Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

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Q2416155 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


Cessada a exposição ao nível elevado de pressão sonora, não há progressão da Perda Auditiva Induzida por Ruído. Exposições pregressas não tornam o ouvido mais sensível a exposições futuras; ao contrário, a progressão da perda se dá mais lentamente à medida que aumentam os limiares auditivos. 

Alternativas
Q2416154 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


Na paralisia facial periférica, apenas um lado da face ou toda a face é afetada. Na paralisia facial central, só a região inferior da face (região da boca e do nariz) fica paralisada. 

Alternativas
Q2416153 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


A pesquisa da supressão do reflexo vestíbulo ocular (RVO cancelado) avalia a capacidade do sistema vestíbulocerebelar para suprimir o RVO. É avaliada pedindo aos pacientes que sigam um alvo que gira na mesma direção da cabeça. Se o sistema vestibulocerebelar estiver intacto, os olhos permanecem estáveis no alvo.

Alternativas
Q2416152 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


O laudo da audiometria tonal deve levar em consideração três aspectos: tipo da perda auditiva, grau da perda auditiva e configuração audiométrica. 

Alternativas
Q2416151 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


A disartria hipercinética possui como características: voz áspera; distorção na articulação das vogais; interrupção articulatória irregular; alterações prosódicas; e incompetência dos ressonadores. 

Alternativas
Q2416150 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


A disartria é uma desordem da articulação da fala que resulta em perda da capacidade de posicionamento da musculatura da fala (alteração no planejamento motor). A disartria de fala é uma desordem única, que afeta a fala sem relação a outras modalidades linguísticas.

Alternativas
Q2416148 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


No momento intraoperatório para inserção do implante coclear, o profissional da área da fonoaudiologia deve realizar a verificação da integridade do dispositivo interno, bem como o registro das respostas das fibras do nervo auditivo frente à estimulação elétrica.

Alternativas
Q2416147 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


A perda auditiva induzida por ruído (PAIR) comumente provoca perdas profundas, ultrapassando os 40 dB (NA) (decibéis Nível Auditivo), nas frequências baixas; e 75 dB (NA), nas frequências altas.

Alternativas
Q2416146 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


A perda auditiva mista é definida por limiares de via óssea menores ou iguais a 15 dB NA e limiares de via aérea maiores que 25 dB NA, com gap aéreo-ósseo maior ou igual a 15 dB.

Alternativas
Q2416145 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


A abordagem fonoaudiológica do trismo causado pela radioterapia no tratamento do câncer de boca e orofaringe deve ser direcionada para o aumento da abertura de boca, utilizando-se de massagens e alongamentos na região afetada. 

Alternativas
Q2416144 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


O Protocolo de Exercício de Davis & O'Leary é indicado para disfunções vestibulares unilaterais ou traumatismo craniano, priorizam o acompanhamento do movimento ocular e movimentos da cabeça em diferentes direções, movimentos do tronco, caminhando, subindo ou descendo escadas e rampas, com olhos abertos e fechados.

Alternativas
Q2416143 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


A disartria flácida é causada por uma lesão no neurônio motor superior. Suas características incluem: voz tensa-estrangulada; tonicidade excessiva; consoantes imprecisas; vogais distorcidas; e hipernasalidade.

Alternativas
Q2416142 Fonoaudiologia

Julgue o item a seguir. 


A avaliação audiológica tem como objetivo principal depreciar a integridade do sistema auditivo, além de identificar o tipo, o grau e a configuração da perda auditiva em cada orelha. 

Alternativas
Q2381827 Turismo
Analise as afirmativas abaixo e depois assinale a alternativa correta:


I - O turismo é uma atividade que vêm se tornando cada vez mais popular no Brasil, sendo um dos principais setores em termos econômicos para os países desenvolvidos ou em desenvolvimento. Nele ocorre a criação de mercados, originam rendas e fenômenos de consumo. Movimentos financeiros oriundos do turismo trazem resultados expressivos, assim justificam a inclusão dessa atividade em programas de políticas econômicas de países, regiões e municípios. Assim sendo.

II - Considera-se o turismo uma atividade transformadora do espaço, pelo motivo da necessidade da existência de um setor que promova viagens e beneficiam as localidades receptoras dessa atividade. Os resultados que o turismo é capaz de obter são decorrentes de movimentos financeiros causados pelo deslocamento de pessoas.  
Alternativas
Q2381826 Geografia
“A implementação de práticas de mineração mais sustentáveis ganhou ímpeto, em alinhamento com as exigências ambientais globais e com o compromisso do Brasil com a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Investimento em tecnologias que reduzem emissões e reutilização dos recursos naturais são exemplos claros dessa mudança de paradigma: a chamada economia circular”. Sobre a economia circular é correto afirmar que:  
Alternativas
Q2381824 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa correta, considerando a história do Município de Floraí contida no site oficial do Município:  
Alternativas
Q2381823 Geografia
“Um estudo feito por pesquisadores do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), identificou uma região de clima árido no Brasil”.

A explicação para esse dado, considerado surpreendente e alarmante pode ter relação com:  
Alternativas
Q2381815 Português
Não nascemos prontos...


Mario Sérgio Cortella


          O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: "O animal satisfeito dorme". Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais profundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.

         A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece.

        Por isso, quando alguém diz "Fiquei muito satisfeito com você" ou "Estou muito satisfeita com seu trabalho", é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é alguém dizer "seu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas".

      Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, nos deixa insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, permanece um pouco apoiado no colo e nos deixa absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue? Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 

          Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, emagrecer etc), ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: Por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.

         Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais se é refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

        Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse, mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando...

       Isso não ocorre com gente, mas com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta e vai se fazendo. Eu, no ano 2000, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado, não no presente.

        Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, "não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro"... 



São Paulo, 28 de setembro de 2000.
https://www1.folha.uol.com.br 

“[...] enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.” 5º§
A palavra sublinhada nessa frase é classificada como pronome: 
Alternativas
Q2381814 Português
Não nascemos prontos...


Mario Sérgio Cortella


          O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: "O animal satisfeito dorme". Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais profundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.

         A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece.

        Por isso, quando alguém diz "Fiquei muito satisfeito com você" ou "Estou muito satisfeita com seu trabalho", é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é alguém dizer "seu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas".

      Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, nos deixa insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, permanece um pouco apoiado no colo e nos deixa absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue? Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 

          Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, emagrecer etc), ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: Por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.

         Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais se é refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

        Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse, mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando...

       Isso não ocorre com gente, mas com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta e vai se fazendo. Eu, no ano 2000, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado, não no presente.

        Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, "não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro"... 



São Paulo, 28 de setembro de 2000.
https://www1.folha.uol.com.br 

O modo subjuntivo pode transportar o leitor para uma realidade hipotética. Assinale a opção em que o autor fez uso desse modo verbal: 
Alternativas
Respostas
11921: C
11922: C
11923: C
11924: C
11925: E
11926: E
11927: C
11928: E
11929: E
11930: C
11931: E
11932: E
11933: E
11934: C
11935: B
11936: D
11937: A
11938: B
11939: B
11940: C