Questões de Concurso Para fiscal de tributos - médio

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Q4203368 Português
Leia o texto 2 para responder à questão.


Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade?


    Vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais. Diante desta perspectiva, o dinheiro passa a representar uma forma de liberdade inestimável e valiosa a partir das sensações e emoções atribuídas à posse, como reflete um estudo desenvolvido em 2018 pelo Instituto Gallup World Poll, em 164 países, abrangendo 1,7 milhão de pessoas. Esta pesquisa apresenta um comparativo da percepção das populações de países em desenvolvimento e os desenvolvidos sobre o assunto.

    Nações como a Índia, México, Filipinas e Brasil que experimentaram crescimento econômico com a evolução da renda proporcionaram novas oportunidades para suas populações. Por consequência, foi possível identificar alguma evidência de que a felicidade média dos seus habitantes aumentou. No Brasil esta relação também foi confirmada por uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, revelando que as pessoas se sentem mais felizes conforme a renda média nacional se amplia.

    Por sua vez, os dados sobre países desenvolvidos economicamente revelaram uma contradição sobre o assunto. Ao mesmo tempo em que nos últimos 70 anos a economia dos Estados Unidos, Inglaterra, França e Japão melhorou notadamente, a percepção de felicidade das pessoas está estática desde 1975 e não é mais elevada do que na década de 1950. Em muitos países existe apenas uma ligeira tendência ao aumento do grau de satisfação com a vida, como é o caso da Itália. Diante desses dados, isto significa que, mesmo que os ricos tenham ganhado mais dinheiro e os pobres mais acesso a bens e uma melhor qualidade de vida, os mesmos não se declaram mais felizes. Encontra-se aí uma constatação importante: a felicidade propiciada pelo dinheiro extra é mais significativa quando você é pobre. Essa percepção pode não ser a mesma à medida que se torna mais rico.

    Neste sentido, constata-se que a evolução da renda propicia novas oportunidades e experiências que possibilitam sentir alegrias e satisfações de desejos. Porém, termino minha breve reflexão com um importante alerta: o impulso frenético pelo “ter mais dinheiro e bens” e não pelo “ser mais solidário e humano” é fonte de sofrimentos e desenvolvimento de transtornos psíquicos e emocionais próprios do homem. É preciso desenvolver uma consciência de que tudo é fluxo. O que vem, vai: dinheiro, pessoas, objetos, etc. Nossa inclinação natural não é obter algo do mundo e dos outros, está mais ligada a compartilhar, respeitar, celebrar e cuidar do outro do que acumular. 


FREIRE, Robson. Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade? Disponível em: <https//aconteceuaqui.com.br/comunicação/artigo-eu-te-pergunto-dinheiro-traz-felicidade/>. Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado].
O alerta dado pelo enunciador no último parágrafo constitui 
Alternativas
Q4203367 Português
Leia o texto 2 para responder à questão.


Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade?


    Vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais. Diante desta perspectiva, o dinheiro passa a representar uma forma de liberdade inestimável e valiosa a partir das sensações e emoções atribuídas à posse, como reflete um estudo desenvolvido em 2018 pelo Instituto Gallup World Poll, em 164 países, abrangendo 1,7 milhão de pessoas. Esta pesquisa apresenta um comparativo da percepção das populações de países em desenvolvimento e os desenvolvidos sobre o assunto.

    Nações como a Índia, México, Filipinas e Brasil que experimentaram crescimento econômico com a evolução da renda proporcionaram novas oportunidades para suas populações. Por consequência, foi possível identificar alguma evidência de que a felicidade média dos seus habitantes aumentou. No Brasil esta relação também foi confirmada por uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, revelando que as pessoas se sentem mais felizes conforme a renda média nacional se amplia.

    Por sua vez, os dados sobre países desenvolvidos economicamente revelaram uma contradição sobre o assunto. Ao mesmo tempo em que nos últimos 70 anos a economia dos Estados Unidos, Inglaterra, França e Japão melhorou notadamente, a percepção de felicidade das pessoas está estática desde 1975 e não é mais elevada do que na década de 1950. Em muitos países existe apenas uma ligeira tendência ao aumento do grau de satisfação com a vida, como é o caso da Itália. Diante desses dados, isto significa que, mesmo que os ricos tenham ganhado mais dinheiro e os pobres mais acesso a bens e uma melhor qualidade de vida, os mesmos não se declaram mais felizes. Encontra-se aí uma constatação importante: a felicidade propiciada pelo dinheiro extra é mais significativa quando você é pobre. Essa percepção pode não ser a mesma à medida que se torna mais rico.

    Neste sentido, constata-se que a evolução da renda propicia novas oportunidades e experiências que possibilitam sentir alegrias e satisfações de desejos. Porém, termino minha breve reflexão com um importante alerta: o impulso frenético pelo “ter mais dinheiro e bens” e não pelo “ser mais solidário e humano” é fonte de sofrimentos e desenvolvimento de transtornos psíquicos e emocionais próprios do homem. É preciso desenvolver uma consciência de que tudo é fluxo. O que vem, vai: dinheiro, pessoas, objetos, etc. Nossa inclinação natural não é obter algo do mundo e dos outros, está mais ligada a compartilhar, respeitar, celebrar e cuidar do outro do que acumular. 


FREIRE, Robson. Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade? Disponível em: <https//aconteceuaqui.com.br/comunicação/artigo-eu-te-pergunto-dinheiro-traz-felicidade/>. Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado].
Os resultados da pesquisa sobre a percepção de habitantes de países em desenvolvimento e desenvolvidos mostraram que  
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Q4203366 Português
Leia o texto 2 para responder à questão.


Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade?


    Vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais. Diante desta perspectiva, o dinheiro passa a representar uma forma de liberdade inestimável e valiosa a partir das sensações e emoções atribuídas à posse, como reflete um estudo desenvolvido em 2018 pelo Instituto Gallup World Poll, em 164 países, abrangendo 1,7 milhão de pessoas. Esta pesquisa apresenta um comparativo da percepção das populações de países em desenvolvimento e os desenvolvidos sobre o assunto.

    Nações como a Índia, México, Filipinas e Brasil que experimentaram crescimento econômico com a evolução da renda proporcionaram novas oportunidades para suas populações. Por consequência, foi possível identificar alguma evidência de que a felicidade média dos seus habitantes aumentou. No Brasil esta relação também foi confirmada por uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, revelando que as pessoas se sentem mais felizes conforme a renda média nacional se amplia.

    Por sua vez, os dados sobre países desenvolvidos economicamente revelaram uma contradição sobre o assunto. Ao mesmo tempo em que nos últimos 70 anos a economia dos Estados Unidos, Inglaterra, França e Japão melhorou notadamente, a percepção de felicidade das pessoas está estática desde 1975 e não é mais elevada do que na década de 1950. Em muitos países existe apenas uma ligeira tendência ao aumento do grau de satisfação com a vida, como é o caso da Itália. Diante desses dados, isto significa que, mesmo que os ricos tenham ganhado mais dinheiro e os pobres mais acesso a bens e uma melhor qualidade de vida, os mesmos não se declaram mais felizes. Encontra-se aí uma constatação importante: a felicidade propiciada pelo dinheiro extra é mais significativa quando você é pobre. Essa percepção pode não ser a mesma à medida que se torna mais rico.

    Neste sentido, constata-se que a evolução da renda propicia novas oportunidades e experiências que possibilitam sentir alegrias e satisfações de desejos. Porém, termino minha breve reflexão com um importante alerta: o impulso frenético pelo “ter mais dinheiro e bens” e não pelo “ser mais solidário e humano” é fonte de sofrimentos e desenvolvimento de transtornos psíquicos e emocionais próprios do homem. É preciso desenvolver uma consciência de que tudo é fluxo. O que vem, vai: dinheiro, pessoas, objetos, etc. Nossa inclinação natural não é obter algo do mundo e dos outros, está mais ligada a compartilhar, respeitar, celebrar e cuidar do outro do que acumular. 


FREIRE, Robson. Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade? Disponível em: <https//aconteceuaqui.com.br/comunicação/artigo-eu-te-pergunto-dinheiro-traz-felicidade/>. Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado].
Ao dizer que “vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais”, o autor 
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Q4203365 Português
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Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

No quinto parágrafo do texto, a palavra “obedecer” está no singular porque concorda com um elemento da frase. Que elemento é esse? 
Alternativas
Q4203364 Português
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Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

No texto, com o propósito de não repetir a palavra “bancos”, usou-se a seguinte expressão:  
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Q4203363 Português
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Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

Uma das ideias presentes no texto é a de que:
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Q4203362 Português
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Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

No segundo parágrafo do texto, ao comparar a entrega do recibo na Idade Média com o uso do cartão na atualidade, o texto visa garantir a 
Alternativas
Q4203361 Português
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Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

No primeiro parágrafo do texto, a expressão “ou seja” tem a função de
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Q4203360 Português
Leia o texto 1 para responder à questão

Texto 1

Como surgiu o dinheiro?


    No início da civilização, o comércio era na base do escambo, ou seja, na troca de mercadorias. Só no século VII a.C. que surgiram as primeiras moedas feitas de ouro e prata. A princípio, essas peças eram fabricadas em processos manuais e muito rudimentares, mas já refletiam a mentalidade e cultura do povo da época.

    Durante a Idade Média, surgiu o costume de guardar as moedas com ourives e, como garantia, era entregue um recibo. Era bem parecido com o processo que acontece hoje quando depositamos o dinheiro no banco e, depois, usamos o cartão para resgatar. Aos poucos esses comprovantes passaram a ser usados para efetuar pagamentos, circulando no comércio e dando origem à moeda de papel.

    Com o surgimento dos bancos, essas instituições assumiram para si a função de emitir as moedas de papel, que foram chamadas também de Bilhetes de Banco. [...]

   Aos poucos, como já acontecia com as moedas, os governos passaram a controlar a emissão de cédulas de dinheiro para evitar as falsificações e garantir o poder de pagamento. Atualmente, quase todos os países possuem seus bancos centrais, que são encarregados de emitir cédulas e moedas.

    A confecção das moedas contemporâneas obedece a um rigoroso padrão de impressão, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

       [...]

     No mundo moderno, além do dinheiro vivo, impresso em cédulas reguladas pelo Governo, o comércio também usa outros mecanismos financeiros de intenção de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito/débito. Essas tecnologias foram criadas para dar mais praticidade e segurança para as transações.


Disponível em: <https//mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/como-surgiu-dineiro.htm> Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado]

O texto tem como propósito comunicativo
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Q3990076 Direito Tributário
Considerando que a gestão de tributos no município de Bagre deve atender o que a Lei Orgânica do município prevê, é correto afirmar que
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Q3990075 Direito Tributário
O município de Bagre se baliza pelo Código Tributário Nacional e pela Lei nº 118/2019, a Lei Orgânica do referido município, que prevê autorizações e vedações ao seu poder de tributar. Nesse sentido é correto afirmar que o Município 
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Q3990074 Contabilidade Geral
As organizações e entidades formais que atuam no Brasil são obrigadas a realizar escrituração contábil e fiscal, tanto no âmbito municipal como no estadual e no federal. As fontes desses registros quase sempre são documentos gerados ou recebidos por esses entes nas suas transações diárias. A partir dessas informações, é correto afirmar que
Alternativas
Q3990073 Contabilidade Geral
No Balanço Patrimonial as contas encontram-se alocadas no Ativo, Passivo ou Patrimônio Líquido. Esta alocação incorre em algumas regras estabelecidas em lei. O Ativo, por sua vez, encontra-se subdividido em Ativo Circulante e Ativo Não Circulante. Como uma subclassificação encontramos ainda no Ativo, as disponibilidades, o realizável a curto prazo, o realizável a longo prazo, os investimentos, o imobilizado e o intangível. Nesse sentido, de acordo com a Lei 6.404/76, adiantamentos ou empréstimos a sociedades coligadas ou controladas, diretores, acionistas ou participantes no lucro da companhia, que não constituírem negócios usuais na exploração do objeto da companhia, são alocados no Ativo 
Alternativas
Q3990072 Contabilidade Geral
Considera-se despesa incorrida quando deixar de existir o correspondente valor ativo, por transferência de sua propriedade para terceiros, pela diminuição ou extinção do valor econômico de um ativo e pelo surgimento de um passivo sem o correspondente ativo. Quanto à sua classificação na demonstração do resultado do exercício, pode-se dizer que são despesas financeiras
Alternativas
Q3990071 Administração Financeira e Orçamentária
 As receitas podem ser interpretadas como o ingresso bruto de benefícios econômicos, durante o período proveniente das atividades ordinárias da entidade, que resulta no aumento do seu Patrimônio Líquido. Diversos são os eventos que caracterizam estas receitas, porém, pode-se afirmar que NÃO são considerados receitas
Alternativas
Q3990070 Direito Tributário
Para enquadramento no Simples Nacional, a Lei Complementar 123/2006 define as microempresas e as empresas de pequeno porte de acordo com sua receita bruta auferida em cada ano-calendário. Sendo assim, pode-se afirmar que
Alternativas
Q3990069 Direito Tributário
Sua cobrança pode ser feita pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. De acordo com o Código Tributário Nacional, essas características referem-se 
Alternativas
Q3990068 Direito Tributário
Quanto às vedações de informações tributárias sigilosas prevista no Código Tributário Nacional, pode-se afirmar que são vedadas, por parte da Fazenda Pública, ou de seus servidores, as divulgações de informações relativas 
Alternativas
Q3990067 Direito Tributário
De acordo com o Código Tributário Nacional, os créditos tributários podem ser excluídos pela 
Alternativas
Q3989959 Direito Constitucional
 De acordo com a Lei orgânica do Município de Bagre, 
Alternativas
Respostas
3381: C
3382: B
3383: D
3384: A
3385: D
3386: C
3387: D
3388: A
3389: C
3390: C
3391: D
3392: B
3393: B
3394: A
3395: B
3396: D
3397: A
3398: D
3399: C
3400: B