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Q3874194 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
O texto utiliza aspas em “Marketing de influenciadores e relações parassociais” (3º parágrafo) para indicar: 
Alternativas
Q3874193 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
“No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar” (5º parágrafo). As duas palavras grifadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3874192 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
“De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua” (4º parágrafo). A forma verbal em destaque está flexionada na:
Alternativas
Q3874191 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano” (2º parágrafo). Nesse uso específico, a palavra em destaque indica: 
Alternativas
Q3874190 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
O texto apresentado é predominantemente expositivo; contudo, há um trecho de cunho descritivo ao: 
Alternativas
Q3874189 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
A expressão “Parassocial captura o espírito de 2025”, dita por Colin McIntosh e apresentada no texto (6º parágrafo), emprega uma figura de linguagem que consiste em:  
Alternativas
Q3874188 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
“No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar” (5º parágrafo). O texto permite concluir que a relação parassocial com chatbots de IA é considerada um “debate em outro patamar” porque: 
Alternativas
Q3874187 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
A tese central defendida pelo texto como um todo é a de que:
Alternativas
Q3874186 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
O texto estabelece uma relação de causalidade entre: 
Alternativas
Q3874185 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
Segundo o texto, a escolha de “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025 sintetiza o espírito do momento atual porque:
Alternativas
Q3874124 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:

I - A palavra mobilidade possui sufixo.

II - As palavras tratamento e internada possuem sufixos.

III - A palavra possibilidade possui prefixo e sufixo. 
Alternativas
Q3874123 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.
Alternativas
Q3874122 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa na qual a palavra seja acentuada pela mesma regra que justifica a acentuação na palavra saúde
Alternativas
Q3874121 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas
Alternativas
Q3874120 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o emprego da primeira vírgula no período: Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora. 
Alternativas
Q3874119 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa na qual a letra c da palavra NÃO represente o mesmo fonema representado pela letra c na palavra aplicação
Alternativas
Q3874118 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3874117 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa cuja crase seja empregada pela mesma justificativa do seu emprego no período: A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos. 
Alternativas
Q3874116 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam proparoxítonas: 
Alternativas
Q3874115 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam dígrafos: 
Alternativas
Respostas
10641: B
10642: A
10643: A
10644: D
10645: C
10646: B
10647: D
10648: C
10649: D
10650: A
10651: A
10652: A
10653: E
10654: D
10655: C
10656: D
10657: B
10658: B
10659: B
10660: C