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Q3502634 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Considere que um advogado esteja defendendo os direitos de uma criança e um adolescente em um caso de violação de seus direitos fundamentais. Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), aponte a alternativa que está em total conformidade com as diretrizes legais de proteção integral e garantias desses direitos. 
Alternativas
Q3502631 Português
Assinale a única alternativa em que a palavra retirada do texto recebe uma explicação correta para o uso do acento gráfico que ela recebe. 
Alternativas
Q3502630 Português
A respeito da regência verbal, assinale a única alternativa adequada ao que preceitua a gramática normativa da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3502629 Português
Quanto à concordância verbal, assinale a única alternativa cuja construção se encontra correta.
Alternativas
Q3502628 Português

A forma correta de flexionar alguns verbos costuma trazer dúvidas. Sabendo disso, assinale abaixo a única alternativa em que a flexão do verbo em destaque está correta tanto do ponto de vista do sentido quanto da grafia recomendada pela norma culta da língua portuguesa.

Alternativas
Q3502627 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Assinale abaixo a única das alternativas em que as palavras em destaque, conforme seu uso no texto, pertencem a classes de palavras distintas.
Alternativas
Q3502626 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Em português, as palavras passam por diversos processos de formação. No trecho “Nunca me senti apaixonada pela graduação”, a palavra em destaque passa por dois processos.

1º: paixão → apaixonar – de substantivo para verbo 
2º: apaixonar → apaixonada – de verbo para adjetivo
Estes dois processos de formação são denominados, respectivamente, como
Alternativas
Q3502625 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Abaixo há algumas afirmativas inspiradas no texto. Assinale a única que está livre de problemas de pontuação.
Alternativas
Q3502624 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Uma das funções do uso de tempos e modos verbais em português é estabelecer a ordem cronológica das ações narradas. No texto, sabemos primeiro que Yara sempre gostou de estudar, depois que ela não sabia ao certo o que queria quando terminou o Ensino Médio, depois que ela escolheu o curso de Química Tecnológica e por fim que ela nunca se apaixonou por este curso. Sabendo disso, assinale a alternativa que corretamente representa, por meio do uso dos tempos e modos verbais, esta sequência de ações.
Alternativas
Q3502623 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

O período “No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico” possui uma estrutura sintática composta por
Alternativas
Q3502621 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Conforme seu uso no texto, o verbo “calhar”, utilizado em “Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento”, significa
Alternativas
Q3502620 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Ainda em relação ao texto, no início do 3º parágrafo, é correto afirmar que a expressão “depois disso” se refere a 
Alternativas
Q3502619 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Em relação à forma como está construído o texto, podemos afirmar que seus parágrafos se organizam numa estrutura predominantemente
Alternativas
Q3502618 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

A partir da leitura do texto, podemos afirmar que sua autora
Alternativas
Q3493302 Biologia
Associe as classes de metabólitos secundários com suas principais características.

Coluna A
A. Alcaloides
B. Flavonoides
C. Terpenos
D. Saponinas
E. Antraquinonas

Coluna B
(1) Compostos fenólicos amplamente distribuídos no reino vegetal, reconhecidos por suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, estrogênicas e antitumorais.
(2) A atividade laxante justifica o uso terapêutico da maioria dos vegetais que contêm essas substâncias, enquanto aquelas desprovidas dessa ação são classificadas como pigmentos naturais, empregadas como corantes alimentares.
(3) O comportamento anfifílico e sua capacidade de formar complexos com esteroides, proteínas e fosfolipídeos de membranas determina um número variado de propriedades biológicas para essas substâncias.
(4) São extremamente ativos, operando em uma diversidade de alvos, sendo especialmente reconhecidos por apresentarem características de neurotransmissores e por seu potencial citotóxico.
(5) Constituinte de óleos essenciais com propriedades antimicrobianas e expectorante.

A sequência correta é: 
Alternativas
Q3493298 Farmácia
A equipe de pesquisa de um laboratório farmacognóstico vinculado a uma universidade federal iniciou um projeto de desenvolvimento de um extrato padronizado de Uncaria tomentosa (Unha-de-gato), com atividade imunomoduladora e anti-inflamatória. A planta foi coletada em diferentes pontos da Amazônia ocidental, com variação sazonal entre coletas nos períodos seco e chuvoso. Após a coleta, foram feitos os seguintes procedimentos:

- Secagem em estufa ventilada a 45 °C;
- Trituração e armazenamento em frascos âmbar sob atmosfera seca;
- Extração hidroetanólica 70% por percolação;
- Análise por CLAE-DAD-MS, focando nos alcaloides;
- Triagem por bioautografia enzimática e ensaios de inibição de IL-6 e TNF-α em macrófagos murinos.

Entretanto, os resultados indicaram alta variabilidade entre os lotes em termos de rendimento de extração, composição de alcaloides (especialmente mitrafilina e isopteropodina) e bioatividade.

Associe os fatores críticos identificados no estudo de caso (coluna I) com os efeitos potenciais observados nos resultados laboratoriais (coluna II):

Coluna I – Fatores críticos:
A. Variação sazonal entre períodos seco e chuvoso.
B. Mistura de material vegetal de diferentes regiões.
C. Extração por percolação na ausência de parâmetros validados.
D. Armazenamento prolongado.
E. Ausência de controle fenológico no momento da coleta.

Coluna II – Efeitos observados
(1) Degradação oxidativa de compostos alcaloídicos.
(2) Perda da uniformidade e do padrão químico, comprometendo a reprodutibilidade do extrato.
(3) Variação de metabólitos secundários com mudança na biossíntese e concentração.
(4) Rendimento inconstante e alteração da relação entre compostos majoritários.
(5) Diluição ou supressão de princípios ativos por coleta em diferentes fases do desenvolvimento. 

A sequência correta é:
Alternativas
Q3493297 Farmácia
Associe as obras clássicas ou autores (Coluna A) às suas respectivas contribuições históricas no uso e na sistematização das plantas medicinais (Coluna B): 

Coluna A - Obras/Autores
A. Dioscórides
B. Hipócrates
C. Teophrastus
D. Galeno
E. Paracelso

Coluna B – Contribuições
(1) Propôs a doutrina das assinaturas, na qual a forma da planta indicava seu uso medicinal.
(2) Considerado o pai da Farmacognosia, realizou o levantamento das plantas na Península Ibérica, África e Síria, criando, mais tarde, o tratado “De matéria médica”, um marco na história da fitoterapia e uma referência no mundo romano e árabe.
(3) Responsável pela elaboração do livro “História das plantas”, no qual descreve precisamente as plantas quanto a sua morfologia e seu uso tóxico e medicinal.
(4) Formulou a teoria dos humores, na qual a explicação para o processo saúde-doença consistia numa relação entre água, terra, fogo e ar, sendo a doença resultado do desequilíbrio entre os elementos, e a saúde relativa ao equilíbrio entre estes.
(5) Pioneiro de algumas das formas farmacêuticas como a infusão, as pastilhas, as pílulas, e os clisteres, até hoje utilizadas na medicina contemporânea.

A sequência correta é:
Alternativas
Q3493296 Farmácia
A empresa Ekobé, especializada na produção de fitofármacos e produtos naturais, está desenvolvendo um novo extrato padronizado a partir de Baccharis trimera (carqueja), visando ao tratamento de distúrbios metabólicos leves. Durante o desenvolvimento do produto, a equipe multidisciplinar se deparou com alguns desafios descritos na Coluna I. Com base nesses desafios, associe-os as estratégias adequadas de padronização (Coluna II):

Coluna I – Desafios identificados:
A. Variação no conteúdo de flavonoides entre lotes colhidos em diferentes regiões
B. Instabilidade química de compostos fenólicos em formulações líquidas
C. Falta de correlação entre o teor de compostos bioativos e atividade hipoglicemiante observada nos ensaios
D. Dificuldades em estabelecer um parâmetro reprodutível de qualidade frente a variabilidade do fitocomplexo
E. A ausência de protocolos oficiais em farmacopeias internacionais para essa espécie nativa.

Coluna II – Estratégias de padronização:
(1) Aplicação de técnicas de fingerprinting por HPLC ou RMN
(2) Uso de biomonitoramento farmacológico
(3) Adoção de boas práticas de coleta e cultivo controlado da planta
(4) Emprego de antioxidantes e ajuste de pH na formulação final
(5) Desenvolvimento de monografia interna validada

A sequência correta é:
Alternativas
Q3493295 Farmácia
Os medicamentos fitoterápicos têm ganhado crescente popularidade como alternativa ou complemento aos tratamentos de saúde convencionais. No entanto, para que esses produtos ofereçam segurança e produzam os benefícios esperados, a padronização é um processo fundamental. Sem ela, a qualidade pode variar drasticamente, comprometendo a saúde do consumidor. A padronização de um fitofármaco é uma etapa crítica que ____________, sendo essencial para garantir eficácia terapêutica e reprodutibilidade entre lotes. A lacuna é preenchida corretamente com:
Alternativas
Q3493294 Farmácia
Segundo a OMS, grande parte da população mundial, especialmente em países em desenvolvimento, ainda confia nos produtos à base de plantas medicinais no tratamento de suas doenças. Esses produtos são utilizados para várias finalidades, sob diversas combinações, baseados em evidências históricas ou pessoais, aos quais não se atribui nenhum evento adverso. Porém, os medicamentos fitoterápicos, embora naturais, podem causar efeitos adversos e apresentarem interações medicamentosas, assim como os medicamentos convencionais. Acreditar que são livres de riscos é um equívoco, pois algumas plantas contêm substâncias que podem interagir negativamente. Associe as plantas medicinais (Coluna I) que produzem os medicamentos fitoterápicos aos principais tipos de efeitos adversos e interações medicamentosas observados em estudos clínicos e farmacovigilância (Coluna II):

Coluna I – Plantas medicinais:
A. Hypericum perforatum
B. Ginkgo biloba
C. Echinacea purpúrea
D. Valeriana officinalis
E. Piper methysticum

Coluna II – Efeitos adversos e interações medicamentosas:

(1) Fotossensibilidade, falência renal e inquietação. Pode interferir na biodisponibilidade de imunossupressores como a ciclosporina.
(2) Alergias, fadiga e sedação. Pode reduzir a eficácia de anticoncepcionais orais e antirretrovirais.
(3) Sintomas gastrointestinais, tonturas e cefaleia. Pode potencializar o risco de sangramento quando combinado com anticoagulantes como varfarina.
(4) Imunossupressão, reações alérgicas e anafiláticas. Pode inibir o transporte de digoxina mediado por glicoproteína P, influenciando na biodisponibilidade do medicamento.
(5) Cefaleia, ressaca e hepatite. Pode interagir com barbitúricos e benzodiazepínicos, provocando um aumento dos efeitos terapêuticos desses fármacos e potencializando a depressão do SNC.

A sequência correta é:
Alternativas
Respostas
17741: B
17742: E
17743: A
17744: C
17745: D
17746: B
17747: A
17748: D
17749: E
17750: C
17751: D
17752: C
17753: B
17754: E
17755: A
17756: A
17757: E
17758: A
17759: D
17760: A