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Q4325200 Matemática Financeira
Um fundo de pesquisa recebe R$ 70.000,00 em uma aplicação que rende juros simples de 2% ao mês durante oito meses. Paralelamente, R$ 130.000,00 são aplicados a juros compostos de 1,5% ao mês pelo mesmo período. Ao final, incide tributo de 10% calculado somente sobre os juros produzidos pela segunda aplicação, além de taxa administrativa de 2% sobre o montante bruto das duas aplicações. Considere que todos os cálculos sejam efetuados sem arredondamento intermediário e que o resultado final seja arredondado para centavos. Nessas condições, o valor líquido resgatável será de aproximadamente:
Alternativas
Q4325199 Matemática
Uma autarquia compara duas propostas para a manutenção preventiva de seus equipamentos. Para determinado número inteiro de lotes contratados, a diferença entre os custos totais das propostas, expressa em centenas de reais, é modelada pela função D(x) = x² − 10x + 21. O ponto de equilíbrio entre as propostas ocorre quando essa diferença é nula. Em contratação complementar, a equipe dispõe de preço de referência de R$ 3.600,00 para um conjunto de serviços e negocia desconto de 10% sobre esse valor. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4325198 Português



Disponível em https://www.estadao.com.br/cultura/quadri nhos/ acesso em 01 de setembro de 2026. 

Na tirinha, a expressão “pelo menos por enquanto”, associada à seção “Ficção científica”, produz o efeito de
Alternativas
Q4325197 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
TODOS OS ELEMENTOS COESIVOS SEQUENCIAIS FORMAIS MARCADOS apresentam a função coesiva anafórica e, além disso, exercem também, uma função sintática na oração em que se inserem, EXCETO:
Alternativas
Q4325196 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
Estão analisados corretamente, conforme a Sintaxe da Língua Portuguesa, os termos da alternativa: 
Alternativas
Q4325195 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
No excerto: “Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.” O recurso argumentativo, empregado formalmente, conforme a morfologia da língua, baseia-se numa relação semântica de
Alternativas
Q4325194 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
Julgue os itens a seguir:


I. “Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?” – Nesse período, o uso da vírgula é obrigatório, pois separa uma oração que apresenta função sintática de adjunto adverbial.

II. “Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.”. A oração subordinada apresenta um conectivo formal “ainda assim” cuja relação semântica indica um valor concessivo.
III. “O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas o volume investido, mas o critério da decisão.” - O elemento coesivo formal é uma conjunção adversativa, nesse contexto introduz uma oração coordenativa sindética adversativa.
IV. “Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?” o período composto apresenta três orações subordinadas.

Estão corretos apenas os itens:
Alternativas
Q4325192 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
Ao recorrer a exemplos da saúde, da educação e da assistência social, o autor
Alternativas
Q4325191 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
No trecho “Proponho o termo ‘filantropia recreativa’”, a primeira pessoa produz o efeito de
Alternativas
Q4325189 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
A concepção de filantropia defendida no texto pressupõe 
Alternativas
Q4324656 História e Geografia de Estados e Municípios
A formação administrativa de Tanque do Piauí envolveu diferentes etapas, desde sua condição de povoado até a instalação do município. Com base nas informações do IBGE, analise as afirmativas:

I. Tanque do Piauí foi elevado à categoria de município e distrito pela Lei Estadual nº 4.810, de 14 de dezembro de 1995.
II. A instalação do município ocorreu em 1º de janeiro de 1997.
III. A Lei Estadual nº 5.077, de 6 de julho de 1999, alterou a lei de criação do município.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4324655 Geografia
Nas últimas décadas, a economia nordestina passou por transformações expressivas: consolidou-se a fruticultura irrigada no eixo Petrolina (PE)–Juazeiro (BA), no vale do São Francisco; expandiram-se os complexos industrial-portuários de Suape (PE) e do Pecém (CE); avançou a produção de grãos no oeste da Bahia e no sul do Piauí e do Maranhão, na fronteira agrícola conhecida como MATOPIBA; e cresceu o turismo litorâneo. Ao mesmo tempo, amplas áreas do semiárido conservam indicadores sociais desfavoráveis. Sobre a dinâmica socioeconômica descrita, assinale a alternativa que a analisa corretamente. 
Alternativas
Q4324654 Geografia
Um professor do 5º ano apresenta à turma a descrição de uma porção do território nordestino: faixa de transição entre o domínio amazônico, a oeste, e o semiárido, a leste, com pluviosidade que decresce nesse mesmo sentido; cobertura vegetal marcada por palmeiras, com destaque para o extrativismo do babaçu e da carnaúba; e forte vínculo com a bacia hidrográfica do rio Parnaíba, que baliza a divisa entre dois estados da região. Considerando a divisão do Nordeste em subregiões e seus aspectos físicos, econômicos e humanos, a qual sub-região corresponde a descrição apresentada e que características a distinguem das demais?
Alternativas
Q4324653 Pedagogia
Em reunião de estudo da Lei nº 9.394/1996, professores dos anos iniciais analisam dispositivos relativos à duração e aos objetivos do ensino fundamental, à carga horária da educação básica, às formas de classificação dos alunos e à jornada escolar. Com base no texto vigente da LDB, julgue as afirmativas a seguir.

I. O ensino fundamental obrigatório, com duração de nove anos, inicia-se aos seis anos de idade e tem por objetivo a formação básica do cidadão, mediante, entre outros aspectos, o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo.
II. Na educação básica, a carga horária mínima anual será de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, computado nesse total o tempo reservado aos exames finais, quando houver.
III. A classificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, pode ser feita por promoção, por transferência ou, independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato.
IV. A jornada escolar no ensino fundamental incluirá pelo menos seis horas de trabalho efetivo em sala de aula, sendo progressivamente ampliada até alcançar, em caráter imediato, o regime de tempo integral em toda a rede pública.

Está correto apenas o que se afirma em: 
Alternativas
Q4324652 Direito Constitucional
A mãe de uma criança de quatro anos procura a secretaria municipal de educação para matriculá-la na pré-escola e recebe resposta negativa, fundada em limitações orçamentárias. O servidor acrescenta que a obrigatoriedade escolar teria início aos seis anos, no ensino fundamental, e que a concessão de vaga na educação infantil dependeria de juízo de conveniência da administração. Considerando o regime constitucional da educação inscrito na Constituição Federal de 1988, especialmente os artigos 208 e 211, como se qualifica juridicamente a situação descrita? 
Alternativas
Q4324651 Pedagogia
Uma escola pública inicia a elaboração de seu Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE) e, na primeira reunião, a equipe diverge sobre a natureza do instrumento: há quem o confunda com o regimento interno, quem o reduza a plano de aplicação de recursos financeiros e quem o veja como substituto do projeto pedagógico. Coube à coordenação esclarecer o conceito, as etapas de construção e a relação do PDE com os demais instrumentos de gestão da instituição. Sobre a natureza e a função do Plano de Desenvolvimento da Escola, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4324650 Pedagogia
Recém-empossado, o diretor de uma escola pública municipal contrata assessoria externa e elabora, em gabinete, o projeto pedagógico da instituição, encaminhando o documento pronto ao corpo docente somente para registro de ciência, sem submetê-lo ao conselho escolar nem abrir espaço de discussão com as famílias e os estudantes. Questionado, alega que a medida agiliza o trabalho e assegura qualidade técnica ao texto. À luz dos dispositivos da Lei nº 9.394/1996 sobre gestão democrática e sobre as incumbências das escolas e dos docentes, como se avalia essa conduta?
Alternativas
Q4324649 Pedagogia
Homologada em 2017, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino fundamental passou a orientar a revisão dos currículos das redes de ensino de todo o país, inclusive quanto ao tratamento da alfabetização nos anos iniciais. Em uma reunião de estudo, professores de uma escola municipal divergem sobre a natureza do documento: alguns o tratam como sugestão facultativa, outros como currículo pronto que dispensa elaborações locais. Considerando o caráter da BNCC, sua relação com os currículos e suas orientações para os anos iniciais, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4324647 Pedagogia
Elaborados na década de 1990 pelo Ministério da Educação, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) tornaram-se referência para o debate curricular brasileiro, propondo fundamentos, objetivos, conteúdos e orientações didáticas para o ensino fundamental, além de introduzirem o tratamento de questões sociais por meio dos temas transversais. Considerando o histórico, os princípios e os fundamentos desse documento, julgue as afirmativas a seguir.

I. Os PCN configuram referencial curricular de adesão flexível, destinado a subsidiar a elaboração e a revisão das propostas curriculares de estados, municípios e escolas, com respeito às diversidades regionais e aos projetos pedagógicos locais.
II. Os temas transversais, como ética, saúde, meio ambiente, pluralidade cultural e orientação sexual, perpassam as áreas do conhecimento, por tratarem de questões sociais relevantes que não se esgotam nos limites de uma disciplina específica.
III. Ao serem publicados, os PCN instituíram matriz curricular de observância compulsória em todo o território nacional, com habilidades codificadas por ano de escolaridade e força normativa equivalente à da atual Base Nacional Comum Curricular.
IV. Entre os princípios pedagógicos assumidos pelos PCN figuram a autonomia, a interação e a cooperação, articulados ao compromisso do ensino fundamental com a formação para a cidadania.

Está correto apenas o que se afirma em:
Alternativas
Q4324645 Pedagogia
Durante a semana pedagógica, a equipe de uma escola municipal debate a diferença entre planejamento e plano de ensino, bem como os componentes que estruturam esse último e a sua relação com o projeto pedagógico da instituição. Parte do grupo sustenta que planejar se resume a preencher formulários no início do ano; outra parte defende que o planejamento acompanha toda a ação docente e se revisa continuamente. Sobre plano e planejamento de ensino e seus componentes, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
21: D
22: C
23: C
24: D
25: A
26: D
27: C
28: E
29: D
30: C
31: D
32: D
33: B
34: C
35: E
36: A
37: D
38: B
39: E
40: D