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( ) Enquanto estiver trafegando, nunca girar a chave do interruptor para a posição desligado.
( ) Nas máquinas pá carregadeiras, caso seja necessário, operar a alavanca de controle do equipamento de trabalho, em regra, primeiro deve-se parar a máquina e então operar a alavanca.
( ) Quando deslocar-se em terreno acidentado, deve-se trafegar em baixa velocidade, sem mudar de direção bruscamente.
( ) Ao trafegar sobre declives, não se deve trocar de marchas ou colocar a transmissão em neutro.
I. Não configura infração de trânsito dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública.
II. Atirar do veículo ou abandonar na via objetos, não causa a apreensão do veículo.
III. Configura infração gravíssima, ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível.
IV. Comete infração leve, estacionar o veículo afastado da guia da calçada (meio-fio) de cinquenta centímetros a um metro.
( ) Nas interseções e suas proximidades, o condutor não poderá efetuar ultrapassagem. ( ) Nas vias providas de acostamento, a conversão à esquerda e a operação de retorno são proibidas. ( ) O condutor utilizará o pisca alerta em imobilizações ou situações de emergência. ( ) Nenhum condutor deverá frear bruscamente seu veículo, salvo por razões de segurança.
“Nas localidades _________, quando for detectada a presença do vetor, deverá ser realizada a _________, ou seja, a partir do foco encontrado, serão realizados a pesquisa larvária e o tratamento focal em _________ dos imóveis incluídos em um raio de _________, abrindo-se novos raios a cada foco detectado.” (Ministério da Saúde, 2009)
( ) O controle químico consiste no uso de substâncias químicas – inseticidas – para o controle do vetor nas fases larvária e adulta.
( ) A utilização de inseticidas em saúde pública tem por base normas técnicas e operacionais oriundas de um grupo de especialistas em praguicidas da Organização Mundial de Saúde (OMS), que preconiza os princípios ativos desses produtos e recomenda as doses para os vários tipos de tratamento disponíveis.
( ) É fundamental o uso racional e seguro dos inseticidas nas atividades de controle vetorial, tendo em vista que o seu uso indiscriminado determina impactos ambientais, além da possibilidade de desenvolvimento da resistência dos vetores aos produtos.
( ) A aquisição de inseticidas para uso em saúde pública é de responsabilidade do Ministério da Saúde e está sustentada em uma política de gestão de insumos estratégicos, conforme determinação da Portaria MS/GM no 1.172, de 17 de junho de 2004, sendo permitido aos municípios a sua aquisição.