Questões de Concurso Para prefeitura de arraial do cabo - rj

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Q3952135 Redes de Computadores
No que diz respeito às redes de computadores com acesso à internet, na maioria das vezes em que um celular, um microcomputador ou um notebook faz uma solicitação de conexão com a rede, um protocolo passa a atuar, sendo responsável por atribuir ao solicitante um endereço IP e demais parâmetros necessários. Esse protocolo de configuração, corresponde a um serviço que opera na atribuição dinâmica do IP. Sem que o usuário perceba, ao se conectar em uma rede, esse serviço fornece automaticamente endereço IP, máscara de sub-rede, Gateway Padrão, para que o dispositivo do usuário possa utilizar a rede e obter acesso aos recursos disponibilizados nela e acesso à internet, se houver.
Esse protocolo ou serviço é conhecido pela sigla: 
Alternativas
Q3952134 Noções de Informática
Atualmente, com o objetivo de garantir a integridade e a proteção dos dados, é de fundamental importância a realização de cópias de segurança, uma atividade que, por suas características, utiliza dois dispositivos de armazenamento bem conhecidos, o primeiro só opera exclusivamente na entrada de dados e o segundo, tanto na entrada como na saída dos dados, mas em momentos distintos.
A alternativa que apresenta corretamente o nome pelo qual é conhecida essa atividade e as denominações para esses dois dispositivos é a seguinte: 
Alternativas
Q3952133 Banco de Dados
No que se relaciona a um banco de dados, dois termos se revestem de importância. O primeiro se refere à duplicação de dados em diferentes locais ou formatos, o que ajuda a garantir a integridade e a disponibilidade dos dados. O segundo está associado à propriedade que garante que as transações realizadas no banco de dados mantenham a integridade dos dados, evitando que informações sejam alteradas indevidamente. Ambas as práticas são fundamentais para o gerenciamento eficaz de dados, pois a primeira protege contra falhas de hardware e ataques, ao passo que a segunda assegura que as informações permaneçam válidas e atualizadas.
Esses termos são conhecidos, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3952132 Noções de Informática
Uma apresentação de slides foi criada no Powerpoint do pacote MS Office 2024 BR, em um notebook com Windows 11 BR (x64). No processo de revisão, foi observado que a citação “Araial do Cabo” havia sido digitada com um r só em vez de rr. Para corrigir o erro, um atalho de teclado foi executado, que fez surgir na tela a janela da figura abaixo. 
35.png (304×129)
Por meio desse procedimento, o erro foi corrigido. Nesse contexto, o atalho de teclado foi:  
Alternativas
Q3952130 Noções de Informática
No uso dos recursos do Word do pacote MS Office 2024 BR, em um notebook com Windows 11 BR (x64), dois procedimentos foram realizados. No primeiro, após posicionar o cursor do mouse no início do texto em digitação, uma tecla de função foi pressionada com o objetivo de verificar a ortografia e gramática. No segundo, após selecionar o título do documento, o ícone 33.png (48×42) foi acionado, por meio do cursor do mouse, para aplicar um tipo de alinhamento suportado por esse editor de textos.
A tecla de função e o tipo de alinhamento constam, respectivamente, da seguinte alternativa: 
Alternativas
Q3952129 Noções de Informática
Na operação de um notebook Intel com Windows 11 BR (x64), é possível executar diversos atalhos de teclado que permitem aumentar a produtividade no uso de funcionalidades do sistema operacional. Convém destacar que um permite mostrar/ocultar a Área de Trabalho, enquanto outro possibilita abrir a janela de Configurações. Esses atalhos de teclado são conhecidos, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3952128 Noções de Informática
Atualmente, a sigla USB tornou-se um padrão universal de conexão por cabo que permite transmissão de dados entre dispositivos variados, como celulares, PCs, TVs e acessórios. As especificações da tecnologia também permitem que uma conexão USB forneça alimentação elétrica ou faça recarga de bateria. Convém destacar que há diversas modalidades de conectores USB, sendo os tipos A, Mini USB e C indicados, respectivamente, na seguinte alternativa:
Alternativas
Q3952120 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos.

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”). 

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional? 

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025.
As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. (2º parágrafo)
A declaração feita na frase acima esclarece a seguinte expressão usada anteriormente no 2º parágrafo:
Alternativas
Q3952119 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos.

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”). 

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional? 

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025.
O radical adult- está presente em invenções vocabulares recentes, utilizadas no texto. Dentre elas, aquela formada por processo de composição é:
Alternativas
Q3952118 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos.

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”). 

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional? 

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025.
No texto, o autor aborda um processo social que envolve a relação entre idade e comportamento. No que diz respeito ao tempo cronológico, tal processo pode ser explicado como uma forma de: 
Alternativas
Q3952117 Legislação Estadual
A gestão de desastres no Estado do Rio de Janeiro exige uma articulação precisa entre o Município atingido e os órgãos estaduais para a solicitação de recursos destinados às ações de resposta e recuperação. No fluxo procedimental estabelecido para o apoio financeiro e material, a formalização do evento adverso deve observar critérios técnicos de intensidade e impacto local. Considerando as normas que regem o Sistema Estadual de Defesa Civil (SIEDEC), é uma informação verdadeira sobre o trâmite necessário para o apoio estadual:  
Alternativas
Q3952116 Engenharia Civil
Em uma situação de socorro em que a Defesa Civil chega primeiro ao local de um desastre estrutural com vítimas, a primeira atitude do agente, visando garantir o êxito da operação, deve ser:
Alternativas
Q3952115 Administração Pública
A tramitação de processos na Administração Pública de Arraial do Cabo deve observar limites de volume para garantir a segurança física dos documentos. Quando um processo atinge um número excessivo de páginas, dificultando o manuseio, a norma administrativa prevê uma ação específica de organização. Sobre o tema, é verdadeira a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3952114 Direito Administrativo
Durante a instrução de um processo administrativo, o agente público pode precisar realizar ajustes na estrutura dos volumes para facilitar o manuseio ou corrigir erros de montagem. O procedimento de retirada de peças ou documentos de um processo, mediante justificativa, recebe uma denominação técnica própria e está corretamente definido na seguinte alternativa: 
Alternativas
Q3952113 Arquivologia
O gerenciamento de processos administrativos exige o cumprimento de ritos técnicos para garantir a integridade e a ordem cronológica dos documentos. No cotidiano da Defesa Civil, a união definitiva de um processo a outro, por haver dependência ou relação direta entre os assuntos, segue uma norma específica de registro. Das alternativas abaixo, aquela que apresenta uma informação verdadeira acerca desses ritos técnicos é a seguinte: 
Alternativas
Q3952112 Direito Administrativo
A Administração Pública utiliza diferentes espécies de atos para organizar o serviço e manifestar sua vontade. Os atos ordinatórios, por exemplo, visam disciplinar o funcionamento dos órgãos e a conduta funcional dos servidores, sendo ferramentas essenciais para a hierarquia administrativa municipal. A alternativa que apresenta corretamente a definição de um desses atos é:
Alternativas
Q3952111 Direito Administrativo
Os atos administrativos podem ser classificados de diversas formas, sendo os atos vinculados e os atos discricionários categorias fundamentais. No exercício da função de agente de defesa civil, a aplicação dessas categorias depende da margem de liberdade que a lei confere ao agente público para decidir sobre a melhor conduta. No que diz respeito aos atos vinculados e discricionários, é correta a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3952110 Engenharia Civil
Durante o monitoramento de áreas de risco em encostas, o agente de defesa civil identifica “fendas no terreno, inclinação de árvores ou postes e surgimento de trincas nas paredes das casas”. Esses sinais são indicadores típicos de um processo de:
Alternativas
Q3952109 Noções de Primeiros Socorros
Após a ocorrência de um desastre, o agente de defesa civil deve realizar a avaliação dos danos e prejuízos. No que se refere aos danos humanos, as pessoas que apresentam ferimentos leves e não necessitam de internação hospitalar prolongada são consideradas:
Alternativas
Q3952108 Administração Pública
A gestão de proteção e defesa civil é composta por um conjunto de ações preventivas, de socorro, assistenciais e recuperativas. De acordo com a doutrina nacional, a fase que compreende o conjunto de medidas destinadas a reduzir a ocorrência de desastres ou a minimizar a sua intensidade é denominada: 
Alternativas
Respostas
61: A
62: B
63: D
64: C
65: D
66: A
67: C
68: D
69: D
70: C
71: B
72: A
73: D
74: C
75: B
76: D
77: C
78: A
79: C
80: A