Questões de Concurso Para prefeitura de itajaí - sc

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Q3055355 História
A Revolução Federalista (1893-1895) ocorreu durante o governo de Floriano Peixoto e representa uma das mais violentas e sangrentas revoltas travadas no sul do Brasil. A revolução durou dois anos e meio, de fevereiro de 1893 a agosto de 1895, e foi disputada:
Alternativas
Q3055354 História
Entre outubro de 1912 e agosto de 1916, na região Sul, ocorreu um conflito muito forte entre sertanejos catarinenses e paranaenses e as forças do governo federal e local. O conflito mencionado ficou conhecido na história como: 
Alternativas
Q3055353 Conhecimentos Gerais
A localização geográfica de Itajaí faz o município ser destaque na economia brasileira com:
Alternativas
Q3055351 História e Geografia de Estados e Municípios
Itajaí é um município brasileiro localizado no estado de Santa Catarina, na região do litoral norte catarinense, na margem direita da foz do Rio Itajaí-Açu. É a cidade-sede da Região Metropolitana da Foz do Rio Itajaí.
A colonização da região onde está a cidade de Itajaí foi realizada no século XVIII por:
Alternativas
Q3055350 História e Geografia de Estados e Municípios
Em 2018, o Iphan Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realizou o primeiro Registro de Patrimônio Cultural do Brasil em Santa Catarina. Anteriormente a este Registro os únicos patrimônios em Santa Catarina eram a Roda de Capoeira e o Ofício dos Mestres de Capoeira, presentes em todo o território brasileiro.
Marque a alternativa que apresenta um patrimônio cultural de Santa Catarina.
Alternativas
Q3055349 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Qual a diferença entre um psicopata e um sociopata?

Artigos sobre pessoas que não se comportam bem e como identificá-las são comuns. Você não precisa jogar no Google ou rolar a tela por muito tempo para encontrar manchetes como "7 sinais de que seu chefe é um psicopata" ou "Como evitar o sociopata ao lado".
Você verá frequentemente os termos psicopata e sociopata usados de forma intercambiável. Isso se aplica talvez ao personagem fictício com mal comportamento mais famoso de todos − Hannibal Lecter, o serial killer canibal de "O Silêncio dos Inocentes".
No livro em que o filme é baseado, Lecter é descrito como um "sociopata puro". Mas no filme ele é descrito como um "psicopata puro". Psiquiatras o diagnosticaram com algo totalmente diferente.
Então, qual é a diferença entre um psicopata e um sociopata? 

O que é um psicopata?

A psicopatia é mencionada na literatura psiquiátrica desde os anos 1800. Mas a última edição do "Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders" (conhecido coloquialmente como DSM) não a lista como um transtorno clínico reconhecido.
Desde a década de 1950, os rótulos mudaram e termos como "distúrbio de personalidade sociopática" foram substituídos por transtorno de personalidade antissocial, que é o que usamos hoje.
Alguém com transtorno de personalidade antissocial tem um desrespeito persistente pelos direitos dos outros.
Isso inclui quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrar em brigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis e indiferença às consequências de suas ações.
Para aumentar a confusão, a seção no DSM sobre transtorno de personalidade antissocial menciona traços de psicopatia (e sociopatia). Em outras palavras, de acordo com o DSM, os traços são parte do transtorno de personalidade antissocial, mas não são transtornos mentais em si.
A primeira descrição formal de traços de psicopatia foi feita pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley, em seu livro "The Mask of Sanity", de 1941.
Ele baseou sua descrição em observações clínicas de nove pacientes do sexo masculino em um hospital psiquiátrico. Ele identificou várias características-chave, incluindo charme superficial, falta de confiabilidade e falta de remorso ou vergonha.
O psicólogo canadense e professor Robert Hare refinou essas características enfatizando aspectos interpessoais, emocionais e de estilo de vida, além dos comportamentos antissociais listados no DSM.
Quando reunimos todas essas vertentes de evidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, mostra charme superficial, é grandioso e é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem falta de emoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceitar responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros.
Finalmente, um psicopata fica entediado facilmente, se aproveita dos outros, não tem objetivos e é persistentemente irresponsável em suas ações.

E um sociopata?

O termo sociopata apareceu pela primeira vez na década de 1930 e foi atribuído ao psicólogo americano George Partridge. Ele enfatizou as consequências sociais do comportamento que comumente viola os direitos dos outros.
Acadêmicos e clínicos frequentemente usavam os termos sociopata e psicopata de forma intercambiável. Mas alguns preferiam o termo sociopata porque diziam que o público às vezes confundia a palavra psicopata com psicose.
"Distúrbio de personalidade sociopática" foi o termo usado na primeira edição do DSM em 1952. E se alinhava a visões predominantes na época, de que os comportamentos antissociais eram em grande parte o produto do ambiente social e que os comportamentos só eram julgados como desviantes se quebrassem regras sociais, legais e/ou culturais.
Algumas dessas primeiras descrições de sociopatia estão mais alinhadas com o que hoje chamamos de transtorno de personalidade antissocial. Outras estão relacionadas a características emocionais semelhantes à definição de psicopata de Cleckley, de 1941.
Em resumo, pessoas diferentes tinham ideias distintas sobre sociopatia e, mesmo hoje, a sociopatia é menos bem definida do que a psicopatia. Portanto, não há uma definição única de sociopatia, ainda hoje. Mas, em geral, os comportamentos antissociais que a caracterizam podem ser semelhantes aos que vemos na psicopatia.
Ao longo das décadas, o termo sociopatia caiu em desuso. A partir do final dos anos 60, os psiquiatras passaram a usar o termo transtorno de personalidade antissocial.

Nato ou adquirido?

Tanto a "sociopatia" (o que agora chamamos de transtorno de personalidade antissocial) quanto a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gama de causas de desenvolvimento, biológicas e psicológicas.
Por exemplo, pessoas com traços psicopáticos têm certas diferenças cerebrais, especialmente em regiões associadas a emoções, inibição de comportamento e resolução de problemas. Elas também parecem ter diferenças relacionadas ao sistema nervoso, incluindo uma frequência cardíaca reduzida.
A sociopatia e seus comportamentos antissociais são, no entanto, um produto do ambiente social de alguém e tende a ocorrer na família. Esses comportamentos têm sido associados a abuso físico e conflito parental.

Quais são as consequências?

Apesar de suas representações fictícias — como Hannibal Lecter em "O Silêncio dos Inocentes" ou Villanelle na série de TV "Killing Eve" — nem todas as pessoas com psicopatia ou traços de sociopatia são serial killers ou fisicamente violentas.
Mas a psicopatia prevê uma ampla gama de comportamentos prejudiciais. No sistema de justiça criminal, a psicopatia está fortemente ligada à reincidência, particularmente de natureza violenta.
Na população em geral, a psicopatia está associada à dependência de drogas, falta de moradia e a outros transtornos de personalidade. Algumas pesquisas até mostraram que a psicopatia previa o não cumprimento das restrições da COVID-19.
Mas a sociopatia é menos estabelecida como um fator de risco-chave na identificação de pessoas com maior risco de danos a outras pessoas. E a sociopatia não é um indicador confiável de comportamento antissocial futuro.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2yngjdvdlo)



Em relação às informações do texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3055348 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Qual a diferença entre um psicopata e um sociopata?

Artigos sobre pessoas que não se comportam bem e como identificá-las são comuns. Você não precisa jogar no Google ou rolar a tela por muito tempo para encontrar manchetes como "7 sinais de que seu chefe é um psicopata" ou "Como evitar o sociopata ao lado".
Você verá frequentemente os termos psicopata e sociopata usados de forma intercambiável. Isso se aplica talvez ao personagem fictício com mal comportamento mais famoso de todos − Hannibal Lecter, o serial killer canibal de "O Silêncio dos Inocentes".
No livro em que o filme é baseado, Lecter é descrito como um "sociopata puro". Mas no filme ele é descrito como um "psicopata puro". Psiquiatras o diagnosticaram com algo totalmente diferente.
Então, qual é a diferença entre um psicopata e um sociopata? 

O que é um psicopata?

A psicopatia é mencionada na literatura psiquiátrica desde os anos 1800. Mas a última edição do "Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders" (conhecido coloquialmente como DSM) não a lista como um transtorno clínico reconhecido.
Desde a década de 1950, os rótulos mudaram e termos como "distúrbio de personalidade sociopática" foram substituídos por transtorno de personalidade antissocial, que é o que usamos hoje.
Alguém com transtorno de personalidade antissocial tem um desrespeito persistente pelos direitos dos outros.
Isso inclui quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrar em brigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis e indiferença às consequências de suas ações.
Para aumentar a confusão, a seção no DSM sobre transtorno de personalidade antissocial menciona traços de psicopatia (e sociopatia). Em outras palavras, de acordo com o DSM, os traços são parte do transtorno de personalidade antissocial, mas não são transtornos mentais em si.
A primeira descrição formal de traços de psicopatia foi feita pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley, em seu livro "The Mask of Sanity", de 1941.
Ele baseou sua descrição em observações clínicas de nove pacientes do sexo masculino em um hospital psiquiátrico. Ele identificou várias características-chave, incluindo charme superficial, falta de confiabilidade e falta de remorso ou vergonha.
O psicólogo canadense e professor Robert Hare refinou essas características enfatizando aspectos interpessoais, emocionais e de estilo de vida, além dos comportamentos antissociais listados no DSM.
Quando reunimos todas essas vertentes de evidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, mostra charme superficial, é grandioso e é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem falta de emoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceitar responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros.
Finalmente, um psicopata fica entediado facilmente, se aproveita dos outros, não tem objetivos e é persistentemente irresponsável em suas ações.

E um sociopata?

O termo sociopata apareceu pela primeira vez na década de 1930 e foi atribuído ao psicólogo americano George Partridge. Ele enfatizou as consequências sociais do comportamento que comumente viola os direitos dos outros.
Acadêmicos e clínicos frequentemente usavam os termos sociopata e psicopata de forma intercambiável. Mas alguns preferiam o termo sociopata porque diziam que o público às vezes confundia a palavra psicopata com psicose.
"Distúrbio de personalidade sociopática" foi o termo usado na primeira edição do DSM em 1952. E se alinhava a visões predominantes na época, de que os comportamentos antissociais eram em grande parte o produto do ambiente social e que os comportamentos só eram julgados como desviantes se quebrassem regras sociais, legais e/ou culturais.
Algumas dessas primeiras descrições de sociopatia estão mais alinhadas com o que hoje chamamos de transtorno de personalidade antissocial. Outras estão relacionadas a características emocionais semelhantes à definição de psicopata de Cleckley, de 1941.
Em resumo, pessoas diferentes tinham ideias distintas sobre sociopatia e, mesmo hoje, a sociopatia é menos bem definida do que a psicopatia. Portanto, não há uma definição única de sociopatia, ainda hoje. Mas, em geral, os comportamentos antissociais que a caracterizam podem ser semelhantes aos que vemos na psicopatia.
Ao longo das décadas, o termo sociopatia caiu em desuso. A partir do final dos anos 60, os psiquiatras passaram a usar o termo transtorno de personalidade antissocial.

Nato ou adquirido?

Tanto a "sociopatia" (o que agora chamamos de transtorno de personalidade antissocial) quanto a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gama de causas de desenvolvimento, biológicas e psicológicas.
Por exemplo, pessoas com traços psicopáticos têm certas diferenças cerebrais, especialmente em regiões associadas a emoções, inibição de comportamento e resolução de problemas. Elas também parecem ter diferenças relacionadas ao sistema nervoso, incluindo uma frequência cardíaca reduzida.
A sociopatia e seus comportamentos antissociais são, no entanto, um produto do ambiente social de alguém e tende a ocorrer na família. Esses comportamentos têm sido associados a abuso físico e conflito parental.

Quais são as consequências?

Apesar de suas representações fictícias — como Hannibal Lecter em "O Silêncio dos Inocentes" ou Villanelle na série de TV "Killing Eve" — nem todas as pessoas com psicopatia ou traços de sociopatia são serial killers ou fisicamente violentas.
Mas a psicopatia prevê uma ampla gama de comportamentos prejudiciais. No sistema de justiça criminal, a psicopatia está fortemente ligada à reincidência, particularmente de natureza violenta.
Na população em geral, a psicopatia está associada à dependência de drogas, falta de moradia e a outros transtornos de personalidade. Algumas pesquisas até mostraram que a psicopatia previa o não cumprimento das restrições da COVID-19.
Mas a sociopatia é menos estabelecida como um fator de risco-chave na identificação de pessoas com maior risco de danos a outras pessoas. E a sociopatia não é um indicador confiável de comportamento antissocial futuro.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2yngjdvdlo)



Em relação à sociopatia, é correto afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q3055347 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Qual a diferença entre um psicopata e um sociopata?

Artigos sobre pessoas que não se comportam bem e como identificá-las são comuns. Você não precisa jogar no Google ou rolar a tela por muito tempo para encontrar manchetes como "7 sinais de que seu chefe é um psicopata" ou "Como evitar o sociopata ao lado".
Você verá frequentemente os termos psicopata e sociopata usados de forma intercambiável. Isso se aplica talvez ao personagem fictício com mal comportamento mais famoso de todos − Hannibal Lecter, o serial killer canibal de "O Silêncio dos Inocentes".
No livro em que o filme é baseado, Lecter é descrito como um "sociopata puro". Mas no filme ele é descrito como um "psicopata puro". Psiquiatras o diagnosticaram com algo totalmente diferente.
Então, qual é a diferença entre um psicopata e um sociopata? 

O que é um psicopata?

A psicopatia é mencionada na literatura psiquiátrica desde os anos 1800. Mas a última edição do "Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders" (conhecido coloquialmente como DSM) não a lista como um transtorno clínico reconhecido.
Desde a década de 1950, os rótulos mudaram e termos como "distúrbio de personalidade sociopática" foram substituídos por transtorno de personalidade antissocial, que é o que usamos hoje.
Alguém com transtorno de personalidade antissocial tem um desrespeito persistente pelos direitos dos outros.
Isso inclui quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrar em brigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis e indiferença às consequências de suas ações.
Para aumentar a confusão, a seção no DSM sobre transtorno de personalidade antissocial menciona traços de psicopatia (e sociopatia). Em outras palavras, de acordo com o DSM, os traços são parte do transtorno de personalidade antissocial, mas não são transtornos mentais em si.
A primeira descrição formal de traços de psicopatia foi feita pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley, em seu livro "The Mask of Sanity", de 1941.
Ele baseou sua descrição em observações clínicas de nove pacientes do sexo masculino em um hospital psiquiátrico. Ele identificou várias características-chave, incluindo charme superficial, falta de confiabilidade e falta de remorso ou vergonha.
O psicólogo canadense e professor Robert Hare refinou essas características enfatizando aspectos interpessoais, emocionais e de estilo de vida, além dos comportamentos antissociais listados no DSM.
Quando reunimos todas essas vertentes de evidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, mostra charme superficial, é grandioso e é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem falta de emoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceitar responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros.
Finalmente, um psicopata fica entediado facilmente, se aproveita dos outros, não tem objetivos e é persistentemente irresponsável em suas ações.

E um sociopata?

O termo sociopata apareceu pela primeira vez na década de 1930 e foi atribuído ao psicólogo americano George Partridge. Ele enfatizou as consequências sociais do comportamento que comumente viola os direitos dos outros.
Acadêmicos e clínicos frequentemente usavam os termos sociopata e psicopata de forma intercambiável. Mas alguns preferiam o termo sociopata porque diziam que o público às vezes confundia a palavra psicopata com psicose.
"Distúrbio de personalidade sociopática" foi o termo usado na primeira edição do DSM em 1952. E se alinhava a visões predominantes na época, de que os comportamentos antissociais eram em grande parte o produto do ambiente social e que os comportamentos só eram julgados como desviantes se quebrassem regras sociais, legais e/ou culturais.
Algumas dessas primeiras descrições de sociopatia estão mais alinhadas com o que hoje chamamos de transtorno de personalidade antissocial. Outras estão relacionadas a características emocionais semelhantes à definição de psicopata de Cleckley, de 1941.
Em resumo, pessoas diferentes tinham ideias distintas sobre sociopatia e, mesmo hoje, a sociopatia é menos bem definida do que a psicopatia. Portanto, não há uma definição única de sociopatia, ainda hoje. Mas, em geral, os comportamentos antissociais que a caracterizam podem ser semelhantes aos que vemos na psicopatia.
Ao longo das décadas, o termo sociopatia caiu em desuso. A partir do final dos anos 60, os psiquiatras passaram a usar o termo transtorno de personalidade antissocial.

Nato ou adquirido?

Tanto a "sociopatia" (o que agora chamamos de transtorno de personalidade antissocial) quanto a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gama de causas de desenvolvimento, biológicas e psicológicas.
Por exemplo, pessoas com traços psicopáticos têm certas diferenças cerebrais, especialmente em regiões associadas a emoções, inibição de comportamento e resolução de problemas. Elas também parecem ter diferenças relacionadas ao sistema nervoso, incluindo uma frequência cardíaca reduzida.
A sociopatia e seus comportamentos antissociais são, no entanto, um produto do ambiente social de alguém e tende a ocorrer na família. Esses comportamentos têm sido associados a abuso físico e conflito parental.

Quais são as consequências?

Apesar de suas representações fictícias — como Hannibal Lecter em "O Silêncio dos Inocentes" ou Villanelle na série de TV "Killing Eve" — nem todas as pessoas com psicopatia ou traços de sociopatia são serial killers ou fisicamente violentas.
Mas a psicopatia prevê uma ampla gama de comportamentos prejudiciais. No sistema de justiça criminal, a psicopatia está fortemente ligada à reincidência, particularmente de natureza violenta.
Na população em geral, a psicopatia está associada à dependência de drogas, falta de moradia e a outros transtornos de personalidade. Algumas pesquisas até mostraram que a psicopatia previa o não cumprimento das restrições da COVID-19.
Mas a sociopatia é menos estabelecida como um fator de risco-chave na identificação de pessoas com maior risco de danos a outras pessoas. E a sociopatia não é um indicador confiável de comportamento antissocial futuro.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2yngjdvdlo)



Em relação à sociopatia e à psicopatia, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3055346 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Qual a diferença entre um psicopata e um sociopata?

Artigos sobre pessoas que não se comportam bem e como identificá-las são comuns. Você não precisa jogar no Google ou rolar a tela por muito tempo para encontrar manchetes como "7 sinais de que seu chefe é um psicopata" ou "Como evitar o sociopata ao lado".
Você verá frequentemente os termos psicopata e sociopata usados de forma intercambiável. Isso se aplica talvez ao personagem fictício com mal comportamento mais famoso de todos − Hannibal Lecter, o serial killer canibal de "O Silêncio dos Inocentes".
No livro em que o filme é baseado, Lecter é descrito como um "sociopata puro". Mas no filme ele é descrito como um "psicopata puro". Psiquiatras o diagnosticaram com algo totalmente diferente.
Então, qual é a diferença entre um psicopata e um sociopata? 

O que é um psicopata?

A psicopatia é mencionada na literatura psiquiátrica desde os anos 1800. Mas a última edição do "Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders" (conhecido coloquialmente como DSM) não a lista como um transtorno clínico reconhecido.
Desde a década de 1950, os rótulos mudaram e termos como "distúrbio de personalidade sociopática" foram substituídos por transtorno de personalidade antissocial, que é o que usamos hoje.
Alguém com transtorno de personalidade antissocial tem um desrespeito persistente pelos direitos dos outros.
Isso inclui quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrar em brigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis e indiferença às consequências de suas ações.
Para aumentar a confusão, a seção no DSM sobre transtorno de personalidade antissocial menciona traços de psicopatia (e sociopatia). Em outras palavras, de acordo com o DSM, os traços são parte do transtorno de personalidade antissocial, mas não são transtornos mentais em si.
A primeira descrição formal de traços de psicopatia foi feita pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley, em seu livro "The Mask of Sanity", de 1941.
Ele baseou sua descrição em observações clínicas de nove pacientes do sexo masculino em um hospital psiquiátrico. Ele identificou várias características-chave, incluindo charme superficial, falta de confiabilidade e falta de remorso ou vergonha.
O psicólogo canadense e professor Robert Hare refinou essas características enfatizando aspectos interpessoais, emocionais e de estilo de vida, além dos comportamentos antissociais listados no DSM.
Quando reunimos todas essas vertentes de evidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, mostra charme superficial, é grandioso e é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem falta de emoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceitar responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros.
Finalmente, um psicopata fica entediado facilmente, se aproveita dos outros, não tem objetivos e é persistentemente irresponsável em suas ações.

E um sociopata?

O termo sociopata apareceu pela primeira vez na década de 1930 e foi atribuído ao psicólogo americano George Partridge. Ele enfatizou as consequências sociais do comportamento que comumente viola os direitos dos outros.
Acadêmicos e clínicos frequentemente usavam os termos sociopata e psicopata de forma intercambiável. Mas alguns preferiam o termo sociopata porque diziam que o público às vezes confundia a palavra psicopata com psicose.
"Distúrbio de personalidade sociopática" foi o termo usado na primeira edição do DSM em 1952. E se alinhava a visões predominantes na época, de que os comportamentos antissociais eram em grande parte o produto do ambiente social e que os comportamentos só eram julgados como desviantes se quebrassem regras sociais, legais e/ou culturais.
Algumas dessas primeiras descrições de sociopatia estão mais alinhadas com o que hoje chamamos de transtorno de personalidade antissocial. Outras estão relacionadas a características emocionais semelhantes à definição de psicopata de Cleckley, de 1941.
Em resumo, pessoas diferentes tinham ideias distintas sobre sociopatia e, mesmo hoje, a sociopatia é menos bem definida do que a psicopatia. Portanto, não há uma definição única de sociopatia, ainda hoje. Mas, em geral, os comportamentos antissociais que a caracterizam podem ser semelhantes aos que vemos na psicopatia.
Ao longo das décadas, o termo sociopatia caiu em desuso. A partir do final dos anos 60, os psiquiatras passaram a usar o termo transtorno de personalidade antissocial.

Nato ou adquirido?

Tanto a "sociopatia" (o que agora chamamos de transtorno de personalidade antissocial) quanto a psicopatia têm sido associadas a uma ampla gama de causas de desenvolvimento, biológicas e psicológicas.
Por exemplo, pessoas com traços psicopáticos têm certas diferenças cerebrais, especialmente em regiões associadas a emoções, inibição de comportamento e resolução de problemas. Elas também parecem ter diferenças relacionadas ao sistema nervoso, incluindo uma frequência cardíaca reduzida.
A sociopatia e seus comportamentos antissociais são, no entanto, um produto do ambiente social de alguém e tende a ocorrer na família. Esses comportamentos têm sido associados a abuso físico e conflito parental.

Quais são as consequências?

Apesar de suas representações fictícias — como Hannibal Lecter em "O Silêncio dos Inocentes" ou Villanelle na série de TV "Killing Eve" — nem todas as pessoas com psicopatia ou traços de sociopatia são serial killers ou fisicamente violentas.
Mas a psicopatia prevê uma ampla gama de comportamentos prejudiciais. No sistema de justiça criminal, a psicopatia está fortemente ligada à reincidência, particularmente de natureza violenta.
Na população em geral, a psicopatia está associada à dependência de drogas, falta de moradia e a outros transtornos de personalidade. Algumas pesquisas até mostraram que a psicopatia previa o não cumprimento das restrições da COVID-19.
Mas a sociopatia é menos estabelecida como um fator de risco-chave na identificação de pessoas com maior risco de danos a outras pessoas. E a sociopatia não é um indicador confiável de comportamento antissocial futuro.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2yngjdvdlo)



Analise as afirmativas e identifique a INCORRETA:
Alternativas
Q1737772 Direito Constitucional
É correto afirmar de acordo com a Constituição Federal.
Alternativas
Q1737771 Direito Constitucional
É correto afirmar acerca das ações constitucionais.
Alternativas
Q1737770 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Itajaí, é correto afirmar.
Alternativas
Q1737769 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Itajaí, é de iniciativa privativa do Prefeito a lei que:
1. disponha a Guarda Municipal. 2. disponha sobre a criação de cargos e funções nos poderes do Município. 3. crie órgão da administração pública municipal. 4. disponha sobre a remuneração no âmbito do Município.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1737768 Direito Constitucional
É correto afirmar de acordo com a Constituição Federal.
Alternativas
Q1737767 Direito Ambiental
É correto afirmar sobre a repartição de competências federativas em matéria ambiental.
Alternativas
Q1737766 Direito Constitucional
É correto afirmar sobre o Conselho Nacional de Justiça.
Alternativas
Q1737765 Direito Constitucional
É correto afirmar, acerca da eficácia das normas constitucionais.
Alternativas
Q1737764 Direito Civil
De acordo com a Constituição Federal são requisitos do usucapião urbano:
1. Utilização para sua moradia ou de sua família. 2. Área urbana de até 250 metros quadrados. 3. Posse mansa, pacífica e ininterrupta por 5 anos. 4. Não ter sido proprietário de imóvel rural ou urbano.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1737763 Direitos Humanos
É correto afirmar sobre a aplicação de tratados internacionais em matéria de direitos humanos.
Alternativas
Q1737762 Direito Administrativo
A respeito dos bens públicos, é correto afirmar que aqueles não destinados à utilização imediata do povo, nem aos usuários de serviços ou beneficiários diretos de atividades, a exemplo de terras devolutas ou terras de marinha, são chamados:
Alternativas
Respostas
1561: D
1562: D
1563: C
1564: B
1565: D
1566: C
1567: A
1568: D
1569: D
1570: B
1571: A
1572: E
1573: A
1574: D
1575: B
1576: E
1577: C
1578: A
1579: D
1580: A