Questões de Concurso Para prefeitura de osasco - sp

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Q3214636 Português
O viés da palavra câncer: combate ao estigma


         Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um peso, decorrentes de décadas de desinformação.

       O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém, precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação, contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem convive ou acompanha alguém nesse processo.

         Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de cura e sobrevida.

        Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas, quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos cruéis.

       O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas precisamos de uma transformação mais profunda e genuína no discurso e nas atitudes diárias.


(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a regência atende à norma-padrão.
Alternativas
Q3214635 Português
O viés da palavra câncer: combate ao estigma


         Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um peso, decorrentes de décadas de desinformação.

       O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém, precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação, contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem convive ou acompanha alguém nesse processo.

         Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de cura e sobrevida.

        Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas, quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos cruéis.

       O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas precisamos de uma transformação mais profunda e genuína no discurso e nas atitudes diárias.


(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
O termo destacado é um pronome que exprime sentido demonstrativo em:
Alternativas
Q3214634 Português
O viés da palavra câncer: combate ao estigma


         Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um peso, decorrentes de décadas de desinformação.

       O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém, precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação, contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem convive ou acompanha alguém nesse processo.

         Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de cura e sobrevida.

        Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas, quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos cruéis.

       O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas precisamos de uma transformação mais profunda e genuína no discurso e nas atitudes diárias.


(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Não vamos menosprezar a doença... (2° parágrafo)
•  ... além de perpetuar desinformação... (2° parágrafo)
•  ... essa não é mais uma condição implacável. (5° parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3214633 Português
O viés da palavra câncer: combate ao estigma


         Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um peso, decorrentes de décadas de desinformação.

       O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém, precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação, contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem convive ou acompanha alguém nesse processo.

         Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de cura e sobrevida.

        Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas, quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos cruéis.

       O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas precisamos de uma transformação mais profunda e genuína no discurso e nas atitudes diárias.


(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
A expressão destacada está empregada em sentido próprio em:
Alternativas
Q3214631 Português
O viés da palavra câncer: combate ao estigma


         Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um peso, decorrentes de décadas de desinformação.

       O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém, precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação, contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem convive ou acompanha alguém nesse processo.

         Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de cura e sobrevida.

        Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas, quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos cruéis.

       O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas precisamos de uma transformação mais profunda e genuína no discurso e nas atitudes diárias.


(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Em seu artigo, o autor mostra-se favorável a uma mudança de comportamento no que tange a
Alternativas
Q3214630 Português
De acordo com a norma-padrão e o sentido das informações, a frase do 2° quadro admite a seguinte reescrita: 
Alternativas
Q3214453 Medicina
Homem de 21 anos é levado ao pronto-socorro após ser encontrado desacordado em casa. Ele apresentou 2 episódios de crises convulsivas, cedendo espontaneamente. O histórico é notável para transtornos depressivo e de déficit de atenção/hiperatividade. Ao exame inicial: temperatura: 38,3 °C; frequência cardíaca: 188 bpm; frequência respiratória: 10 ipm; pressão arterial: 122 × 72 mmHg; oximetria de pulso com saturação de oxigênio de 98% com máscara de oxigênio. Ele está confuso e sonolento, sem atividade convulsiva aparente. Não há sinais de trauma ou déficit neurológico focal. Há midríase simétrica; pele seca e avermelhada; membranas mucosas secas. O ECG mostra uma taquicardia de QRS largo (frequência de 180/min). Nesse paciente, a próxima melhor conduta é
Alternativas
Q3214452 Medicina
Homem de 50 anos apresenta quadro de 2 dias com dor abdominal, distensão e vômitos. Investigação inicial: tomografia de abdome e pelve: nota-se uma massa intraluminal em íleo distal, com aparência clássica de “sinal de alvo”, consistente com intussuscepção (invaginação intestinal); há dilatação moderada de intestino delgado proximal, mas sem pneumoperitônio. Considerando a principal hipótese diagnóstica, em relação a essa patologia em adultos, é correto afirmar:
Alternativas
Q3214451 Medicina
Paciente de 25 anos se apresenta ao departamento de emergência com o relato de 2 horas de intensas palpitações e mal-estar. Pressão arterial: 122 × 72 mmHg. O ECG mostra fibrilação atrial de alta resposta (frequência média de 192/min) com pré-excitação ventricular (Wolff-Parkinson-White). Uma vez optado pelo tratamento farmacológico, o medicamento de escolha é 
Alternativas
Q3214450 Medicina
No contexto da Regulação Médica das Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS), é correto afirmar que
Alternativas
Q3214449 Medicina
Homem de 29 anos chega ao pronto-socorro após colisão frontal com automóvel de alta velocidade. Escala de coma de Glasgow: 4 pontos. Ele está com colar cervical colocado pelo serviço pré-hospitalar. A intubação orotraqueal é realizada e a tomografia demonstra uma grande hemorragia subdural e hemorragia puntiforme difusa, sem evidência de lesão da coluna cervical. Nessa circunstância, em relação ao manejo do colar cervical (CC), a melhor recomendação é
Alternativas
Q3214448 Medicina
Mulher de 40 anos é admitida na unidade de queimados após um incêndio industrial em espaço fechado de uma fábrica de plásticos, com queimaduras no rosto e nos braços. O eletrocardiograma mostra elevação de segmento ST, e os exames arteriais mostram uma gasometria com acidose metabólica com aumento do hiato aniônico e carboxi-hemoglobina normal. Nesse momento, o próximo passo mais apropriado é
Alternativas
Q3214447 Medicina
Homem de 18 anos é levado ao pronto-socorro após se envolver em um acidente automobilístico. Exame físico à chegada: escala de coma de Glasgow: 7 pontos; pulso filiforme com frequência cardíaca de 140 bpm; pressão arterial (PA): 60 × 10 mmHg; a respiração é rápida e superficial com ausculta pulmonar sem alterações; o abdome está moderadamente distendido, sem peristaltismo audível; há fraturas fechadas no antebraço direito e na perna esquerda. Após administração intravenosa rápida de 2 L de ringer lactato, a frequência cardíaca é 130 bpm e a PA de 70 × 20 mmHg. O próximo passo imediato correto é
Alternativas
Q3214446 Medicina
Assinale a alternativa que descreve corretamente os fatores que influenciam o perfil de morbidade e mortalidade na população brasileira, considerando as variáveis epidemiológicas, sociais e de acesso ao sistema de saúde.
Alternativas
Q3214445 Medicina
Mulher de 64 anos com histórico médico de câncer de mama e metástases ósseas difusas é admitida no pronto-socorro para tratamento não cirúrgico de obstrução de intestino delgado, que se acredita ser ocasionada por aderências (doença adesiva). Os exames séricos mostram um cálcio total de 12,6 mg/dL, albumina de 2,0 g/dL e creatinina normal. Expansão volêmica é realizada com cristaloides, com bom débito urinário. Nessa paciente, a próxima conduta que deve ser indicada é
Alternativas
Q3214444 Medicina
Em relação às lesões traumáticas da região cervical, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3214443 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Os indicadores hospitalares são ferramentas essenciais para a avaliação da qualidade e da eficiência dos serviços de saúde. No contexto da gestão hospitalar, é correto afirmar que
Alternativas
Q3214442 Medicina
Mulher 28 anos está na sua segunda gestação de 26 semanas e apresenta nova exacerbação de asma. Exame físico à chegada ao pronto-socorro: temperatura: 36,2 °C; frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 120 × 60 mmHg; frequência respiratória: 28 ipm; oximetria com saturação de O2 de 96%; pulmonar: sibilos expiratórios difusos. Para essa paciente grávida, é correto afirmar:
Alternativas
Q3214441 Medicina
Em relação à legislação em atendimento pré-hospitalar e à regulação médica das urgências no âmbito do Sistema Único de Saúde, é correto afirmar acerca da denominada “Sala de Estabilização (SE)”:
Alternativas
Respostas
1341: C
1342: A
1343: B
1344: E
1345: D
1346: C
1347: D
1348: B
1349: C
1350: E
1351: A
1352: B
1353: C
1354: E
1355: D
1356: A
1357: C
1358: D
1359: B
1360: D