Questões de Concurso Para auxiliar de ensino - alfabetização de jovens e adultos

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Q4161326 Português

Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje


    Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.


    Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?


    Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.


    Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.


    É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.


    E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.


    O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.


(Fonte: VC S/A - adaptado.)

Assinalar a alternativa cuja palavra é classificada como paroxítona:
Alternativas
Q4161325 Português

Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje


    Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.


    Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?


    Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.


    Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.


    É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.


    E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.


    O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.


(Fonte: VC S/A - adaptado.)

Na frase “Ela parecia tão triste”, a forma verbal sublinhada está empregada no modo:
Alternativas
Q4161324 Português

Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje


    Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.


    Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?


    Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.


    Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.


    É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.


    E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.


    O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.


(Fonte: VC S/A - adaptado.)

Uma das frases abaixo apresenta erro quanto à concordância. Assinale-a: 
Alternativas
Q4161323 Português

Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje


    Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.


    Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?


    Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.


    Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.


    É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.


    E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.


    O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.


(Fonte: VC S/A - adaptado.)

Assinalar a alternativa que apresenta um antônimo da palavra “agravante” utilizada no texto (6º parágrafo):
Alternativas
Q4161322 Português

Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje


    Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.


    Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?


    Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.


    Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.


    É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.


    E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.


    O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.


(Fonte: VC S/A - adaptado.)

Assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “euforia” utilizada no texto (5º parágrafo): 
Alternativas
Q4161321 Português

Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje


    Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.


    Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?


    Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.


    Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.


    É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.


    E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.


    O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.


(Fonte: VC S/A - adaptado.)

Qual das frases abaixo melhor resume a ideia central do texto?  
Alternativas
Q4161320 Português

Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje


    Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.


    Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?


    Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.


    Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.


    É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.


    E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.


    O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.


(Fonte: VC S/A - adaptado.)

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q4045778 História e Geografia de Estados e Municípios
Localizado ao Extremo Oeste Catarinense e limítrofe de vários municípios, Descanso/SC se localiza a 10Km da maior cidade dos arredores. Essa cidade é conhecida como:
Alternativas
Q4045777 Atualidades
"O Brasil registrou em setembro deflação pelo terceiro mês seguido, informou o Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE) na manhã desta terça-feira".

Acesso em: https://www.cnnbrasil.com.br

A inflação e a deflação influenciam em nossos gastos em relação aos dos produtos que consumimos no nosso dia a dia, a deflação refere-se a: 
Alternativas
Q4045776 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Acerca do que diz a Lei Orgânica do Município de Descanso/SC, o número de vereadores eleitos para a Câmara Municipal será:
Alternativas
Q4045775 Português
Ameaçada, futura rainha da Holanda vive enclausurada em palácio.

Assinale a opção que contenha uma locução adjetiva.
Alternativas
Q4045774 Português
A princesa deveria morar com outros estudantes em Amsterdã, como muitas jovens de sua idade.

Assinale a opção que contenha apenas preposições.
Alternativas
Q4045773 Português
A princesa herdeira da Holanda, Catharina-Amalia, vive praticamente enclausurada no palácio de seus pais.

Assinale a opção CORRETA quanto à sintaxe.
Alternativas
Q4045772 Português
Esclareça, em vez de criticar. Sorria, em vez de se irritar. Solicite, em vez de cobrar. Estimule, em vez de pressionar. Cale-se, em vez de ironizar. Dê, antes de pedir. Ouça, antes de falar.
O texto acima, trata de um assunto que tem bastante relevância no ambiente de trabalho. Marque a alternativa CORRETA que o determina.

Fonte: Escola Estadual de Educação Profissional - EEEP. Ensino Médio Integrado à Educação Profissional. Curso Técnico em Secretaria Escolar. Governo do Estado do Ceará.
Alternativas
Q4045771 Saúde Pública
A higiene dos alimentos depende de muitos fatores, dentre eles, as próprias características dos alimentos estão incluídas. Abaixo estão alguns fatores que se correlacionam com a higiene dos alimentos, julgue os itens e marque a alternativa que apresenta aqueles que estão corretos.

I.Higiene pessoal e do ambiente.
II.Quantidade de alimento exportado.
III.Condições de conservação e de preparo.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4045770 Noções de Primeiros Socorros
Caso um estudante tenha seu olho acometido por algum corpo estranho, como por exemplo, um fragmento de areia. Abaixo estão algumas situações que poderão ser utilizadas em caso de apoio a esse estudante, EXCETO:
Alternativas
Q4045769 Português
Existe abundância de dados sobre o impacto da religião na vida das pessoas (Levin e Vanderpool, 1991). Apesar disso, enquanto a medicina oriental busca integrar de forma explícita a dimensão religiosa/espiritual ao binômio saúde-doença (Fabrega, 2000), a medicina ocidental como um todo, especialmente a psiquiatria, vinha tendo duas posturas principais em relação ao tema: negligência, por considerar esses assuntos sem importância ou fora da área de interesse principal; ou oposição, ao caracterizar as experiências religiosas dos pacientes como evidência de psicopatologias diversas (Sims, 1994). Historicamente ignorada por muitos psicólogos, a religião foi denominada por Larson e Larson o fator esquecido na saúde física e mental (Pargament et al., 1992). Nas últimas décadas, entretanto, este panorama tem se modificado em função do que Saad et al. (2001) nomearam espiritualidade baseada em evidências: atualmente existem centenas de artigos científicos mostrando uma associação entre espiritualidade/religião e saúde que é estatisticamente válida e possivelmente causal (Levin, 1994).

Fonte: Panzini, R.G. et al. Rev. Psiq. Clín. 34, supl 1; 105-115, 2007.

Dentre as opções abaixo, identifique a alternativa que se associa ao tema do texto acima. Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4045768 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Art. 57. Estimulará pesquisas, experiências e novas propostas relativas a calendário, seriação, currículo, metodologia, didática e avaliação, com vistas à inserção de crianças e adolescentes excluídos do ensino fundamental obrigatório.

Fonte: Lei nº 8.069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente.

A quem está atribuída essa função de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente? Marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4045767 Pedagogia
As noções matemáticas (contagem, relações quantitativas e espaciais etc.) são construídas pelas crianças a partir das experiências proporcionadas pelas interações com o meio, pelo intercâmbio com outras pessoas que possuem interesses, conhecimentos e necessidades que podem ser compartilhados. As crianças têm e podem ter várias experiências com o universo matemático e outros que lhes permitem fazer descobertas, tecer relações, organizar o pensamento, o raciocínio lógico, situar-se e localizar-se espacialmente. Configura-se desse modo um quadro inicial de referências lógico matemáticas que requerem outras, que podem ser ampliadas. São manifestações de competências, de aprendizagem advindas de processos informais, da relação individual e cooperativa da criança em diversos ambientes e situações de diferentes naturezas, sobre as quais não se tem planejamento e controle.

Fonte: Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil / Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília: MEC/SEF, 1998.

O texto acima descreve um tipo de eixo norteador que influencia diretamente no trabalho educativo-pedagógico. Marque a alternativa que o expressa corretamente.
Alternativas
Q4045766 Pedagogia
Conforme está estabelecido na Lei nº 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, Art. 26 - os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. Nesse mesmo artigo, estabelece-se que nos currículos devem conter, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil. Além disso, qual outra disciplina conta como componente curricular obrigatório da educação básica? Marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
281: D
282: B
283: A
284: D
285: C
286: D
287: B
288: C
289: B
290: D
291: B
292: D
293: B
294: C
295: C
296: B
297: B
298: B
299: A
300: A