Questões de Concurso

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Q3928984 Português
Quanto ao uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que apresenta a redação correta, de acordo com a norma-padrão:
Alternativas
Q3928983 Português
A redação de documentos oficiais exige o domínio das formas causais e interrogativas. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas abaixo:
"__________ não houve quórum na reunião do conselho? Ninguém soube explicar o __________, talvez __________ os docentes estivessem em semana de provas, fato __________ se justifica a ausência de muitos."
Alternativas
Q3928982 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
Qual a principal conclusão do texto sobre a relação entre a escola e o mundo digital?
Alternativas
Q3928981 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
Ao afirmar que "Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela", o autor sugere que a literacia digital deve ir além do aspecto instrumental, abrangendo:
Alternativas
Q3928980 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
O texto enfatiza que a interação digital "por vezes privilegia a superficialidade e a polarização". Para combater isso, a escola é instada a desenvolver estratégias didáticas que estimulem:
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Q3928979 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
No segundo parágrafo, ao mencionar "desafios substanciais" para a missão da escola, o autor destaca: 
Alternativas
Q3928978 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
O texto aponta a "proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização" como elementos que demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise. Qual a consequência direta dessa demanda para o papel da escola? 
Alternativas
Q3928977 Português
A Escola como Epicentro da Resiliência Cognitiva na Era da Desinformação Digital

Na contemporaneidade, a escola transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo, assumindo um papel protagonista na formação de cidadãos críticos e autônomos, aptos a navegar pela complexidade do mundo digital. A avalanche informacional, a proliferação de fake news e a constante exposição a algoritmos de personalização demandam do indivíduo uma capacidade de discernimento e análise que vai muito além da decodificação literal de mensagens. Nesse cenário, a instituição escolar emerge como um baluarte essencial contra a desinformação e a passividade intelectual.

Contudo, essa missão não se concretiza sem desafios substanciais. A infraestrutura tecnológica muitas vezes precária, a formação continuada insuficiente dos docentes e a resistência a metodologias pedagógicas inovadoras são obstáculos que precisam ser transpostos. Além disso, a própria natureza da interação digital, que por vezes privilegia a superficialidade e a polarização, exige da escola estratégias didáticas que estimulem o debate qualificado, a empatia e o respeito à diversidade de ideias, elementos fundamentais para a construção de uma cidadania plena.

É imperativo que a escola promova o desenvolvimento de uma literacia midiática e digital robusta, capacitando os estudantes a questionar as fontes, a compreender os mecanismos de produção e circulação da informação e a utilizar as ferramentas digitais de forma ética e responsável. Mais do que ensinar a usar a tecnologia, é preciso ensinar a pensar com a tecnologia e sobre ela. Somente assim será possível formar indivíduos que não apenas consumam passivamente o que lhes é apresentado, mas que atuem proativamente na construção de um espaço público digital mais democrático e plural, onde o conhecimento seja valorizado e a reflexão crítica seja a bússola para a tomada de decisões. O futuro da democracia e da participação cidadã está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se reinventar nesse contexto dinâmico.

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos. 
No primeiro parágrafo, a afirmação de que a escola "transcende sua função tradicional de mera transmissora de conteúdo" implica que: 
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Q3928976 Linguística
Phonotactic constraints determine the distribution of phonemes within the English syllable structure. Consider the phonemes /h/ and /ŋ/ (eng). What is the specific phonological phenomenon that characterizes their distribution in Standard English?
Alternativas
Q3928975 Inglês
The distinction between "lexical prepositions" and "grammaticalized (functional) prepositions" is central to modern syntactic theory. Compare the following uses:
1. She is waiting for the bus.
2. The book is on the desk.
According to the criteria of Huddleston and Pullum regarding the status of prepositions as heads of phrases, it is correct to conclude that:
Alternativas
Q3928974 Inglês
Most adjectives in English can be used both attributively and predicatively. However, some are restricted to a single position. Which of the following adjectives is restricted exclusively to the attributive position? 
Alternativas
Q3928973 Inglês
Pronouns can serve various roles beyond simple substitution. In the sentence "It is raining quite heavily outside", the pronoun "It" is categorized as:
Alternativas
Q3928972 Inglês
The complex noun phrase may contain various forms of post-modification. Examine the structure of the phrase underlined below: "The news that the treaty had been signed spread quickly across the continent." The bolded clause is syntactically identified as:
Alternativas
Q3928971 Inglês
Verbs that take prepositional phrases as complements often present a challenge for syntactic classification. Analyze the sentence: "They reminded the passengers of the safety regulations."
The verb "remind" in this specific construction is best described as:
Alternativas
Q3928970 Inglês
Apposition is a relationship between two noun phrases that are coreferential. Consider the following example: "The company’s CEO, a woman of great vision, decided to expand the business to Asia." Regarding the nature of this apposition, it is correct to state that:
Alternativas
Q3928968 Inglês
Syntactic analysis of the English simple sentence requires distinguishing between different types of verb complementation. Analyze the clause below: "The board of directors considered the proposal a significant breakthrough."
The syntactic pattern of this sentence is classified as: 
Alternativas
Q3928806 Inglês
Text for question.

    The elevation of scientific discourse to a major component in the project of modernity and the Eurocentrism inherent in the Western scientific enterprise have aided both the development of racial hierarchies and the creation of the long-enduring myth of science as an impartial, pure and value-free endeavour, superior to other peoples’ modes of thinking. It is also to be argued that it is one thing to ‘discover’, identify, categorise and classify plants, beetles as well as peoples, but quite another to transform such categories and classifications into hierarchies that suggest stratification in terms of social and moral inferiority. The process of categorisation would then not in itself be normative, but rather evaluative attributions would be based upon moral and social preferences, subjective value judgements and the striving for political power.
    The conundrum of the conceptual status and the socio-political consequences of the Enlightenment has not been resolved satisfactorily. Yet there now exists agreement on some parameters. The consensus is that scientific racism, racial medicine and colonial rule were for a time closely linked, variously reinforced and justified each other. Claims to racial superiority and Western scientific and medical hegemony are seen to have emerged alongside each other in the wake of the Enlightenment, culminating eventually not only in scientifically based racism in the nineteenth century and racial medicine in the twentieth century, but also in the perceived enhancement and legitimisation of colonial expansion by reference to medical and scientific progress. The interrelatedness of race, science and medicine, and its extension to the colonial realm during the nineteenth century, in particular, therefore constitutes one major focus for work and research.


Waltraud Ernst. Historical and contemporary perspectives on race, science and medicine.
In: Waltraud Ernst and Bernard Harris (eds.) Race, Science and Medicine, 1700–1960.
London: Routledge, 1999.
In Waltraud Ernst’s text, the word “conundrum”, used in the beginning of the second paragraph, could be correctly replaced, without changing the overall meaning of the sentence, with
Alternativas
Q3928804 Inglês
Text for question.

    The elevation of scientific discourse to a major component in the project of modernity and the Eurocentrism inherent in the Western scientific enterprise have aided both the development of racial hierarchies and the creation of the long-enduring myth of science as an impartial, pure and value-free endeavour, superior to other peoples’ modes of thinking. It is also to be argued that it is one thing to ‘discover’, identify, categorise and classify plants, beetles as well as peoples, but quite another to transform such categories and classifications into hierarchies that suggest stratification in terms of social and moral inferiority. The process of categorisation would then not in itself be normative, but rather evaluative attributions would be based upon moral and social preferences, subjective value judgements and the striving for political power.
    The conundrum of the conceptual status and the socio-political consequences of the Enlightenment has not been resolved satisfactorily. Yet there now exists agreement on some parameters. The consensus is that scientific racism, racial medicine and colonial rule were for a time closely linked, variously reinforced and justified each other. Claims to racial superiority and Western scientific and medical hegemony are seen to have emerged alongside each other in the wake of the Enlightenment, culminating eventually not only in scientifically based racism in the nineteenth century and racial medicine in the twentieth century, but also in the perceived enhancement and legitimisation of colonial expansion by reference to medical and scientific progress. The interrelatedness of race, science and medicine, and its extension to the colonial realm during the nineteenth century, in particular, therefore constitutes one major focus for work and research.


Waltraud Ernst. Historical and contemporary perspectives on race, science and medicine.
In: Waltraud Ernst and Bernard Harris (eds.) Race, Science and Medicine, 1700–1960.
London: Routledge, 1999.
It can be inferred from Waltraud Ernst’s text that scientifically based racism and colonial expansion
Alternativas
Q3928799 Literatura
Com relação ao gênero literário dramático e sua produção artística como espetáculo, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3928798 Literatura
Amor

    Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.
    No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado.
        (...)
      O bonde vacilava nos trilhos, entrava em ruas largas. Ana respirou profundamente e uma grande aceitação deu ao seu rosto um ar de mulher. O bonde se arrastava, em seguida estacava. Até Humaitá tinha tempo de descansar. Foi então que olhou para o homem parado no ponto.
     A diferença entre ele e os outros é que ele estava realmente parado. De pé, suas mãos se mantinham avançadas. Era um cego.
    O que havia mais que fizesse Ana se aprumar em desconfiança? Alguma coisa intranquila estava sucedendo. Então ela viu: o cego mascava chicles... Um homem cego mascava chicles.
     Ana ainda teve tempo de pensar por um segundo que os irmãos viriam jantar — o coração batia-lhe violento, espaçado. Inclinada, olhava o cego profundamente, como se olha o que não nos vê. Ele mastigava goma na escuridão. Sem sofrimento, com os olhos abertos. O movimento da mastigação fazia-o parecer sorrir e de repente deixar de sorrir, sorrir e deixar de sorrir — como se ele a tivesse insultado, Ana olhava-o. E quem a visse teria a impressão de uma mulher com ódio.

Clarice Lispector. Todos os contos. Benjamin Moser (org.).
Rio de Janeiro: Rocco, 2016, p. 145-7 (com adaptações).

O texto Amor ilustra um aspecto marcante e inovador da narrativa intimista de Clarice Lispector no contexto da terceira fase do Modernismo brasileiro. Esse aspecto corresponde 
Alternativas
Respostas
6861: A
6862: A
6863: B
6864: B
6865: D
6866: A
6867: B
6868: B
6869: C
6870: A
6871: A
6872: C
6873: D
6874: B
6875: A
6876: B
6877: D
6878: B
6879: C
6880: C