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I- Utilizar roupas que minimizem a exposição e proporcionem proteção à picadas de vetores (calças e camisas de mangas compridas).
II- Repelentes compostos por DEET, IR3535 ou Icaridin não são recomendados.
III- A instalação de mosquiteiros e estruturas de proteção no domicílio, como telas em janelas e portas, ajuda a prevenir a picada dos vetores.
Está CORRETO o que se afirma em:
I. Carlos é, com certeza, a melhor escolha. Além disso, conhece os meandros da empresa.
II. amos a praia no domingo. Você nos acompanha a praia?
III. A violência é um problema nacional. Além disso, não há medidas eficazes para contê-la.
IV. Mariana saiu de casa visto que não se dava bem com o pai.
Assinale a alternativa CORRETA:
Domingo.
Faltam doze dias pro meu aniversário , que vai ser também a festa de lançamento dos posters. Faltam dez dias pra grande festa de despedida de férias do Jingle Cat's e duas semanas pra começarem as aulas de novo. E falta um dia pra eu resolver esse rolo dos meus pais... pelos menos o que tem a ver comigo! (Luiz Antonio Aguiar. Agenda inventada, 9. ed., São Paulo, Atual, 1993, p. 59)
Assinale a alternativa cuja regra de concordância explica o uso do verbo FALTAR, ora no plural, ora no plural, ora no singular.
I. Comprei vários lanche no restaurante.
II. Eles não entregaram-me isso.
III. A estreia era iminente.
IV. A bola saiu para fora do campo.
Assinale a alternativa que indica, respectivamente, os vícios presentes em cada frase.
PNEU FURADO.
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.
Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não - respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu - disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
(Luís Fernando Veríssimo. Livro: Pai não entende nada. L&PM, 1991).