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been received by the purchaser. To illustrate goods in transit, let's use the following example. Company J ships a truckload of merchandise on December 30 to Customer K, which is located 2,000 miles away. The truckload of merchandise arrives at Customer K on January 2. Between December 30 and January 2, the truckload of merchandise is goods in transit. The goods in transit requires special attention if the companies issue financial statements as of December 31. The reason is that the merchandise is the inventory of one of the two companies. However, the merchandise is not physically present at either company. One of the two companies must add the cost of the goods in transit to the cost of the inventory that it has in its possession.
include the goods in transit as its inventory. On December 31, Customer K is the owner of the goods in transit and will need to report a purchase, a payable, and must add the cost of the goods in transit to the cost of the inventory which is in its possessionIf the terms of the sale are FOB destination, Company J will not have a sale and receivable until January 2. This means Company J must report the cost of the goods in transit in its inventory on December 31. (Customer K will not have a purchase, payable, or inventory of these goods until January 2.)
(Adapted from http://www.accountingcoach.com/blog/what-are-goods-in-transit)
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been received by the purchaser. To illustrate goods in transit, let's use the following example. Company J ships a truckload of merchandise on December 30 to Customer K, which is located 2,000 miles away. The truckload of merchandise arrives at Customer K on January 2. Between December 30 and January 2, the truckload of merchandise is goods in transit. The goods in transit requires special attention if the companies issue financial statements as of December 31. The reason is that the merchandise is the inventory of one of the two companies. However, the merchandise is not physically present at either company. One of the two companies must add the cost of the goods in transit to the cost of the inventory that it has in its possession.
include the goods in transit as its inventory. On December 31, Customer K is the owner of the goods in transit and will need to report a purchase, a payable, and must add the cost of the goods in transit to the cost of the inventory which is in its possessionIf the terms of the sale are FOB destination, Company J will not have a sale and receivable until January 2. This means Company J must report the cost of the goods in transit in its inventory on December 31. (Customer K will not have a purchase, payable, or inventory of these goods until January 2.)
(Adapted from http://www.accountingcoach.com/blog/what-are-goods-in-transit)
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been received by the purchaser. To illustrate goods in transit, let's use the following example. Company J ships a truckload of merchandise on December 30 to Customer K, which is located 2,000 miles away. The truckload of merchandise arrives at Customer K on January 2. Between December 30 and January 2, the truckload of merchandise is goods in transit. The goods in transit requires special attention if the companies issue financial statements as of December 31. The reason is that the merchandise is the inventory of one of the two companies. However, the merchandise is not physically present at either company. One of the two companies must add the cost of the goods in transit to the cost of the inventory that it has in its possession.
include the goods in transit as its inventory. On December 31, Customer K is the owner of the goods in transit and will need to report a purchase, a payable, and must add the cost of the goods in transit to the cost of the inventory which is in its possessionIf the terms of the sale are FOB destination, Company J will not have a sale and receivable until January 2. This means Company J must report the cost of the goods in transit in its inventory on December 31. (Customer K will not have a purchase, payable, or inventory of these goods until January 2.)
(Adapted from http://www.accountingcoach.com/blog/what-are-goods-in-transit)
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been received by the purchaser. To illustrate goods in transit, let's use the following example. Company J ships a truckload of merchandise on December 30 to Customer K, which is located 2,000 miles away. The truckload of merchandise arrives at Customer K on January 2. Between December 30 and January 2, the truckload of merchandise is goods in transit. The goods in transit requires special attention if the companies issue financial statements as of December 31. The reason is that the merchandise is the inventory of one of the two companies. However, the merchandise is not physically present at either company. One of the two companies must add the cost of the goods in transit to the cost of the inventory that it has in its possession.
include the goods in transit as its inventory. On December 31, Customer K is the owner of the goods in transit and will need to report a purchase, a payable, and must add the cost of the goods in transit to the cost of the inventory which is in its possessionIf the terms of the sale are FOB destination, Company J will not have a sale and receivable until January 2. This means Company J must report the cost of the goods in transit in its inventory on December 31. (Customer K will not have a purchase, payable, or inventory of these goods until January 2.)
(Adapted from http://www.accountingcoach.com/blog/what-are-goods-in-transit)
Não raro, o homem moderno considera construções antigas como bens ultrapassados,
deveriam ceder lugar a edificações
mais arrojadas.
Preenche corretamente a lacuna I da frase o que se encontra em:
Os árabes usavam mosaicos de azulejos para ornamentar as paredes de seus palácios, conferindo às paredes brilho e ostentação.
Influenciados pela técnica mourisca, artesãos espanhóis e portugueses simplificaram a técnica e adaptaram a técnica aos
padrões ocidentais.
Fazendo-se as devidas alterações, os elementos sublinhados acima estão corretamente substituídos por um pronome, na ordem
dada, em:
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Os azulejos de São Luís compõem um dos patrimônios culturais mais belos da cidade. Eles são encontrados nas fachadas das casas antigas, bem como foram e ainda são utilizados em igrejas e na decoração interna de casarões.
Foi no século XVIII, período colonial, que os azulejos lusitanos começaram a chegar à capital maranhense, em um contexto de crescimento urbano, para enriquecer a estética das casas e dos prédios comerciais.
O Museu Histórico e Artístico do Maranhão (Museu de Artes Visuais) contém o maior acervo de azulejos em exposição. Todos são provenientes de doações. Lá é possível confirmar com historiadores que o patrimônio azulejar maranhense é em sua maior parte proveniente de Portugal, mas também possui influência da França.
Os portugueses se dedicaram à produção de azulejos, utilizando técnicas diferenciadas e trabalho manual. Eles também trabalharam em prol de uma construção visual, de forma que um painel com o mesmo azulejo colocado em determinadas posições possa ser visto de várias formas.
Portugal fez de São Luís a mais lusitana das capitais brasileiras. Por isso, a cidade preserva o maior aglomerado urbano de azulejos dos séculos XVIII e XIX, em toda a América Latina. Eles assumem importância no contexto universal da criação artística, pela longevidade de seu uso, sem interrupção durante cinco séculos, resistindo a tempos chuvosos e amenizando o calor do verão, devido aos matizes de branco que refletem os raios solares.
Assim, essa cultura material ludovicense, respeitada mundialmente, evoca a identidade e a memória do povo maranhense.
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Os azulejos de São Luís compõem um dos patrimônios culturais mais belos da cidade. Eles são encontrados nas fachadas das casas antigas, bem como foram e ainda são utilizados em igrejas e na decoração interna de casarões.
Foi no século XVIII, período colonial, que os azulejos lusitanos começaram a chegar à capital maranhense, em um contexto de crescimento urbano, para enriquecer a estética das casas e dos prédios comerciais.
O Museu Histórico e Artístico do Maranhão (Museu de Artes Visuais) contém o maior acervo de azulejos em exposição. Todos são provenientes de doações. Lá é possível confirmar com historiadores que o patrimônio azulejar maranhense é em sua maior parte proveniente de Portugal, mas também possui influência da França.
Os portugueses se dedicaram à produção de azulejos, utilizando técnicas diferenciadas e trabalho manual. Eles também trabalharam em prol de uma construção visual, de forma que um painel com o mesmo azulejo colocado em determinadas posições possa ser visto de várias formas.
Portugal fez de São Luís a mais lusitana das capitais brasileiras. Por isso, a cidade preserva o maior aglomerado urbano de azulejos dos séculos XVIII e XIX, em toda a América Latina. Eles assumem importância no contexto universal da criação artística, pela longevidade de seu uso, sem interrupção durante cinco séculos, resistindo a tempos chuvosos e amenizando o calor do verão, devido aos matizes de branco que refletem os raios solares.
Assim, essa cultura material ludovicense, respeitada mundialmente, evoca a identidade e a memória do povo maranhense.
O elemento que justifica a flexão do verbo em destaque é:
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Os azulejos de São Luís compõem um dos patrimônios culturais mais belos da cidade. Eles são encontrados nas fachadas das casas antigas, bem como foram e ainda são utilizados em igrejas e na decoração interna de casarões.
Foi no século XVIII, período colonial, que os azulejos lusitanos começaram a chegar à capital maranhense, em um contexto de crescimento urbano, para enriquecer a estética das casas e dos prédios comerciais.
O Museu Histórico e Artístico do Maranhão (Museu de Artes Visuais) contém o maior acervo de azulejos em exposição. Todos são provenientes de doações. Lá é possível confirmar com historiadores que o patrimônio azulejar maranhense é em sua maior parte proveniente de Portugal, mas também possui influência da França.
Os portugueses se dedicaram à produção de azulejos, utilizando técnicas diferenciadas e trabalho manual. Eles também trabalharam em prol de uma construção visual, de forma que um painel com o mesmo azulejo colocado em determinadas posições possa ser visto de várias formas.
Portugal fez de São Luís a mais lusitana das capitais brasileiras. Por isso, a cidade preserva o maior aglomerado urbano de azulejos dos séculos XVIII e XIX, em toda a América Latina. Eles assumem importância no contexto universal da criação artística, pela longevidade de seu uso, sem interrupção durante cinco séculos, resistindo a tempos chuvosos e amenizando o calor do verão, devido aos matizes de branco que refletem os raios solares.
Assim, essa cultura material ludovicense, respeitada mundialmente, evoca a identidade e a memória do povo maranhense.
I. Os portugueses se dedicaram à produção de azulejos... O sinal indicativo de crase deverá ser mantido caso o segmento grifado seja substituído por: produzir azulejos.
II. ... resistindo a tempos chuvosos e amenizando o calor do verão... Sem que se faça nenhuma outra alteração, a frase se manterá gramaticalmente correta se o segmento sublinhado for substituído por: qualquer intensidade de chuva.
III. ... devido aos matizes de branco que refletem os raios solares. O segmento sublinhado está corretamente substituído por: às tonalidades brancas.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Os azulejos de São Luís compõem um dos patrimônios culturais mais belos da cidade. Eles são encontrados nas fachadas das casas antigas, bem como foram e ainda são utilizados em igrejas e na decoração interna de casarões.
Foi no século XVIII, período colonial, que os azulejos lusitanos começaram a chegar à capital maranhense, em um contexto de crescimento urbano, para enriquecer a estética das casas e dos prédios comerciais.
O Museu Histórico e Artístico do Maranhão (Museu de Artes Visuais) contém o maior acervo de azulejos em exposição. Todos são provenientes de doações. Lá é possível confirmar com historiadores que o patrimônio azulejar maranhense é em sua maior parte proveniente de Portugal, mas também possui influência da França.
Os portugueses se dedicaram à produção de azulejos, utilizando técnicas diferenciadas e trabalho manual. Eles também trabalharam em prol de uma construção visual, de forma que um painel com o mesmo azulejo colocado em determinadas posições possa ser visto de várias formas.
Portugal fez de São Luís a mais lusitana das capitais brasileiras. Por isso, a cidade preserva o maior aglomerado urbano de azulejos dos séculos XVIII e XIX, em toda a América Latina. Eles assumem importância no contexto universal da criação artística, pela longevidade de seu uso, sem interrupção durante cinco séculos, resistindo a tempos chuvosos e amenizando o calor do verão, devido aos matizes de branco que refletem os raios solares.
Assim, essa cultura material ludovicense, respeitada mundialmente, evoca a identidade e a memória do povo maranhense.
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... definindo-a como “um símbolo do declínio catastrófico dos rinocerontes devido à ganância humana". (1º parágrafo)
... os efeitos de uma guerra civil iniciada em 1996 que já deixou um saldo de ao menos 5 milhões de pessoas mortas. (5º parágrafo)
Nabiré não viajou com o grupo por ser portadora de uma doença: nasceu com ovário policístico, o que a tornava infértil. (7º parágrafo)
Os pronomes das frases acima se referem, respectivamente, a:
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Mantendo-se a correção da frase, o segmento grifado pode ser corretamente substituído pelo que se encontra em:
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Nabiré representava 20% dos rinocerontes-brancos-do-norte ainda vivos.
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
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A tragédia vinha sendo anunciada...
O segmento grifado exerce na frase acima a mesma função sintática que o segmento também grifado em:
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Considere as afirmações abaixo a respeito da pontuação do texto.
I. O segmento que faziam companhia a Nabiré (6º parágrafo) pode ser isolado por vírgulas, sem alteração do sentido original.
II. No segmento O rinoceronte-branco-do-norte era endêmico do Congo – país que... (5º parágrafo), o sinal de travessão pode ser substituído por vírgula, sem prejuízo da correção gramatical.
III. Sem prejuízo da correção gramatical, uma vírgula pode ser inserida imediatamente após “Hoje” no segmento Hoje restam apenas 29 mil, divididos em cinco espécies... (4ºparágrafo).
Está correto o que se afirma APENAS em
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.