1. Doença de Paget.
2. Gota.
3. Espondilite anquilosante.
4. Síndrome compartimental.

Coluna 2

( ) Dor lombar de caráter inflamatório associada à rigidez progressiva da coluna.
( ) Deposição de cristais de ácido úrico com inflamação articular aguda.
( ) Processo de remodelação óssea acelerada e desorganizada.
( ) Elevação da pressão intramuscular com risco de isquemia e necrose tecidual.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3950856 Enfermagem
Paciente com diagnóstico de hepatopatia alcoólica crônica, evoluindo com sinais clínicos de insuficiência hepática (icterícia progressiva, ascite, edema periférico e episódios prévios de encefalopatia), encontra-se internado para estabilização clínica. Considerando a fisiopatologia da doença hepática avançada e a assistência de enfermagem, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O risco de sangramento está aumentado em decorrência da redução da síntese hepática de fatores de coagulação dependentes de vitamina K.
( ) A icterícia decorre do acúmulo de bilirrubina no sangue, refletindo prejuízo na função metabólica e excretora hepática.
( ) A restrição proteica deve ser instituída de forma rotineira e prolongada, independentemente da presença de encefalopatia hepática.
( ) A observação de tremores (asteríxis), rebaixamento do nível de consciência e alterações comportamentais é fundamental para identificação precoce de encefalopatia hepática.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3950855 Enfermagem
Paciente hospitalizado por obstrução intestinal encontra-se em observação contínua. Durante a evolução clínica, o técnico de enfermagem deve reconhecer precocemente sinais que indiquem progressão do quadro e risco iminente de complicações graves. Considerando a fisiopatologia da obstrução intestinal e a assistência de enfermagem, assinale a alternativa que representa um agravamento clínico dessa condição.
Alternativas
Q3950854 Enfermagem
 Pacientes com doenças agudas do sistema digestório podem evoluir rapidamente para quadros de instabilidade clínica, exigindo da equipe de Enfermagem reconhecimento precoce de sinais de gravidade e priorização adequada dos cuidados. Considerando a fisiopatologia envolvida e a assistência de enfermagem, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as doenças aos cuidados de enfermagem que exigem.

Coluna 1

1. Íleo paralítico.
2. Diverticulite aguda.
3. Peritonite.
4. Insuficiência hepática.

Coluna 2

( ) Manter jejum, observar distensão abdominal e ausência ou diminuição dos ruídos hidroaéreos.
( ) Monitorar dor abdominal localizada, febre e sinais de processo infeccioso.
( ) Avaliar sinais de abdome agudo, rigidez abdominal, dor intensa e manifestações sistêmicas de sepse.
( ) Controlar nível de consciência, balanço hídrico rigoroso e sinais de sangramento.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
2601: A
2602: A
2603: C
2604: D
2605: B
2606: B
2607: D
2608: C
2609: E
2610: A
2611: A
2612: C
2613: E
2614: B
2615: B
2616: D
2617: A
2618: A
2619: C
2620: A