Paciente jovem do sexo masculino apresenta quadro de cefal...
O contato com fezes recentes de pombos favorece a transmissão da doença.
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Tema central: A questão aborda criptococose, uma micose sistêmica causada pelo Cryptococcus neoformans, com ênfase em suas formas de transmissão. O contexto clínico apresentado — cefaleia, febre, turvação visual, alterações no LCR e cultura positiva — sustenta o diagnóstico de meningite criptocócica.
Justificativa para a alternativa correta:
O item afirma que "o contato com fezes recentes de pombos favorece a transmissão da doença". Segundo o Ministério da Saúde, criptococose é adquirida pela inalação dos esporos fúngicos presentes no solo e resíduos orgânicos, especialmente em fezes secas de pombos. O risco se dá porque as fezes secam, formando poeira com partículas contendo o fungo, que podem ser inaladas.
O simples contato direto com fezes recém-eliminadas não propicia a liberação de esporos viáveis no ar e, portanto, não favorece significativamente a transmissão.
O protocolo do Ministério destaca: “Indivíduos estão expostos à doença por meio da inalação dos fungos causadores da criptococose.” Portanto, conforme as evidências atuais, a assertiva está ERRADA.
Análise das alternativas:
- (C) certo: Esta alternativa está incorreta, pois sugere a transmissão predominante por contato direto com fezes recentes, o que não condiz com a fisiopatologia da doença.
- (E) errado: Correta. Reforça o entendimento de que a transmissão ocorre preferencialmente pela inalação dos esporos de fezes secas contaminadas dispersas no ambiente.
Estratégia em provas: Fique atento ao termo "fezes recentes", pois questões de concurso frequentemente testam detalhes do ciclo epidemiológico das doenças. Uma leitura cuidadosa é fundamental para perceber esses pontos e evitar erros conceituais.
Protocolos e fontes: O Ministério da Saúde (Criptococose) e obras como o Harrison’s Principles of Internal Medicine ratificam a transmissão pela inalação de esporos ambientais — e não por contato imediato com fezes frescas.
A compreensão dessa diferença é essencial para fundamentar sua resposta clínica e epidemiológica frente à banca examinadora.
Resumo: O contato com fezes recentes não é forma relevante de transmissão da criptococose — a transmissão ocorre por inalação de esporos provenientes do ambiente, especialmente de fezes secas de pombos contaminadas.
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errado
fezes secas
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