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A fasciíte necrotizante é causada pelo streptococcus pyogenes produtor de exotoxinas.
Na síndrome do choque tóxico estreptocócico, é recomendado associar ao esquema antibiótico, a clindamicina por inibir a síntese de toxinas e por possuir efeito pós-antibiótico prolongado.
Deve-se considerar o diagnóstico de fasciíte necrotizante seguida de síndrome do choque tóxico estreptocócico.
As medidas iniciais a serem tomadas são: tratamento em unidade de terapia intensiva, com ressucitação volumétrica, antibiótico e desbridamento cirúrgico.
As equinocandinas representam potencial alternativo ao tratamento da neurocriptococose.
A punção do LCR é recomendada diariamente nos casos de pressão liquórica elevada, acima de 25mmHg.
O tratamento de escolha na neurocriptococose é a anfotericina B.
O contato com fezes recentes de pombos favorece a transmissão da doença.
A neurocriptococose é associada a causas de comprometimento da imunidade humoral, tais como linfoma, diabetes, LES, sarcoidose e AIDS.
A paciente é considerada dengue grave, segundo a nova classificação da Organização Mundial de Saúde.
A classificação da forma clínica da Dengue é, em geral, retrospectiva, não tendo relevância e aplicabilidade para a conduta no momento do atendimento, enquanto a classificação de risco orienta a terapêutica.
Os derrames cavitários na Dengue, inclusive no derrame pericárdico com tamponamento cardíaco, não devem ser drenados.
O Ministério da Saúde do Brasil recomenda o uso de gamaglobulina hiperimune para extensos derrames cavitários com evolução para choque.
A paciente é classificada como febre hemorrágica da Dengue grau de risco D, segundo o consenso do Ministério da Saúde do Brasil.
A taxa de letalidade das formas graves da leptospirose ultrapassa 80%.
A ventilação protetora com volume corrente baixo (6mL/kg) consiste em estratégia para diminuir a letalidade da síndrome respiratória aguda grave da leptospirose.
A alteração radiológica mais frequente na hemorragia pulmonar da leptospirose é infiltrado nodular em ápices dos pulmões.
A hemorragia pulmonar na leptospirose é frequentemente inaparente até o paciente ser entubado.
A síndrome respiratória aguda grave da leptospirose pode ocorrer na ausência de insuficiência hepática e renal.
O primeiro exame a positivar no diagnóstico precoce, nos primeiros 7 dias da infecção aguda pelo HIV, é o antígeno P24.