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Q2466314 Português

Leia a tirinha a seguir e responda à questão.


Q12.png (423×225)


Disponível em: <https://profekarina.wordpress.

com/2012/11/11/tirinhas-para-se-divertir-com-a-linguaportuguesa/>.



Na tirinha acima, o vendedor utilizou um fenômeno linguístico para confundir o cliente o qual entendeu que o caderno possuía, como quantidade, cem folhas. Tal fenômeno reside no uso da:

Alternativas
Q2466313 Português

Leia o poema a seguir e responda à questão.


A casa


Vinícius de Moraes

Rio de Janeiro, 1970


Era uma casa

Muito engraçada

Não tinha teto

Não tinha nada

Ninguém podia

Entrar nela não

Porque na casa

Não tinha chão

Ninguém podia

Dormir na rede

Porque a casa

Não tinha parede

Ninguém podia

Fazer pipi

Porque penico

Não tinha ali

Mas era feita

Com muito esmero

Na Rua dos Bobos

Número Zero.

Nos versos do poema de Vinícius de Moraes, percebe-se a relação de coordenação sindética entre as orações por meio das conjunções “porque” e “mas”, isto é,
Alternativas
Q2466312 Português

Leia o poema a seguir e responda à questão.


A casa


Vinícius de Moraes

Rio de Janeiro, 1970


Era uma casa

Muito engraçada

Não tinha teto

Não tinha nada

Ninguém podia

Entrar nela não

Porque na casa

Não tinha chão

Ninguém podia

Dormir na rede

Porque a casa

Não tinha parede

Ninguém podia

Fazer pipi

Porque penico

Não tinha ali

Mas era feita

Com muito esmero

Na Rua dos Bobos

Número Zero.

Analise as seguintes afirmativas sobre o poema de Vinícius de Moraes:


I) Apesar de ser escrito em prosa e não em versos, o poema “A casa” de Vinícius de Moraes apresenta, predominantemente, a tipologia descritiva;


II) Os termos “nela” e “ali” possibilitam a coesão por reiteração, construindo a progressão temática no texto;


III) O tempo verbal no pretérito imperfeito revela uma característica da tipologia narrativa que, também, está presente neste poema.


Após análise das afirmativas, conclui-se que: 

Alternativas
Q2466309 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL


Jairo Marques


    Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

    Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

    Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

    Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

    Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido? 

    Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

    Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

    O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

    O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

    Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

    Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.


Disponível em: <https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br>

Marque, entre as alternativas a seguir, aquela que apresenta um caso de crase semelhante ao presente no trecho “[...] desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento [...]” do texto acima.
Alternativas
Q2466306 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL


Jairo Marques


    Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

    Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

    Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

    Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

    Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido? 

    Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

    Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

    O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

    O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

    Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

    Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.


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Na oração “[...] um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões [...]”, presente no texto de Jairo Marques, temos a substantivação do adjetivo “pequeno” que exerce, neste contexto, função sintática de:
Alternativas
Q2466303 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL


Jairo Marques


    Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

    Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

    Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

    Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

    Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido? 

    Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

    Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

    O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

    O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

    Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

    Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.


Disponível em: <https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br>

Em seu texto intitulado Isolar crianças em escolas especiais é retrocesso humano e social, Jairo Marques defende: 
Alternativas
Q2465617 Saúde Pública
A respeito da a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2465616 Saúde Pública
O Projeto Terapêutico Singular (PTS) é um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas com um indivíduo, uma família ou um grupo que resulta da discussão coletiva de uma equipe interdisciplinar. Geralmente, o projeto terapêutico singular é dedicado a situações mais complexas, buscando a singularidade como elemento central. Objetiva-se atender as especificidades de cada sujeito e cada demanda, por isso é denominado singular. Deste modo é necessário escutar e incorporar ao Projeto elementos particulares de cada sujeito, não se partindo do pressuposto de indicações terapêuticas pré-estabelecidas para determinadas condições de saúde ou doença. O Projeto Terapêutico Singular desenvolve-se em quatro movimentos. Assim, assinale a alternativa que aponta corretamente os quatro movimentos:
Alternativas
Q2465615 Saúde Pública
A partir das definições constitucionais, das legislações que regulamentam o Sistema Único de Saúde (SUS), das deliberações das conferências nacionais de saúde e do Plano Nacional de Saúde (2004-2007), foi aprovada em 2006, na Comissão Intergestores Tripartite, a Política Nacional de Promoção da Saúde do SUS, visando ao enfrentamento dos desafios de produção da saúde e à qualificação contínua das práticas sanitárias e do sistema de saúde. Compreendidas como linhas que fundamentam as ações e explicitam as suas finalidades a Política Nacional de Promoção a Saúde aponta algumas diretrizes. Assim, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta sobre estas diretrizes:

I - É uma diretriz da Política Nacional de Promoção a Saúde o estímulo à cooperação e à articulação intrassetorial e intersetorial para ampliar a atuação sobre determinantes e condicionantes da saúde.
II - É uma diretriz da Política Nacional de Promoção a Saúde o fomento ao planejamento de ações territorializadas de promoção da saúde com base no reconhecimento de contextos locais e no respeito às diversidades, a fim de favorecer a construção de espaços de produção social, ambientes saudáveis e a busca da equidade, da garantia dos direitos humanos e da justiça social.
III - É uma diretriz da Política Nacional de Promoção a Saúde o incentivo à gestão democrática, participativa e transparente para fortalecer a participação, o controle social e as corresponsabilidades de sujeitos, coletividades, instituições e de esferas governamentais e da sociedade civil.
IV - É uma diretriz da Política Nacional de Promoção a Saúde a ampliação da governança no desenvolvimento de ações de promoção da saúde que sejam sustentáveis nas dimensões política, social, cultural, econômica e ambiental.
Alternativas
Q2465614 Saúde Pública
A Política Nacional de Humanização busca pôr em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar. A Política Nacional de Humanização estimula a comunicação entre gestores, trabalhadores e usuários para construir processos coletivos de enfrentamento de relações de poder, trabalho e afeto que muitas vezes produzem atitudes e práticas desumanizadoras que inibem a autonomia e a corresponsabilidade dos profissionais de saúde em seu trabalho e dos usuários no cuidado de si. A Política Nacional de Humanização atua a partir de orientações clínicas, éticas e políticas, que se traduzem em determinados arranjos de trabalho apontando algumas diretrizes. Assim, sobre as diretrizes que norteiam a Política Nacional de Humanização analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:

I - O acolhimento é reconhecer o que o outro traz como legítima e singular necessidade de saúde. O acolhimento deve comparecer e sustentar a relação entre equipes/serviços e usuários/ populações.
II - A Gestão Participativa e cogestão expressa tanto a inclusão de novos sujeitos nos processos de análise e decisão quanto a ampliação das tarefas da gestão que se transforma também em espaço de realização de análise dos contextos, da política em geral e da saúde em particular, em lugar de formulação e de pactuação de tarefas e de aprendizado coletivo.
III - A Ambiência cria espaços saudáveis, acolhedores e confortáveis, que respeitem a privacidade, propiciem mudanças no processo de trabalho e sejam lugares de encontro entre as pessoas.
IV - A Clínica ampliada e compartilhada é uma ferramenta teórica e prática cuja finalidade é contribuir para uma abordagem clínica do adoecimento e do sofrimento, que considere a singularidade do sujeito e a complexidade do processo saúde/doença. Permite o enfrentamento da fragmentação do conhecimento e das ações de saúde e seus respectivos danos e ineficácia.
Alternativas
Q2465613 Direito Sanitário
A respeito da Lei n°8.142 de 28/12/1990 que dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências em seu artigo segundo aponta como os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados. Assim, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:

I - Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como despesas de custeio e de capital do Ministério do Planejamento e Educação, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta.
II - Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional.
III - Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde.
IV - Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Alternativas
Q2465612 Saúde Pública
A respeito da Lei 8.080 de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:

I - Em seu artigo primeiro a lei dispõe que esta lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado.
II - Em seu artigo segundo a lei dispõe que a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
III - Em seu artigo quarto a lei dispõe que o conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).
IV - Em seu artigo décimo a lei dispõe que os municípios poderão constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam.
Alternativas
Q2465611 Educação Física
O diabetes é uma doença cuja característica principal é o excesso de açúcar (glicose) na corrente sanguínea e o diabetes tipo 2 é a forma mais comum. Nesse tipo, em geral, a doença surge por tendência genética (muitas pessoas têm vários casos de diabetes na família) aliada a um período longo de sedentarismo e hábitos alimentares inapropriados. Contudo, é possível também que pessoas mais jovens desenvolvam a doença. Em geral, isso ocorre quando há obesidade na infância. A atividade física e o exercício físico pode contribuir para o controle da glicemia, sendo então recomendável a sua prática. A respeito da prática de atividades físicas pelo diabético tipo 2 segundo a sociedade brasileira de diabetes analise as afirmativas e assinale a alternativa correta: 

I - Segundo a sociedade brasileira de diabetes as principais sociedades médicas que estudam diabetes recomendam 50 minutos de exercícios aeróbios por semana para pessoas com diabetes.
II - Segundo a sociedade brasileira de diabetes o ideal seria dividir os 150 minutos de atividades físicas em pelo menos três dias na semana (nunca deixando passar mais de dois dias sem praticar exercícios).
III - Segundo a sociedade brasileira de diabetes as principais sociedades médicas indicam exercícios com pesos (musculação), duas vezes por semana, como complementos aos exercícios aeróbios. IV - Segundo a sociedade brasileira de diabetes é fundamental fazer sempre um teste de glicose antes de começar os exercícios, bem como um teste depois de terminada a sessão. Caso o exercício se prolongue por mais de 40 minutos, fazer um teste também no decorrer da sessão de treinamento (ou até mais de um).
Alternativas
Q2465610 Educação Física
A osteoartrite da mão faz com que os ossos nas articulações distais e nas articulações médias dos dedos fiquem maiores. Essas articulações e a base do polegar se tornam rígidas e algumas vezes doloridas. Geralmente, os punhos e as articulações entre os dedos e a mão não são afetados. As articulações podem ficar desalinhadas. A respeito da osteoartrite de mão analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:

I - A osteoartrite de mão na maioria dos casos acomete mulheres de meia idade.
II - Na osteoartrite de mão ocorre o aumento do volume das articulações das falanges distais. 
III - Na osteoartrite de mão ocorre a dor nas articulações do punho.
IV - Na osteoartrite de mão ocorre limitação de amplitude de movimento em desvio ulnar e desvio radial.
Alternativas
Q2465609 Educação Física
Existe um fator anatômico relacionado a instabilidade elevada do ombro, a cavidade glenoidal, na qual a cabeça do úmero se encaixa, é muito rasa. Por isso ela é capaz de permitir amplitude de movimentos elevadas, mas incapazes de estabilizar o ombro sozinha. A cabeça do úmero é rodeada de ligamentos que o auxiliam a mantê-lo estável. Porém, sua capacidade de amplitude de movimento faz que sejam impossíveis ter ligamentos excessivamente rígidos. O ombro é uma região que acaba comprometendo instabilidade em favor da mobilidade, exatamente por isso que também encontramos estruturas responsáveis pela estabilização dinâmica desta articulação. Assim, assinale a alternativa que aponta o principal estabilizador dinâmico do complexo do ombro:
Alternativas
Q2465608 Educação Física
O planejamento para a realização de eventos esportivos, como jogos, torneios, campeonatos ou eventos recreativos é fundamental. O planejamento é um processo ligado diretamente à direção de uma organização. Ao realizar um evento esportivo pode-se optar por diferentes formas de organização e disputa. Assim, assinale a alternativa que aponta corretamente o sistema de disputa em que as equipes que perdem uma partida são eliminadas e as equipes que ganham avançam:
Alternativas
Q2465607 Educação Física
Os graus de liberdade de uma articulação referem-se ao número de movimentos independentes que podem ocorrer naquela articulação. A respeito dos graus de liberdade de uma articulação analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:

I - 1 grau de liberdade de uma articulação ocorre em um plano e 1 eixo, tendo como exemplo a articulação do cotovelo.
II - 2 graus de liberdade ocorrem nas articulação que permitem movimentos em 2 planos e 2 eixos, como a articulação do punho.
III - 3 graus de liberdade ocorre nas articulações que permitem movimentos em 3 planos e 3 eixos, como a articulação do ombro.
IV - 4 graus de liberdade ocorre nas articulação que permitem movimentos em todos os planos e eixos, como a articulação do quadril.
Alternativas
Q2465606 Educação Física
O consumo máximo de oxigênio (VO2máx) vem recebendo a atenção de diversos pesquisadores das mais diversas modalidades esportivas, pois é apontado como sendo de fundamental importância para um bom desempenho e rendimento físico durante a prática do exercício. Estudos apontam que a alta intensidade ajuda na melhora da capacidade aeróbia e da composição corporal, portanto, a medição do VO2máx pode ser um fator interessante para verificar a efetividade do treinamento na melhora da capacidade aeróbia. Assim, a respeito do VO2máx analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:

I - O consumo máximo de oxigênio (VO2máx) é a capacidade máxima que o organismo possui de captar, transportar e utilizar o oxigênio durante o exercício.
II - O VO2máx é resultado da integração de diversos sistemas fisiológicos, como o sistema neurovascular, cardiovascular e pulmonar.
III - O VO2máx é uma variável válida para informar a aptidão neuromuscular cardíaca do indivíduo.
IV - Os testes ergoespirométricos são considerados como indiretos para avaliação do VO2máx, sendo aplicado em ergômetros, ciclos ergômetros, esteiras ergométricas ou outros tipos, com cargas crescentes, seja em protocolos escalonados ou em rampa.
Alternativas
Q2465605 Educação Física
A avaliação da composição corporal é uma forma de determinar a relação entre a massa gorda corporal e a massa livre de gordura. A técnica que utiliza a espessura do tecido subcutâneo determinado pelos adipômetros são os mais utilizados na prática, pois é considerada uma técnica de campo, de menor custo e não invasiva para determinar a composição corporal. A respeito da avaliação da composição corporal por meio de dobras cutâneas analise as afirmativas e assinale a alternativa correta: 

I - A principal finalidade das dobras cutâneas é avaliar o índice de massa corporal de um indivíduo, sendo a quantidade de gordura contida no tecido celular subcutâneo e estimar a proporção de gordura em relação ao peso corporal total.
II - A técnica de dobras cutâneas é caracterizada como uma técnica direta de avaliação da composição corporal.
III - As medidas de espessura de dobras cutâneas, como procedimento na análise da composição corporal, estão alicerçadas na observação de que grande proporção da gordura corporal se encontra localizada no tecido subcutâneo, e, dessa forma, medidas quanto à sua espessura servem como indicador da quantidade de gordura localizada naquela região do corpo.
IV - Como a disposição da gordura localizada no tecido subcutâneo não se apresenta de forma uniforme por todo o corpo, as medidas de espessura das dobras cutâneas são realizadas em várias regiões, na tentativa de se obter uma visão mais clara quanto à sua disposição.
Alternativas
Q2465604 Educação Física
O judô, uma luta criada por Jigoro Kano em 1882 a partir de formas antigas de combate japonês, tornou-se uma modalidade difundida por todo o mundo, integrando o grupo de esportes olímpicos desde 1964. Jigoro Kano idealizou o judô para fins educacionais. Sendo o judô um esporte que apresenta muitos princípios assinale a alternativa que apresenta o principal princípio do judô: 
Alternativas
Respostas
11921: E
11922: B
11923: A
11924: A
11925: C
11926: B
11927: A
11928: B
11929: E
11930: E
11931: D
11932: E
11933: D
11934: A
11935: D
11936: A
11937: C
11938: A
11939: B
11940: A