Questões de Concurso Para mpe-es

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Q1655473 Direito Constitucional
A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende
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Q1655472 Direito Administrativo

Ao ______________ , conferido à Administração, corresponde o direito do contratado ___________ do contrato administrativo.


Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.

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Q1655471 Direito Urbanístico
Quanto à função social da propriedade urbana e as limitações administrativas, o Poder Público poderá exigir
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Q1655470 Direito Administrativo
A concorrência é modalidade de licitação obrigatória para
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Q1655469 Direito Administrativo
No que diz respeito à responsabilidade administrativa dos agentes públicos, assinale a alternativa correta.
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Q1655468 Direito Administrativo
Quanto à desapropriação, assinale a alternativa correta.
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Q1655465 Direito Administrativo
Quanto ao provimento derivado para cargo público, é correto afirmar que é possível a
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Q1655464 Direito Administrativo
Quanto aos servidores públicos civis e a investidura no cargo, assinale a alternativa correta.
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Q1655463 Direito Administrativo
Quanto aos bens de uso comum do povo, assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta.
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Q1655462 Direito Urbanístico
Não será permitido o parcelamento do solo urbano, nos termos da lei,
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Q1655461 Direito Administrativo
No que diz respeito aos atos de improbidade administrativa, assinale a alternativa correta.
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Q1655460 Raciocínio Lógico

Se viajo de carro, fico cansado. Se viajo de avião, fico com medo. Ou viajo de carro ou viajo de avião. Se não viajo, fico triste. Não fiquei com medo.


A partir das informações, é correto concluir que

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Q1655459 Raciocínio Lógico

Cada figura da sequência a seguir é formada por um pentágono e uma circunferência. Giros de 90 graus no sentido horário formam o padrão de alteração do pentágono. A circunferência sempre está localizada sobre um dos vértices do pentágono e muda de um vértice para outro, sem pular nenhum vértice, e seguindo orientação anti-horária, em relação ao pentágono.


Imagem associada para resolução da questão


Dessa maneira, a 19.ª figura da sequência é:

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Q1655458 Raciocínio Lógico
Assinale a alternativa que apresenta negação da afirmação “Se José está afundando, então ele não sabe nadar ou está com câimbras”.
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Q1655457 Raciocínio Lógico

A figura representa o tabuleiro circular de um jogo para duas pessoas, cada uma delas com uma ficha. Os jogadores movem as fichas no sentido horário, colocando as fichas nas posições nomeadas com letras.


Imagem associada para resolução da questão


No início do jogo, a ficha de Pedro, um dos dois jogadores, está localizada sobre a posição A, e a ficha de Jonas, o outro jogador, está bem à frente da ficha de Pedro, localizada sobre a posição H. Em compensação, em cada jogada, Pedro avança duas posições, enquanto Jonas avança apenas uma posição. O movimento das fichas é feito simultaneamente. Iniciando nas posições estabelecidas, o número de jogadas necessárias para que a ficha de Pedro ultrapasse a ficha de Jonas é igual a

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Q1655454 Noções de Informática

Um usuário do MS-Windows 7 navega na internet por meio do Internet Explorer 9, ambos em configuração padrão. Ao clicar com o botão direito (com o mouse configurado para destros) sobre um link de uma página, uma das opções exibidas permite abrir o link em uma nova guia. Usar a opção para abrir em nova guia _______________________.


Assinale a alternativa que completa o enunciado corretamente.

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Q1655452 Noções de Informática

Observe as imagens a seguir, retiradas de uma planilha que está sendo editada no MS-Excel 2010, em sua configuração padrão.


Imagem associada para resolução da questão


Ao selecionar as células A1 até A5, exibidas na imagem à esquerda, e clicar no ícone série, será aberta uma janela com opções. A imagem à direita mostra a janela com as opções escolhidas pelo usuário. Após clicar no botão OK, o valor da célula A4 será

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Q1655448 Português

    É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá-las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir-se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. A cozinheira se fechou um pouco, vendo-me talvez como a justiça que se vinga. Com alguma raiva de mim, que estava mexendo na sua alma, respondeu fria: “O que eu sinto não serve para se dizer. Quem não sabe que Mineirinho era criminoso? Mas tenho certeza de que ele se salvou e já entrou no Céu”. Respondi-lhe que “mais do que muita gente que não matou”.

    Por quê? No entanto a primeira lei, a que protege corpo e vida insubstituíveis, é a de que não matarás. Ela é a minha maior garantia: assim não me matam, porque eu não quero morrer, e assim não me deixam matar, porque ter matado será a escuridão para mim.

    Esta é a lei. Mas há alguma coisa que, se me fez ouvir o primeiro e o segundo tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina – porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.

    Essa justiça que vela meu sono, eu a repudio, humilhada por precisar dela. Enquanto isso durmo e falsamente me salvo. Nós, os sonsos essenciais.

    Até que treze tiros nos acordem, e com horror digo tarde demais – vinte e oito anos depois que Mineirinho nasceu – que ao homem acuado, que a esse não nos matem. Porque sei que ele é o meu erro. E de uma vida inteira, por Deus, o que se salva às vezes é apenas o erro, e eu sei que não nos salvaremos enquanto nosso erro não nos for precioso. Meu erro é o meu espelho, onde vejo o que em silêncio eu fiz de um homem. Meu erro é o modo como vi a vida se abrir na sua carne e me espantei, e vi a matéria de vida, placenta e sangue, a lama viva.

    Em Mineirinho se rebentou o meu modo de viver. Como não amá-lo, se ele viveu até o décimo terceiro tiro o que eu dormia? Sua assustada violência. Sua violência inocente – não nas consequências, mas em si inocente como a de um filho de quem o pai não tomou conta.

(Clarice Lispector, Para não esquecer. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal e à concordância nominal, de acordo com a norma-padrão.
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Q1655447 Português

    É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá-las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir-se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. A cozinheira se fechou um pouco, vendo-me talvez como a justiça que se vinga. Com alguma raiva de mim, que estava mexendo na sua alma, respondeu fria: “O que eu sinto não serve para se dizer. Quem não sabe que Mineirinho era criminoso? Mas tenho certeza de que ele se salvou e já entrou no Céu”. Respondi-lhe que “mais do que muita gente que não matou”.

    Por quê? No entanto a primeira lei, a que protege corpo e vida insubstituíveis, é a de que não matarás. Ela é a minha maior garantia: assim não me matam, porque eu não quero morrer, e assim não me deixam matar, porque ter matado será a escuridão para mim.

    Esta é a lei. Mas há alguma coisa que, se me fez ouvir o primeiro e o segundo tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina – porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.

    Essa justiça que vela meu sono, eu a repudio, humilhada por precisar dela. Enquanto isso durmo e falsamente me salvo. Nós, os sonsos essenciais.

    Até que treze tiros nos acordem, e com horror digo tarde demais – vinte e oito anos depois que Mineirinho nasceu – que ao homem acuado, que a esse não nos matem. Porque sei que ele é o meu erro. E de uma vida inteira, por Deus, o que se salva às vezes é apenas o erro, e eu sei que não nos salvaremos enquanto nosso erro não nos for precioso. Meu erro é o meu espelho, onde vejo o que em silêncio eu fiz de um homem. Meu erro é o modo como vi a vida se abrir na sua carne e me espantei, e vi a matéria de vida, placenta e sangue, a lama viva.

    Em Mineirinho se rebentou o meu modo de viver. Como não amá-lo, se ele viveu até o décimo terceiro tiro o que eu dormia? Sua assustada violência. Sua violência inocente – não nas consequências, mas em si inocente como a de um filho de quem o pai não tomou conta.

(Clarice Lispector, Para não esquecer. Adaptado)

De acordo com as reflexões do narrador, Mineirinho
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Q1655446 Português

    É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá-las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir-se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. A cozinheira se fechou um pouco, vendo-me talvez como a justiça que se vinga. Com alguma raiva de mim, que estava mexendo na sua alma, respondeu fria: “O que eu sinto não serve para se dizer. Quem não sabe que Mineirinho era criminoso? Mas tenho certeza de que ele se salvou e já entrou no Céu”. Respondi-lhe que “mais do que muita gente que não matou”.

    Por quê? No entanto a primeira lei, a que protege corpo e vida insubstituíveis, é a de que não matarás. Ela é a minha maior garantia: assim não me matam, porque eu não quero morrer, e assim não me deixam matar, porque ter matado será a escuridão para mim.

    Esta é a lei. Mas há alguma coisa que, se me fez ouvir o primeiro e o segundo tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina – porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.

    Essa justiça que vela meu sono, eu a repudio, humilhada por precisar dela. Enquanto isso durmo e falsamente me salvo. Nós, os sonsos essenciais.

    Até que treze tiros nos acordem, e com horror digo tarde demais – vinte e oito anos depois que Mineirinho nasceu – que ao homem acuado, que a esse não nos matem. Porque sei que ele é o meu erro. E de uma vida inteira, por Deus, o que se salva às vezes é apenas o erro, e eu sei que não nos salvaremos enquanto nosso erro não nos for precioso. Meu erro é o meu espelho, onde vejo o que em silêncio eu fiz de um homem. Meu erro é o modo como vi a vida se abrir na sua carne e me espantei, e vi a matéria de vida, placenta e sangue, a lama viva.

    Em Mineirinho se rebentou o meu modo de viver. Como não amá-lo, se ele viveu até o décimo terceiro tiro o que eu dormia? Sua assustada violência. Sua violência inocente – não nas consequências, mas em si inocente como a de um filho de quem o pai não tomou conta.

(Clarice Lispector, Para não esquecer. Adaptado)

No terceiro parágrafo do texto, o uso dos numerais
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Respostas
1581: A
1582: A
1583: B
1584: D
1585: B
1586: C
1587: E
1588: C
1589: B
1590: E
1591: A
1592: E
1593: A
1594: B
1595: D
1596: C
1597: E
1598: E
1599: A
1600: C