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Q3546406 Medicina
As neoplasias do sistema digestivo representam um grupo heterogêneo de doenças com distintas apresentações clínicas e abordagens terapêuticas. Um paciente de 65 anos apresenta-se com perda de peso progressiva, dor abdominal vaga e icterícia. Exames laboratoriais revelam elevação da bilirrubina e enzimas hepáticas. Uma tomografia computadorizada abdominal indica uma massa no pâncreas cabeça com dilatação do ducto biliar comum e ducto pancreático. Não há evidência de metástases à distância. Qual das seguintes opções é a mais apropriada para o manejo inicial deste paciente, considerando as práticas clínicas atuais?
Alternativas
Q3546405 Medicina
As encefalopatias englobam um espectro de distúrbios cerebrais que podem ter múltiplas etiologias e apresentam-se com diversos graus de disfunção cerebral. Um paciente de 60 anos com histórico de cirrose hepática é admitido com alterações do estado mental, incluindo letargia e desorientação. Exames laboratoriais revelam elevação de amônia sérica. A tomografia computadorizada do cérebro não mostra anormalidades agudas. Diante desses achados, qual é a abordagem terapêutica mais apropriada para este paciente, suspeito de encefalopatia hepática? 
Alternativas
Q3546404 Medicina
A hipertensão arterial é uma condição clínica comum, que exige uma abordagem terapêutica personalizada com base nas características individuais do paciente e nos fatores de risco associados. Um paciente de 60 anos, recentemente diagnosticado com hipertensão arterial estágio 2, sem outras comorbidades significativas, apresenta uma pressão arterial consistentemente em torno de 160/100 mmHg. Considerando as diretrizes atuais para o tratamento da hipertensão arterial, qual das seguintes opções representa a melhor escolha terapêutica inicial para este paciente?
Alternativas
Q3546403 Medicina
A bronquite aguda, uma inflamação dos brônquios frequentemente causada por infecções virais, exige uma abordagem cuidadosa em seu tratamento. Um paciente de 45 anos, sem histórico prévio de doença pulmonar, apresenta-se com tosse produtiva, desconforto torácico leve e febre baixa há cinco dias. Exame físico e radiografia de tórax não indicam pneumonia ou outras complicações. Considerando as práticas clínicas atuais, qual das seguintes opções é a mais indicada para o tratamento deste paciente?
Alternativas
Q3546402 Medicina
A insuficiência arterial periférica (IAP) é uma condição clínica complexa que requer uma abordagem terapêutica multifacetada. Um paciente de 70 anos com histórico de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão apresenta claudicação intermitente com uma distância de caminhada máxima de 100 metros. O índice tornozelo-braquial (ITB) no membro afetado é de 0,65. Considerando as diretrizes atuais e as evidências clínicas disponíveis, qual das seguintes opções representa a melhor abordagem inicial para o tratamento desse paciente? 
Alternativas
Q3546401 Medicina
As parasitoses intestinais são condições comuns em muitas regiões do mundo e podem apresentar uma variedade de manifestações clínicas. Um paciente de 35 anos, residente em área rural, apresenta-se com queixas de diarreia, dor abdominal e perda de peso. Após a realização de exames coproparasitológicos, é diagnosticado com infecção por Strongyloides stercoralis. Não há sinais de imunossupressão ou complicações sistêmicas. Qual das seguintes opções é o tratamento mais apropriado para esta parasitose intestinal?
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Q3546400 Medicina
A avaliação e o manejo de um aneurisma da aorta abdominal (AAA) requerem um entendimento aprofundado de suas características clínicas e radiológicas, bem como das opções de tratamento. Um paciente de 65 anos, com histórico de hipertensão e tabagismo, apresenta um AAA infrarrenal com diâmetro de 5,5 cm, sem sinais de ruptura na tomografia computadorizada. Qual das seguintes abordagens é a mais indicada para o manejo desse paciente, baseando-se nas diretrizes atuais e em evidências clínicas?
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Q3546399 Medicina
Considerando os avanços recentes no tratamento de doenças reumáticas, uma nova classe de medicamentos tem ganhado destaque devido à sua especificidade e eficácia. Esses medicamentos são conhecidos como inibidores seletivos da Janus quinase (JAK). Em um paciente com artrite reumatoide moderada a grave, que não respondeu adequadamente a um tratamento com metotrexato, qual dos seguintes inibidores JAK é mais apropriado para ser considerado na próxima etapa do tratamento, levando em conta as diretrizes e estudos mais recentes?
Alternativas
Q3546398 Medicina
A insuficiência cardíaca é uma condição crônica na qual o coração não consegue bombear sangue de forma eficaz para atender às necessidades do corpo. O tratamento da insuficiência cardíaca envolve abordagens farmacológicas e não farmacológicas. Analise as seguintes afirmações sobre o tratamento da insuficiência cardíaca e identifique a correta. 
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Q3546397 Medicina
Um paciente apresenta sintomas de dispneia, tosse crônica e produção excessiva de muco. Após avaliação médica, é diagnosticado com uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Qual das seguintes afirmações sobre a fisiopatologia da DPOC é correta?
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Q3546396 Medicina
A epidemiologia é o estudo da distribuição e determinantes de doenças em populações humanas. Com base nos princípios da epidemiologia, avalie as seguintes afirmações e identifique a correta.
Alternativas
Q3546364 Português
Leia o texto para responder à questão.


Omelete


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.

— Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...

— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.

Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.

Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.

— Precisamos conversar.

— Está bem.

— Aqui.

— Certo.

— Outra coisa.

— O quê?

— Não coma nada antes. 

Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?

— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.

E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as sentenças retiradas do texto e assinale aquela em que o vocábulo “se” è um pronome expletivo.
Alternativas
Q3546363 Português
Leia o texto para responder à questão.


Omelete


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.

— Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...

— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.

Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.

Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.

— Precisamos conversar.

— Está bem.

— Aqui.

— Certo.

— Outra coisa.

— O quê?

— Não coma nada antes. 

Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?

— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.

E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Das associações sobre as personagens propostas nas alternativas a seguir, aquela que pode ser depreendida corretamente do texto é: 
Alternativas
Q3546362 Português
Leia o texto para responder à questão.


Omelete


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.

— Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...

— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.

Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.

Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.

— Precisamos conversar.

— Está bem.

— Aqui.

— Certo.

— Outra coisa.

— O quê?

— Não coma nada antes. 

Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?

— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.

E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O pronome demonstrativo em “— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.” funciona como um recurso de coesão textual de:
Alternativas
Q3546361 Português
Leia o texto para responder à questão.


Omelete


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.

— Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...

— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.

Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.

Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.

— Precisamos conversar.

— Está bem.

— Aqui.

— Certo.

— Outra coisa.

— O quê?

— Não coma nada antes. 

Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?

— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.

E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
De acordo com o texto, conclui-se que: 
Alternativas
Q3544626 Enfermagem
Para prevenir a transmissão de microrganismos pelas mãos, alguns elementos são essenciais para essa prática:

I. O uso de um agente tópico/produto com eficácia antimicrobiana.
II. A execução da técnica adequada e no tempo preconizado.
III. Adesão esporádica dos profissionais de saúde nos momentos indicados. 

É correto o que se afirmar em: 
Alternativas
Q3544625 Enfermagem
As mãos são consideradas a principal via de transmissão de microrganismos. Para os profissionais de saúde a higienização simples das mãos deve ser realizada:

I. Quando as mãos estiverem visivelmente sujas ou contaminadas com sangue e outros fluidos corporais.
II. Somente ao terminar o turno de trabalho.
III. Antes do preparo e manipulação de medicamentos.

É correto o que se afirmar em:
Alternativas
Q3544624 Enfermagem
Um homem após um acidente de motocicleta, foi admitido no Pronto-socorro apresentando múltiplas lesões simultâneas de vários segmentos do corpo, que podem resultar em uma combinação potencialmente fatal.

Este tipo de trauma ortopédica é denominado de:
Alternativas
Q3544623 Enfermagem
Algumas características do paciente e da cirurgia podem estar associadas à infecção do sítio cirúrgico, exceto:
Alternativas
Q3544622 Enfermagem
Uma idosa está na sala de cirurgia, com o dorso em repouso na superfície do colchão da mesa de operação. Os braços estão posicionados em posição de abdução (utilizando talas), com a angulação inferior a 90 graus e as palmas voltadas para cima.

A posição para a realização do procedimento anestésico-cirúrgico descrita acima é:
Alternativas
Respostas
16601: C
16602: A
16603: C
16604: D
16605: B
16606: D
16607: E
16608: A
16609: B
16610: A
16611: C
16612: C
16613: A
16614: B
16615: D
16616: C
16617: D
16618: A
16619: E
16620: E