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Q3836872 Português
“Nunca houve livro que não melhorasse se reduzido à metade.” (Agrippino Grieco)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma forma reescrita do pensamento acima, com a mudança para “livros”, no plural. 
Alternativas
Q3836871 Português
Assinale a alternativa em que as ocorrências ou não de crase se apresentam de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3836870 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O futuro no passado

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.

    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.

    Mas, assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.

    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo. 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado. Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
“E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo.”

As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem em que se encontram, exercem as funções de:
Alternativas
Q3836869 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O futuro no passado

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.

    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.

    Mas, assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.

    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo. 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado. Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
“As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam (...). A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis”

Na mesma ordem em que se encontram, as palavras destacadas acima introduzem os sentidos de:
Alternativas
Q3836868 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O futuro no passado

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.

    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.

    Mas, assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.

    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo. 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado. Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
Assinale a alternativa cuja afirmação está de acordo com as ideias apresentadas no texto “O futuro no passado”. 
Alternativas
Q3836202 Pedagogia
Na Educação Infantil, o planejamento transcende sua função organizativa e expressa concepções de infância, aprendizagem e docência. Sua elaboração, implementação e avaliação demandam uma abordagem reflexiva, flexível e responsiva à singularidade do grupo infantil e ao contexto sociocultural em que se insere. Portanto, complementa-se essas informações considerando que:
Alternativas
Q3836201 Pedagogia
Com base nas concepções contemporâneas sobre o desenvolvimento infantil, à luz das teorias do desenvolvimento cognitivo e socioafetivo, bem como dos documentos normativos que orientam a prática docente na Educação Infantil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3836200 Pedagogia
O desenho infantil, no âmbito da Educação Infantil, deve ser compreendido como forma expressiva legítima e significativa, que revela dimensões simbólicas, afetivas e cognitivas do desenvolvimento da criança. À luz das diretrizes legais e das teorias contemporâneas da pedagogia da infância, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3836199 Pedagogia
A concepção de currículo na Educação Infantil, conforme os marcos teóricos contemporâneos e os documentos legais brasileiros, rompe com a lógica de conteúdos fixos e pré-estabelecidos. Nesse contexto, assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE essa abordagem curricular.
Alternativas
Q3836198 Pedagogia
Considere as afirmativas relacionadas às concepções de Educação, de Aprendizagem, de Professor e de Criança no âmbito da Educação Infantil e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A concepção de educação que orienta a Educação Infantil contemporânea compreende o processo educativo como prática social situada, na qual o conhecimento se constitui na relação entre sujeitos, culturas e linguagens, não se reduzindo à intencionalidade pedagógica previamente delimitada pelo adulto.
(__)A aprendizagem, nessa perspectiva, pode ser compreendida como decorrente da ampliação progressiva das capacidades da criança por meio de experiências planejadas, desde que essas experiências sejam organizadas de modo a garantir correspondência entre os objetivos educacionais estabelecidos e os resultados observáveis.
(__)A concepção de professor na Educação Infantil pressupõe atuação mediadora, investigativa e reflexiva, em que a intervenção pedagógica se constrói no diálogo com as manifestações infantis, sem que o adulto abdique de sua responsabilidade ética, política e formativa no processo educativo.

Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3836197 Pedagogia
A brincadeira e o jogo, na Educação Infantil, não são apenas atividades espontâneas, mas constituem-se como experiências fundantes do desenvolvimento infantil. Sob a perspectiva da pedagogia contemporânea da infância e à luz das diretrizes legais e referenciais teóricos reconhecidos, assinale a alternativa que expressa uma compreensão coerente e CORRETA com a função pedagógica do lúdico na prática educativa.
Alternativas
Q3836196 Pedagogia
O crescente acesso das crianças à mídia e às tecnologias digitais demanda uma reflexão crítica sobre o papel da escola na mediação dessas linguagens. Considerando os princípios da Educação Infantil, as orientações legais e os referenciais teóricos da pedagogia da infância, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3836195 Pedagogia
À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e das teorias pedagógicas contemporâneas, a organização do trabalho pedagógico nessa etapa deve articular múltiplas dimensões da prática docente, respeitando a especificidade da infância e a intencionalidade educativa. Acerca desse processo, analise as proposições e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3836194 Pedagogia
Com base nos estudos contemporâneos sobre Alfabetização e Letramento, analise as proposições abaixo:

I.A alfabetização compreende o processo de aquisição do sistema de escrita alfabética, sendo considerada concluída quando o sujeito é capaz de ler e escrever palavras e frases com autonomia funcional em diferentes suportes sociais.
II.O letramento ultrapassa a aprendizagem do código escrito e implica apropriação das práticas sociais de leitura e escrita, envolvendo usos significativos da linguagem em contextos reais de comunicação.
III.Embora interdependentes, alfabetização e letramento não são processos simultâneos, razão pela qual é necessário que a criança domine as correspondências grafofônicas antes de ser exposta a gêneros textuais e práticas comunicativas.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3836193 Pedagogia
Na Educação Infantil, a avaliação constitui-se como prática pedagógica indissociável do planejamento e da organização do trabalho educativo, assumindo contornos próprios que a distanciam de modelos classificatórios e de verificação de desempenho. Considerando os marcos normativos vigentes, bem como as contribuições teóricas que fundamentam a pedagogia da infância, assinale a alternativa que expressa uma concepção CORRETA:
Alternativas
Q3836192 Pedagogia
A articulação entre família e escola é apontada como dimensão essencial para a construção de uma prática educativa democrática e acolhedora na Educação Infantil. Considerando os princípios legais e os referenciais teóricos que fundamentam o papel da participação familiar no processo educativo, assinale a alternativa que apresenta uma compreensão pedagógica CORRETA e condizente com essa perspectiva.
Alternativas
Q3836191 Pedagogia
Ao considerar a mediação da aprendizagem sob a perspectiva histórico-cultural, é necessário compreender que o conhecimento não é transferido de forma direta, mas construído na interlocução entre sujeitos e mundo. Considerando esse conceito em suas bases teóricas e pedagógicas, bem como os pressupostos da mediação no processo educativo, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3836190 Pedagogia
Em contextos educativos que compreendem a criança como sujeito de cultura, de direitos e de linguagem, a rotina deixa de ser mero instrumento de ordenamento temporal para configurar-se como espaço-tempo de negociação simbólica, escuta ativa e coautoria pedagógica. Tendo como base as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o pensamento de autores contemporâneos da área, assinale a alternativa que apresenta uma compreensão coerente e didaticamente defensável sobre o papel da rotina na Educação Infantil.
Alternativas
Q3836189 Pedagogia
A prática pedagógica na Educação Infantil é permeada por concepções teóricas que orientam o olhar do educador sobre a criança, o conhecimento e o processo de aprendizagem. As teorias educacionais, portanto, não são neutras, e influenciam diretamente o planejamento, a avaliação e a organização do ambiente. Com base nos principais referenciais epistemológicos que fundamentam a Educação Infantil no Brasil e nas diretrizes legais em vigor, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3836188 Pedagogia
A organização do espaço na Educação Infantil ultrapassa a função de acomodação física e constitui um elemento estruturante do trabalho pedagógico. Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, nas teorias educacionais contemporâneas e nas práticas pedagógicas recomendadas para essa etapa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
2001: A
2002: A
2003: D
2004: C
2005: E
2006: C
2007: D
2008: B
2009: E
2010: E
2011: E
2012: D
2013: D
2014: A
2015: B
2016: D
2017: D
2018: D
2019: B
2020: A