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Leia o texto para a questão.
Fragmento sobre o filme “O Xingu”, por Rodrigo Ferreira.
Ao sair da sala de cinema, a primeira coisa que me veio à mente foi: "Realmente é uma história que precisava ser contada". Mais um pouco foi acrescentado na minha autovisão como brasileiro e no meu entendimento de como a história se desdobrou, de fato, fora dos livros escolares.
Como todo filme deve ser, fui levado para uma breve viagem que nos apresenta os irmãos Villas-Bôas: Cláudio, Orlando e Leonardo. O desejo de ação e aventura ao entrarem para a expedição de exploração do interior do país acabou por levá-los a uma dura vida, emaranhada por intrigas políticas e abnegação em favor dos índios, mas que acabou por culminar em uma vitória irrevogável: a criação do Parque Nacional do Xingu. [...]
A produção como um todo agrada. E muito. As locações, fotografia, trilha.... Tudo parece cooperar para que a bela história seja contada. Nesse sentido é preciso reconhecer o belo trabalho do trio Anna Muylaert, Cao Hamburger e Elena Soárez com o roteiro. Muitas armadilhas foram evitadas, e uma história que se estende por anos foi contada com uma concisão ímpar.
Enfim, é um filme que vale a pena ser conferido. Grande produção, competente e de muito talento. Mais um belo filme para a ainda pequena, porém interessante filmografia de Cao Hamburguer.
Leia o texto para a questão.
Fragmento sobre o filme “O Xingu”, por Rodrigo Ferreira.
Ao sair da sala de cinema, a primeira coisa que me veio à mente foi: "Realmente é uma história que precisava ser contada". Mais um pouco foi acrescentado na minha autovisão como brasileiro e no meu entendimento de como a história se desdobrou, de fato, fora dos livros escolares.
Como todo filme deve ser, fui levado para uma breve viagem que nos apresenta os irmãos Villas-Bôas: Cláudio, Orlando e Leonardo. O desejo de ação e aventura ao entrarem para a expedição de exploração do interior do país acabou por levá-los a uma dura vida, emaranhada por intrigas políticas e abnegação em favor dos índios, mas que acabou por culminar em uma vitória irrevogável: a criação do Parque Nacional do Xingu. [...]
A produção como um todo agrada. E muito. As locações, fotografia, trilha.... Tudo parece cooperar para que a bela história seja contada. Nesse sentido é preciso reconhecer o belo trabalho do trio Anna Muylaert, Cao Hamburger e Elena Soárez com o roteiro. Muitas armadilhas foram evitadas, e uma história que se estende por anos foi contada com uma concisão ímpar.
Enfim, é um filme que vale a pena ser conferido. Grande produção, competente e de muito talento. Mais um belo filme para a ainda pequena, porém interessante filmografia de Cao Hamburguer.
“O Ipê-amarelo, também conhecido no brasil como Aipê ou Ipê-ouro é muito comum no estado do Paraná, sua altura pode chegar a trinta metros e seu diâmetro até 60 centímetros. Sua floração se inicia no fim de agosto e a frutificação acontece nos meses de setembro e fevereiro. “
A informação lida é bastante objetiva e tem um caráter referencial, ou seja, de transmitir uma informação, podemos dizer que é um texto de:
De acordo com a mencionada Lei de Licitações, nenhuma compra será feita sem a adequada caracterização de seu objeto e indicação dos recursos orçamentários para seu pagamento, sob pena de nulidade do ato e responsabilidade de quem lhe tiver dado causa. Sobre as compras da Administração Pública, assinale a alternativa CORRETA:
Envolver os pais no cotidiano pedagógico dos filhos é essencial para a construção de uma educação mais democrática.
Um verdadeiro jogo de empurra. É assim que muitos definem a relação entre a escola e as famílias quando se trata dos deveres e responsabilidades de cada parte na educação das novas gerações. Se, por um lado, professores e gestores cobram maior envolvimento dos pais no cotidiano escolar de seus filhos por meio do acompanhamento da lição de casa, participação em reuniões, entre outras estratégias; do outro, estes reclamam da falta de abertura e escuta de suas demandas por parte da escola.
Neste cenário, a relação que deveria ser de parceria e assumir papéis complementares na formação do indivíduo acaba, muitas vezes, ganhando contornos de tensão e culpabilização e os pais – que por direito devem conhecer o que ocorre dentro da escola – acabam alienados do processo pedagógico. Segundo a pesquisa “Atitudes pela Educação”, realizada pelo movimento Todos pela Educação em 2014, apenas 12% dos pais sãos comprometidos com a educação dos filhos, isto é, acompanham seu desempenho na escola e comparecem às atividades escolares.
Mas como reverter esse quadro? Um dos pontos de partida é lembrar que a educação é um dever de todos e acontece em todos os lugares, não estando restrita aos muros da escola, aponta Mila Gonçalves, gerente de projetos de Educação da Fundação Telefônica. “A educação de um indivíduo é algo muito mais amplo e é responsabilidade de todos os atores envolvidos no seu desenvolvimento. Se famílias e escolas têm essa visão, essa relação deixa de ser de cobrança e passa a ser de colaboração, com cada parte trazendo seu olhar, aquilo que a outra talvez não esteja vendo, enfim, uma troca de informação que só beneficia a criança”, diz.
Outra premissa importante para que haja participação efetiva dos pais no ambiente escolar é a implementação de uma gestão democrática. “A escola tem um papel importante na consolidação da democracia e da cidadania. Logo, é essencial que seja uma referência de experiências participativas, de fato, democráticas. As famílias e os alunos precisam ser consultados, escutados, ter suas opiniões respeitadas. A escola não pode chamar os pais só para reclamar do filho, também precisa consultá-los para construir juntamente aquele espaço”, analisa Andréia Prestes, especialista de Educação da Fundação Vale. Esse envolvimento, portanto, precisam ir além dos processos burocráticos como reuniões semestrais, festas comemorativas e entregas de boletim. Entre estratégias simples que aproximam os familiares do espaço escolar estão estar sempre de portas abertas, manter um canal aberto para o diálogo e sugestões, apresentar a estrutura de funcionários da escola e marcar encontros em horários mais acessíveis.
“Hoje, as escolas possuem canais, inclusive tecnológicos, que podem facilitar esse acompanhamento constante, seja por meio de um aplicativo que envia notícias, seja por meio de consultas sobre o rumo dos processos da escola. Isso tudo vem para ajudar a atualizar, por exemplo, aqueles pais que trabalham enquanto seus filhos estão estudando”, sugere Mila.
A este entendimento de gestão participativa soma-se o conceito de cidade educadora, isto é, de que todos os atores e espaços de um território são agentes educativos e devem estar em constante diálogo. Na mesma medida em que os alunos devem ocupar e aprender com a cidade, a escola deve acolher seu entorno promovendo consertos, feiras, debates, festas. O engajamento da comunidade no ambiente escolar traz resultados que vão além dos aspectos acadêmicos.
“Na cidade de São Paulo, por exemplo, tem algumas experiências de escolas que apresentavam um histórico alto de violência e conseguiram reverter esse quadro chamando a comunidade para dentro da escola. Desta maneira, os alunos e as famílias passam a perceber aquele espaço como seu e, assim, não mais depredá-lo, mas valorizá-lo”, diz Andréia.
Para a psicopedagoga e coordenadora pedagógica dos Programas Educacionais Ensina Mais, Thalita Thomé, uma maneira dos pais se envolverem e incentivarem a aprendizagem dos filhos dentro de suas próprias casas é inserindo alguns hábitos no cotidiano familiar como o da leitura. Além de fundamental para o desenvolvimento da imaginação, criatividade e outras habilidades cognitivas das crianças e jovens, a leitura proporciona um momento de convivência em família e troca de experiências importantes. “Muitas vezes, principalmente por falta de tempo, deixamos passar alguns aspectos da educação de nossos filhos, mas a ajuda dos familiares os deixa mais motivados para alcançar bons resultados na escola e na vida”, coloca.
Referência Bibliográfica: PAIVA, Thais. Família e escola, uma parceria. In: Carta Educação. Publicado em 03 de Janeiro de 2017. Disponível em: http://www.cartaeducacao.com.br/newrss/familia-e-escola-uma-parceria/
Com base nas ideias presente no texto, assinale a alternativa CORRETA.
(1) é um dispositivo portátil de armazenamento com memória flash, acessível através da porta USB.
(2) é um tipo de disco de armazenamento composto por um disco de armazenamento magnético fino e flexível, selado.
(3) é um formato digital para arquivar ou guardar dados, som e voz, tendo uma maior capacidade de armazenamento que a versão anterior, devido a uma tecnologia óptica superior
“Avaliação de riscos corresponde à análise da relevância dos riscos identificados, incluindo”:
[...] Homens cujo estado de espírito difere drasticamente da média dos demais existem desde as épocas mais remotas – assim como tratamentos para curá-los. No entanto, por séculos, acreditava-se que a loucura era causada pela vontade dos deuses sendo, portanto, parte do destino de alguns. Fosse para punir ou até mesmo para recompensar – o Alcorão conta como Maomé achava veneráveis os loucos, já que tinham sido abençoados com loucura por Alá, que lhes tirava o juízo para que não pecassem – fato é que a loucura estava associada com a ideia de destino e participava da vida social assim como outras formas de percepção da realidade. “A definição de loucura em termos de ‘doença’ é uma operação recente na história da civilização ocidental”, escreveu João Frayze-Pereira, no livro O que é a loucura. [...]
Disponível em:<https://super.abril.com.br/saude/louco-eu/> . Acesso em: 18 out. 2017.
A conjunção em destaque já que estabelece o sentido de
Envelhecer: com mel ou fel?
[...]
Envelhecer deveria ser como plainar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.
Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, nem da ruga do tempo e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo e mesmo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos grandes permitida.
Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.
O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E, no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma faca nova.
Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem de modo diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria a suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até desaparecer sem dor, como quem, caminhando contra o vento, de repente, se evaporasse. E iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria – gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.
[...]
SANT’ANNA, Affonso R. de. Coleção melhores crônicas. São Paulo: Global, 2003.
O narrador do texto, ao problematizar a respeito da transição para
a velhice, faz alusão a três diferentes elementos, os quais, a
princípio, são incompatíveis do ponto de vista semântico: o
elefante, o vinho e a faca. Tendo em vista a coerência textual,
assinale a alternativa que remete ao papel que esses elementos
desempenham.