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“(...) Existem diferentes modalidades de dança em nossa sociedade, da dança voltada ao lazer, como as coreografias de carnaval, algumas danças de salão, as danças das casas noturnas, aos rituais (terreiros de candomblé, por exemplo) e às danças ditas teatrais ou artísticas (repertórios de ballet, dança folclórica, moderna, contemporânea) (...)”.
Nessa perspectiva, segundo a autora, é INCORRETO afirmar que:
“(...) Ao pensarmos em uma educação crítica na área de dança, que nos permita ver/sentir/perceber "claro, amplo e profundo" (Rios, 1985), não podemos deixar de cuidadosamente analisar suas múltiplas relações com a sociedade em que vivemos. Ao contrário de uma visão histórica ingênua de que a dança não passa de "uns passinhos a mais ou a menos nas vidas das pessoas", hoje não podemos mais ignorar o papel social, cultural e político do corpo em nossa sociedade e, portanto, da dança (...)”.
Nessa perspectiva, segundo a autora, é INCORRETO afirmar que:
“(...) Ainda preponderam nos discursos e comentários de muitos de nossos professores(as) a idéia de que a dança na escola é "bom para relaxar", "para soltar as emoções", "expressar-se espontaneamente" e não são poucos os diretores(as) que querem atividades de dança na escola para "conter a agressividade" ou "acalmar" os alunos(as). Do mesmo modo, ainda são constantes os trabalhos com dança que servem somente ao propósito de "trabalhar a coordenação motora" e "ter experiências concretas" nas outras áreas do conhecimento (...)”.
MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez Editora, 2003. Nessa perspectiva, segundo a autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir.
( ) A dança não nos atende nem pode atender na hipótese do objetivo ser “expressar-se espontaneamente”, tão pouco outras disciplinas satisfazem a esta necessidades de maneira mais efetiva.
( ) A escola pode, sim, dar parâmetros para sistematização e apropriação crítica, consciente e transformadora dos conteúdos específicos da dança e, portanto, da sociedade.
( ) A escola teria, assim, o papel não de reproduzir, mas de instrumentalizar e de construir conhecimento em/através da dança com seus alunos(as), pois ela é forma de conhecimento, elemento essencial para a educação do ser social.
( ) Não há equívoco na ideia de que trabalhar com o corpo artisticamente significa abrir os porões do inconsciente sem a menor possibilidade de controle/domínio da consciência, como se a arte fosse somente um "grito da alma".
Assinale a alternativa que preenche os parênteses corretamente, de cima para baixo.
“Nas palavras de Isabel Marques, “felizmente, desde que Roger Garaudy (1989) pessimistamente declarou ser a dança o "primo pobre da educação", o parentesco desta linguagem artística com as demais disciplinas do currículo já foi bastante alterado (...)”.
MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez Editora, 2003.
Nessa perspectiva, segundo a autora:
“(...) Experiência é penetrar no ambiente, é envolver-se total e organicamente com ele. Isto significa envolvimento em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Dos três, o intuitivo, que é o mais vital para a situação de aprendizagem, é negligenciado (...)”.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979. Nessa perspectiva, segundo a autora:
I - Quando a resposta a uma experiência se realiza no nível do intuitivo, quando a pessoa trabalha além de um plano intelectual constrito, ela está realmente aberta para aprender.
II - Através da espontaneidade somos re-formamos em nós mesmos. A espontaneidade cria uma explosão que por um momento nos liberta de quadros de referência estáticos, da memória sufocada por velhos fatos e informações, de teorias não digeridas e técnicas que são na realidade descobertas de outros.
III - A espontaneidade é um momento de liberdade pessoal quando estamos frente a frente com a realidade e a vemos, a exploramos e agimos em conformidade com ela. Nessa realidade, as nossas mínimas partes funcionam como um todo orgânico. É o momento de descoberta, de experiência, de expressão criativa.
IV - O intuitivo não pode responder no imediato - no aqui e agora. Ele gera suas dúvidas no momento de espontaneidade, no momento quando estamos livres para atuar e inter-relacionar, envolvendo-nos com o mundo à nossa volta que está em constante transformação.
Estão corretas apenas as afirmações:
“(...) Aprendemos através da experiência, e ninguém ensina nada a ninguém. Isto é válido tanto para a criança que se movimenta inicialmente chutando o ar, engatinhando e depois andando, como para o cientista com suas equações. Se o ambiente permitir, pode-se aprender qualquer coisa, e se o indivíduo permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o que ele tem para ensinar (...)”.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979. Nessa perspectiva, segundo a autora:
I - Todas as pessoas são capazes de atuar no palco. Todas as pessoas são capazes de improvisar. As pessoas que desejarem são capazes de jogar e aprender a ter valor no palco.
II - Ainda que o ambiente permita o aprendizado, para atuar e improvisar no palco é necessária certa vocação, ou talento, como preferem alguns.
III - É muito possível que o que é chamado comportamento talentoso seja simplesmente uma maior capacidade individual para experienciar. Deste ponto de vista, é no aumento da capacidade individual para experienciar que a infinita potencialidade de uma personalidade pode ser evocada.
IV - Apenas indivíduos talentosos podem atuar e improvisar. O talento é condição fundamental e inegociável pois sem ele o artista estará incompleto, podendo atuar, mas não improvisar.
Estão corretas apenas as afirmações:
“(...) As principais formas de música _____ continuaram sendo a missa e o moteto, escritos no mínimo para quatro vozes, pois os compositores começaram a explorar registros abaixo do tenor, escrevendo a parte que agora chamamos de “baixo” e desse modo criando uma textura mais cheia e rica. A música ainda se baseava em modos, mas estes foram gradualmente sendo usados com maior liberdade já que cada vez mais eram introduzidas notas “estranhas” ou "incidentais”, ao que chamavam “música _____” (...)”.
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente.
Na Renascença, os compositores passaram a ter um interesse muito mais vivo pela musica Profana, inclusive em escrever peças para instrumentos, já não mais usados somente com a finalidade de acompanhar vozes. No entanto os maiores tesouros musicais renascentistas foram compostos para a Igreja’ num estilo descrito como ________ - música contrapontística para um ou mais coros, com diversos cantores encarregados de cada parte vocal.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
“Cada instrumento tem uma qualidade de som que lhe é própria, aquilo que poderíamos chamar de “cor do seu som". Por exemplo, a sonoridade característica de um trompete é que nos faz reconhecê-lo imediatamente como tal, de modo a podermos dizer que diferença há entre esse instrumento e, digamos, um violino. E a essa particularidade do som que se dá o nome de ________(...)”.
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente.
“(...) A palavra _______ é usada para descrever os diferentes modos pelos quais um compositor agrupa os sons musicais, principalmente do ponto de vista da duração dos sons e de sua acentuação. No plano do fundo musical, haverá a pulsação da música (ouvida ou simplesmente sentida), que serve de referência ao ouvido (...)”.
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente.
“(...) A ______________ ocorre quando duas ou mais notas de diferentes sons são ouvidas ao mesmo tempo, produzindo um acorde. Os acordes são de dois tipos: consonantes, nos quais as notas concordam umas com as outras, e dissonantes nos quais as notas dissoam em maior ou menor grau, trazendo o elemento de tensão à frase musical. Usamos a palavra _________ de duas maneiras; para nos referirmos à seleção de notas que constituem determinado acorde e, em sentido lato, para descrevermos o desenrolar ou a progressão dos acordes durante toda uma composição (...)”.
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente.
Para a maioria das pessoas, é o componente mais importante numa peça musical. Um dicionário musical sugere a seguinte definição: “seqüência de notas, de diferentes sons, organizadas numa dada forma de modo a fazer sentido musical para quem escuta”.
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
O autor refere-se a(ao)
Empregamos a palavra __________ para designar a maneira pela qual compositores de épocas e países diferentes apresentam os elementos básicos da musica em suas obras. A maioria deles - se não a totalidade - está presente em todos os períodos da história da música. De fato, é a maneira particular como esses componentes são tratados, equilibrados e combinados que faz com que certa peça tenha o sabor característico de determinado período.
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
A palavra que preenche corretamente a lacuna é:
“(...) nem a mera obrigatoriedade nem o reconhecimento da necessidade são suficientes para garantir a existência da Arte no currículo. Leis tão pouco garantem um ensino/aprendizagem que torne os estudantes aptos para entender a Arte ou a imagem na condição pós-moderna contemporânea (...)”.
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002 Nesta perspectiva, segundo a autora:
I - Somente a ação inteligente e empática do professor pode tornar a Arte ingrediente essencial para favorecer o crescimento individual e o comportamento de cidadão como fruidor de cultura e conhecedor da construção de sua própria nação.
II - Os poderes públicos, além de reservarem um lugar para a Arte no currículo e se preocuparem em como a Arte é ensinada, precisam propiciar meios para que os professores desenvolvam a capacidade de compreender, conceber e fruir Arte.
III - Sem a experiência do prazer da Arte, por parte dos professores e dos estudantes, nenhuma teoria de Arte-Educação sera reconstrutora.
IV - No caso das Artes Visuais, devem ser ensinadas como desenho geométrico, seguindo a tradição positivista, buscando a livre-expressão e o espontaneísmo, pois o mundo de hoje e a Arte de hoje exigem leitores informados e produtores conscientes.
Estão corretas apenas as afirmações:
Em Inquietações e mudanças no ensino da arte (São Paulo: Cortez, 2002), a pesquisadora Ana Mae Barbosa afirma que “No caso do Ensino Médio, algumas Secretarias de Educação estão usando o subterfúgio da interdisciplinaridade, e incluem todas as Artes na disciplina de Literatura, ficando tudo a cargo do professor de Língua e Literatura”.
Nesta perspectiva, segundo a autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir:
( ) Essa é uma forma de eliminar as outras linguagens de Arte, fazendo prevalecer o espírito hierárquico da importância suprema da linguagem verbal e consequente desprezo pela linguagem visual.
( ) É uma prática completamente justificável e aceitável, uma vez que o estudo profundo de Literatura contempla também características, conceitos e técnicas de linguagens como a música, a pintura, a escultura e até mesmo a arquitetura de cada época, movimento artístico e manifestação cultural.
( ) As linguagens da Música, do Teatro, da Dança e da Literatura merecem abordagens específicas, enquanto a linguagem visual pode ser contemplada no ensino e na aprendizagem de todas as outras disciplinas.
( ) Muito embora os Parâmetros Curriculares Nacionais tenha reconhecido o lugar de destaque da Arte no currículo ao dar a ela a mesma importância que deus a outras disciplinas, estão resultando muito pouco.
A alternativa que apresenta a sequência correta para o preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, e
“(...) Tratar a arte como conhecimento e o ponto fundamental e condição indispensável. (...) Ensinar arte significa articular três campos conceituais: a criação/produção, a __________ e o conhecimento da produção ______________ da humanidade, compreendendo-a _____________________. Esses três campos conceituais estão presentes nos PCN-Arte e, respectivamente, denominados como __________________ (...)”.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.