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Q3590378 Estatística
Considere que x e y representem, respectivamente, a variância e o desvio-padrão das três notas obtidas por Miguel em três avaliações distintas. Se y = 1,82, então x é um número que pertence ao seguinte intervalo real:
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Q3588657 Matemática

Dez quadrados de lado 10 cm, foram desenhados dentro de um triângulo de lados “a”, b” e “c”, conforme a figura representada a seguir:


Nessas condições, b e c medem, respectivamente:



Imagem associada para resolução da questão

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Q3588655 Raciocínio Lógico

Em uma sala, estão 5 (cinco) mulheres, cujas idades são ou de 30 (trinta) anos ou de 60 (sessenta) anos. Cada uma delas sabe exatamente a idade de todas as outras. Quando perguntadas pela soma de suas idades, foram dadas as seguintes respostas: 180; 210; 240; 260 e 270. Sabendo que todas as mulheres de 60 anos mentiram. a soma correta é igual a: 

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Q3588654 Raciocínio Lógico

João e Carlos beberam várias cervejas em um bar. Antes de irem embora, decidiram determinar, através do jogo de palitinhos quem pagaria a conta. Nesse jogo, cada participante coloca uma das mãos fechada à frente, com uma determinada quantidade de palitinhos, que pode variar de 0 (zero) a 3 (três). Após todos colocarem à frente suas mãos, cada participante tenta acertar a quantidade total de palitinhos. Quem acerta, ganha o jogo. Se ambos errarem, dá empate e o jogo é repetido.


João colocou sua mão fechada à frente com 2 (dois) palitos e arriscou o número 4. Nessas condições, a probabilidade de João ganhar o jogo e não pagar a conta, é:

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Q3588653 Matemática Financeira

Em agosto de 2023, João depositou em sua conta corrente R$ 10.000,00 (dez mil reais). Daí em diante, a cada início de um novo mês, ele fez um novo deposito num valor sempre igual a 50% do valor existente na conta. Como no dia 20 de outubro João fez uma retirada de R$ 500,00 (quinhentos reais), no Natal daquele mesmo ano, o saldo na conta de João era:


Considere uma conta corrente simples, em que não há correções de valores feitas pelo banco.

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Q3588652 Português

Leia o texto a seguir:


Mineração em cartão postal de Belo Horizonte é alvo de vistorias


    Após pressão de diversas entidades ambientalistas para maior fiscalização sobre as atividades da Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra), um grupo de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fez uma visita técnica nessa segunda-feira (3). A mineradora é responsável pela Mina Granja Corumi, encravada na Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.


    A extração mineral no local atualmente é proibida. No entanto, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Mineração (ANM) permitiu a retirada de 800 milhões de toneladas de minerais que já foram beneficiados e estavam estocados. Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria transferido a restrição de recursos.


    As suspeitas de atividade ilegal ganharam força em vistoria da prefeitura de Belo Horizonte no mês passado, que levou à interdição total da mina e de todas as atividades da empresa. Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil.


    “Foi constatada a retirada de minerais finos depositados em pilhas, desassoreamento das estruturas de drenagem (sumps), retirada de minerais em taludes conformados, com possíveis avanços em terreno natural (minério in situ) e prejuízos de atividade de lavra, além de transporte”, informou a prefeitura. Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minérios para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal.


    A mina Granja Corumi existe desde a década de 1950. Com a Serra do Curral tombada como patrimônio de Belo Horizonte em 1990, as atividades no local foram reduzidas. Em 2007, a Empabra firmou um compromisso com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para elaborar um plano de recuperação da área degradada. Na época, as denúncias indicavam riscos para a integridade do Parque Estadual da Baleia. Diante do descumprimento parcial do acordo, as atividades da mineradora foram embargadas temporariamente pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em 2018.


    No ano seguinte, o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte chegou a pedir a suspensão definitiva da extração de minerais na Mina Granja Corumi. O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que foi solicitado o bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada.        


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2024/06/1050334-mineracao-emcartao-postal-de-belo-horizonte-e-alvo-de-vistorias.html. Acesso em 06/06/2024

Em “O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que fosse solicitado bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada” (6º parágrafo), no seu contexto de uso, o verbo destacado é classificado como:

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Q3588651 Português

Leia o texto a seguir:


Mineração em cartão postal de Belo Horizonte é alvo de vistorias


    Após pressão de diversas entidades ambientalistas para maior fiscalização sobre as atividades da Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra), um grupo de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fez uma visita técnica nessa segunda-feira (3). A mineradora é responsável pela Mina Granja Corumi, encravada na Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.


    A extração mineral no local atualmente é proibida. No entanto, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Mineração (ANM) permitiu a retirada de 800 milhões de toneladas de minerais que já foram beneficiados e estavam estocados. Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria transferido a restrição de recursos.


    As suspeitas de atividade ilegal ganharam força em vistoria da prefeitura de Belo Horizonte no mês passado, que levou à interdição total da mina e de todas as atividades da empresa. Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil.


    “Foi constatada a retirada de minerais finos depositados em pilhas, desassoreamento das estruturas de drenagem (sumps), retirada de minerais em taludes conformados, com possíveis avanços em terreno natural (minério in situ) e prejuízos de atividade de lavra, além de transporte”, informou a prefeitura. Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minérios para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal.


    A mina Granja Corumi existe desde a década de 1950. Com a Serra do Curral tombada como patrimônio de Belo Horizonte em 1990, as atividades no local foram reduzidas. Em 2007, a Empabra firmou um compromisso com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para elaborar um plano de recuperação da área degradada. Na época, as denúncias indicavam riscos para a integridade do Parque Estadual da Baleia. Diante do descumprimento parcial do acordo, as atividades da mineradora foram embargadas temporariamente pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em 2018.


    No ano seguinte, o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte chegou a pedir a suspensão definitiva da extração de minerais na Mina Granja Corumi. O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que foi solicitado o bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada.        


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2024/06/1050334-mineracao-emcartao-postal-de-belo-horizonte-e-alvo-de-vistorias.html. Acesso em 06/06/2024

Em “Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minério para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal” (4º parágrafo), a palavra destacada poderia ser substituída, nesse contexto, sem alteração de sentido, por:

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Q3588650 Português

Leia o texto a seguir:


Mineração em cartão postal de Belo Horizonte é alvo de vistorias


    Após pressão de diversas entidades ambientalistas para maior fiscalização sobre as atividades da Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra), um grupo de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fez uma visita técnica nessa segunda-feira (3). A mineradora é responsável pela Mina Granja Corumi, encravada na Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.


    A extração mineral no local atualmente é proibida. No entanto, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Mineração (ANM) permitiu a retirada de 800 milhões de toneladas de minerais que já foram beneficiados e estavam estocados. Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria transferido a restrição de recursos.


    As suspeitas de atividade ilegal ganharam força em vistoria da prefeitura de Belo Horizonte no mês passado, que levou à interdição total da mina e de todas as atividades da empresa. Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil.


    “Foi constatada a retirada de minerais finos depositados em pilhas, desassoreamento das estruturas de drenagem (sumps), retirada de minerais em taludes conformados, com possíveis avanços em terreno natural (minério in situ) e prejuízos de atividade de lavra, além de transporte”, informou a prefeitura. Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minérios para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal.


    A mina Granja Corumi existe desde a década de 1950. Com a Serra do Curral tombada como patrimônio de Belo Horizonte em 1990, as atividades no local foram reduzidas. Em 2007, a Empabra firmou um compromisso com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para elaborar um plano de recuperação da área degradada. Na época, as denúncias indicavam riscos para a integridade do Parque Estadual da Baleia. Diante do descumprimento parcial do acordo, as atividades da mineradora foram embargadas temporariamente pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em 2018.


    No ano seguinte, o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte chegou a pedir a suspensão definitiva da extração de minerais na Mina Granja Corumi. O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que foi solicitado o bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada.        


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2024/06/1050334-mineracao-emcartao-postal-de-belo-horizonte-e-alvo-de-vistorias.html. Acesso em 06/06/2024

“Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil” (3º parágrafo). Se a palavra destacada estivesse no plural, à luz da norma-padrão, a frase seria reescrita da seguinte forma:

Alternativas
Q3588649 Português

Leia o texto a seguir:


Mineração em cartão postal de Belo Horizonte é alvo de vistorias


    Após pressão de diversas entidades ambientalistas para maior fiscalização sobre as atividades da Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra), um grupo de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fez uma visita técnica nessa segunda-feira (3). A mineradora é responsável pela Mina Granja Corumi, encravada na Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.


    A extração mineral no local atualmente é proibida. No entanto, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Mineração (ANM) permitiu a retirada de 800 milhões de toneladas de minerais que já foram beneficiados e estavam estocados. Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria transferido a restrição de recursos.


    As suspeitas de atividade ilegal ganharam força em vistoria da prefeitura de Belo Horizonte no mês passado, que levou à interdição total da mina e de todas as atividades da empresa. Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil.


    “Foi constatada a retirada de minerais finos depositados em pilhas, desassoreamento das estruturas de drenagem (sumps), retirada de minerais em taludes conformados, com possíveis avanços em terreno natural (minério in situ) e prejuízos de atividade de lavra, além de transporte”, informou a prefeitura. Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minérios para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal.


    A mina Granja Corumi existe desde a década de 1950. Com a Serra do Curral tombada como patrimônio de Belo Horizonte em 1990, as atividades no local foram reduzidas. Em 2007, a Empabra firmou um compromisso com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para elaborar um plano de recuperação da área degradada. Na época, as denúncias indicavam riscos para a integridade do Parque Estadual da Baleia. Diante do descumprimento parcial do acordo, as atividades da mineradora foram embargadas temporariamente pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em 2018.


    No ano seguinte, o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte chegou a pedir a suspensão definitiva da extração de minerais na Mina Granja Corumi. O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que foi solicitado o bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada.        


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2024/06/1050334-mineracao-emcartao-postal-de-belo-horizonte-e-alvo-de-vistorias.html. Acesso em 06/06/2024

Em “Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria voltado a extrair minério” (2º parágrafo, o trecho indicado estabelece uma relação de sentido com a informação seguinte. Essa relação é de:

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Q3588648 Português

Leia o texto a seguir:


Mineração em cartão postal de Belo Horizonte é alvo de vistorias


    Após pressão de diversas entidades ambientalistas para maior fiscalização sobre as atividades da Empresa de Mineração Pau Branco (Empabra), um grupo de parlamentares da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) fez uma visita técnica nessa segunda-feira (3). A mineradora é responsável pela Mina Granja Corumi, encravada na Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.


    A extração mineral no local atualmente é proibida. No entanto, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Mineração (ANM) permitiu a retirada de 800 milhões de toneladas de minerais que já foram beneficiados e estavam estocados. Com a grande movimentação de caminhões, moradores das comunidades vizinhas e ativistas do Fórum Permanente São Francisco e do Projeto Manuelzão passaram a questionar se os órgãos públicos estavam acompanhando os trabalhos e se havia garantias de que a Empabra não teria transferido a restrição de recursos.


    As suspeitas de atividade ilegal ganharam força em vistoria da prefeitura de Belo Horizonte no mês passado, que levou à interdição total da mina e de todas as atividades da empresa. Houve autuação por crime ambiental e foi aplicada multa de R$ 64,9 mil.


    “Foi constatada a retirada de minerais finos depositados em pilhas, desassoreamento das estruturas de drenagem (sumps), retirada de minerais em taludes conformados, com possíveis avanços em terreno natural (minério in situ) e prejuízos de atividade de lavra, além de transporte”, informou a prefeitura. Segundo o Executivo municipal, o escoamento de minérios para possível venda não contaria com o devido licenciamento ambiental tanto em âmbito estadual quanto municipal.


    A mina Granja Corumi existe desde a década de 1950. Com a Serra do Curral tombada como patrimônio de Belo Horizonte em 1990, as atividades no local foram reduzidas. Em 2007, a Empabra firmou um compromisso com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para elaborar um plano de recuperação da área degradada. Na época, as denúncias indicavam riscos para a integridade do Parque Estadual da Baleia. Diante do descumprimento parcial do acordo, as atividades da mineradora foram embargadas temporariamente pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em 2018.


    No ano seguinte, o relatório final de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara de Vereadores de Belo Horizonte chegou a pedir a suspensão definitiva da extração de minerais na Mina Granja Corumi. O documento, de 324 páginas, sugeriu ao MPMG que foi solicitado o bloqueio judicial dos bens da Empabra até a resolução das questões trabalhistas e a recuperação da área degradada.        


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2024/06/1050334-mineracao-emcartao-postal-de-belo-horizonte-e-alvo-de-vistorias.html. Acesso em 06/06/2024

O texto indica que a extração de minério de ferro:

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Q3558732 Matemática
Assinale a alternativa com a informação correta a respeito da resolução de equações por radicais citada em Boyer (1974). 
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Q3558731 Matemática

Em Lima et al. (1999), os autores iniciam o estudo de funções exponenciais e logarítmicas por meio de exemplos envolvendo aplicações de juros compostos e a desintegração radioativa. Um professor, ao ler esse estudo, teve a ideia de iniciar uma aula realizando uma atividade com o material manipulativo, a Torre de Hanói, conforme figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Os estudantes receberam as Torres para realizar o jogo que consiste em transferir a torre inteira de discos para um dos outros pinos, movendo apenas um disco de cada vez e nunca colocando um disco maior em cima de um menor. Para cada quantidade de discos em uma torre, existe um número mínimo de movimentos para transferir a torre de discos para outro pino. O objetivo do jogo com a Torre na aula era descobrir qual a função algébrica que relaciona o número de discos e a quantidade de movimentos desses discos. Com essa aula, o professor planejava motivar os estudantes para o estudo de qual função ensinada no ensino médio? 

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Q3558730 Matemática

Problemas de construção sempre foram um assunto recorrente da Geometria. A restrição tradicional ao uso apenas da régua e compasso remonta à Antiguidade (Courant, Robbins; 2000). Nos currículos atuais, essas construções são estudadas e realizadas, também, com o auxílio do software GeoGebra.


Dentre os problemas a seguir, qual NÃO pode ser solucionado com régua e compasso, de acordo com Courant e Robbins (2000)?

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Q3558729 Matemática
Segundo Boyer (1974), o conjunto dos números quatérnios foi inventado 
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Q3558728 Matemática
Courant e Robbins (2000), ao analisarem os dois problemas famosos gregos de duplicação do cubo e da trissecção do ângulo, mostram que eles não podem ser resolvidos com régua e compasso. Quais conceitos matemáticos são utilizados nessas demonstrações? 
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Q3558727 Pedagogia
Boyer (1974) relata, no seu livro, que Nicolas Bourbaki 
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Q3558726 Matemática
Nos anos finais do ensino fundamental, a imagem da balança de dois pratos pode ser aproveitada para abordar o significado de equivalência. Freudenthal (1975) apresenta uma outra proposta de aplicação matemática para a balança quando buscamos o equilíbrio entre os dois lados. O autor propõe uma balança de centro O em que os dois braços a e b , sendo OA  = e OBb, não possuem o mesmo comprimento, mas, para se manter o equilíbrio, os pesos n e m  precisam ser diferentes, como ilustrado na figura a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
Essa nova aplicação de equilíbrio discute que 
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Q3558725 Matemática
Freudenthal (1975), ao discorrer sobre equilíbrio nos objetos, cita, como exemplo, que o centro de gravidade de um triângulo é o seu ponto de equilíbrio. Assim, ele sugere a construção de um triângulo em uma lâmina. No contexto escolar, é possível adaptar essa ideia para a construção de um triângulo em uma cartolina. Ao se traçar o seu centro de gravidade, pode-se perceber a função desse ponto apoiando esse triângulo na ponta seca de um compasso. Para a elaboração dessa atividade prática, é necessário encontrar precisamente esse ponto no triângulo que é o 
Alternativas
Q3558724 Matemática
Lima et al. (1999), ao apresentarem uma propriedade da parábola, comentam que, ao girar uma parábola em torno do seu eixo, ela vai gerar uma superfície chamada paraboloide de revolução ou superfície parabólica. Essa superfície possui muitas aplicações interessantes. A fama dessas superfícies parabólicas remonta à Antiguidade. Há uma lenda segundo a qual Arquimedes, que viveu em Siracusa em torno de 250 a.C., destruiu toda a frota que sitiava aquela cidade incendiando os navios com os raios de sol refletidos em espelhos parabólicos. Embora Lima et al. (1999) declarem que não sabemos da veracidade dessa lenda, pode-se afirmar que sobrevive com ela a ideia de que ondas de luz, quando refletidas numa superfície parabólica, concentram-se sobre o foco, reforçando o sinal recebido. Qual o fundamento matemático que está por trás dessa lenda?
Alternativas
Respostas
7701: B
7702: B
7703: A
7704: A
7705: A
7706: B
7707: D
7708: D
7709: B
7710: C
7711: A
7712: D
7713: E
7714: D
7715: C
7716: A
7717: E
7718: B
7719: C
7720: E