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Com base nessas premissas, analise os itens a seguir, e assinale a alternativa que discorre CORRETAMENTE sobre a base do conhecimento pedagógico do conteúdo, proposto por Shulman.
I. Diz respeito à compreensão, por parte da gestão escolar, daquilo que facilita ou dificulta o aprendizado de um conteúdo em específico, além das concepções corretas e errôneas dos alunos e suas implicações para a aprendizagem.
II. É relativo ao amálgama específico de conteúdo e pedagogia, que é de domínio exclusivo dos(as) docentes.
III. É o conhecimento que traz a intersecção do conteúdo e da pedagogia na compreensão, por exemplo, de como tópicos particulares, problemas ou assuntos são organizados, representados e adaptados aos interesses e às diversas habilidades dos aprendizes, nas situações de ensino.
IV. É o conhecimento que menos provavelmente diferencia o entendimento de um especialista daquele de um professor, logo, não pode ser considerado nuclear. Mas congrega o conhecimento dos alunos e de sua aprendizagem, bem como as habilidades relacionadas à gestão da sala de aula e ao conhecimento do currículo, tanto horizontal quanto verticalmente.
V. É o conhecimento acerca dos materiais curriculares disponíveis para o ensino de um assunto particular e as relações que mantém com os demais. Esse conhecimento permite ao professor preparar e organizar o conteúdo a ser ensinado à luz das particularidades do contexto de ensino e da aprendizagem.
A alternativa CORRETA corresponde ao(s) item(ns):
Para Boscarioli e Bastos (2020, p.02) as Dimensões da Competência Profissional Docente se estruturam a partir de três dimensões:
• CONHECIMENTO PROFISSIONAL: Conhecimentos específicos, porém, vinculados à prática. Conhecimentos da área, da etapa e do componente curricular. Conhecimentos que propiciem uma atuação autônoma do professor.
• PRÁTICA PROFISSIONAL: Sequências didáticas, progressão e complexidade de conteúdos abordados, experiências práticas, planejamento reverso, metodologias inovadoras e aprendizagem ativa. Estratégias de ensino e um conhecimento pedagógico do conteúdo, proporcionando experiências de aprendizagem aos alunos.
• ENGAJAMENTO PROFISSIONAL: Compromisso do professor com os alunos, pares, gestores, comunidade escolar e os demais atores do sistema educacional. Pressupõe o desenvolvimento pessoal e profissional, o compromisso com a aprendizagem e desenvolvimento do estudante e a interação com colegas, atores educacionais, comunidade e sociedade.
BOSCARIOLI, Clodis; BASTOS, Thais B. M. C. Framework Competências Digitais para Professores. Paraná, Fev. 2020. Folheto, p.02.
Considerando a articulação dessas competências e a mobilização de diferentes habilidades na atuação profissional é possível afirmar que as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) são recursos para a aprendizagem imersa numa cultura digital. Porém, esta ferramenta depende do talento do professor, do interesse do aluno e do envolvimento da família e da comunidade escolar. As competências docentes são direcionamentos para que professores possam se apoiar ao pensar em seu desenvolvimento profissional.
Sobre as competências docentes, analise as afirmativas a seguir:
I. A competência “Compreender o contexto e a promoção do uso ético, seguro e responsável das TDIC” exige conhecer e compreender o que significa segurança, responsabilidade e princípios éticos digitais, entender os processos de comunicação digital, interação e compartilhamento de informações, sem contudo promover condições para estimular na comunidade escolar o uso seguro, ético e responsável das TDIC.
II. A competência “Desenvolver as habilidades dos estudantes em TDIC” requer a capacidade de planejar atividades em TDIC que permitam conduzir e refletir sobre seu uso, bem como orientar os alunos nos processos de busca, manipulação e utilização adequada e responsável.
III. A competência “Compreender a colaboração das TDIC na comunicação, processos avaliativos e de gestão da sala de aula” impõe conhecer, compreender e utilizar as TDIC nos processos avaliativos, com o objetivo de melhorar a gestão, a validade, a confiabilidade e a eficiência das diversas abordagens de avaliação, bem como relatórios e registros de atividades, identificando dados e informações relevantes aos processos de aprendizagem.
Sobre os itens I, II e III é CORRETO afirmar:
SOUSA, Henderson Tavares de; MARQUES, Luciana Maria Estevam (Org.). Tecnologias educacionais: aplicações e possibilidades. Ponta Grossa - PR: Atena, 2024.
Sobre os REA é INCORRETO.
BACICH, Lilian; Moran, José Manuel (Org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre; Penso, 2018.
A relação entre metodologias ativas e tecnologias em educação pode ser analisada como complementar, estratégica e mediadora pois as tecnologias potencializam, viabilizam e ampliam as práticas pedagógicas centradas no aluno. As metodologias ativas exigem pesquisa, interação autoria e resolução de problemas, enquanto as tecnologias digitais oferecem ambientes, ferramentas e recursos que tornam essas práticas possíveis.
São ambientes, ferramentas, recursos que favorecem a articulação entre tecnologias educacionais e metodologias ativas, EXCETO.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010, p. 89.
Sobre as teorias de currículo pós-críticos, analise as afirmativas estabelecendo (V) VERDADEIRO ou (F) FALSO, em seguida assinale a única alternativa que apresenta a ordem CORRETA, de cima para baixo.
( ) Os currículos pós-críticos deslocam o foco da emancipação social que eram próprias das teorias críticas para analise de problemas relacionados a identidades, discursos, relações de poder, entendendo o currículo como espaço de produção de sentidos e subjetividades.
( ) Em uma perspectiva pós-critica o currículo é um artefato social, histórico e cultural, neutro e universal.
( ) O currículo pós-critico reproduz e regulamenta identidades sociais como de gênero, de raça, etnia, sexualidade, classe, cultura entendidas como construções discursivas.
( ) O currículo pós-crítico valoriza a diferença, a diversidade, a pluralidade de vozes e saberes.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.3e.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010, p. 31-32.
Assinale a única alternativa que NÃO completa a sentença.
No campo educacional o currículo não é neutro, é um campo de disputa política, cultural e ideológica e, nesta perspectiva, os intelectuais orgânicos exercem papeis centrais:
"A escola é disputada na correlação de forças sociais, políticas e culturais, ao citar as correlações de forças na escola, explica que são forças hegemônicas burguesa que lutam para perpetuar seu domínio, sua ideologia através dos conteúdos, da organização da escola e das avaliações oficiais, nacionais e internacionais. Nessa tensão de forças de poder, o currículo é o núcleo e o espaço central mais estruturante da função da escola. Por causa disso, é o território mais cercado, mais normatizado. Mas também o mais politizado, inovado, ressignificado. Um indicador é a quantidade de diretrizes curriculares para a educação básica e para a formação docente, numa configuração política de poder"
ARROYO, Miguel Gozález. Currículo, território em disputa. 5. Ed.Petrópolis, RJ: Vozes, 2013, p. 13.
Analise os itens considerando as concepções que permeiam as teorias críticas e pós-estruturalista de currículo.
I. Os pressupostos das teorias críticas e pós estruturalistas têm contribuído para um novo olhar para a escola que não é mais o lugar da obediência, da racionalidade técnica ou da docilidade, mas é o lugar da crítica das injustiças sociais e educacionais em que se travam disputas na construção de currículos.
II. A defesa pela escola pública agregou no âmbito curricular as disputas que ultrapassaram os aspectos do direito ao acesso ao ensino e ampliam suas lutas na produção de conhecimento, como da ciência e da tecnologia, entre outras.
III. A produção de conhecimentos visa em suas relações sociais às convergências para as lógicas de dominação.
IV. A escola em seus cotidianos e práticas geram a reprodução das desigualdades e não criam espaços de diálogo, como condição para novos conhecimentos e novas racionalidades.
É CORRETO o que se afirma em
1) Prática docente é sempre uma prática pedagógica?
2) Existe prática pedagógica fora das escolas, além das salas de aula?
3) O que é, afinal de contas, o pedagógico?
4) O que caracteriza uma prática pedagógica?
Afirma que a Pedagogia como prática social, indica uma direção de sentido às práticas que ocorrem na sociedade, realçando seu caráter eminentemente político. A partir dessa premissa, analise as afirmativas seguintes, e assinale a única alternativa CORRETA, considerando as definições de Franco sobre prática pedagógica, conforme apresenta na referida obra:
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010, p. 23.
Considerando as teorias tradicionais de currículo, é INCORRETO afirmar.
Sobre as teses de Vigotski, analise os itens a seguir.
I. Todas as funções psíquicas superiores têm um suporte biológico e o cérebro é o órgão principal da atividade cerebral e, portanto, da atividade psicológica.
II. As funções psíquicas têm origem nos processos sociais, porque emergem e evoluem nas relações sociais do indivíduo com o mundo social, histórico e cultural.
III. As relações sociais são mediadas por instrumentos e os instrumentos simbólicos são os que provocam transformações nos processos psíquicos.
São CORRETAS as afirmações presentes:
( ) O movimento cognitivista surge acentuadamente, nos anos 1850, como um movimento de contraposição às tendências predominantes na Psicologia: o Behaviorismo norte-americano e o Mentalismo europeu.
( ) O Behaviorismo explica o comportamento como uma conexão entre estímulos e respostas, desconsiderando os processos internos do organismo; enquanto o Mentalismo estudava o que as pessoas pensavam e sentiam, mas sem a preocupação com o rigor científico.
( ) Ausubel, como um representante do Cognitivismo, pro põe um modelo teórico que compreende e explica a aprendizagem humana como um processo de modificação do conhecimento, em vez de comportamento em um sentido externo e observável, reconhecendo a importância que os processos mentais têm nesse desenvolvimento.
( ) Para Ausubel, o fator mais importante da aprendizagem é o conhecimento prévio do sujeito. Em decorrência desse postulado, o princípio norteador da teoria ausubeliana baseia-se na ideia de que é necessário partir do que o aluno já sabe para que a aprendizagem significativa ocorra, pois os conheci mentos prévios servem de suporte ou ancoragem para o novo conhecimento.
( ) O processo de assimilação cognitiva, característico da aprendizagem significativa, deve se dar de duas formas, mediante a aprendizagem subordinativa (subordinada) e combinatória.
A sequência de julgamento CORRETO de cima para baixo é?
As autoras Pimenta e Lima (2017) defendem a ideia de que o estágio, na formação de professores, não deve ficar restrito a um momento de prática no final do curso e sistematizam uma discussão refletindo sobre diferentes concepções de estágio.
Considerando as diferentes concepções de estágio na perspectiva das autoras, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, com base na caracterização dos estágios. Em seguida, assinale a sequência CORRETA de cima para baixo nas alternativas.
(1) Estágio como prática instrumental.
(2) Estágio como prática de observação e reprodução.
(3) Estágio como espaço de articulação entre teoria e prática.
(4) Estágio com pesquisa.
( ) O estágio se constitui como campo formativo e investigativo, sendo a escola espaço legitimado para a produção de saberes, por valorizar a reflexão crítica.
( ) O estágio é compreendido como ação refletida e transformadora, pois o estagiário analisa criticamente a realidade da escola, problematiza, faz intervenção e reflete.
( ) Concepção de estágio em que predomina a ideia de que se aprende a docência imitando. Nessa perspectiva, o estagiário reproduz modelos prontos de ensino.
( ) O estágio faz separação entre teoria e prática e é concebido como aplicação mecânica da teoria. O futuro profissional atua como executor de técnicas sem reflexão crítica.
A ordenação CORRETA de cima para baixo é:
I. O licenciando no contexto do estágio supervisionado se insere no universo escolar e inicia um movimento de reconhecimento profissional, mas também um processo de constituição de identidade docente.
II. O estágio supervisionado envolve a atuação do futuro professor na escola e articula os saberes adquiridos na academia através da atuação do formador universitário, que, por meio de subsídios teóricos refletidos contextualmente, auxilia no planejamento das intervenções pedagógicas a serem realizadas na escola.
III. O professor formador deve provocar o “aprender fazendo”, por meio de dispositivos que estimulem a reflexão técnica sobre o processo formativo, em que o estagiário está inserido, e o contexto em que ocorrem as práticas.
IV. O estágio supervisionado costuma estruturar-se em três momentos distintos, mas interconectados, que são: a observação, a coparticipação e a regência.
“No campo da formação inicial docente no Brasil, a pesquisa sobre a própria prática assume especial importância no âmbito dos estágios”, cujas propostas se caracterizam pelo que se denomina estágio com pesquisa.
GHEDIN, Evandro; OLIVEIRA, Elisangela Silva de; ALMEIDA, Whasgthon Aguiar de. Estágio com pesquisa. São Paulo: Cortez Editora, 2018. PIMENTA, Selma; LIMA, Maria do Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2017.
Sobre o estágio com pesquisa, considerando a concepção apresentada pelos autores, é INCORRETO afirmar:
Cipriano Luckesi, ao abordar sobre a avaliação da aprendizagem, numa visão geral, ressalta a diferença entre “examinação” e “avaliação”. Segundo Luckesi (2013), a escola hoje ainda não avalia a aprendizagem do educando, mas sim o examina, ou seja, denominamos nossa prática de avaliação, mas, de fato, o que praticamos são exames. O autor defende que historicamente mudamos o nome, porém não modificamos a prática. Portanto, vivenciamos alguma coisa equívoca: leva o nome, mas não realiza a prática.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudo e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2013.
Analise as afirmativas, e em seguida assinale a alternativa que indica o número de assertivas CORRETAS:
I. Os exames são seletivos ou excludentes. Porque classificatórios, os exames excluem uma grande parte dos educandos. Muitos ficam de fora. A pirâmide educacional brasileira é perversa; o aproveitamento de nossos educandos é estatisticamente muito baixo.
II. Os denominados instrumentos de avaliação, para serem corretos, deveriam ser chamados de instrumentos de coleta de dados para a avaliação, na medida em que testes, provas, redações, monografias, arguições, em si, não avaliam, mas sim coletam dados que descrevem o desempenho provisório do aluno, dando base para a sua qualificação diante de determinados critérios. Por exemplo, um teste não avalia um aluno, mas oferece dados sobre o seu desempenho. Esse desempenho, que pode ser qualificado (avaliado), subsidia uma tomada de decisão sobre o que fazer a partir dessa avaliação.
III. Para trabalhar com avaliação, não necessitamos de mudar nossos instrumentos, necessitamos de mudar nossa postura, ou seja, ao invés de examinar, avaliar. Os resultados de um teste, no caso, podem ser lidos sob a ótica do exame ou sob a ótica da avaliação. Após a correção, se o utilizarmos sob a forma de exame, vamos classificar o aluno, minimamente, em aprovado ou reprovado; mas se o utilizamos sob a ótica da avaliação, vamos qualificar o desempenho provisório do aluno, tendo em vista encaminhar atividades que melhorem seu desempenho, caso este não seja satisfatório ainda. Desse modo, não é o instrumento que caracteriza o ato de examinar ou o ato de avaliar, mas sim a postura de avaliar ou de examinar.
IV. Frente às condições materiais que temos, somos responsáveis pelo pouco de sucesso que nosso sistema educacional tem. Assim sendo, os professores desejam aprender a fazer de outra forma. E, para isso, são necessárias duas coisas: formação e condições materiais de ensino. Formação, na medida do possível, os professores têm buscado. É preciso oferecer-lhes o melhor que temos.
V. Importa observar, em primeiro lugar, que a questão central da prática da avaliação na escola não está nos instrumentos, mas sim na postura pedagógica e consequentemente na prática da avaliação. Por exemplo, é impossível praticar avaliação dentro de um projeto pedagógico tradicional, que espera que o educando “esteja sempre pronto”, daí as provas serem pontuais, como vimos anteriormente. Um projeto pedagógico que sustente uma prática de avaliação tem na sua base a crença de que o ser humano é um ser em desenvolvimento, um ser em construção permanente. A avaliação é um ato subsidiário da obtenção de resultados os mais satisfatórios possíveis, portanto subsidiária de um processo, de um movimento construtivo.
Portanto, é um instrumento de busca de construção, por isso funciona articulado com um projeto pedagógico que se assume, que se crê e se efetua construtivamente.
Em "Escritos sobre a Educação", Vitor Paro faz uma reflexão sobre Gestão Escolar, Ética e Liberdade. O autor argumenta que: “Pela forma como devem entrelaçar-se as múltiplas dimensões do educativo na realidade escolar, é possível afirmar com segurança que a relação da gestão escolar com a ética e com a liberdade se dá, privilegiadamente, por via da educação a que ela, como mediação, deve visar”.
PARO, Vitor Henrique. Escritos sobre educação. São Paulo: Xamã, 2001, p.50.
Nessa perspectiva, sobre a concepção de gestão, ética, liberdade e educação, NÃO é possível afirmar:
Uma escola para a justiça social poderia, então, ser pensada como a que provê "uma escolarização igual para sujeitos diferentes, por meio de um currículo comum”.
SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artmed, 2000, p. 126.
Nestes termos, fazendo jus ao seu sentido democrático a escola deveria proporcionar aos alunos, EXCETO:
Sobre esse Núcleo, julgue as afirmativas estabelecendo (V) VERDADEIRO ou (F) FALSO:
( ) O MEC define o Núcleo como o setor da instituição que articula pessoas e instituições desenvolvendo ações de implantação e implementação da Ação do Programa TEC NEP - Educação, Tecnologia e Profissionalização para Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, no âmbito interno, envolvendo sociólogos, psicólogos, supervisores e orientadores educacionais, técnicos, administrativos, docentes, discentes e pais. Tem como objetivo principal criar na instituição a cultura da “educação para a convivência”, aceitação da diversidade, e, principalmente, buscar a quebra das barreiras arquitetônicas, educacionais e atitudinais.
( ) As deficiências neuromusculares compreendem alterações que afetam o funcionamento adequado dos músculos. A Distrofia Muscular Progressiva (DMP) caracteriza-se por uma degeneração progressiva do tecido muscular. Deficiências neuromusculares podem atingir crianças e adultos de ambos os sexos, todas afetam a musculatura, mas os músculos atingidos podem ser diferentes de acordo com o tipo de distrofia. Logo, estudantes que possuem essa condição, não são ainda atendidos pelo NAPNE.
( ) No ano 2000, com a criação do Programa Educação, Tecnologia e Profissionalização para Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (TEC NEP), na rede federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica ocorreu a primeira experiência da inclusão no Ensino Profissional, Científico e Tecnológico. Esse Programa teve como objetivo inserir o público-alvo da educação especial em cursos ofertados pela rede em todas as suas modalidades.
( ) O NAPNE se constitui em um setor consultivo e de referência institucional, ligado à Reitoria e à Pró-Reitoria de Extensão, responsável por articular todas as ações internas e externas aos Institutos Federais voltadas para garantir a acessibilidade dos alunos com deficiência e o desenvolvimento de uma cultura de respeito à diversidade e eliminação de barreiras, com intuito de atingir o sucesso em sua formação profissional (Programa TEC NEP, 2006).
( ) O público do NAPNE é o mesmo público definido pela política de Educação Especial e Inclusiva do IFPI, porém, com exceção àqueles que possuem a Distrofia Muscular Progressiva (DMP).
Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA, de cima para baixo:
NÓVOA, António. Para uma análise das instituições escolares. In: As organizações escolares em análise. Lisboa: Dom Quixote, 1998. p. 16.
“O conceito de cultura escolar tem sido utilizado para pôr em evidência a função da escola como transmissora de uma cultura específica no quadro do processo de socialização e integração nacional das crianças e dos jovens.”
Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/ bitstream/123456789/65262/1/u1_d26_v1_t06.pdf. Acessado em: 03 jan. 2026.
O estudo da cultura escolar se fundamenta com a contribuição das diferentes abordagens: funcionalista, estruturalista e interacionista. Nessa perspectiva, o estudo sobre a escola deverá considerar três dimensões essenciais do processo de referenciação da cultura organizacional, como: