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Q3908358 Nutrição
A xeroftalmia é considerada um importante marcador clínico da deficiência de vitamina A, sendo frequentemente utilizada em estudos epidemiológicos e na vigilância nutricional.

Considerando esse agravo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908357 Nutrição
O manejo adequado das dificuldades relacionadas à amamentação constitui estratégia essencial para a manutenção do aleitamento materno e para a prevenção do desmame precoce. A identificação dos problemas e a adoção de intervenções oportunas favorecem o vínculo mãe-bebê e a efetividade da sucção. Nesse contexto, o profissional de saúde deve reconhecer sinais, orientar técnicas e apoiar a nutriz de forma qualificada.

Diante do exposto, associe os problemas relacionados à amamentação (Coluna I) às respectivas abordagens recomendadas (Coluna II).

Coluna I
1.Mamilos invertidos.
2.Obstrução dos seios.
3.Pega deficiente.

Coluna II
(__)Amaciar os seios/mamilos, extraindo uma pequena quantidade de leite ou usar a técnica de amolecimento por pressão inversa; permitir que o bebê mame com frequência e/ou extrair com a mão ou com a bomba após a alimentação para aliviar o ingurgitamento. Use compressas frias para aliviar a dor após a amamentação. As folhas de repolho cru colocadas no peito por alguns minutos a cada poucas horas podem ajudar a reduzir o inchaço. A medicação anti-inflamatória oral aprovada pode ser usada para a dor.
(__)As conchas de mama com o apoio adequado podem ser usadas durante o último trimestre da gestação. Antes de alimentar a criança, role o mamilo delicadamente entre os dedos até ficar ereto. Pode usar a bomba de extrair leite por 1-2 minutos antes da pega do bebê para trazer o mamilo para fora.
(__)Garantir o posicionamento adequado no peito; incentivar o bebê a encher sua boca com a mama; usar protetor de mamilo como último recurso (usar somente com orientação profissional).

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3908095 Segurança da Informação
Ao utilizar a internet para acessar serviços bancários, redes sociais e sites de pesquisa, um usuário precisa adotar alguns procedimentos básicos para navegar de forma adequada e reduzir riscos durante o uso. Considerando práticas comuns de utilização da internet, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3908094 Noções de Informática
Durante uma atividade escolar, os alunos utilizaram a internet para pesquisar conteúdos, enviar trabalhos e acessar serviços on-line. A professora aproveitou a situação para revisar alguns conceitos básicos relacionados ao uso da rede. Acerca deste tema analise as afirmativas a seguir:
I.O navegador de internet é o programa utilizado para acessar páginas e serviços disponíveis na web, como sites de pesquisa e portais educacionais.
II.O correio eletrônico (e-mail) permite o envio e o recebimento de mensagens e arquivos entre usuários conectados à internet.
III.Um site da internet pode ser acessado normalmente, em tempo real, mesmo sem conexão com a internet, apenas com o computador ligado.
IV.Os mecanismos de busca auxiliam o usuário a localizar informações na internet por meio de palavras-chave.
V.Ao acessar um site seguro, o endereço geralmente inicia com "https", indicando maior proteção na troca de dados.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3908093 Noções de Informática
Em um escritório, um funcionário utiliza o computador para criar documentos, organizar relatórios e acessar diferentes programas ao longo do dia. Para manter o trabalho organizado, ele adota alguns procedimentos básicos relacionados ao uso de arquivos, pastas e programas. Analise as assertivas a seguir e assinale V (verdadeira) ou F (falsa):
(__)Um arquivo é utilizado para armazenar informações, podendo conter textos, imagens ou outros tipos de dados.
(__)Uma pasta serve para reunir arquivos e também pode conter outras pastas, facilitando a organização das informações.
(__)Programas instalados no computador funcionam independentemente do sistema operacional, não sendo influenciados por ele.
(__)É possível alterar o nome de um arquivo sem modificar o conteúdo que está armazenado nele.
(__)Ao excluir um arquivo, ele é automaticamente apagado de forma definitiva, sem possibilidade de recuperação.
(__)O uso de pastas com nomes relacionados ao conteúdo ajuda o usuário a localizar arquivos com mais facilidade.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de V (verdadeiro) e F (falso), de cima para baixo:
Alternativas
Q3908092 Sistemas Operacionais
Em um laboratório de informática de uma escola, os computadores apresentavam programas abertos, arquivos sendo utilizados e dispositivos como teclado e impressora funcionando ao mesmo tempo. Mesmo assim, os alunos conseguiam alternar entre as tarefas sem desligar o computador. Nesse contexto, qual alternativa descreve corretamente uma função do sistema operacional?
Alternativas
Q3908084 Português
Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso

Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado. 
"Impactos repetidos produzem acelerações rápidas da cabeça", fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio.
Do ponto de vista do tipo de verbo e dos objetos, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3908081 Português
Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso

Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado. 
Inicialmente, "acreditava"-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no tempo e modo: 
Alternativas
Q3908080 Português
Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso

Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado. 
A compreensão do texto evidencia a relação entre o gesto do cabeceio no futebol e os riscos à saúde cerebral ao longo do tempo.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3908079 Português
Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso

Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado. 
A leitura do texto permite analisar os princípios de organização interna responsáveis por sua clareza e unidade de sentido.
Quanto aos princípios de coesão e coerência textuais, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3908078 Português
Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso

Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado. 
A leitura do texto permite identificar o nível de linguagem adotado pelo autor para tratar de um tema científico dirigido ao público geral.
Quanto aos níveis de linguagem, é CORRETO afirmar que o texto utiliza:
Alternativas
Q3908076 Mecânica
Após alguns atendimentos, o piso fica com resíduos como poeira, pedaços de borracha e possíveis respingos de produtos. A área também recebe circulação de veículos e pessoas, aumentando o risco de escorregões e quedas. A organização do espaço inclui separar ferramentas, manter corredores livres e descartar resíduos corretamente. O objetivo é segurança e continuidade do serviço, sem incidentes. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908075 Segurança e Transporte
Durante o atendimento, o borracheiro trabalha com peso, pressão de ar e circulação de veículos. Pequenos descuidos podem causar acidentes com consequências graves. A prevenção depende mais de atitude do que de equipamentos sofisticados. Identificar riscos e agir antes do problema ocorrer é essencial. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908074 Engenharia Ambiental e Sanitária
A atividade de borracheiro gera resíduos como pedaços de borracha, embalagens e pneus inutilizados. O descarte inadequado pode causar impactos ambientais e problemas de saúde.
A destinação correta contribui para preservação do meio ambiente e limpeza urbana. A separação e o encaminhamento adequado fazem parte da rotina.
Nesse contexto, assinale a alternativa que reflete uma conduta CORRETA quanto a destinação de resíduos e cuidados com o meio ambiente.
Alternativas
Q3908073 Engenharia Ambiental e Sanitária
O saneamento básico está diretamente ligado à saúde pública e ao meio ambiente. A ausência de serviços adequados pode gerar doenças e degradação ambiental. O servidor público também deve colaborar com práticas corretas no ambiente de trabalho. Considerando o conceito geral de saneamento, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908072 Administração de Recursos Materiais
A borracharia possui bancadas, armários, prateleiras e recipientes para materiais, além de itens de escritório simples, como fichas e formulários. Com o uso diário, o ambiente pode se desgastar se não houver cuidados básicos. A conservação do mobiliário evita acidentes, melhora a organização e reduz gastos com reposição. Considere a prática de guardar materiais e manter bancadas adequadas ao serviço. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908071 Ética na Administração Pública
No atendimento, o borracheiro encontra um objeto esquecido no veículo do usuário. O local está cheio, e o usuário ainda não percebeu a ausência do item. O servidor avalia como agir sem constrangimento e de forma correta. Considere as proposições a seguir:
I.É adequado comunicar o usuário e encaminhar o objeto para o responsável definido pela rotina do setor.
PORQUE
II.A ética no serviço público envolve agir com honestidade e proteger o bem do usuário, com transparência.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908070 Administração de Recursos Materiais
A borracharia guarda ferramentas, materiais e equipamentos adquiridos com recursos públicos. O borracheiro, mesmo não sendo vigilante, participa da proteção do patrimônio no dia a dia. Atitudes simples ajudam a evitar perdas, danos ou uso indevido. A vigilância envolve atenção, cuidado e comunicação adequada. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908069 Mecânica de Autos
Um motorista pergunta ao borracheiro o que significam algumas marcações básicas do pneu e do aro. Para orientar sem complicar, o servidor usa exemplos comuns de leitura e identificação. A ideia é reconhecer termos utilizados na rotina, sem exigir cálculos avançados. Associe corretamente os itens (Coluna I) às descrições (Coluna II), no uso prático do dia a dia.
Coluna I 1.Aro. 2.Válvula. 3.Banda de rodagem. 4.Estepe.
Coluna II
(_)Peça por onde se coloca e retém o ar no pneu.
(_)Parte do pneu que faz contato com o solo.
(_)Roda sobressalente usada em substituição temporária.
(_)Medida/estrutura relacionada ao tamanho do conjunto roda/pneu (ex.: "aro 13").

Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA de associação dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3908068 Atendimento ao Público
Em uma borracharia, o borracheiro atende motoristas de diferentes setores, alguns com pressa e outros com dúvidas. Para manter a qualidade do serviço, ele precisa equilibrar educação, clareza nas informações e organização do atendimento. O objetivo é evitar retrabalho, conflitos e reclamações, mesmo quando o local está movimentado. Nessa situação, é importante adotar práticas simples de comunicação e postura profissional. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
521: C
522: A
523: A
524: B
525: C
526: A
527: A
528: D
529: C
530: B
531: C
532: A
533: C
534: A
535: C
536: D
537: A
538: A
539: A
540: B