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Q3541910 Raciocínio Lógico

Assinale a alternativa que apresenta a soma dos valores de x e y no sistema abaixo.  



Imagem associada para resolução da questão

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Q3541909 Português
Ao utilizar a palavra “ratificar” como sinônimo de corrigir (em vez de “retificar”), comete-se um barbarismo
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Q3541908 Jornalismo
A jornalista Manoela recebeu a tarefa de entrevistar o Papa em sua próxima visita ao Brasil. Durante a entrevista, ela deverá usar o seguinte pronome de tratamento quando se dirigir a ele:
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Q3541907 Português

Leia a tirinha abaixo, de Hagar, o Horrível, para responder à questão.



No último quadrinho, o “quem” corresponde a um pronome: 
Alternativas
Q3541906 Português

Leia a tirinha abaixo, de Hagar, o Horrível, para responder à questão.



No segundo quadrinho, a fala de Hagar consiste em uma onomatopeia, que é o emprego de palavras imitativas que buscam reproduzir aproximadamente certos sons ou ruídos. Diante do exposto, é correto afirmar que a onomatopeia corresponde uma figura de  
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Q3541905 Português

Leia a tirinha abaixo, de Hagar, o Horrível, para responder à questão.



No primeiro quadrinho há um ERRO de
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Q3541904 Português
Assinale a alternativa que apresenta um adjetivo uniforme, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
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Q3541903 Português
Assinale a alternativa que apresenta o correto uso da ênclise, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
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Q3541902 Português
A função apelativa da linguagem tem como foco o(a):
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Q3541901 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta acentuação das palavras, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.  
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Q3541900 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta transposição da sentença abaixo para o discurso indireto.

“Não brinques com fogo – disse a mãe.” 
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Q3541899 Português
Assinale a alternativa que apresenta o uso INCORRETO do hífen, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.  
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Q3541898 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
No trecho “(…) o amante se interpõe e o marido o mata”, retirado do texto, os verbos estão conjugados, respectivamente, no 
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Q3541897 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
Na sentença “Tenta matá-la à faca”, retirada do texto, o pronome em destaque é pessoal:  
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Q3541896 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
São sinônimos da palavra “perpretados”, em destaque no texto, EXCETO:
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Q3541895 Jornalismo
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
Com base na leitura do texto, é correto afirmar que 
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Q3541894 Odontologia
De acordo com o código de ética odontológica, constitui infração ética com o paciente:

I. exagerar em diagnóstico, prognóstico ou terapêutica.
II. abandonar paciente, salvo por motivo justificável, circunstância em que serão conciliados os honorários e que deverá ser informado ao paciente ou ao seu responsável legal de necessidade da continuidade do tratamento.
III. iniciar qualquer procedimento ou tratamento odontológico sem o consentimento prévio do paciente ou do seu responsável legal, mesmo em casos de urgência ou emergência.

Está correto o contido em:
Alternativas
Q3541893 Odontologia
Sobre as características dos diferentes tipos clínicos de candidíase da mucosa oral, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3541892 Odontologia
Quando associada somente ao biofilme dental, a gengivite é dividida em Gengivite em periodonto íntegro, Gengivite em periodonto reduzido e Gengivite em periodonto reduzido tratado periodontalmente. Sobre esta última, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3541891 Odontologia
No que se refere aos anestésicos locais, a dose máxima (por kg peso) de Articaína 4% é de
Alternativas
Respostas
261: A
262: E
263: B
264: D
265: D
266: C
267: A
268: E
269: B
270: D
271: A
272: B
273: B
274: A
275: D
276: A
277: B
278: E
279: A
280: E