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Q3907415 Secretariado
A respeito da elaboração de um documento padrão ofício, assinale a alternativa correta.

I. Entre as partes que compõem o documento no padrão ofício estão cabeçalho, local e data do documento, endereçamento, assunto, texto do documento e identificação do signatário, entre outros.
II. O endereçamento é a parte do documento que informa quem receberá o expediente.
III. Identificação do expediente e fecho para as comunicações são elementos proibidos nos documentos padrão ofício. 
Alternativas
Q3907410 Noções de Informática
No Microsoft Word, a organização visual de textos pode ser realizada por meio de recursos disponíveis na guia “Página Inicial” do programa.
Com base no exposto sobre a estrutura básica de documentos no Microsoft Word, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3907409 Noções de Informática
No ambiente Windows, alguns programas permitem ao usuário organizar atividades digitais do cotidiano em um único local.
Com base no exposto sobre programas e aplicativos do Windows, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3907408 Noções de Informática
No uso diário do computador com sistema Windows, é comum empregar recursos que auxiliam na organização dos conteúdos digitais.
Com base no exposto e sobre pastas no Windows, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3907407 Noções de Informática
No Microsoft Excel, o nome associado ao cruzamento de uma coluna com uma linha, que tem a função de armazenar informações, é:
Alternativas
Q3907401 Português
“Eis o pequeno detalhe da questão _____ desconfio muito.”
Assinale a alternativa cuja expressão preenche corretamente a lacuna do enunciado acima.
Alternativas
Q3907400 Português
Assinale a alternativa cuja forma verbal destacada se encontra de acordo com as normas de concordância em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3907398 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada tem natureza adverbial e exprime o sentido de modo. 
Alternativas
Q3907397 Português
Assinale a alternativa cuja expressão preenche corretamente a lacuna a seguir, de acordo com as normas de ocorrência ou não de crase.
“O trabalho em equipe foi realizado _______.”
Alternativas
Q3907396 Português
“Tudo que envolve literatura sempre é uma viagem pessoal.” (Amílcar Bettega) Considere as seguintes formas reescritas do período acima:

(i) Tudo que envolve literatura é sempre uma viagem pessoal.
(ii) Tudo que envolve literatura é uma viagem pessoal sempre.
(iii) Tudo que sempre envolve literatura é uma viagem pessoal.

Em qual(is) forma(s) reescrita(s) o significado básico original da sentença foi alterado? 
Alternativas
Q3907395 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3907394 Português
Um velho adolescente


       Descobri recentemente, mais precisamente no sábado passado, que sou um velho adolescente. Isso porque me peguei grudado a tarde toda num livro da Thalita Rebouças. A visão da escritora me fez voar, imaginar situações, me perder em dilemas, num passeio raso d’água nos olhos, encarar alguns medos eternos, até sentir novamente as transformações.

     Thalita escreve para mulheres de um modo tão próximo e profundo, que conseguiu, por momentos, me transformar num velho adolescente menina. Foi um despertar, pouco antes, na minha retina cansada, de que guardava a adolescência como se fosse a estátua de Antínoo, dura, fria, calada, mas eternamente jovem.

      No livro, logo me identifiquei com a personagem, uma garota sem dotes de beleza, um tanto desleixada, dona dos cabelos ruins e peso acima do ideal. Outras semelhanças apareceram durante a narrativa: a menina ouve música para sentir vontade de chorar. Fiz isso recentemente, sem motivos aparentes, lágrima libertária, não de agonia, envolta numa música antiga (...), de um cantor que eu desprezava quando adolescente, o Biafra, naquela parte em que ele afirma existir um licor a mais no bombom. Homem não chora! Uma ova, chora sim, mesmo na maturidade. (...)

     Quase adulto, imaginava a maturidade tal e qual a quinta sinfonia de Beethoven, a reta final, da qual queria distância. No entanto, cá estou. Acho que Biafra me fez chorar por causa disso, o licor ainda vivo, perdido em meio ao bombom. Imagino Beethoven, mas escuto Biafra. “O que sai de mim vem do prazer, de querer sentir o que eu não posso ter...”, o que ele quis dizer com isso?   

        As folhas da árvore da minha adolescência ainda tremem, esparramam o orvalho no soprar do vento, restos daquela mesma chuva que me arrancou o sono, restando em mim o pensamento incerto: será que existe por aí outro adolescente velho quieto e atento, tal e qual a estátua de Antínoo, ouvindo, entrelaçado por pequenos tremores, a sinfonia de Beethoven? Fechei a última página, já sentindo saudades da menina do livro e à procura do resto de licor perdido dentro do bombom.


ALVEZ, André Luiz. Um velho adolescente. Correio do
Estado. Disponível em
<https://correiodoestado.com.br/cidades/artigos-eopiniao/leia-a-cronica-de-andre-luiz-alvez-br-um-velhoadolescente/326927/>. 

“uma garota sem dotes de beleza, um tanto desleixada


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 

Alternativas
Q3907393 Português
Um velho adolescente


       Descobri recentemente, mais precisamente no sábado passado, que sou um velho adolescente. Isso porque me peguei grudado a tarde toda num livro da Thalita Rebouças. A visão da escritora me fez voar, imaginar situações, me perder em dilemas, num passeio raso d’água nos olhos, encarar alguns medos eternos, até sentir novamente as transformações.

     Thalita escreve para mulheres de um modo tão próximo e profundo, que conseguiu, por momentos, me transformar num velho adolescente menina. Foi um despertar, pouco antes, na minha retina cansada, de que guardava a adolescência como se fosse a estátua de Antínoo, dura, fria, calada, mas eternamente jovem.

      No livro, logo me identifiquei com a personagem, uma garota sem dotes de beleza, um tanto desleixada, dona dos cabelos ruins e peso acima do ideal. Outras semelhanças apareceram durante a narrativa: a menina ouve música para sentir vontade de chorar. Fiz isso recentemente, sem motivos aparentes, lágrima libertária, não de agonia, envolta numa música antiga (...), de um cantor que eu desprezava quando adolescente, o Biafra, naquela parte em que ele afirma existir um licor a mais no bombom. Homem não chora! Uma ova, chora sim, mesmo na maturidade. (...)

     Quase adulto, imaginava a maturidade tal e qual a quinta sinfonia de Beethoven, a reta final, da qual queria distância. No entanto, cá estou. Acho que Biafra me fez chorar por causa disso, o licor ainda vivo, perdido em meio ao bombom. Imagino Beethoven, mas escuto Biafra. “O que sai de mim vem do prazer, de querer sentir o que eu não posso ter...”, o que ele quis dizer com isso?   

        As folhas da árvore da minha adolescência ainda tremem, esparramam o orvalho no soprar do vento, restos daquela mesma chuva que me arrancou o sono, restando em mim o pensamento incerto: será que existe por aí outro adolescente velho quieto e atento, tal e qual a estátua de Antínoo, ouvindo, entrelaçado por pequenos tremores, a sinfonia de Beethoven? Fechei a última página, já sentindo saudades da menina do livro e à procura do resto de licor perdido dentro do bombom.


ALVEZ, André Luiz. Um velho adolescente. Correio do
Estado. Disponível em
<https://correiodoestado.com.br/cidades/artigos-eopiniao/leia-a-cronica-de-andre-luiz-alvez-br-um-velhoadolescente/326927/>. 
“As folhas da árvore da minha adolescência ainda tremem, esparramam o orvalho no soprar do vento, restos daquela mesma chuva que me arrancou o sono”
No trecho acima, predominam construções em sentido:
Alternativas
Q3907392 Português
Um velho adolescente


       Descobri recentemente, mais precisamente no sábado passado, que sou um velho adolescente. Isso porque me peguei grudado a tarde toda num livro da Thalita Rebouças. A visão da escritora me fez voar, imaginar situações, me perder em dilemas, num passeio raso d’água nos olhos, encarar alguns medos eternos, até sentir novamente as transformações.

     Thalita escreve para mulheres de um modo tão próximo e profundo, que conseguiu, por momentos, me transformar num velho adolescente menina. Foi um despertar, pouco antes, na minha retina cansada, de que guardava a adolescência como se fosse a estátua de Antínoo, dura, fria, calada, mas eternamente jovem.

      No livro, logo me identifiquei com a personagem, uma garota sem dotes de beleza, um tanto desleixada, dona dos cabelos ruins e peso acima do ideal. Outras semelhanças apareceram durante a narrativa: a menina ouve música para sentir vontade de chorar. Fiz isso recentemente, sem motivos aparentes, lágrima libertária, não de agonia, envolta numa música antiga (...), de um cantor que eu desprezava quando adolescente, o Biafra, naquela parte em que ele afirma existir um licor a mais no bombom. Homem não chora! Uma ova, chora sim, mesmo na maturidade. (...)

     Quase adulto, imaginava a maturidade tal e qual a quinta sinfonia de Beethoven, a reta final, da qual queria distância. No entanto, cá estou. Acho que Biafra me fez chorar por causa disso, o licor ainda vivo, perdido em meio ao bombom. Imagino Beethoven, mas escuto Biafra. “O que sai de mim vem do prazer, de querer sentir o que eu não posso ter...”, o que ele quis dizer com isso?   

        As folhas da árvore da minha adolescência ainda tremem, esparramam o orvalho no soprar do vento, restos daquela mesma chuva que me arrancou o sono, restando em mim o pensamento incerto: será que existe por aí outro adolescente velho quieto e atento, tal e qual a estátua de Antínoo, ouvindo, entrelaçado por pequenos tremores, a sinfonia de Beethoven? Fechei a última página, já sentindo saudades da menina do livro e à procura do resto de licor perdido dentro do bombom.


ALVEZ, André Luiz. Um velho adolescente. Correio do
Estado. Disponível em
<https://correiodoestado.com.br/cidades/artigos-eopiniao/leia-a-cronica-de-andre-luiz-alvez-br-um-velhoadolescente/326927/>. 
O autor-narrador do texto “Um velho adolescente” pode ser caracterizado como alguém: 
Alternativas
Q3907390 Jornalismo

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna, de acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros:


O jornalista não pode divulgar informações obtidas por meios inadequados, como o uso de identidades falsas ou equipamentos ocultos, salvo em casos de __________ e quando esgotadas outras possibilidades de apuração.

Alternativas
Q3907389 Legislação Federal
A produção e a difusão de conteúdos jornalísticos e institucionais estão submetidos a limites jurídicos relacionados aos direitos autorais e ao direito de imagem. A partir disso, analise as assertivas a seguir.

I. A proteção aos direitos autorais existe independentemente de registro formal da obra.
II. A utilização de obra intelectual por modalidades como reprodução, edição, adaptação, tradução ou armazenamento em computador, em regra, depende de autorização prévia do autor.
III. A transcrição, em imprensa diária ou periódica, de notícia ou de artigo informativo anteriormente publicado pode ocorrer sem caracterizar ofensa, desde que se indique a autoria quando houver assinatura e a fonte de onde foi transcrito.
IV. Paródias e paráfrases são admitidas quando não constituem reprodução da obra originária e não lhe acarretam descrédito.

Assinale a alternativa que indica o conjunto de assertivas corretas.
Alternativas
Q3907388 Jornalismo
É comum que o público confie em notícias veiculadas pela imprensa mesmo sem confirmar pessoalmente as informações divulgadas. No jornalismo, isso ocorre:
Alternativas
Q3907387 Direito Administrativo
A partir da Constituição Federal de 1988, a ética passou a integrar o núcleo axiológico da Administração Pública brasileira, não como valor autônomo dissociado da legalidade, mas como:
Alternativas
Q3907386 Direito Administrativo
Considere o trecho a seguir:

“O Estado deve ser o primeiro a respeitar as leis que cria.”

No âmbito do regime jurídico-administrativo, o princípio da legalidade impõe que a Administração Pública:
Alternativas
Q3907385 Comunicação Social
A respeito dos elementos textuais do texto jornalístico, analise:

I. As aspas permitem a edição do conteúdo citado de modo a alterar sua semântica.
II. O título deve apresentar caráter informativo e evitar sensacionalismo.
III. O entretítulo auxilia a organização visual e a leitura do texto.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1801: D
1802: B
1803: B
1804: C
1805: E
1806: E
1807: C
1808: B
1809: A
1810: D
1811: B
1812: E
1813: A
1814: D
1815: D
1816: E
1817: A
1818: C
1819: E
1820: C