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Q3835997 Matemática
Em um centro esportivo, duas atividades coletivas seguem ciclos fixos de organização. Uma delas ocorre a cada 8 dias, enquanto a outra se repete a cada 12 dias. Se hoje aconteceram as duas atividades, após quantos dias elas voltarão a acontecer no mesmo dia novamente?
Alternativas
Q3835996 Matemática
Uma caixa metálica em formato de paralelepípedo retângulo será utilizada para armazenamento de óleo queimado para descarte. As medidas da caixa são 2,5 metros de comprimento, 1,6 metros de largura e 1,2 metros de altura. Sobre essas informações, analise as assertivas e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).

(__)O volume da caixa é de 5,2 m³.
(__)O volume é obtido multiplicando-se as três dimensões.
(__)Se a altura fosse dobrada, o volume seria 9,6 m³.
(__)A soma das dimensões é suficiente para calcular o volume.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3835995 Matemática
Para definir a classificação final em um processo seletivo, três avaliações foram aplicadas com pesos distintos. Juliano participou deste processo e obteve nota 7,0 na primeira avaliação, com peso 2, nota 8,5 na segunda, com peso 3, e nota 9,0 na terceira, com peso 5. Se a nota final é a média ponderada das três avaliações, qual foi a de Juliano?
Alternativas
Q3835994 Matemática
Uma equipe formada por 5 funcionários, que consegue catalogar 300 documentos em 4 dias, trabalhando 6 horas por dia, recebeu mais 5 funcionários que trabalham no mesmo ritmo dos anteriores, e todos trabalharão juntos por 3 dias, durante 8 horas diárias. Desta forma, quantos documentos serão catalogados? 
Alternativas
Q3835993 Matemática
Milena comprou 2 salgados e 3 sucos na cantina da escola e pagou R$ 26,30. André comprou 4 salgados e 1 suco na mesma cantina e pagou R$ 28,10. Se os preços unitários são fixos, quanto custa cada item?
Alternativas
Q3835992 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, "que" exige compreensão e políticas.

Quanto à classe de palavras do termo destacado, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3835991 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando "a fome" e reduzindo "o metabolismo".

De acordo com as regras de colocação pronominal, as formas corretas dos pronomes oblíquos para substituir os termos destacados são: 
Alternativas
Q3835990 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
O texto analisa a crítica à ideia de que a obesidade decorre exclusivamente de escolhas individuais, enfatizando a interação entre fatores biológicos, genéticos e ambientais na dificuldade de perder peso.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3835989 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Um estudo internacional publicado na revista The Lancet "mostrou" que oito em cada dez pessoas "acreditam" que a obesidade "poderia" ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo, pretérito imperfeito do indicativo e pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se:
Alternativas
Q3835988 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, "enfrentam" grandes dificuldades para controlar o peso.

Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3833681 Medicina
O Acidente Vascular Encefálico (AVE (Acidente Vascular Encefálico)) é uma emergência médica. No AVE isquêmico agudo, a terapia de reperfusão pode reduzir significativamente a incapacidade. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.A trombólise endovenosa com alteplase (rt-PA) pode ser administrada até 4,5 horas do início dos sintomas em pacientes elegíveis que preencham os critérios de inclusão e exclusão.

II.A presença de hemorragia intracraniana prévia, cirurgia intracraniana ou intrespinhal recente (menos de 3 meses) e pressão arterial sustentada > 185110 mmHg (a despeito de tratamento) são contraindicações absolutas para a trombólise.

III.Em caso de AVE hemorrágico, o uso de antiagregantes plaquetários e anticoagulantes deve ser iniciado imediatamente para prevenir isquemia secundária nas áreas de penumbra ao redor do hematoma.

IV.A tomografia computadorizada (TC (Tomografia Computadorizada)) de crânio sem contraste é o exame inicial de escolha para diferenciar o AVE isquêmico do hemorrágico e deve ser realizada o mais rápido possível.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3833680 Medicina
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, caracterizada por hiperresponsividade brônquica e limitação variável ao fluxo aéreo. O manejo atual, segundo a GINA (Global Initiative for Asthma) (Global Initiative for Asthma), mudou paradigmas importantes no tratamento de resgate e manutenção. Acerca do manejo da asma, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)A GINA não recomenda mais o uso isolado de Beta-2 agonista de curta duração (SABA (Short-Acting Beta-Agonist (Beta-agonista de curta ação))) como tratamento de resgate preferencial para adultos e adolescentes, devido ao risco aumentado de exacerbações graves.

(__)A terapia preferencial para o alívio dos sintomas (resgate) em adultos nas etapas 1 e 2 é a combinação de Corticoide Inalatório (CI (Confidencialidade de Informação)) em baixa dose associado ao Formoterol (LABA (Long-Acting Beta-Agonist (Beta-agonista de longa ação)) de início rápido).

(__)Na asma grave não controlada (Etapa 5), o uso de tiotrópio (anticolinérgico de longa ação) e imunobiológicos (anti-IgE, anti-IL5 (Interleucina 5)) pode ser considerado como terapia adjuvante.

(__)A espirometria é dispensável para o diagnóstico de asma se o paciente apresentar sibilos audíveis, devendo-se iniciar o tratamento imediatamente sem confirmação funcional da limitação ao fluxo aéreo.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3833679 Medicina
O Brasil possui uma fauna rica em animais peçonhentos, e o reconhecimento clínico do tipo de acidente é vital para a soroterapia específica. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.O acidente Bothrópico (jararaca) é o mais comum no Brasil e caracteriza-se por ação proteolítica, coagulante e hemorrágica, apresentando edema, dor local, equimose e risco de necrose.
II.O acidente Crotálico (cascavel) destaca-se pela ausência de reação local importante, mas com  manifestações neurotóxicas graves, como ptose palpebral, diplopia (fácies miastênica) e mioglobinúria (urina cor de coca-cola) com risco de insuficiência renal.

III.O acidente Elapídico (coral verdadeira) apresenta veneno com ação neurotóxica que pode levar à paralisia respiratória, sendo clinicamente indistinguível do acidente crotálico em relação aos sintomas locais, mas sem causar mioglobinúria.

IV.O torniquete é um procedimento de primeiros socorros recomendado em todos os acidentes ofídicos para retardar a absorção do veneno até a chegada ao hospital.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3833678 Medicina
As imunizações são vitais não apenas na infância, mas também para adultos e idosos, prevenindo doenças graves e surtos. Acerca do calendário de vacinação do adulto e idoso (SBImMinistério da Saúde), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)A vacina contra Influenza (gripe) é recomendada anualmente para todos os idosos (60 anos ou mais) e grupos de risco, devido à variação antigênica sazonal do vírus.

(__)Adultos com esquema completo de vacinação básica contra tétano e difteria devem receber uma dose de reforço da vacina dT (dupla tipo adulto) a cada 10 anos.

(__)A vacina contra Hepatite B não é recomendada para adultos acima de 50 anos que nunca foram vacinados, pois o risco de cronificação da doença nessa faixa etária é desprezível.

(__)A vacina Pneumocócica 23-valente (VPP23 (Vacina Pneumocócica Polissacarídica 23-valente)) é indicada para idosos acamados ou hospitalizados, devendo ser administrada em dose única, sem necessidade de reforço em nenhuma hipótese.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3833677 Saúde Pública
A epidemiologia utiliza indicadores de saúde para analisar a situação sanitária de uma população. Um desses indicadores cruciais é a Taxa de Mortalidade Infantil, que reflete as condições de vida e saúde de uma comunidade. Acerca dos indicadores de saúde, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)A Taxa de Mortalidade Infantil é calculada pelo número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

(__)O Índice de Swaroop-Uemura (Razão de Mortalidade Proporcional) calcula a porcentagem de óbitos de pessoas com 50 anos ou mais em relação ao total de óbitos; quanto maior o índice, piores são as condições de saúde da população.

(__)A Letalidade mede a gravidade de uma doença, sendo calculada pela relação entre o número de óbitos por determinada doença e o número de casos diagnosticados dessa mesma doença.

(__)A Prevalência refere-se ao número de casos novos de uma doença em uma população durante um período específico, sendo fundamental para doenças agudas de curta duração.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3833676 Medicina
O manejo adequado das queimaduras depende da correta avaliação da profundidade e da extensão da lesão, fatores determinantes para a reposição volêmica e prognóstico. Um paciente é admitido após acidente térmico. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.As queimaduras de segundo grau profundo atingem a derme reticular, são dolorosas, podem apresentar flictenas (bolhas) e geralmente deixam cicatrizes.

II.De acordo com a 'Regra dos Nove' de Wallace para adultos, uma queimadura que acomete todo o membro superior direito corresponde a 18% da superfície corporal total (SCQ (Sulfassalazina)).

III.Queimaduras de terceiro grau caracterizam-se por serem indolores (devido à destruição das terminações nervosas), apresentando textura coriácea e cor variável (branca, preta ou vermelha cereja não depressível).

IV.Em queimaduras elétricas, a lesão cutânea visível frequentemente subestima a extensão da destruição tecidual interna, havendo risco elevado de rabdomiólise e síndrome compartimental.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3833675 Medicina
As reações de hipersensibilidade podem variar de quadros leves a condições com risco iminente de morte, como a anafilaxia. Um paciente de 30 anos chega ao pronto-socorro apresentando urticária generalizada, edema labial, estridor laríngeo e hipotensão arterial (PA (Pressão Arterial) 8050 mmHg) minutos após a ingestão de frutos do mar. Considerando a fisiopatologia e o manejo de emergência das Reações alérgicas graves (anafilaxia), assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta imediata prioritária.
Alternativas
Q3833674 Medicina
As Infecções do Trato Urinário (ITU (Infecção do Trato Urinário)) são prevalentes e exigem distinção entre cistite (baixa) e pielonefrite (alta), além de atenção a populações especiais. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.O tratamento empírico da cistite aguda não complicada em mulheres pode ser realizado com Fosfomicina trometamol em dose única ou Nitrofurantoína por 5 dias, conforme diretrizes atuais, devendo-se evitar o uso indiscriminado de quinolonas.

II.A bacteriúria assintomática (presença de bactérias na urina sem sintomas clínicos) deve ser tratada obrigatoriamente em gestantes e pacientes que serão submetidos a procedimentos urológicos invasivos com sangramento de mucosa.

III.Em gestantes com pielonefrite aguda, o tratamento deve ser ambulatorial com ciprofloxacino via oral, devido à segurança dessa droga para o feto e à baixa gravidade do quadro na gestação.

IV.A presença de febre, dor lombar e sinal de Giordano positivo sugere pielonefrite aguda, exigindo tratamento mais prolongado e, frequentemente, urocultura para ajuste terapêutico.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3833673 Medicina
A Dengue é uma arbovirose sistêmica dinâmica. O reconhecimento dos sinais de alarme é crucial para evitar a evolução para formas graves (choque). Acerca da classificação clínica e manejo da Dengue, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)Dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e sangramento de mucosas são considerados sinais de alarme que indicam aumento da permeabilidade vascular e necessidade de hidratação venosa imediata.

(__)A prova do laço positiva isoladamente classifica o paciente como Dengue Grave (Grupo C), exigindo internação em Unidade de Terapia Intensiva.

(__)A queda abrupta da febre marca o início da fase crítica da doença, momento em que podem ocorrer o choque e as disfunções orgânicas, exigindo monitoramento rigoroso.

(__)A contagem de plaquetas abaixo de 100.000mm³ é o único critério necessário para definir um caso como Dengue Hemorrágica, independentemente da presença de extravasamento plasmático.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3833672 Medicina
A Tuberculose (TB (Tuberculose)) continua sendo um problema de saúde pública no Brasil. O tratamento padrão utiliza o esquema básico com Rifampicina (R), Isoniazida (I), Pirazinamida (Z) e Etambutol (E). Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.O esquema básico para tratamento de casos novos de tuberculose pulmonar e extrapulmonar (exceto meningoencefalica) em adultos e adolescentes tem duração de 6 meses, sendo 2 meses de fase intensiva (RIPE (Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida e Etambutol)) e 4 meses de fase de manutenção (RI (Resistência à Insulina)).

II.O Etambutol pode causar neurite óptica retrobulbar, devendo ser utilizado com cautela e monitoramento visual, especialmente em crianças onde a avaliação da acuidade visual é difícil.

III.A Pirazinamida é a droga mais hepatotóxica do esquema básico e também é responsável pela hiperuricemia que pode causar artralgia em alguns pacientes.

IV.O tratamento diretamente observado (TDO (Tratamento de Disfunção Oclusal)) é recomendado apenas para pacientes em situação de rua ou com histórico de abandono prévio, não sendo necessário para a população geral aderente.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Respostas
12401: E
12402: D
12403: C
12404: C
12405: A
12406: B
12407: A
12408: E
12409: D
12410: E
12411: E
12412: D
12413: D
12414: B
12415: A
12416: E
12417: A
12418: E
12419: E
12420: B