Questões de Concurso
Para professor - educação física
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A autora considera que o multiculturalismo
De acordo com a autora,
Considerando o que argumentam Libâneo, Oliveira e Toschi (2003), a atitude de Joana é
Assinale a alternativa que contém uma afirmação verdadeira acerca da perspectiva apresentada pela autora.
De acordo com Castro e Regattieri (2009), a escola ocupa um lugar importante na garantia dos direitos abrangidos nessa proteção porque
Trata-se, especificamente, da perspectiva
A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade.
Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.
Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.
(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)
• “… a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres.” (2o parágrafo)
• “… expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado…” (3o parágrafo)
As palavras destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:
A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade.
Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.
Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.
(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)
Leia a tira a seguir para responder à questão:

(Bill Watterson. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/)
I. A Educação Física higienista teve como foco principal a higiene corporal, saúde e prevenção de doenças. Sua pratica era pautada em atividades como ginástica, jogos e atividades físicas com objetivos de higiene e bem-estar.
II. A Educação Física militarista teve como foco principal a disciplina, ordem e formação militar. Sua prática era pautada em atividades como ginástica militar, marcha e outras atividades com objetivos militares.
III. A Educação Física pedagogicista teve como foco principal o desenvolvimento do indivíduo, a valorização da aprendizagem e a formação do professor. Sua prática era pautada em atividades com o uso de métodos pedagógicos, desenvolvimento de habilidades motoras e a valorização do professor.
IV. A Educação Física competitivista teve como foco principal o desempenho esportivo, competição e busca por resultados. Sua prática era pautada em atividades esportivas, treinamento técnico e a busca por resultados em competições.
I. Para Malina e Bouchard a hiperplasia é um fenômeno que resulta em aumento do número de células a partir da divisão celular.
II. Para Malina e Bouchard a hipertrofia é um fenômeno que resulta no aumento do tamanho das células a partir de suas elevações funcionais, particularmente com relação às proteínas e seus substratos.
III. Para Malina e Bouchard a agregação é um fenômeno que resulta no aumento da capacidade das substâncias intercelulares de agrupar as células.
IV. Para Malina e Bouchard a degradação é um fenômeno que resulta na perca das capacidades e funcionalidades.
I. O VO2máx é um indicador fundamental da capacidade aeróbica, ou seja, o quão bem o corpo consegue fornecer dióxido de carbono aos músculos para atividades.
II. O VO2máx é um forte preditor da saúde geral. É um indicador fundamental da aptidão cardiorrespiratória e pode ser usado para avaliar o nível de condicionamento físico de um indivíduo e seu potencial para desempenho.
III. Um VO2máx alto sugere um sistema cardiovascular forte e a capacidade de fornecer oxigênio aos músculos em atividade com eficiência.
IV. O VO2máx é medido durante testes de exercícios constantes, como correr em uma esteira, onde a intensidade se mantém constante durante o teste até a fadiga do avaliado.