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Paciente do sexo masculino, 72 anos, portador de doença renal crônica estádio V em acompanhamento ambulatorial regular com diretivas documentadas em prontuário médico de não iniciar terapia renal substitutiva, é internado com quadro de hemorragia digestiva alta. No momento da internação, o paciente reafirmou que “prefere morrer a realizar hemodiálise”. Endoscopia digestiva alta evidenciou úlcera duodenal com sinais de sangramento ativo, tendo recebido tratamento endoscópico e farmacológico apropriado. Hoje, no quarto dia de internação, evolui com piora da azotemia e confusão mental.
Qual é a conduta correta?
Paciente do sexo masculino, 63 anos, trazido ao departamento de emergência com perda de força muscular no lado direito do corpo acompanhado de “dificuldade para falar” há 4 horas. Antecedente de hipertensão arterial e tabagismo. Nega histórico de diabetes mellitus, trauma crânio-encefálico ou acidente vascular cerebral prévio. Faz uso regular de anlodipina e hidroclorotiazida. Nega uso de quaisquer outros medicamentos. Ao exame físico: regular estado geral, pressão arterial de 160x90 mmHg em ambos os membros superiores, frequência cardíaca de 84 bpm, frequência respiratória de 16 ipm. Força muscular grau 0 em membro superior direito, e grau 1 em membro inferior direito; paralisia facial central à direita; e afasia global. Glicemia capilar de 159 mg/dL. Tomografia de crânio sem contraste sem sinais de hemorragia intracraniana.
Qual conduta está indicada neste momento?
Paciente do sexo masculino, 64 anos, previamente hipertenso, comparece para consulta de retorno em unidade primária de saúde trazendo exames solicitados. Apresenta melhora significativa da queixa de dispneia, atualmente apenas aos grandes esforços. Em uso de losartana 25 mg/dia. Ao exame físico apresenta ritmo cardíaco regular em 2 tempos, frequência cardíaca de 80 bpm, pressão arterial de 135x80 mmHg, ausculta pulmonar sem ruídos adventícios bilateralmente. O ecocardiograma transtorácico revela uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 45%.
Qual das medicações é indicada para reduzir a morbimortalidade desse paciente?
Paciente do sexo feminino, 58 anos, comparece assintomática para consulta de retorno em unidade primária de saúde. Apresenta diagnóstico recente de diabetes mellitus, em uso de hipoglicemiante oral. Ao exame físico, apresenta uma pressão arterial de 150x95 mmHg, com índice tornozelo-braquial de 0,8. Traz a monitorização residencial da pressão arterial solicitada na primeira consulta evidenciando medidas de 145x90 mmHg.
A conduta indicada é a adoção de medidas não farmacológicas: