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Q3915707 Pedagogia
Ao monitorar os corredores durante o período de aulas, o agente observou que determinado estudante apresentava ausências frequentes e recorrentes em aulas específicas, permanecendo em áreas externas sem autorização. Esse padrão comportamental de evasão parcial e sistemática, quando identificado pelo agente, demanda comunicação formal prioritária ao setor responsável pelo:
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Q3915706 Pedagogia
No horário de entrada, o agente verificou que estudante do 7º ano tentava acessar o prédio escolar portando objeto cortante na mochila, detectado durante revista de rotina no portão. Considerando os protocolos de segurança e a necessidade de preservar o ambiente pedagógico, a movimentação adequada desse aluno após a identificação do objeto consiste em:
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Q3915705 Pedagogia
Durante o intervalo, o agente de apoio escolar observou grupo de estudantes discutindo de forma exaltada próximo ao portão de saída. Ao se aproximar, identificou início de conflito físico entre dois alunos, enquanto outros incentivavam o confronto. Nessa situação, a conduta prioritária que preserva a integridade dos envolvidos e mantém a ordem no ambiente escolar consiste em:
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Q3915704 Segurança e Transporte

Indique o significado da placa de regulamentação R-23 abaixo:


Captura_de tela 2026-03-04 182029.png (154×143)

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Q3915703 Legislação de Trânsito
Significa atenção e cautela, exigindo que o condutor reduza a velocidade e prossiga com segurança, observando as condições do trânsito e dando prioridade aos pedestres e veículos que possam interferir no seu caminho. Trata-se do:
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Q3915632 Atualidades
Em janeiro desse ano, o governador de _____ sancionou a lei que extingue cotas raciais de instituições que recebem verba estadual. Em dezembro do ano passado, a Assembleia Legislativa de já havia aprovado o projeto de lei. Em explicação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o governo justificativa que o fim das cotas raciais no estado é constitucional e se adéqua à “singularidade demográfica”, que tem a “maior proporção de população branca do país”.

Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna:
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Q3915631 Administração Pública
O Estado de São Paulo finalizou recentemente o processo de desestatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), em um modelo de privatização que manteve o Estado como acionista estratégico. O principal argumento técnico-político utilizado pelo governo estadual para justificar a operação, visando a universalização dos serviços até 2029, foi a:
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Q3915630 Engenharia Aeronáutica
Em dezembro/2025 o primeiro foguete comercial foi lançado de uma base brasileira, o lançamento do HANBITNano, da empresa sul-coreana Innospace, aconteceu na Base de: 
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Q3915629 Geografia
Ibitinga-SP faz limite a noroeste com o município de:
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Q3915628 História
Em 04 de julho de 1890, por força da Lei de número 66, Ibitinga-SP teve a sua emancipação político-administrativa. Essa lei foi assinada pelo então presidente:
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Q3915627 Matemática
Em um laudo de controle dimensional, três peças planas são descritas apenas por propriedades geométricas. Peça I: “diagonais perpendiculares, bissetam os ângulos internos, lados congruentes”. Peça II: “diagonais congruentes, perpendiculares, bissetam-se mutuamente, ângulos internos retos”. Peça III: “diagonais bissetam-se mutuamente, lados opostos paralelos, sem exigência de diagonais congruentes nem perpendiculares”. Considerando que a classificação deve ser feita pela propriedade distintiva mínima que fecha cada caso, indique a sequência correta (I, II, III):
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Q3915626 Matemática
Em uma progressão geométrica, o primeiro termo é 3 e a razão é 2; um aluno precisa calcular o quinto termo aplicando a relação entre termo geral, primeiro termo e potência da razão, mantendo o índice corretamente. Aponte o 5º termo:
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Q3915625 Matemática
Um técnico mede um triângulo retângulo em uma estrutura e registra que os catetos medem 9 cm e 12 cm; para obter a hipotenusa, ele aplica a relação pitagórica e simplifica o resultado numérico final. Indique o valor da hipotenusa: 
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Q3915624 Matemática
Em uma turma, 30 alunos participaram de uma pesquisa: 18 praticam futebol, 12 praticam natação e 5 praticam ambos; o coordenador precisa determinar quantos alunos praticam futebol e natação simultaneamente, com base direta na informação fornecida. Aponte o valor de P(F ∩ N) na forma de fração sobre 30: 
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Q3915623 Raciocínio Lógico
Uma senha interna é formada por 5 letras distintas escolhidas a partir de um conjunto de 7 letras diferentes, e a ordem das letras define senhas diferentes, sem repetição; o responsável precisa calcular quantas senhas distintas podem ser geradas nessas condições. Indique a quantidade de senhas possíveis:
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Q3915622 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No fragmento "as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano", o termo sublinhado atua como um recurso de modalização e reforço argumentativo. Sob a ótica da morfossintaxe, a classificação da palavra e a circunstância que ela imprime à oração subordinada subsequente são:
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Q3915621 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No segmento "o espaço passou a ser também um local de visitação controlada", o verbo "passar" integra uma locução verbal. Sob o aspecto da sintaxe de regência e da predicação verbal neste contexto específico, o verbo destacado constitui uma estrutura de: 
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Q3915620 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
A palavra “memória”, utilizada no texto, é acentuada por ser:
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Q3915619 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
O termo "catacumbas", utilizado no texto para designar o ossuário parisiense, possui origem etimológica no latim tardio e no grego, sendo composto por elementos que indicam posição inferior e cavidade. Sob a ótica da morfologia e dos processos de formação de palavras na língua portuguesa, esse vocábulo é classificado como uma:
Alternativas
Q3915618 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No trecho "A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada", o termo sublinhado exerce a função de núcleo do sujeito. Do ponto de vista da morfossintaxe, a classificação desse núcleo e o tipo de voz verbal da oração são:
Alternativas
Respostas
341: A
342: B
343: D
344: C
345: C
346: B
347: D
348: A
349: B
350: D
351: D
352: C
353: A
354: B
355: C
356: B
357: A
358: C
359: D
360: C