Questões de Concurso Para procurador

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Q2439554 Matemática
Devido ao crescimento no número de vendas de computadores, uma fábrica decidiu aumentar o número de produtos produzidos diariamente. Para isso, ela  aumentou mais cinco máquinas, totalizando-se 12 máquinas. Se eram produzidos diariamente [(−100 + 200) × 6 − 20 + 400] computadores, podemos afirmar que haverá um aumento na produção diária de:
Alternativas
Q2439553 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Os radicais dos vocábulos “extraordinária” e “desmantelar” são, respectivamente: 
Alternativas
Q2439552 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Em qual dos trechos abaixo a(s) vírgula(s) foi(ram) empregada(s) para isolar uma estrutura de aposto?  
Alternativas
Q2439551 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Qual é o sentido veiculado pela palavra “Como” que inicia o parágrafo introdutório do texto?
Alternativas
Q2439550 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Em um dos excertos abaixo, NÃO se pode verificar a utilização deliberada de uma expressão conotativa. Identifique-o: 
Alternativas
Q2439549 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

A expressão “chover no molhado”, utilizada no início do décimo parágrafo, veicula o sentido de que falar sobre as dificuldades da jornada rumo ao empoderamento feminino: 
Alternativas
Q2439548 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Segundo o contexto sintático em que se encontra, o trecho “com determinação, resiliência e adaptabilidade”, empregado no último parágrafo do texto, apresenta: 
Alternativas
Q2439547 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

A conclusão do texto permite inferir que, em relação à temática discutida, a articulista adota uma postura de:  
Alternativas
Q2439546 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Analisando-se a organização das informações apresentadas no artigo de opinião, pode-se afirmar que a autora:  
Alternativas
Q2385916 Direito Previdenciário
A respeito do direito à conversão, em tempo comum, do prestado sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física de servidor, julgue os itens seguintes, à luz da EC n.º 103/2019 e da jurisprudência dos tribunais superiores.

I A referida conversão de tempo não é possível no âmbito do RPPS, pois é vedada a contagem de tempo ficto para fins de aposentadoria.
II Antes da edição da EC n.º 103/2019, o direito à conversão de tempo especial em comum deveria obedecer a lei complementar que viesse a regulamentar a matéria, mas, diante da omissão legislativa em fazê-lo, a pretensão do servidor ficou, na prática, inviabilizada.
III Apenas após a vigência da EC n.º 103/2019 é que o direito à conversão de tempo especial em comum foi viabilizado aos servidores, passando a serem aplicadas as regras vigentes para o RGPS.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q2385915 Direito Previdenciário
De acordo com a EC n.º 103/2019, assinale a opção correta a respeito das alterações promovidas no RPPS. 
Alternativas
Q2385914 Direito Previdenciário
De acordo com a Lei n.º 8.213/1991, assinale a opção correta acerca da contagem recíproca do tempo de contribuição. 
Alternativas
Q2385913 Direito Previdenciário
Em relação à previdência complementar, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2385912 Direito Previdenciário
Considerando a Emenda Constitucional (EC) n.º 103/2019, assinale a opção correta, no que se refere ao regime próprio de previdência social (RPPS). 
Alternativas
Q2385911 Direito Previdenciário
No que se refere às disposições gerais acerca dos benefícios do RGPS, julgue os itens que se seguem.

I Não se poderá conceder aposentadoria por invalidez ou auxílio por incapacidade temporária ao segurado que, no momento de filiação ao RGPS, já era portador de doença preexistente, ainda que a incapacidade sobrevenha por motivo de progressão ou agravamento da doença.
II A comprovação da efetiva exposição do segurado a agentes nocivos será feita mediante formulário, na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), emitido pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho, expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho, nos termos da legislação trabalhista.
III O salário-maternidade é devido à segurada da previdência social, durante 120 dias, com início no período entre 28 dias antes do parto e a data de ocorrência deste, não sendo possível a concessão para as hipóteses de guarda judicial.
IV Para a concessão de pensão previdenciária por morte, aplica-se a lei vigente na data do óbito do segurado.

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2385910 Direito Previdenciário
Acerca das regras de prescrição e decadência no âmbito do RGPS, julgue os itens seguintes.

I É de 5 anos o prazo de decadência do direito ou da ação do segurado ou beneficiário para a revisão do ato de concessão, indeferimento, cancelamento ou cessação de benefício e do ato de deferimento, indeferimento ou não concessão de revisão de benefício.
II O direito da previdência social de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os seus beneficiários decai em 10 anos, contados da data em que os atos foram praticados, salvo em caso de comprovada má-fé.
III O prazo de decadência do direito ou da ação do segurado ou beneficiário para a revisão do ato de concessão de benefício é contado a partir data do deferimento do pedido na via administrativa.

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2385909 Direito Previdenciário
Em relação aos beneficiários do RGPS, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2385908 Direito Previdenciário
Considerando o disposto na CF, assinale a opção correta acerca das regras do regime geral de previdência social (RGPS). 
Alternativas
Q2385907 Direito Constitucional
A respeito da seguridade social, assinale a opção correta, considerando o disposto na Constituição Federal de 1988 (CF).
Alternativas
Q2385906 Direito Tributário
    No estado X, foi publicada lei que permite à administração tributária estadual apreender mercadorias do contribuinte devedor do ICMS, para garantir o pagamento do imposto.
No que se refere à permissão prevista na lei mencionada nessa situação hipotética, assinale a opção correta conforme a jurisprudência sumulada do STF. 
Alternativas
Respostas
5101: B
5102: A
5103: D
5104: D
5105: E
5106: B
5107: C
5108: C
5109: B
5110: A
5111: B
5112: C
5113: C
5114: D
5115: C
5116: C
5117: E
5118: B
5119: C
5120: E