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Um designer de sistemas inteligentes está desenvolvendo um algoritmo de reconhecimento de padrões visuais para ser usado em testes de raciocínio lógico. Para avaliar a capacidade de identificação de regularidades, ele apresenta aos participantes uma sequência alternada de números e letras do alfabeto, conforme o código abaixo:
4 A, 3 C, 4 E, 3 G, 4 I...
Cada símbolo e letra seguem uma lógica específica que combina variação de forma e de posição na sequência alfabética.
Com base nessa sequência, analise as afirmações a seguir:
(__)O número e a letra variam simultaneamente e seguem uma lógica alternada.
(__)O número 3 está sempre associadas a letras pares do alfabeto.
(__)O próximo elemento após 4 I será 3 K.
(__)A sequência apresenta crescimento uniforme de duas posições no alfabeto.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora
Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.
Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.
Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.
Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.
Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.
Na frase em questão, encontra-se uma figura de linguagem denominada
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora
Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.
Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.
Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.
Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.
Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.
Com base na leitura do texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora
Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.
Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.
Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.
Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.
Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.
Nem"todos", porém, têm a mesma experiência.
Em relação ao emprego das classes de palavras, o termo destacado trata-se de
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora
Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.
Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.
Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.
Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.
Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora
Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.
Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.
Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.
Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.
Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que "não havia dados suficientes" para representar sua condição.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada, o verbo "haver" é
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Sintaticamente, os termos destacados no trecho são, respectivamente,
A terapia de retratamento endodôntico é indicada em casos de persistência ou recorrência de periodontite apical após o tratamento primário. A falha biológica está frequentemente associada à presença de microrganismos resistentes como o Enterococcus faecalis e à persistência de biofilmes em áreas anatômicas não tocadas. Considerando as técnicas e objetivos do retratamento, analise as afirmativas a seguir:
I. A remoção da guta-percha por meio de sistemas mecanizados reciprocantes apresenta eficácia semelhante ao uso de solventes orgânicos isolados, com a vantagem de reduzir o tempo de trabalho clínico.
II. O uso do ultrassom associado à irrigação vigorosa é uma manobra técnica essencial no retratamento para facilitar a remoção de restos de cimento obturador aderidos às irregularidades dentinárias.
III. A localização de canais omitidos no tratamento primário, como o segundo canal mesiovestibular (MV2) em molares superiores, é uma das principais causas de insucesso que justifica o retratamento.
Está correto o que se afirma em:
A utilização do Hidróxido de Cálcio (Ca(OH)2) como medicação intracanal visa a eliminação de microrganismos remanescentes por meio de seu elevado pH e da liberação de íons hidroxila. Acerca do tempo de latência, propriedades físico-químicas e veículos de mistura dessa medicação, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A atividade antimicrobiana do Hidróxido de Cálcio (Ca(OH)2) é imediata após a aplicação, não dependendo da dissociação iônica ou da difusão através dos túbulos dentinários para atingir o pH (Potencial Hidrogeniônico) terapêutico.
(__) Veículos viscosos, como o polietilenoglicol, permitem uma liberação mais lenta e prolongada dos íons hidroxila em comparação aos veículos aquosos, sendo indicados para casos que exigem maior tempo de permanência.
(__) O Hidróxido de Cálcio (Ca(OH)2) possui a capacidade de hidrolisar a porção lipídica da endotoxina bacteriana (LPS - Lipopolissacarídeo), reduzindo o potencial inflamatório dos subprodutos de bactérias gram-negativas.
(__) A mistura do Hidróxido de Cálcio (Ca(OH)2) com a Clorexidina gel a dois por cento resulta em uma pasta com propriedades físico-químicas sinérgicas, mantendo o pH acima de doze por tempo indeterminado.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Dentes permanentes jovens com polpa necrótica e rizogênese incompleta representam um desafio pela fragilidade das paredes radiculares e pela ausência de constrição apical. A Endodontia Regenerativa (ER) surgiu como uma alternativa à apicificação tradicional com Hidróxido de Cálcio (Ca(OH)2) ou plug de Agregado Trióxido Mineral (MTA). Considerando os protocolos de revascularização pulpar e as bases biológicas envolvidas, analise as afirmativas a seguir:
I. O sucesso da revascularização pulpar depende da criação de um arcabouço (scaffold) de fibrina, obtido através da indução de sangramento periapical para o interior do canal radicular previamente desinfectado.
II. A pasta triantibiótica (metronidazol, ciprofloxacina e minociclina) em altas concentrações é o padrão ouro para desinfecção na Endodontia Regenerativa (ER), por não causar o escurecimento coronário dos dentes tratados.
III. O objetivo primordial do tratamento regenerativo é permitir o contínuo desenvolvimento radicular em espessura e comprimento, processo mediado por células-tronco da papila apical (SCAP).
Está correto o que se afirma em:
A obturação dos canais radiculares busca o selamento tridimensional do sistema de canais radiculares para prevenir a reinfecção e favorecer o reparo dos tecidos periapicais. O surgimento dos cimentos à base de silicato de cálcio, conhecidos como cimentos biocerâmicos, introduziu a possibilidade de selamento hidráulico. Acerca das propriedades de expansão e biocompatibilidade desses materiais, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) Cimentos biocerâmicos apresentam expansão de presa e são hidrofílicos, utilizando a umidade dos túbulos dentinários para completar a reação de hidratação e formar hidroxiapatita.
(__) A técnica de cone único associada a cimentos biocerâmicos é contraindicada em canais amplos ou ovais, devido à alta contração volumétrica que o cimento sofre durante o processo de polimerização térmica.
(__) A biocompatibilidade dos cimentos de silicato de cálcio é atribuída à liberação de íons cálcio e à formação de uma camada de interface mineralizada entre o material e a dentina radicular.
(__) O uso de solventes orgânicos, como o xilol, é altamente eficaz para a desobturação de canais preenchidos com cimentos biocerâmicos puros, facilitando o retratamento endodôntico.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo: