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O vigilante deve sempre utilizar luvas descartáveis ao prestar os primeiros socorros, independente de haver ferimentos abertos ou não, para evitar contaminações e proteger tanto a si mesmo quanto a vítima.
Em casos de queimaduras, o vigilante deve aplicar água corrente fria na área afetada por pelo menos 10 minutos para reduzir a dor e o risco de danos mais graves.
A Constituição de 1988, no Art. 5º, assegura a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, princípios que devem orientar a atuação do vigilante na prevenção e combate a incêndios.
A legislação brasileira permite que o vigilante utilize técnicas de imobilização em situações de legítima defesa, desde que respeitados os limites da necessidade e da proporcionalidade.
A obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é obrigatória para a regularização de edificações junto aos órgãos competentes, sendo imprescindível para a emissão do alvará de funcionamento, a contratação de seguros prediais e a realização de eventos públicos, mas não é exigida para a obtenção de financiamentos.
Os vigilantes devem estar familiarizados com a planta de risco do plano de emergência, que deve ser colocada em local visível e acessível para facilitar a evacuação durante uma emergência.
Em sistemas de segurança eletrônica, é aceitável que a instalação de eletrodutos rígidos metálicos seja realizada sem a utilização de luvas e buchas, desde que a fixação seja firme.
Em casos de fratura exposta, o vigilante deve tentar realinhar o osso antes de imobilizar a área afetada.
O vigilante deve estar pronto para usar medidas adequadas, como uma arma de choque elétrico, para parar ameaças e proteger a segurança dos clientes. Por exemplo, se um agressor armado com uma faca tentar atacar um cliente, o vigilante pode usar a arma de choque elétrico para imobilizá-lo e evitar ferimentos graves.
Somente edificações comerciais de grande porte precisam se adequar às normas de prevenção e combate a incêndios, excluindo-se as edificações residenciais e pequenas empresas.
Os vigilantes podem ignorar os treinamentos e simulações de evacuação, pois essas atividades são apenas para os funcionários administrativos.
Os vigilantes devem saber identificar os diferentes tipos de construções e ocupações detalhados no plano de emergência, para melhor coordenação em situações de risco.
A validade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é permanente, desde que nenhuma alteração estrutural seja feita na edificação.
Para a implantação de um sistema eletrônico de segurança, é essencial que o projeto contenha a lista de materiais, plantas e memorial de projeto.
A emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) é obrigatória para a validação de qualquer projeto de combate a incêndio.
Um vigilante de uma loja observa um indivíduo desarmado ir para cima de um cliente. Em resposta à ação do indivíduo, o vigilante pode utilizar uma armar de choque elétrico para deter a agressão.
No caso de uma vítima de engasgo que esteja consciente, o vigilante deve dar-lhe um copo de água para tentar ajudar a desobstruir a via aérea.
Em eventos públicos, vigilantes podem realizar revistas pessoais sem o consentimento dos indivíduos, para garantir a segurança do local.
Durante uma crise convulsiva, o vigilante deve segurar firmemente a vítima para evitar que ela se machuque durante os espasmos.
A instalação de sistemas de combate a incêndio deve ser feita exclusivamente por bombeiros, para garantir a conformidade com as normas de segurança.