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Q3876169 Matemática
Em uma cidade, o trem expresso parte a cada 12 minutos, o trem local parte a cada 16 minutos e o trem do subúrbio parte a cada 20 minutos. Se todos os trens partirem ao mesmo, em quanto tempo todos partirão novamente juntos?
Alternativas
Q3876168 Raciocínio Lógico
Em uma competição de dança, há 6 casais competindo na grande final. Se cada casal precisa se apresentar em uma ordem específica, de quantas maneiras diferentes podemos organizar as apresentações?
Alternativas
Q3876167 Português
Qual das alternativas é constituída apenas por palavras proparoxítonas?
Alternativas
Q3876166 Português
Assinalar a alternativa que apresenta o erro de construção do trecho a seguir.

Nem todos têm a mesma sorte: enquanto o novo médico assiste o paciente, nós assistimos um filme na televisão.
Alternativas
Q3876165 Português
Considerar o enunciado a seguir.

Sempre faço limpeza de final de ano na casa em que eu moro.

O pronome relativo sublinhado poderia ser substituído, mantendo o mesmo sentido e a correção gramatical, por:
Alternativas
Q3876164 Português
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos


     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 

   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.

   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Quantas vírgulas devem ser empregadas no enunciado abaixo?

“Embora muitos pensem que estabelecer metas de ano novo seja uma tradição recente tal ritual tem raízes na Babilônia ou seja há registros dessa prática desde a Antiguidade”.
Alternativas
Q3876163 Português
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos


     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 

   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.

   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
No trecho: “[...] um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas”, a flexão da forma verbal sublinhada, na terceira pessoa do singular, justifica-se pela sua concordância com:
Alternativas
Q3876162 Português
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos


     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 

   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.

   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Analisar o trecho a seguir.

Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

No trecho, o elemento linguístico sublinhado faz referência a: 
Alternativas
Q3876161 Português
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos


     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 

   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.

   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Em “[...] dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor”, considerandose apenas a correção gramatical, o sinal indicativo de crase deverá ser obrigatoriamente acrescentado ao “a” em destaque caso os termos sublinhados sejam substituídos por:
Alternativas
Q3876160 Português
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos


     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 

   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.

   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Nos trechos “[...] mas que tem raízes surpreendentemente antigas” (1º parágrafo) e “Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais [...]” (7º parágrafo), os elementos linguísticos sublinhados exercem, correta e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3876159 Português
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos


     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 

   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.

   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Em “A tradição [...] remonta a quase 4 mil anos”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na frase:
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Q3876158 Português
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos


     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 

   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.

   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.

Em relação às ideias apresentadas no texto, analisar os itens.



I. Tanto na contemporaneidade quanto no tempo dos reis da Babilônia, as metas de ano novo trazem em sua essência a esperança de melhoria pessoal.


II. Um juramento público não cumprido por um rei da Babilônia marcou o início do que se considera hoje como metas de ano novo.


III. O estabelecimento do primeiro dia de janeiro como início de um novo ano, com a inserção de atitudes práticas de renovação, deu-se com os povos romanos.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3875462 Pedagogia
O estudo dos fenômenos cíclicos da Terra e do Universo constitui objeto de conhecimento dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. A Terra demora aproximadamente 365 dias e 6 horas, ou seja, um ano, para dar uma volta completa em torno:
Alternativas
Q3875461 Pedagogia
A respeito da alfabetização nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A alfabetização é responsabilidade do componente curricular de Língua Portuguesa, não cabendo aos demais componentes a mediação de práticas de alfabetização.
( ) A compreensão de textos é o propósito da leitura. Tratase de um processo intencional e ativo, desenvolvido mediante o emprego de estratégias de compreensão.
( ) O progresso nos níveis de produção escrita acontece à medida que se consolida a alfabetização e se avança na literacia. Para crianças mais novas, escrever ajuda a reforçar a consciência fonêmica e a instrução fônica.
Alternativas
Q3875460 Pedagogia
Sobre a ludicidade na Educação Infantil, analisar os itens.

I. O brincar favorece o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e motor.
II. A ludicidade deve ser utilizada apenas como recurso complementar ao ensino formal.
III. As brincadeiras constituem linguagem própria da infância.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3875459 Pedagogia
Como primeira etapa da Educação Básica, a Educação Infantil é o início e o fundamento do processo educacional. Nos termos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), na Educação Infantil, os eixos estruturantes das práticas pedagógicas são:
Alternativas
Q3875458 Pedagogia
O combate ao bullying nas escolas deve estar em consonância com os princípios da Educação em Direitos Humanos, que defendem a dignidade, a igualdade e o respeito às diferenças. Nesse contexto, cabe ao trabalho pedagógico:
Alternativas
Q3875457 Pedagogia
A interação entre escola, família e comunidade, conforme previsto na Constituição Federal de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e nas Diretrizes Curriculares Nacionais, é entendida como um(a):
Alternativas
Q3875456 Pedagogia
Wallon foi um médico francês, psiquiatra, psicólogo e educador. Dentre as principais características de sua corrente de pensamento, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3875455 Pedagogia
Ao longo da história da educação no Brasil, diferentes abordagens pedagógicas vêm permeando a prática nas escolas. Considerando as teorias críticas da educação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
41: D
42: D
43: B
44: D
45: B
46: C
47: D
48: A
49: C
50: B
51: A
52: C
53: B
54: D
55: C
56: B
57: B
58: C
59: A
60: D