Nos procedimentos de controle e de vigilância da qualidade d...
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Na questão apresentada, o tema central é o controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano, com foco nos parâmetros de potabilidade. Vamos analisar cada alternativa para entender os conceitos envolvidos.
Alternativa E: Correta. O cloro residual livre é aquele presente na água sob formas que incluem o cloro elementar dissolvido, o ácido hipocloroso e o íon hipoclorito. Estas formas são fundamentais para garantir a desinfecção da água, eliminando microrganismos patogênicos. A manutenção de um residual de cloro é crucial para assegurar que a água permaneça segura para consumo durante toda a distribuição. Diretrizes, como as da Organização Mundial da Saúde (OMS), destacam a importância do cloro residual na água potável.
Análise das alternativas incorretas:
Alternativa A: Incorreta. O teor máximo recomendado de cloro residual livre geralmente não é de 1 mg/L, mas o mínimo pode variar de acordo com as diretrizes locais e internacionais. A OMS, por exemplo, recomenda um valor residual mínimo de 0,2 a 0,5 mg/L para assegurar a potabilidade.
Alternativa B: Incorreta. A manutenção de, no mínimo, 0,1 mg/L de cloro residual livre é insuficiente segundo muitas diretrizes. O valor de 0,2 mg/L é frequentemente mencionado como valor mínimo para garantir a eficácia na desinfecção ao longo de toda a rede de distribuição.
Alternativa C: Incorreta. Na fluoretação para a prevenção de cáries, existem sim valores recomendados máximos para a concentração de íon fluoreto. O excesso de fluoreto pode levar à fluorose dental, por isso é essencial manter as concentrações dentro dos limites seguros definidos por órgãos reguladores.
Alternativa D: Incorreta. Do ponto de vista radiológico, a concentração de atividade para beta total que não exceda 0,5 Bq/L não é um indicador isolado de potabilidade. Outros parâmetros, como alfa total e específicos para radionuclídeos, também devem ser considerados para garantir a segurança radiológica da água.
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Ms 2914/2011
Art. 15. Compete ao responsável pelo fornecimento de água para consumo humano por meio de veículo transportador:
IV - assegurar que a água fornecida contenha um teor mínimo de cloro residual livre de 0,5 mg/L;
Art. 34. É obrigatória a manutenção de, no mínimo, 0,2 mg/L de cloro residual livre ou 2 mg/L de cloro residual combinado ou de 0,2 mg/L de dióxido de cloro em toda a extensão do sistema de distribuição (reservatório e rede).
Art. 39. A água potável deve estar em conformidade com o padrão organoléptico de potabilidade expresso no Anexo X a esta Portaria.
§ 2º Recomenda-se que o teor máximo de cloro residual livre em qualquer ponto do sistema de abastecimento seja de 2 mg/L.
Cloro residual livre: O cloro presente na água na forma de ácido hipocloroso e de íon hipoclorito. {HOCL (ácido hipocloroso)+ OCL- ( íon hipoclorito)} = cloro residual livre
Cloro residual combinado: O teor de cloro na forma de cloraminas.
Fonte: http://www.funasa.gov.br/site/wp-content/files_mf/manualdecloracaodeaguaempequenascomunidades.pdf
Lembrando que o Cloro na forma de Ácido Hipocloroso está presente em pH abaixo de 7, acima de 7 ele se apresenta na forma de ion Hipoclorito.
Art. 38. Os níveis de triagem que conferem potabilidade da água do ponto de vista radiológico são valores de concentração de atividade que não excedem 0,5 Bq/L para atividade alfa total e 1Bq/L para beta total.
o cloro residual livre é aquele presente na forma elementar dissolvida ou, como ácido hipocloroso, ou mesmo como íon hipoclorito.
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