Questões de Concurso
Para prefeitura de mandirituba - pr
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I. Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras; para tais pessoas serão reservadas até 5% (cinco por cento) das vagas oferecidas no concurso.
II. Redistribuição é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede.
III. Quando o pagamento devido houver ocorrido no mês posterior ao do processamento da folha, a reposição será feita imediatamente, em uma única parcela.
IV. As vantagens pecuniárias não serão computadas, nem acumuladas, para efeito de concessão de quaisquer outros acréscimos pecuniários ulteriores, sob o mesmo título ou idêntico fundamento.
V. O prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar submetido ao rito sumário não excederá trinta dias, contados da data de publicação do ato que constituir a comissão, admitida a sua prorrogação por até quinze dias, quando as circunstâncias o exigirem.
Em consonância com o contido na Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988 e alterações, em seu Art. 24, “a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios disciplinarão por meio de lei os consórcios públicos e os convênios de cooperação entre os entes federados, autorizando a gestão associada de serviços públicos, bem como a transferência total ou parcial de encargos, serviços, pessoal e bens essenciais à continuidade dos serviços transferidos”. A partir deste comando institucional, abre-se a possibilidade de os entes federados participarem da chamada ______, que possui o nítido propósito de _____.
I. Até o artigo nono, deve-se adotar a numeração ordinal; a partir do artigo dez, emprega-se a numeração cardinal correspondente, seguida de ponto final.
II. As frases devem ser concisas.
III. Os artigos podem desdobrar-se, por sua vez, em parágrafos e incisos; os parágrafos em incisos; estes, em alíneas; e estas, em itens.
IV. O artigo conterá, unicamente, a norma geral, o princípio. As medidas complementares e as exceções deverão ser expressas por meio de parágrafos.
V. As expressões devem ser usadas em seu sentido corrente, compreendendo esse aspecto quando se tratar de assunto técnico, hipótese na qual será preferida a nomenclatura técnica, peculiar ao setor de atividades sobre o qual se pretende legislar.
I. O termo Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) engloba numerosos cenários da compressão (neurológica e vascular) na região do desfiladeiro torácico da cintura escapular. Assim, esta síndrome pode ser dividida em duas subclassificações: Síndrome do Desfiladeiro Torácico causada por fatores neurológicos e Síndrome do Desfiladeiro Torácico causada por problemas vasculares. Condições neurológicas e vasculares também podem ser observadas juntas.
II. Acredita-se que em grande parte dos casos de Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT), os sintomas resultantes são neurogênicos. Sendo assim a SDT neurogênica não específica é bastante comum, embora a sua prevalência seja difícil de estimar, devido à dificuldade do diagnóstico, pois, geralmente é um diagnóstico de exclusão, significando que todas as outras causas foram eliminadas. Jovens e adultos de meia idade são mais suscetíveis a SDT neurogênica não específica. A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) vascular é rara e ocorre com mais frequência em jovens, indivíduos muito ativos. Sendo que a SDT arterial ocorre igualmente entre homens e mulheres e a SDT venosa ocorre mais frequentemente em homens jovens.
III. A causa mais comum da Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) é distensão repetitiva por atividades dos membros superiores, vigorosas ou prolongadas, frequentemente combinadas com postura anormal. Atividades ou trabalho que requer uso repetitivo da mão ou punho pode ser a causa. Posições e posturas que ponham uma tensão aumentada nas estruturas vasculares da saída do tórax incluem: o uso prolongado do telefone, teclado ou escrever muito; má postura (ombros caídos ou postura em que a cabeça fica para frente); atividades prolongadas em que tenha que alcançar coisas acima da cabeça; carregar objetos pesados em excesso, como malas e bolsas de compras; e, usar um casaco pesado ou mochila que comprimam o ombro.
IV. São sinais e sintomas relevantes da Síndrome do Desfiladeiro Torácico arterial: frio no braço; peso no braço; diminuição ou ausência de pulso no braço; palidez no braço; perda de força ou fadiga por excesso de uso do braço; verdadeira vacilação do braço durante atividade (particularmente atividades acima da cabeça); pegada fraca; e, redução da função do dedo (dificuldade para pegar e carregar bolsas). São sinais e sintomas relevantes da Síndrome do Desfiladeiro Torácico venosa: inchaço no braço; edema no braço; cianose no braço; desconforto no braço ao realizar atividade.
V. São sinais e sintomas relevantes da Síndrome do Desfiladeiro Torácico neurogênica: falta de jeito com atividades manuais delicadas; fraqueza na pegada; dor no ombro posterior e anterior, que se estende ao meio do braço, antebraço e mão; dor na região da clavícula, que se estende à região occipital e mastoide (dores de cabeça podem ser bem fortes); e, dor no peito anterior.
( ) Os pacientes adultos mais jovens normalmente apresentam história de rigidez na região lombar e, uma história anterior de trauma pode predispor o paciente aos sintomas lombares atuais. Outros fatores de contribuição, como as discrepâncias de extensão das pernas, as lesões na extremidade inferior ou as atividades repetitivas também podem estar associadas à disfunção articular. Os pacientes adultos mais jovens também podem ter história de dor lombar que piorou progressivamente, além disso, o paciente também pode apresentar história anterior de trauma ou de instabilidade lombar.
( ) Pacientes adultos mais jovens podem relatar quadro de dor lombar unilateral que se irradia pela região glútea ipsilateral. Os pacientes podem relatar que começaram a sofrer de dores lombares depois de uma inclinação para trás e, quando voltaram à posição normal ereta, sentiram dor aguda que limitou seus movimentos desde então.
( ) Os sintomas geralmente diminuem com posições que exijam a extensão lombar junto com a inclinação e/ou rotação para o lado ipsilateral. Para outros os sintomas frequentemente são diminuídos por flexão lombar. Além disso, os sintomas geralmente são de natureza psicológica e há as atividades específicas que melhoram os sintomas e atividades específicas que pioram a dor.
( ) Adultos mais novos com artrite ou estenose articular geralmente relatam início insidioso de dor e rigidez lombar. Pacientes com estenose central ou lateral demonstram alta tolerância para posicionamentos ou atividades envolvendo extensão. Em pacientes com estenose lateral, a dor lombar e na região glútea pode ocorrer bilateralmente. Já, pacientes com estenose central podem relatar dor ou alterações sensoriais em uma ou ambas as extremidades, a dor pode se localizar acima das nádegas ou acima dos joelhos. E, em termos funcionais, a deambulação geralmente não é limitada pela dor lombar ou pela dor glútea, ou por ambas.
( ) Em adultos mais velhos, a estenose lombar é, em geral, um processo degenerativo com hipertrofia da lâmina, hipertrofia degenerativa das facetas ou enrugamento ou hipertrofia do ligamentum flavum. O disco intervertebral pode sofrer alterações degenerativas e, essa degeneração leva ao colapso do disco e à artrite da faceta, estreitando o forame intervertebral.
( ) A estenose lateral é o estreitamento do canal vertebral central e pode ser congênita ou adquirida. A estenose central é o estreitamento do forame intervertebral. A estenose lateral pode comprometer a medula espinal ou a cauda equina (saco dural), enquanto a estenose central pode comprometer a raiz do nervo ou os gânglios da raiz dorsal.