Questões de Concurso
Foram encontradas 135.060 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Coluna 1
I. Concepção pedagógica tradicional
II. Concepção pedagógica escolanovista
III. Concepção pedagógica produtivista
IV. Concepção pedagógica histórico-crítica
Coluna 2
( ) A avaliação configura-se como exame, medida e classificação. A lógica que perpassa o processo avaliativo é meritocrática. A nota é o principal balizador da mudança de comportamento a partir do alcance dos objetivos desejáveis para os estudantes.
( ) A avaliação da aprendizagem não se separa do ensino. Nessa concepção, a avaliação supera os instrumentos avaliativos e a produção de notas e rankings. Ela é compreendida como elemento estruturante da ação pedagógica, sendo ponto de partida e ponto de chegada do planejamento.
( ) A avaliação consiste no ato de verificar se os conteúdos transmitidos pelo professor foram assimilados pelos estudantes, sendo as provas e os exames os instrumentos mais utilizados, visto que o mais importante é a verificação da aprendizagem dos conteúdos.
( ) A avaliação deve ser realizada de forma contínua para subsidiar a investigação da qualidade do aprendizado do estudante de modo processual. Nesse processo, o professor deve observar o que o estudante realiza a partir dos interesses deste.
( ) A Didática é o principal ramo de estudos da Pedagogia.
( ) É tarefa da Didática converter objetivos sócio-políticos e pedagógicos em objetivos de ensino, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos, estabelecer os vínculos entre ensino e aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das capacidades mentais dos estudantes.
( ) A Didática está intimamente ligada à Teoria da Educação e à Teoria da Organização Escolar e, de modo muito especial, vincula-se à Teoria do Conhecimento e à Psicologia da Educação.
( ) A Didática e as metodologias específicas das matérias de ensino formam uma unidade, mantendo entre si relações recíprocas.
I. Período em que se inicia o processo de estruturação conceitual básica.
II. Momento marcado por um movimento que caminhou na busca de epistemologias que explicitassem o teórico e o abstrato, a partir do prático, do real.
III. Momento de definição de uma teoria da interdisciplinaridade.
IV. Período em que a ideia de interdisciplinaridade é depreciada e perde importância pedagógica.
I. Conhecer as crianças, saber quais são os seus interesses e preferências, suas formas de aprender, suas facilidades e dificuldades.
II. Centrar no conteúdo a ser ensinado, no livro didático, no tempo e no espaço exigidos pela rotina escolar, levando em consideração a organização dos adultos na tarefa de ensinar e das crianças no papel de realizar as propostas de maneira linear.
III. Observar, indagar e devolver respostas para articular o que as crianças sabem com os objetivos das diferentes áreas do currículo.
IV. Ter uma organização pedagógica flexível, aberta ao novo e ao imprevisível, pois não há como ouvir as crianças e considerar as suas falas, interesses e produções sem alterar a ordem inicial do trabalho, sem torná-lo uma via de mão dupla na qual as trocas mútuas sejam capazes de promover ampliações, provocando os saltos dos conhecimentos.
V. Conhecer como é o grupo familiar e social da criança, sua vida dentro e fora da escola. Assinale a alternativa correta.
Em uma turma do segundo ano do Ensino Fundamental, a professora Laura solicitou que as crianças escrevessem, em pequenas cartelas, os nomes de suas/seus personagens preferidas/preferidos das histórias infantis e desenhassem a sua principal característica. No momento de compartilhar as produções, as crianças falavam pistas a respeito do que haviam registrado, até que alguém da turma acertasse o nome da/do personagem. Quando ocorria um acerto, a criança mostrava sua escrita e, coletivamente, verificavase se o nome estava grafado corretamente, fazendo, se necessário, a reescrita das palavras. Assim que todas as crianças apresentaram seus registros, a professora Laura levou a turma à biblioteca da escola e pediu que elas procurassem livros com as/os personagens que haviam escolhido para escrever nas cartelas. Cada criança teve como tarefa levar um livro para casa, pedir para algum familiar ler a história e, com ajuda da pessoa que leu o livro, escrever uma carta para a autora ou o autor do livro, contando como foi a experiência de ler aquela história. No dia seguinte, as cartas foram lidas pelas crianças, com ajuda da professora, e juntos organizaram uma exposição no pátio do colégio com as cartelas e as cartas escritas pela turma.
O relato acima evidencia que o planejamento da professora Laura está pautado no processo de alfabetização:
I. O chamado modelo piramidal, que na década de 1970 norteou as diretrizes políticas para a Educação Física, passou na década seguinte a ser contestado, pois o Brasil não se tornou uma potência olímpica, tampouco ampliou significativamente o número de praticantes de atividades físicas.
II. Em sintonia com a vertente mais tecnicista, esportivista e biologicista, surgem novas abordagens crítico-progressistas na Educação Física escolar a partir do final da década de 1970.
III. As abordagens que tiveram maior impacto a partir de meados da década de 1970 são comumente denominadas de psicomotora, construtivista e desenvolvimentista.
IV. As abordagens críticas passaram a questionar o caráter alienante da Educação Física na escola, propondo um modelo de adaptação às contradições e injustiças sociais.
V. A Educação Física passou a ser entendida como uma área de conhecimento que trata da atividade física.
( ) Na inclusão escolar, nem todos os alunos com deficiência cabem nas turmas de ensino regular, pois há uma seleção prévia dos que estão aptos à inserção.
( ) A segregação institucional tratava do atendimento às pessoas com deficiência em instituições especializadas, já que estas eram mantidas à margem da sociedade.
( ) A integração escolar teve a normalização como princípio norteador e trata-se de uma concepção de inserção parcial, porque o sistema prevê serviços educacionais segregados.
( ) As escolas inclusivas propõem um modo de organização do sistema educacional que considera as necessidades de todos os alunos e que é estruturado em função dessas necessidades.
I. A Educação Física é o componente curricular que tematiza as práticas corporais em suas diversas formas de codificação e significação social.
II. As práticas corporais são entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais no decorrer da história.
III. O movimento humano está sempre inserido no âmbito da cultura e não se limita a um deslocamento espaço-temporal de um segmento corporal ou do corpo todo.
IV. Nas aulas de Educação Física, as práticas corporais devem ser abordadas como fenômeno natural, dinâmico, diversificado, unidimensional, singular e contraditório.
V. É possível assegurar aos alunos a (re)construção de um conjunto de conhecimentos que permitam ampliar sua consciência a respeito de seus movimentos e dos recursos para o cuidado de si e dos outros, bem como desenvolver autonomia para apropriação e utilização da cultura corporal de movimento.
VI. Há três elementos fundamentais comuns às práticas corporais: habilidade motora, organização externa e produto cultural.
( ) A oficialização de aulas mistas na Educação Física foi um fator legal significativo nos anos 1990, que possibilitou impulsionar a produção do campo acadêmico sobre Educação Física e gênero. Nesse sentido, a composição das turmas mistas garante o término de hierarquizações e desigualdades de gênero.
( ) A atribuição dos papéis masculinos desde a socialização primária, como, por exemplo, jogar bola na rua, soltar pipa, escalar muros e outras atividades que envolvem riscos e desafios, mostram que as aptidões motoras são parte do processo biológico/natural do ser humano.
( ) O termo gênero se constitui num conjunto de significados culturalmente construído sobre um corpo sexuado, sendo o resultado causal do sexo e aparentemente fixo quanto a este, pois os sujeitos e seus corpos são elementos passivos num processo de moldagem de papéis de gênero.
( ) A incorporação da pedagogia queer tem sido sugerida no currículo escolar de Educação Física. Essa teoria permite pensar a ambiguidade, fluidez e multiplicidade das identidades para além da lógica binária e da heterossexualidade compulsória.
( ) São alguns dos elementos necessários para engendrar um modelo coeducativo na escola: o reconhecimento das discriminações de gênero e das potencialidades dos indivíduos independentemente do sexo; a igualdade de condições para desenvolver aptidões físicas e intelectuais sem distinção de gênero; e a transformação dos estereótipos sexistas.
I. É necessário considerar que o ensino de movimentos se concentra sobre a criança/o adolescente que “se-movimenta” e não sobre os movimentos da criança/do adolescente.
II. O desenvolvimento do saber humano enquanto capacidade de “saber-sentir”, “saber-pensar” e “saber-agir” se separa do desenvolvimento da subjetividade.
III. A reificação ou o controle da subjetividade pelo processo de civilizar a criança acontece quando esta, para tornar-se adulta, precisa perder a fascinação pelo mundo natural.
IV. Na escola, os conteúdos teóricos e práticos ministrados de modo repetitivo e mecânico nas disciplinas promovem a retirada de significados individuais, próprios das realizações humanas.
( ) Para desenvolver com os alunos metas emancipatórias, considera-se condição primordial promover a capacidade de ser crítico.
( ) A criança, quando consegue inserir-se no mundo social, cultural e linguístico de seu meio, começa a gerar o seu eu autônomo.
( ) A linguagem e o movimento humano, como diálogo com o mundo, são as poucas possibilidades que ainda nos restam para uma melhor compreensão de quem somos.
( ) A criança recebe do mundo adulto, antes de poder se questionar quem ela é, todas as referências para a construção da sua subjetividade.
( ) O ensino de brincadeiras, jogos e esportes orientados pela cópia irrefletida desses conteúdos pode implicar a formação de crianças e adolescentes com incapacidade de autoconhecimento de suas reais possibilidades e condições.
( ) Tanto as teorias da construção do conhecimento como as teorias da aprendizagem, com raras exceções, são desencarnadas – é o intelecto que aprende.
( ) Hoje é interessante perceber um movimento no sentido de recuperar a dignidade do corpo no que diz respeito aos processos de aprendizagem.
( ) Para as teorias crítico-superadora e crítico-emancipatória, as formas culturais dominantes do movimentar-se humano reproduzem os valores e princípios da sociedade capitalista.
( ) Até o advento das ciências do esporte nos anos 1970, o teorizar no campo da Educação Física era sobretudo de perspectiva dialógica, isto é, voltado para a intervenção ginástica sobre o corpo.
( ) A dimensão que a cultura corporal ou de movimento assume na vida do cidadão atualmente é tão significativa que a escola é chamada não a reproduzi-la simplesmente, mas a permitir que o indivíduo se aproprie dela criticamente.
( ) No ciclo de organização da identidade dos dados da realidade, cabe ao professor organizar a identificação dos dados constatados e descritos pelo aluno para que este possa formar sistemas e encontrar as relações entre as coisas, identificando as semelhanças e as diferenças.
( ) No ciclo de consolidação da identificação dos dados da realidade, o aluno começa a estabelecer classificações e generalizações conceituais a partir das relações de semelhança e diferença.
( ) No ciclo de iniciação à sistematização do conhecimento, o aluno vai adquirindo a consciência de sua atividade mental e suas possibilidades de abstração, confrontando os dados da realidade com as representações do seu pensamento sobre eles.
( ) No ciclo de ampliação da sistematização do conhecimento, o aluno toma consciência da atividade teórica e dá um salto qualitativo quando reorganiza a identificação dos dados da realidade através do pensamento teórico.
( ) No ciclo de aprofundamento da sistematização do conhecimento, os estudantes do ensino médio apreendem as características especiais dos objetos, percebendo, compreendendo e explicando que há propriedades comuns e regulares nos objetos. O aluno lida com a regularidade científica.