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Q3577065 Direito Administrativo
A Administração Pública detém poderes para apurar fatos que possam configurar ilícito administrativo, denominado sindicância. Sobre a sindicância, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3577064 Direito Administrativo
Acerca dos processos administrativos e seu trâmite, é INCORRETO afirmar que:  
Alternativas
Q3577063 Direito Financeiro

Leia as opções abaixo, levando em consideração o que dispõe a Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000).



I - Os valores dos contratos de terceirização de mão-de-obra que se referem à substituição de servidores e empregados públicos serão contabilizados como "Outras Despesas de Pessoal";


II – Na despesa com pessoal, serão computadas as despesas de indenização por demissão de servidores ou empregados;


III - Para a apuração da despesa total com pessoal, será observada a remuneração líquida do servidor;


IV - A despesa total com pessoal será apurada somando-se a realizada no mês em referência com as dos onze imediatamente anteriores, adotando-se o regime de competência.



Estão corretas as alternativas: 

Alternativas
Q3577062 Direito Financeiro
Considerando o que dispõe a Lei n.101/2000 acerca da Lei Orçamentária Anual, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3577061 Direito Administrativo
Ainda sobre o consórcio público, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3577060 Direito Administrativo
Acerca da contratação de consórcios públicos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3577059 Conhecimentos Gerais
O mais novo integrante da Academia Brasileira de Letras, Ailton Alves Lacerda Krenak, é o primeiro indígena eleito para ocupar uma cadeira na Casa de Machado de Assis. Onde nasceu Ailton Krenak? 
Alternativas
Q3577057 Geografia
Densidade demográfica de Borrazópolis, de acordo com IBGE (2022):  
Alternativas
Q3577056 História
A Operação Bandeirantes está relacionada com qual período histórico brasileiro: 
Alternativas
Q3577055 Direito Constitucional
A Constituição de 1937, outorgada por Getúlio Vargas, foi inspirada na Carta Magna de qual país europeu?
Alternativas
Q3577049 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Pelo fim do "ismo" e "fobia"


A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes


Renata Giraldi | 05/03/2024



    Aos 54, eu me sinto muito bem (embora saiba que não tenho mais 30, quando estava no auge) e descobri que meus amigos da mesma faixa etária têm a mesma sensação. Porém, parece que o mundo dos jovens vê tudo de outra forma. Há uma insistência em nos rotular com o infeliz sufixo do "ismo": idadismo, etarismo, ageísmo e, de quebra, a velhafobia. Uma patrulha sem fim. Não escapam nem as nossas maiores referências.


    A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca a necessidade de combater o preconceito por idade, que afeta imensamente a qualidade de vida de quem segue produzindo, planejando e sonhando, como eu e tantos outros. Como fazer isso? A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes.


    Minha mãe tem 81. Em plena pandemia da covid-19, disse que queria ter 30 para estar na linha de frente e cuidar dos pacientes. Aos 91, tia Maria Raimunda, que recém se despediu da vida, estava sempre com uma viagem engatilhada e uma festa em vista. Ou seja: vivendo intensamente.


    Ney Matogrosso, aos 81, comentou que sabe que o corpo dele está mais velho — embora ninguém note —, mas a mente segue jovem. Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil — que, por sinal, está em mais uma turnê pela Austrália —, todos octogenários, idem. Sem mencionar Fernanda Montenegro, aos 94, lúcida, sempre brilhante.


    Por que o mundo dos jovens se recusa a aceitar essa nova realidade? Resolvi aos 50 fazer a terceira graduação da minha vida. Sou mais velha do que a maior parte dos meus professores. Qual o problema? Estou pronta para aprender com eles. O que faz a minha presença e a dos meus colegas, também cinquentões, incomodar tanto os recém-saídos do ensino médio?


    Sinceramente, não sei responder. Minha querida Cora Coralina, a poetisa da simplicidade, publicou o primeiro livro aos 75 anos, e só foi reconhecida depois dos 90, quando o grande Carlos Drummond de Andrade leu os poemas dela e a revelou para o mundo. A Universidade de Brasília (UnB), mais uma vez na vanguarda, lançou um vestibular para os mais vividos — acima dos 60. Incrível. Que maravilha! Um viva aos inovadores e aos que ousam. Quero, daqui a 50 anos, seguir com sonhos e planos.



GIRALDI, Renata. Pelo fim do "ismo" e "fobia". Correio Braziliense, 05 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/6813214-artigo-pelofim-do-ismo-e-fobia.html. Acesso em: 06 mar. 2024. Adaptado.  

Em qual das sentenças abaixo a concordância de número do verbo destacado apresenta a mesma justificativa de “escapar” no trecho “Não escapam nem as nossas maiores referências.” (1º parágrafo)?
Alternativas
Q3577048 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Pelo fim do "ismo" e "fobia"


A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes


Renata Giraldi | 05/03/2024



    Aos 54, eu me sinto muito bem (embora saiba que não tenho mais 30, quando estava no auge) e descobri que meus amigos da mesma faixa etária têm a mesma sensação. Porém, parece que o mundo dos jovens vê tudo de outra forma. Há uma insistência em nos rotular com o infeliz sufixo do "ismo": idadismo, etarismo, ageísmo e, de quebra, a velhafobia. Uma patrulha sem fim. Não escapam nem as nossas maiores referências.


    A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca a necessidade de combater o preconceito por idade, que afeta imensamente a qualidade de vida de quem segue produzindo, planejando e sonhando, como eu e tantos outros. Como fazer isso? A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes.


    Minha mãe tem 81. Em plena pandemia da covid-19, disse que queria ter 30 para estar na linha de frente e cuidar dos pacientes. Aos 91, tia Maria Raimunda, que recém se despediu da vida, estava sempre com uma viagem engatilhada e uma festa em vista. Ou seja: vivendo intensamente.


    Ney Matogrosso, aos 81, comentou que sabe que o corpo dele está mais velho — embora ninguém note —, mas a mente segue jovem. Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil — que, por sinal, está em mais uma turnê pela Austrália —, todos octogenários, idem. Sem mencionar Fernanda Montenegro, aos 94, lúcida, sempre brilhante.


    Por que o mundo dos jovens se recusa a aceitar essa nova realidade? Resolvi aos 50 fazer a terceira graduação da minha vida. Sou mais velha do que a maior parte dos meus professores. Qual o problema? Estou pronta para aprender com eles. O que faz a minha presença e a dos meus colegas, também cinquentões, incomodar tanto os recém-saídos do ensino médio?


    Sinceramente, não sei responder. Minha querida Cora Coralina, a poetisa da simplicidade, publicou o primeiro livro aos 75 anos, e só foi reconhecida depois dos 90, quando o grande Carlos Drummond de Andrade leu os poemas dela e a revelou para o mundo. A Universidade de Brasília (UnB), mais uma vez na vanguarda, lançou um vestibular para os mais vividos — acima dos 60. Incrível. Que maravilha! Um viva aos inovadores e aos que ousam. Quero, daqui a 50 anos, seguir com sonhos e planos.



GIRALDI, Renata. Pelo fim do "ismo" e "fobia". Correio Braziliense, 05 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/6813214-artigo-pelofim-do-ismo-e-fobia.html. Acesso em: 06 mar. 2024. Adaptado.  

Qual figura de linguagem se manifestaria no trecho “Minha querida Cora Coralina, a poetisa da simplicidade, publicou o primeiro livro aos 75 anos [...]”, caso a expressão “Minha querida Cora Coralina” fosse substituída por “A poetisa da simplicidade”? 
Alternativas
Q3577047 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Pelo fim do "ismo" e "fobia"


A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes


Renata Giraldi | 05/03/2024



    Aos 54, eu me sinto muito bem (embora saiba que não tenho mais 30, quando estava no auge) e descobri que meus amigos da mesma faixa etária têm a mesma sensação. Porém, parece que o mundo dos jovens vê tudo de outra forma. Há uma insistência em nos rotular com o infeliz sufixo do "ismo": idadismo, etarismo, ageísmo e, de quebra, a velhafobia. Uma patrulha sem fim. Não escapam nem as nossas maiores referências.


    A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca a necessidade de combater o preconceito por idade, que afeta imensamente a qualidade de vida de quem segue produzindo, planejando e sonhando, como eu e tantos outros. Como fazer isso? A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes.


    Minha mãe tem 81. Em plena pandemia da covid-19, disse que queria ter 30 para estar na linha de frente e cuidar dos pacientes. Aos 91, tia Maria Raimunda, que recém se despediu da vida, estava sempre com uma viagem engatilhada e uma festa em vista. Ou seja: vivendo intensamente.


    Ney Matogrosso, aos 81, comentou que sabe que o corpo dele está mais velho — embora ninguém note —, mas a mente segue jovem. Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil — que, por sinal, está em mais uma turnê pela Austrália —, todos octogenários, idem. Sem mencionar Fernanda Montenegro, aos 94, lúcida, sempre brilhante.


    Por que o mundo dos jovens se recusa a aceitar essa nova realidade? Resolvi aos 50 fazer a terceira graduação da minha vida. Sou mais velha do que a maior parte dos meus professores. Qual o problema? Estou pronta para aprender com eles. O que faz a minha presença e a dos meus colegas, também cinquentões, incomodar tanto os recém-saídos do ensino médio?


    Sinceramente, não sei responder. Minha querida Cora Coralina, a poetisa da simplicidade, publicou o primeiro livro aos 75 anos, e só foi reconhecida depois dos 90, quando o grande Carlos Drummond de Andrade leu os poemas dela e a revelou para o mundo. A Universidade de Brasília (UnB), mais uma vez na vanguarda, lançou um vestibular para os mais vividos — acima dos 60. Incrível. Que maravilha! Um viva aos inovadores e aos que ousam. Quero, daqui a 50 anos, seguir com sonhos e planos.



GIRALDI, Renata. Pelo fim do "ismo" e "fobia". Correio Braziliense, 05 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/6813214-artigo-pelofim-do-ismo-e-fobia.html. Acesso em: 06 mar. 2024. Adaptado.  

Ao afirmar, no último parágrafo, que certa universidade brasileira se encontra “na vanguarda”, a autora quis dizer que tal universidade apresenta ações: 
Alternativas
Q3577046 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Pelo fim do "ismo" e "fobia"


A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes


Renata Giraldi | 05/03/2024



    Aos 54, eu me sinto muito bem (embora saiba que não tenho mais 30, quando estava no auge) e descobri que meus amigos da mesma faixa etária têm a mesma sensação. Porém, parece que o mundo dos jovens vê tudo de outra forma. Há uma insistência em nos rotular com o infeliz sufixo do "ismo": idadismo, etarismo, ageísmo e, de quebra, a velhafobia. Uma patrulha sem fim. Não escapam nem as nossas maiores referências.


    A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca a necessidade de combater o preconceito por idade, que afeta imensamente a qualidade de vida de quem segue produzindo, planejando e sonhando, como eu e tantos outros. Como fazer isso? A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes.


    Minha mãe tem 81. Em plena pandemia da covid-19, disse que queria ter 30 para estar na linha de frente e cuidar dos pacientes. Aos 91, tia Maria Raimunda, que recém se despediu da vida, estava sempre com uma viagem engatilhada e uma festa em vista. Ou seja: vivendo intensamente.


    Ney Matogrosso, aos 81, comentou que sabe que o corpo dele está mais velho — embora ninguém note —, mas a mente segue jovem. Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil — que, por sinal, está em mais uma turnê pela Austrália —, todos octogenários, idem. Sem mencionar Fernanda Montenegro, aos 94, lúcida, sempre brilhante.


    Por que o mundo dos jovens se recusa a aceitar essa nova realidade? Resolvi aos 50 fazer a terceira graduação da minha vida. Sou mais velha do que a maior parte dos meus professores. Qual o problema? Estou pronta para aprender com eles. O que faz a minha presença e a dos meus colegas, também cinquentões, incomodar tanto os recém-saídos do ensino médio?


    Sinceramente, não sei responder. Minha querida Cora Coralina, a poetisa da simplicidade, publicou o primeiro livro aos 75 anos, e só foi reconhecida depois dos 90, quando o grande Carlos Drummond de Andrade leu os poemas dela e a revelou para o mundo. A Universidade de Brasília (UnB), mais uma vez na vanguarda, lançou um vestibular para os mais vividos — acima dos 60. Incrível. Que maravilha! Um viva aos inovadores e aos que ousam. Quero, daqui a 50 anos, seguir com sonhos e planos.



GIRALDI, Renata. Pelo fim do "ismo" e "fobia". Correio Braziliense, 05 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/6813214-artigo-pelofim-do-ismo-e-fobia.html. Acesso em: 06 mar. 2024. Adaptado.  

A palavra “idem”, utilizada no quarto parágrafo do texto, refere-se:  
Alternativas
Q3577045 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Pelo fim do "ismo" e "fobia"


A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes


Renata Giraldi | 05/03/2024



    Aos 54, eu me sinto muito bem (embora saiba que não tenho mais 30, quando estava no auge) e descobri que meus amigos da mesma faixa etária têm a mesma sensação. Porém, parece que o mundo dos jovens vê tudo de outra forma. Há uma insistência em nos rotular com o infeliz sufixo do "ismo": idadismo, etarismo, ageísmo e, de quebra, a velhafobia. Uma patrulha sem fim. Não escapam nem as nossas maiores referências.


    A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca a necessidade de combater o preconceito por idade, que afeta imensamente a qualidade de vida de quem segue produzindo, planejando e sonhando, como eu e tantos outros. Como fazer isso? A estratégia pode ser mais simples do que parece: basta olhar para o lado e ver como são muitos os exemplos de famosos e anônimos brilhantes.


    Minha mãe tem 81. Em plena pandemia da covid-19, disse que queria ter 30 para estar na linha de frente e cuidar dos pacientes. Aos 91, tia Maria Raimunda, que recém se despediu da vida, estava sempre com uma viagem engatilhada e uma festa em vista. Ou seja: vivendo intensamente.


    Ney Matogrosso, aos 81, comentou que sabe que o corpo dele está mais velho — embora ninguém note —, mas a mente segue jovem. Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil — que, por sinal, está em mais uma turnê pela Austrália —, todos octogenários, idem. Sem mencionar Fernanda Montenegro, aos 94, lúcida, sempre brilhante.


    Por que o mundo dos jovens se recusa a aceitar essa nova realidade? Resolvi aos 50 fazer a terceira graduação da minha vida. Sou mais velha do que a maior parte dos meus professores. Qual o problema? Estou pronta para aprender com eles. O que faz a minha presença e a dos meus colegas, também cinquentões, incomodar tanto os recém-saídos do ensino médio?


    Sinceramente, não sei responder. Minha querida Cora Coralina, a poetisa da simplicidade, publicou o primeiro livro aos 75 anos, e só foi reconhecida depois dos 90, quando o grande Carlos Drummond de Andrade leu os poemas dela e a revelou para o mundo. A Universidade de Brasília (UnB), mais uma vez na vanguarda, lançou um vestibular para os mais vividos — acima dos 60. Incrível. Que maravilha! Um viva aos inovadores e aos que ousam. Quero, daqui a 50 anos, seguir com sonhos e planos.



GIRALDI, Renata. Pelo fim do "ismo" e "fobia". Correio Braziliense, 05 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/6813214-artigo-pelofim-do-ismo-e-fobia.html. Acesso em: 06 mar. 2024. Adaptado.  

Em qual dos trechos abaixo NÃO se podem identificar marcas opinativas da autora do artigo?
Alternativas
Q3577044 Enfermagem
Um processo extremamente importante para a segurança de um ambiente hospitalar, que visa a destruir todas as formas de vida microbianas que possam contaminar materiais e objetos, trata se de: 
Alternativas
Q3577043 Enfermagem
É um antídoto (dos inibidores da colinesterase, dos inseticidas organofosforados); antiespasmódico; antiarrítmico [alcaloide da beladona; amina terciária; anticolinérgico; antimuscarínico, utilizado no caso de PCR ( parada cardiorrespiratória).Pelo seu efeito vagal é usado nas bradicardias acentuadas e nos bloqueios atrioventriculares, também na assistolia e na atividade elétrica sem pulso. Podemos afirmar que esta droga é a?
Alternativas
Q3577042 Enfermagem
A sonda nasoenteral é contraindicado em quais situações?
Alternativas
Q3577041 Enfermagem
Queimadura em individuo adulto na região de cabeça, tronco frente, tronco costas atingindo epiderme e parte da derme com presença de bolhas e dor acentuada. Classifique o grau e a extensão usando a regra dos nove (inventada por Pulaski e Tennison no ano de 1947, publicada por Alexander Burns Wallace em 1951): 
Alternativas
Q3577040 Enfermagem
No caso da Vacina BCG que aplica ao nascer preconizado pelo PNI ( plano nacional de imunização) a realização da mesma é por qual via? E qual a agulha utilizada? 
Alternativas
Respostas
161: D
162: C
163: A
164: A
165: C
166: B
167: D
168: B
169: B
170: C
171: A
172: C
173: B
174: D
175: C
176: D
177: D
178: B
179: A
180: C