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Q3491270 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta um trecho em que predomina o emprego das palavras em seu sentido figurado.
Alternativas
Q3491269 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

“A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso.” 


Assinale a alternativa em que os elementos completam corretamente as lacunas do período seguinte, na mesma ordem, em relação à palavra destacada no trecho acima.


A palavra “para” pode ser substituída por “__________” e possui o sentido de __________.  

Alternativas
Q3491268 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta uma sequência de palavras sinônimas para a destacada no trecho correspondente.
Alternativas
Q3491267 Português

Laia o texto a seguir para responder a questão.



Meu celular, minha vida



Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.


O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.


(...)


Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!


Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.


Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.


O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.


O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.


O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.


(...)


Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.


FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em <https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>.

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação que está de acordo com as ideias apresentadas no texto “Meu celular, minha vida”.
Alternativas
Q3456167 Pedagogia
Libâneo (2001) afirma que o currículo constitui o elemento nuclear do projeto pedagógico; é ele que viabiliza o processo de ensino-aprendizagem.

De acordo com o autor, é correto afirmar que o currículo
Alternativas
Q3456166 Pedagogia
A respeito da construção de proposta pedagógica na educação infantil, Oliveira (2002) defende que, entre outros aspectos, o planejamento do currículo deve incluir
Alternativas
Q3456165 Pedagogia
Em uma escola, um grupo de professores, durante o horário de formação continuada, apresentou as seguintes queixas: “Não queremos tanta teoria...precisamos é de prática...”; “Chega de blá-blá-blá... o que precisamos é de menos filosofia e mais ação”; e “Estamos cansados de tanta teorização... queremos um pouco mais de prática...”. Visando apresentar uma resposta fundamentada aos docentes, a coordenadora realizou a leitura do texto de Christov (in: Placco et alii, 2005). Na referida obra, a autora afirma que
Alternativas
Q3456164 Pedagogia
Segundo Mantoan (2001), para que a escola esteja a caminho de uma educação aberta às diferenças e de qualidade, deve ser realizado o diagnóstico da demanda, ou seja, a escola precisa verificar a quantidade de alunos, onde estão na escola e por que alguns estão fora dela. Para que isso ocorra, a autora entende que deva ser atendida uma primeira condição:
Alternativas
Q3456163 Pedagogia
Segundo Moran (in: Bacich e Moran, 2017), as aprendizagens por experimentação, por design e a aprendizagem maker são expressões atuais da aprendizagem ativa, personalizada e compartilhada. Nesses contextos, de acordo com o autor, a ênfase na palavra ativa precisa estar associada
Alternativas
Q3456162 Pedagogia
Orsolon (in: Almeida e Placco, et al., 2005) sinaliza algumas ações e atitudes do coordenador capazes de desencadear mudanças nas práticas dos professores. Essas são ações e atitudes que devem ser contempladas nos processos de formação continuada, sendo algumas das estratégias possíveis para o coordenador. De acordo com a autora, entre as estratégias, que podem ser usadas pelo coordenador, estão as ações e atitudes de: 
Alternativas
Q3456161 Pedagogia
A respeito da formação continuada na própria escola, Imbernón (2002) discorre sobre o modelo indagativo ou de pesquisa na formação de professores. Segundo o autor, a fundamentação desse modelo encontra-se 
Alternativas
Q3456160 Pedagogia
Falar na perspectiva da teoria vygotskyana, é falar na dimensão social do desenvolvimento humano, sendo que os conceitos desenvolvidos por Vygotsky são fundamentais para pensarmos as interações e a mediação cultural na escola. Segundo Oliveira (in: La Taille; Oliveira e Dantas, 2015) sobre a teoria de Vygotsky, é correto afirmar que
Alternativas
Q3456159 Pedagogia
Bordignon e Gracindo (in.: Ferreira & Aguiar, 2002) destacam alguns princípios, valores, prioridades e elementos de um processo de gestão democrática comprometido com a escola “cidadã”. Entre os valores e princípios apresentados pelos autores estão: a coerência entre o discurso e a prática; o eixo do poder situado no Conselho Escolar; e
Alternativas
Q3456158 Pedagogia
Bonamino e Sousa (2012) afirmam que Rose Freire, após pesquisar uma escola da rede estadual, constatou alguns usos dos resultados do SARESP, como: utilização na composição das notas bimestrais dos alunos; reprodução de questões na prova unificada criada pela escola, com a intenção de treinar os alunos para a avaliação; incentivo à participação dos alunos no dia da aplicação das provas do SARESP, pela atribuição de nota na média bimestral. De acordo com as autoras, as informações apresentadas por essa pesquisa indicam que o significado assumido pelo SARESP e por seus resultados no contexto da escola pesquisada
Alternativas
Q3456157 Pedagogia
Em “Ensinar matemática na Educação Infantil e nas séries iniciais” (Panizza et. al., 2006), Moreno afirma que na concepção de ensino-aprendizagem da didática da matemática, defendida por Charnay, o eixo fundamental é
Alternativas
Q3456156 Pedagogia
Hoffmann (2001) afirma que uma prática avaliativa mediadora precisa desenvolver-se em sintonia com um ciclo de aprendizagem que evolui continuamente, sendo que esse ciclo envolve: propostas mobilizadoras; experiências educativas e expressões de sentidos construídas pelos educandos. De acordo com a autora, na avaliação mediadora, questionários, exercícios, textos e outras tarefas escritas são instrumentos
Alternativas
Q3456155 Pedagogia
Chrispino (2007), no texto “Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação”, afirma que, na escola,
Alternativas
Q3456154 Pedagogia
De acordo com o Parecer CNE/CEB n° 20/2009, Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3456153 Pedagogia
Conforme o previsto no documento Marcos Político- -Legais da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2010), é correto afirmar:
Alternativas
Q3456152 Pedagogia
Leia o texto e assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“Nos dois primeiros anos do ensino fundamental, a ação pedagógica deve ter como foco a ____________, a fim de garantir amplas oportunidades para que os alunos se apropriem do ___________ de modo articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de ___________ e ao seu envolvimento em práticas diversificadas de ___________.” 
Alternativas
Respostas
1021: E
1022: E
1023: A
1024: C
1025: B
1026: B
1027: D
1028: B
1029: A
1030: B
1031: E
1032: A
1033: C
1034: D
1035: E
1036: C
1037: A
1038: D
1039: A
1040: C