Questões Discursivas

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Q4211882 Português
Por que algumas pessoas não sabem como se comportar numa casa de espetáculos?”
Levando em consideração o emprego de “por que”, assinale a alternativa em que o emprego deva ser o mesmo do trecho em evidência. 
Alternativas
Q4211881 Português

Observe a charge abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


O efeito de sentido do humor está:

Alternativas
Q4211880 Português
Atente-se para as frases abaixo:
I. Tantas datas lhe informaram, ao mesmo tempo.
II. Muitas palestras assistiram, durante o congresso.
III. Eu o pagarei assim que puder.
IV. Confiei-lhe estes segredos.
V. Sempre lhe quis como meu filho.
Observando a regência, estão CORRETOS:
Alternativas
Q4211879 Português
“Agora dá licença que vou ali tomar meus remédios e depois eu volto para ensinar mais...” Os termos destacados expressam, respectivamente:
Alternativas
Q4211878 Português
Atente-se para o cartaz a seguir.

“Fé é confiar que ela se abrirá.” Pode-se afirmar que a palavra destacada está como:
Alternativas
Q4211877 Português
Atente-se para o cartaz a seguir.

Na primeira frase verbal desse cartaz (Esperança é uma janela para o amanhã.) há um recurso estilístico denominado: 
Alternativas
Q4211876 Português
Explicitamente, há a presença de uma frase que não pode ser considerada oração em: 
Alternativas
Q4211875 Português
“... uma vez que aprendeu a ninar nos longes da senzala...”.
A crase consiste na junção da preposição “a” com o artigo “a”. Ela é representada pelo acento grave (`). Em alguns casos, o emprego desse acento é obrigatório, em outros, indevido e, em outros, facultativo. No verso acima, a não utilização do emprego da crase se deu pelo mesmo motivo que em: 
Alternativas
Q4211874 Português
Atente-se para a segunda estrofe do poema para responder a questão.

“No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom”.
No quarto verso dessa estrofe, houve um recurso estilístico denominado: 
Alternativas
Q4211873 Português
Atente-se para a segunda estrofe do poema para responder a questão.

“No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom”.
Percebe-se na segunda estrofe que a lembrança do passado é sugerida por meio de sentidos: Pode-se perceber, assim, que nessa estrofe, os sentidos que se identificam, de forma subentendida, na lembrança são: 
Alternativas
Q4211872 Português

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Leia as afirmações feitas a seguir.
I. No poema, o poeta relembra momentos de sua infância.
II. O poeta em seus relatos de memória, demonstra momentos de uma vida cotidiana pautada nos mesmos pequenos acontecimentos de uma pacata vida doméstica.
III. O poeta “burla” a monotonia e a solidão, em sua infância, lendo as histórias de Robinson Crusoé.
IV.O poeta, lendo as histórias de Robson Crusoé, percebia desde cedo que sua vida era bem melhor que a do personagem, o que se confirma o seu sentimento na vida adulta. 
Estão CORRETAS as afirmações feitas em:
Alternativas
Q4211871 Português

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Agora, na perspectiva do homem adulto, Robinson Crusoé também aparece como um símbolo, um elemento de comparação. Essa comparação desperta no eu poético:
Alternativas
Q4211870 Português

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Além de contar sua história, ocorre a confissão de um estado de espírito atual do poeta, podendo ser caracterizada, até certo ponto:
Alternativas
Q4211869 Português

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

O sentido global do texto traz como foco principal:
Alternativas
Q4211868 Português

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom.


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo!


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

O texto de Drummond, apesar de ser escrito em forma de poema, segue uma linha de uma tipologia textual: 
Alternativas
Q4211867 Fonoaudiologia
A gagueira é um distúrbio de fluência da fala. Sinais típicos incluem repetições de parte de palavras e de monossílabos, alongamentos e bloqueios de sons em início de palavras. Nesse contexto, julgue se as afirmações abaixo são verdadeiras e em seguida assinale a alternativa CORRETA:
I. A redução da velocidade de fala geralmente diminui a ocorrência da gagueira. Esta técnica pode ser contraintuitiva para pacientes que tentam falar o mais rápido possível “para terminar logo”.
II. A pessoa que gagueja, muitas vezes, tensiona a musculatura de fala na tentativa de sair mais rapidamente dos momentos de gagueira. A técnica de suavização consiste em aprender a resistir ao impulso de “colocar força para sair da gagueira”, aprendendo a produzir fala com menor tensão muscular.
III. A utilização de disfluências voluntárias antes de palavras que serão gaguejadas é uma técnica para “dissolver” a gagueira ou para amenizar sua ocorrência. O treino é elaborado de forma que o paciente consiga aprender a utilizar disfluências voluntárias (como preenchedores ou alongamentos em final de palavra) de forma estratégica. 
Alternativas
Q4211866 Fonoaudiologia
A terapia miofuncional (também chamada de exercícios orofaríngeos) é um programa de exercícios específicos que visam os músculos faciais usados para mastigar e engolir. Sobre os exercícios isométricos é correto afirmar: 
Alternativas
Q4211865 Fonoaudiologia
A dislalia configura um distúrbio da fala em que a criança sente dificuldade em articular corretamente as palavras. A dislalia funcional é caracterizada pela seguinte afirmação:
Alternativas
Q4211864 Fonoaudiologia
O complexo processo de deglutição envolve a coordenação de 22 grupos musculares distintos, envolvendo a cavidade oral, a faringe e o esôfago. A fase oral é o primeiro estágio da deglutição e é um processo voluntário. Nessa fase que nervo envia sinais ao núcleo solitário no centro de deglutição, na região inferior da ponte e do bulbo, no tronco encefálico, para iniciar e controlar as duas próximas fases da deglutição: a fase faríngea e a fase esofágica? 
Alternativas
Q4211863 Fonoaudiologia
O distúrbio específico de linguagem (DEL) é caracterizado por importantes prejuízos que se configuram como atrasos e alterações persistentes na aquisição da linguagem, na ausência de patologia que desencadeie tal atraso ou alteração. O Déficit semântico-pragmático apresenta as seguintes características: 
Alternativas
Respostas
2501: B
2502: D
2503: B
2504: C
2505: D
2506: A
2507: C
2508: A
2509: D
2510: D
2511: C
2512: D
2513: A
2514: A
2515: B
2516: D
2517: A
2518: D
2519: A
2520: B