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Q3908719 Artes Cênicas
A dança no Brasil foi influenciada por diferentes culturas, e sua trajetória marcada pela diversidade, desde as manifestações eruditas até as populares. Com base nos conhecimentos da história da dança no Brasil e os tipos de dança, considere as afirmativas a seguir.
I. Dança Clássica – Balé.
II. Dança de salão – Samba.
III. Dança Folclórica – Frevo.
IV. Dança Africana – Tango.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3908718 Artes Cênicas
O termo “teatro” vem do grego Theatron, que significa “lugar para ver”, e é formado por elementos que estruturam a linguagem cênica. Com base nos conhecimentos sobre a linguagem teatral e seus elementos, considere as afirmativas a seguir.
I. O ator interpreta e representa personagens, interagindo com o público pelos diálogos, palavras, roupas, tons vocais, dicção, a fim de transmitir ideias, ações e emoções.
II. A iluminação estabelece relação com os atores, o espaço e a representação. Ela pode dar ênfase às expressões e definir o espaço, expandindo-o, explorando-o.
III. A sonoplastia trabalha com os elementos sonoros para auxiliar as cenas e os atores. As músicas e sons utilizados devem estar intimamente ligados ao que acontece na cena.
IV. A cenografia é um elemento que materializa o personagem, organiza o figurino, o simbolismo, os sons e a trilha sonora que o diretor quer enfatizar.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3908717 Artes Plásticas
O pensador italiano Ricciotto Canudo, em 1912, escreveu o chamado Manifesto das Sete Artes. Segundo ele, os sete tipos de arte são: Música, Dança, Pintura, Escultura, Teatro, Literatura e Cinema. A partir dos conhecimentos sobre as Artes e suas características, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Música é a combinação harmoniosa e expressiva de sons, que, com suas características próprias, dão forma à música, por meio de seus elementos formais, ritmos, melodias, harmonia, timbre, duração, intensidade, altura e densidade. Com esses elementos, os músicos são capazes de criar sua produção artística.
( ) Escultura é uma forma de manifestação artística desde os pré-históricos com as pinturas rupestres feitas em cavernas ou rochas. É uma técnica de empregar pigmentos em uma superfície estabelecendo a relação entre cor, forma e espaço.
( ) Pintura é uma das formas de arte mais antiga e consiste na representação da tridimensionalidade/terceira dimensão, que representa imagens em relevo/forma/volume e que se relaciona com o espaço físico, transformando a matéria bruta em objetos de significado.
( ) Teatro é considerado a sétima arte surgida a partir da fotografia, uma arte que traz a imagem e o som para efeitos de comunicação. Projeta fotografias/imagens em movimento, como forma de registrar acontecimentos ou narrar histórias.
( ) Dança é uma das mais antigas manifestações artísticas, quando os homens primitivos a utilizavam para manifestações em seus rituais, cerimoniais, e tem como características a expressão por meio dos movimentos corporais com ou sem ligação musical.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta. 
Alternativas
Q3908716 Artes Visuais
Pode-se dizer que a maior contribuição da Semana de Arte Moderna foi dar liberdade à Arte brasileira, desprendendo-a da reprodução pouco criativa dos padrões europeus e fomentando a construção de uma cultura essencialmente nacional. Seus efeitos e repercussões marcaram, decisivamente, a arte, a arquitetura e a cultura brasileira dos anos seguintes.
Com base nos conhecimentos sobre a Semana de Arte Moderna, relacione as imagens/obras com seus respectivos artistas.
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Assinale a alternativa que contém a associação correta.
Alternativas
Q3908715 Educação Artística
A dança é uma linguagem artística. O homem, desde os primórdios, utilizava-se do corpo-gestos para se comunicar, cultuar e festejar.
Com base nos conhecimentos sobre a linguagem da dança e suas características, considere as afirmativas a seguir.
Alternativas
Q3908714 Educação Artística
A História da Música é muito antiga, visto que, desde os primórdios, os homens produziam diversas formas de sonoridade. É uma linguagem artística que trabalha com a harmonia dos sons e resgata também memórias e emoções.
Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre imagem e texto sobre a História da Música.
Alternativas
Q3908713 Artes Visuais

Qual é o lugar da arte? A Land Art foi uma das respostas artísticas possíveis, buscando a natureza como lugar de suas obras. Esse movimento é bastante diferente da utilização da natureza como pintura de gênero vista em diversas obras dos movimentos artísticos do séc. XVIII. 

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Baseado nos conhecimentos e características do movimento artístico Land Art, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3908712 História
A escultura, enquanto obra de arte, surgiu no período Paleolítico e é considerada uma das Artes Clássicas. É uma forma de expressão artística das Artes Visuais que traz o diálogo entre os elementos espaço e volume na criação de formas tridimensionais.
Com base nas imagens e na história da escultura, relacione as imagens com seus respectivos períodos históricos.

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Assinale a alternativa que contém a associação correta. 
Alternativas
Q3908711 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

RUN TO THE HILLS
Iron Maiden

White man came across the sea
He brought us pain and misery
He killed our tribes; he killed our creed
He took our game for his own need

We fought him hard, we fought him well
Out on the plains we gave him hell
But many came, too much for
Cree Oh, will we ever be set free?

Riding through dust clouds and barren wastes
Galloping hard on the plains
Chasing the redskins back to their holes
Fighting them at their own game
Murder for freedom the stab in the back
Women and children and cowards, attack!

Run to the hills
Run for your lives

Soldier blue in the barren wastes

Hunting and killing their game
Raping the women and
wasting the men
The only good Indians are tame
Selling them whiskey and taking their gold
Enslaving the young and destroying the old

(Harris, Steve. Run To the Hills In The Number of the Beast, EMI Records. 1982, Vinil (39min11s). Faixa 6 (3min51s) Produtor Martin Birch. Disponível em: https://www.letras.mus.br/iron-maiden/19282/. Acesso em: 6 dez. 2021.)
A respeito do verso “Soldier blue in the barren wastes”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908710 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

RUN TO THE HILLS
Iron Maiden

White man came across the sea
He brought us pain and misery
He killed our tribes; he killed our creed
He took our game for his own need

We fought him hard, we fought him well
Out on the plains we gave him hell
But many came, too much for
Cree Oh, will we ever be set free?

Riding through dust clouds and barren wastes
Galloping hard on the plains
Chasing the redskins back to their holes
Fighting them at their own game
Murder for freedom the stab in the back
Women and children and cowards, attack!

Run to the hills
Run for your lives

Soldier blue in the barren wastes

Hunting and killing their game
Raping the women and
wasting the men
The only good Indians are tame
Selling them whiskey and taking their gold
Enslaving the young and destroying the old

(Harris, Steve. Run To the Hills In The Number of the Beast, EMI Records. 1982, Vinil (39min11s). Faixa 6 (3min51s) Produtor Martin Birch. Disponível em: https://www.letras.mus.br/iron-maiden/19282/. Acesso em: 6 dez. 2021.)
De acordo com a canção, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, os versos que expressam uma opinião.
Alternativas
Q3908709 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

RUN TO THE HILLS
Iron Maiden

White man came across the sea
He brought us pain and misery
He killed our tribes; he killed our creed
He took our game for his own need

We fought him hard, we fought him well
Out on the plains we gave him hell
But many came, too much for
Cree Oh, will we ever be set free?

Riding through dust clouds and barren wastes
Galloping hard on the plains
Chasing the redskins back to their holes
Fighting them at their own game
Murder for freedom the stab in the back
Women and children and cowards, attack!

Run to the hills
Run for your lives

Soldier blue in the barren wastes

Hunting and killing their game
Raping the women and
wasting the men
The only good Indians are tame
Selling them whiskey and taking their gold
Enslaving the young and destroying the old

(Harris, Steve. Run To the Hills In The Number of the Beast, EMI Records. 1982, Vinil (39min11s). Faixa 6 (3min51s) Produtor Martin Birch. Disponível em: https://www.letras.mus.br/iron-maiden/19282/. Acesso em: 6 dez. 2021.)
Com base nas expressões retiradas do texto, considere as afirmativas a seguir.
I. Em “We fought him hard”, o termo grifado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por “difficulty”.
II. No verso “Chasing the redskins back to their holes”, os termos grifados são usados no sentido depreciativo.
III. Em “Oh, will we ever be set free?”, a pergunta indica uma reflexão do eu-lírico sobre sua condição.
IV. No verso “Selling them whiskey and taking their gold”, os verbos grifados expressam atitudes desonestas.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908708 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

RUN TO THE HILLS
Iron Maiden

White man came across the sea
He brought us pain and misery
He killed our tribes; he killed our creed
He took our game for his own need

We fought him hard, we fought him well
Out on the plains we gave him hell
But many came, too much for
Cree Oh, will we ever be set free?

Riding through dust clouds and barren wastes
Galloping hard on the plains
Chasing the redskins back to their holes
Fighting them at their own game
Murder for freedom the stab in the back
Women and children and cowards, attack!

Run to the hills
Run for your lives

Soldier blue in the barren wastes

Hunting and killing their game
Raping the women and
wasting the men
The only good Indians are tame
Selling them whiskey and taking their gold
Enslaving the young and destroying the old

(Harris, Steve. Run To the Hills In The Number of the Beast, EMI Records. 1982, Vinil (39min11s). Faixa 6 (3min51s) Produtor Martin Birch. Disponível em: https://www.letras.mus.br/iron-maiden/19282/. Acesso em: 6 dez. 2021.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o tema central da canção
Alternativas
Q3908707 Inglês
Leia o texto a seguir e responda à questão.

RUN TO THE HILLS
Iron Maiden

White man came across the sea
He brought us pain and misery
He killed our tribes; he killed our creed
He took our game for his own need

We fought him hard, we fought him well
Out on the plains we gave him hell
But many came, too much for
Cree Oh, will we ever be set free?

Riding through dust clouds and barren wastes
Galloping hard on the plains
Chasing the redskins back to their holes
Fighting them at their own game
Murder for freedom the stab in the back
Women and children and cowards, attack!

Run to the hills
Run for your lives

Soldier blue in the barren wastes

Hunting and killing their game
Raping the women and
wasting the men
The only good Indians are tame
Selling them whiskey and taking their gold
Enslaving the young and destroying the old

(Harris, Steve. Run To the Hills In The Number of the Beast, EMI Records. 1982, Vinil (39min11s). Faixa 6 (3min51s) Produtor Martin Birch. Disponível em: https://www.letras.mus.br/iron-maiden/19282/. Acesso em: 6 dez. 2021.)
Em relação à canção, considere as afirmativas a seguir.
I. A canção faz uma crítica ao comportamento de um grupo.
II. A canção traz perspectivas diferentes para uma mesma história.
III. Na canção, há um diálogo entre grupos que procuram entrar em consenso.
IV. A canção sugere que a fuga, como meio de evitar o confronto, é a solução dos covardes.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3908706 Português
Leia, a seguir, o trecho da crônica “O homem trocado”, de Luis Fernando Verissimo, e responda à questão .

Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
– O senhor não faz chamadas interurbanas?
– Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
– Por quê?
– Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
– O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite? - perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?

(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 28.)
Com base no trecho da crônica, considere as afirmativas a seguir.
I. Os castigos escolares foram, segundo o homem vítima de tantos enganos, determinantes para o insucesso no vestibular e para lhe vedar a entrada na universidade.
II. O diagnóstico médico do desengano revelou-se, afinal, ser mais um dos enganos, e a reação de “breve, louca alegria” justifica-se pelo sofrimento com o acúmulo de equívocos.
III. A experiência conjugal foi marcada pelas ações de desencontros, embora haja diferenças sutis nessas ações: na primeira, há um erro involuntário; na segunda, ela o trai.
IV. A hesitação da enfermeira, em sua penúltima fala, já denuncia mais um equívoco, e tanto a carga de humor quanto o grau do erro são intensificados com a pergunta final.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908705 Português
Leia, a seguir, o trecho da crônica “O homem trocado”, de Luis Fernando Verissimo, e responda à questão .

Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
– O senhor não faz chamadas interurbanas?
– Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
– Por quê?
– Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
– O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite? - perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?

(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 28.)
Leia o trecho do conto “São Marcos” a seguir.
No desfecho do conto “São Marcos”, o protagonista chega à casa de João Mangolô e, após lutar contra o feiticeiro, lhe dá uma nota de dez mil-réis e assim se dirige a ele: “Olha, Mangolô: você viu que não arranja nada contra mim, porque eu tenho anjo bom, santo bom e reza-brava... Em todo o caso, mais serve não termos briga...”(p. 217.)
De acordo com o trecho do conto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3908704 Português
Leia, a seguir, o trecho da crônica “O homem trocado”, de Luis Fernando Verissimo, e responda à questão .

Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
– O senhor não faz chamadas interurbanas?
– Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
– Por quê?
– Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
– O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite? - perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?

(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 28.)
Estabelecendo a correlação entre a crônica “O homem trocado”, de Luiz Fernando Verissimo, e contos de Sagarana, de Guimarães Rosa, considere as afirmativas a seguir.
I. A infelicidade conjugal pode ensejar o tom grave, sério e triste que percorre o conto “Sarapalha”, como pode ser observado no trecho “Só sei que se ela, por um falar, desse de chegar aqui de repente, até a febre sumia...”, mas, na crônica de Verissimo, se soma aos episódios de humor como mais um caso de engano entre os tantos relatados.
II. No conto “A volta do marido pródigo”, há o seguinte trecho: “E, vai então pois então, Lalino teve um momento de fraqueza, e pediu a seu Oscar que procurasse a Ritinha e falasse, e dissesse, mas não dissesse isso, e calasse aquilo, mas dando a entender que... mas sem deixar que ela pensasse que... e aquil’outro, e também etc., e pronto.” O trecho é carregado de humor obtido com um arranjo de linguagem também encontrado no jogo entre engano e desengano, na crônica.
III. No trecho do conto “São Marcos” – “Pé por p... Outra árvore que não me vê, ai!” –, o protagonista está cego e acerta a cabeça em uma árvore pela segunda vez. As circunstâncias em que o autor se manifesta poderiam desencadear a compaixão no leitor, mas é o humor que se sobrepõe, assim como nas desventuras da crônica.
IV. No conto “A hora e vez de Augusto Matraga”, Nhô Augusto dirige-se a Joãozinho Bem-Bem, chefe do bando de jagunços: “se o senhor não se acanha de entrar em casa de pobre, eu lhe convido para passar mal e se arranchar comigo...”. O humor do trecho revela-se no convite para “passar mal” e na ironia do protagonista, que preparara tocaia para o bando, assim como a enfermeira é cruel para o protagonista da crônica.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908703 Português
Leia, a seguir, os trechos extraídos de A hora da estrela, de Clarice Lispector.
“É claro que, como todo escritor, tenho a tentação de usar termos suculentos: conheço adjetivos esplendorosos, carnudos substantivos...” (p. 21.)
“Agora não é confortável: para falar da moça tenho que não fazer a barba durante dias...” (p. 26.)
“Além de vestir-me com roupa rasgada.” (p. 26.)
“E a palavra não pode ser enfeitada e artisticamente vã, tem que ser apenas ela.” (p. 26.)
“Vejo agora que esqueci de dizer que por enquanto nada leio para não contaminar com luxos a simplicidade de minha linguagem.” (p. 29.)
“Tudo isso eu disse tão longamente por medo de ter prometido demais e dar apenas o simples e o pouco. Pois esta história é quase nada.” (p. 31.)
Com base nos trechos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908702 Português
Leia o poema a seguir.
lá ia eu toda exposta àquele olhar de garfo e faca vendo a mesa posta minhas postas em fatias ouvindo dos convivas piadas macarrônicas
(RUIZ S, Alice. Dois em um. São Paulo: Iluminuras, 2018. p. 179.)
Com base no poema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908701 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Calma, creio que não há motivo para alarme. Ou talvez deva falar no plural: alarmes. O primeiro alarme soou em Portugal. Várias crianças começaram a falar português do Brasil, por causa da exposição continuada a vídeos de um youtuber brasileiro durante a pandemia, e os pais afligiram-se. Os filhos dizem grama em vez de relva, geladeira em vez de frigorífico e usam a conjugação perifrástica com o verbo no gerúndio (estou vendo) e não no infinitivo (estou a ver).

Se o problema é as crianças falarem outra variante do português, então não há problema: aprenderam gramática e vocabulário, ficaram a saber mais sobre a sua língua e abriram a sensibilidade ao português brasileiro – uma sensibilidade que os brasileiros nem sempre têm em relação ao português europeu, tanto que até quando pretendem caricaturá-lo recorrem a uma expressão que, em 47 anos de vida, nunca ouvi um português usar: ora pois.

O segundo alarme soou no Brasil. O caso seria mais uma prova de altivez linguística e de discriminação antibrasileira em Portugal. Ora, quando se apoquentam por seus filhos dedicarem demasiada atenção a um youtuber brasileiro, os pais portugueses não estão preocupados por ele ser brasileiro, estão preocupados por ele ser youtuber. Se os garotos tivessem começado a falar com sotaque por demasiada exposição a palestras sobre a obra de Carlos Drummond de Andrade, creio que os pais não se inquietariam.

Por outro lado, se as crianças tivessem passado a falar com sotaque de São Miguel, por terem visto demasiados vídeos de youtubers açorianos, julgo que os pais se inquietariam de novo – até porque teriam dificuldade em entender os filhos. As diferenças entre a variante portuguesa e a brasileira, que são enriquecedoras, costumam ser vistas como um incômodo. Em ocasiões como esta, há sempre quem defenda que mais vale admitir que são duas línguas diferentes. Seria ótimo para mim. Posso, de um dia para o outro, enriquecer o meu currículo dizendo que falo outro idioma. Serei poliglota instantâneo sem estudar nada, que é o meu modo favorito de obter qualificações.

O meu livro de português do sexto ano tinha aquele poema de Cecília Meireles: “Eu canto porque o instante existe/ e a minha vida está completa./ Não sou alegre nem sou triste:/ sou poeta.”

Se o português do Brasil é outra língua, eu descubro agora, como o Monsieur Jourdain, que a falo desde criança.

(Adaptado de: PEREIRA, Ricardo Araújo. Cuidado, vem aí o gerúndio! Folha de S.Paulo. São Paulo, 14 de nov. de 2021. Ilustrada. C8.) 
Acerca dos recursos utilizados no trecho “As diferenças entre a variante portuguesa e a brasileira, que são enriquecedoras, costumam ser vistas como um incômodo. Em ocasiões como esta, há sempre quem defenda que mais vale admitir que são duas línguas diferentes”, considere as afirmativas a seguir.
I. O fragmento “que são enriquecedoras” refere-se ao núcleo do sujeito da oração “diferenças”.
II. O pronome “esta” faz referência direta à expressão citada anteriormente: variante portuguesa.
III. O trecho todo possui cinco orações.
IV. Na primeira ocorrência do termo “como”, a relação estabelecida no enunciado é de comparação.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3908700 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Calma, creio que não há motivo para alarme. Ou talvez deva falar no plural: alarmes. O primeiro alarme soou em Portugal. Várias crianças começaram a falar português do Brasil, por causa da exposição continuada a vídeos de um youtuber brasileiro durante a pandemia, e os pais afligiram-se. Os filhos dizem grama em vez de relva, geladeira em vez de frigorífico e usam a conjugação perifrástica com o verbo no gerúndio (estou vendo) e não no infinitivo (estou a ver).

Se o problema é as crianças falarem outra variante do português, então não há problema: aprenderam gramática e vocabulário, ficaram a saber mais sobre a sua língua e abriram a sensibilidade ao português brasileiro – uma sensibilidade que os brasileiros nem sempre têm em relação ao português europeu, tanto que até quando pretendem caricaturá-lo recorrem a uma expressão que, em 47 anos de vida, nunca ouvi um português usar: ora pois.

O segundo alarme soou no Brasil. O caso seria mais uma prova de altivez linguística e de discriminação antibrasileira em Portugal. Ora, quando se apoquentam por seus filhos dedicarem demasiada atenção a um youtuber brasileiro, os pais portugueses não estão preocupados por ele ser brasileiro, estão preocupados por ele ser youtuber. Se os garotos tivessem começado a falar com sotaque por demasiada exposição a palestras sobre a obra de Carlos Drummond de Andrade, creio que os pais não se inquietariam.

Por outro lado, se as crianças tivessem passado a falar com sotaque de São Miguel, por terem visto demasiados vídeos de youtubers açorianos, julgo que os pais se inquietariam de novo – até porque teriam dificuldade em entender os filhos. As diferenças entre a variante portuguesa e a brasileira, que são enriquecedoras, costumam ser vistas como um incômodo. Em ocasiões como esta, há sempre quem defenda que mais vale admitir que são duas línguas diferentes. Seria ótimo para mim. Posso, de um dia para o outro, enriquecer o meu currículo dizendo que falo outro idioma. Serei poliglota instantâneo sem estudar nada, que é o meu modo favorito de obter qualificações.

O meu livro de português do sexto ano tinha aquele poema de Cecília Meireles: “Eu canto porque o instante existe/ e a minha vida está completa./ Não sou alegre nem sou triste:/ sou poeta.”

Se o português do Brasil é outra língua, eu descubro agora, como o Monsieur Jourdain, que a falo desde criança.

(Adaptado de: PEREIRA, Ricardo Araújo. Cuidado, vem aí o gerúndio! Folha de S.Paulo. São Paulo, 14 de nov. de 2021. Ilustrada. C8.) 
Em relação ao fragmento “Os filhos dizem grama em vez de relva, geladeira em vez de frigorífico e usam a conjugação perifrástica com o verbo no gerúndio (estou vendo) e não no infinitivo (estou a ver)”, considere as afirmativas a seguir.
I. Os pares de termos “grama/relva” e “geladeira/frigorífico” podem ser considerados sinônimos do ponto de vista do texto.
II. O trecho do texto “ficaram a saber mais sobre a sua língua” apresenta um exemplo de conjugação perifrástica com o verbo no infinitivo, típico do português europeu.
III. A conjugação perifrástica com o verbo no gerúndio configura falta de conhecimento das normas gramaticais.
IV. No fragmento de texto “Se os garotos tivessem começado a falar”, há um exemplo de conjugação perifrástica com o verbo no gerúndio.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
361: D
362: D
363: B
364: A
365: E
366: E
367: C
368: B
369: B
370: D
371: E
372: C
373: A
374: E
375: C
376: D
377: B
378: A
379: B
380: A