Questões de Concurso
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(__)A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única.
(__)A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) será exercida pelo Ministério da Saúde, no âmbito da União.
(__)A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) será exercida pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente, no âmbito dos Estados e do Distrito Federal.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
(__)A Hepatite A pode ser transmitida por água e alimentos contaminados ou de uma pessoa para outra.
(__)Não existe vacina contra o vírus da hepatite A, sendo assim, a melhor maneira de evitá-la se dá pelo saneamento básico, tratamento adequado da água, alimentos bem cozidos e pelo ato de lavar sempre as mãos antes das refeições.
(__)A Hepatite A não pode ser diagnosticada através de exame de sangue.
Fonte: https://www.gov.br/saude/
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Entende-se por____um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas_____decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo: o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo e o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas na afirmativa acima.
I.As Doenças de Notificação Compulsória são aquelas, no qual os profissionais de saúde e instituições de saúde são legalmente obrigados a informar às autoridades de saúde pública quando diagnosticam ou suspeitam dessas doenças em um paciente.
II.A notificação deve ser realizada por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan.
III.Para incorporar um agravo ou doença à lista de notificação compulsória é necessário considerar alguns aspectos, a exemplo de características que possam apresentar riscos à saúde pública.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/ svsa/notificacao-compulsoria
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/12/ arte_informatica_basica.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde a um software de acessibilidade.
Um mecânico estava trabalhando em um carro em uma borracharia quando um compressor de ar explodiu. O mecânico foi atingido por estilhaços e precisou ser hospitalizado.
Considerando a história acima, qual é a norma de segurança do trabalho que exige que os compressores de ar atendam a requisitos de segurança para evitar acidentes?
Observe o esquema abaixo:

Sendo R o conjunto dos números reais, qual é o conjunto que neste esquema está representado pela letra X?
Ele indica que a informação a seguir deve ser interpretada como tal, e não como um texto comum. Nas planilhas eletrônicas no Excel, todas as fórmulas e funções devem ser precedidas com o.
Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/12/
arte_informatica_basica.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisa: 89% de entrevistados que usam app de namoro defendem conversas sobre saúde mental
Uma pesquisa conduzida pelo aplicativo de relacionamentos Bumble indicou que 89% dos entrevistados julgam extremamente importante discutir questões ligadas à saúde mental com potenciais parceiros. O levantamento consultou mais de 3.300 usuários da plataforma no país.
O objetivo da consulta, segundo informações divulgadas pelo Bumble, era investigar o papel do autocuidado e da saúde mental no cenário do namoro.
De acordo com os dados, 55% dos participantes afirmam fazer terapia como prática regular de autocuidado.
O Ministério da Saúde recomenda como práticas para a manutenção da saúde mental, além dos tratamentos terapêuticos adequados:
Não se isolar;
Consultar o médico regularmente;
Manter o físico e o intelectual ativos;
Praticar atividades físicas;
Ter uma alimentação saudável;
Reforçar os laços familiares e de amizades.
Fundado em 2014, o Bumble é um aplicativo de relacionamentos conhecido pelo fato de as mulheres decidirem com quem querem conversar. Na plataforma, uma vez dado match, ou seja, combinado interesse com outro usuário, apenas as mulheres podem iniciar o bate-papo.
Além de encontros românticos, o aplicativo também fornece opções para quem busca amizades (Bumble BFF) e networking profissional (Bumble Bizz).
Segundo a pesquisa, 1 em cada 3 entrevistados diz estar mais aberto a aceitar um segundo encontro se o potencial parceiro falar abertamente sobre temas de saúde mental e terapia no primeiro encontro.
Ainda em relação à importância do autocuidado, as mulheres se mostraram mais preocupadas com a maneira com que os parceiros lidam com essas questões do que os homens: 40% do público feminino entrevistado compartilhou que não está disposto a namorar quem não priorize esses tópicos, contra 27% dos homens.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pesquisa-89-de-entrevistados-queusam-app-de-namoro-defendem-conversas-sobre-saude-mental/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quer ter sucesso? Primeiro, aprenda a falhar, diz professora de Harvard
Quando Sara Blakely, fundadora da marca de roupas modeladoras Spanx, era criança, seu pai fazia uma pergunta incomum a ela e ao irmão durante o jantar: "Como você falhou esta semana?", questionava ele. "Ele nos incentivava a falhar e não ter medo disso", diz ela. "Se não tivéssemos algo para contar a ele naquela semana, ele ficaria desapontado."
Mas a maioria de nós tenta evitar o fracasso e se envergonha quando as coisas dão errado, afirma Amy Edmondson, professora de liderança na Harvard Business School e autora de "Right Kind of Wrong: The Science of Failing Well" (O tipo certo de errado: a ciência de fracassar bem, em tradução livre). Ela descreveu maneiras de processar nossos erros e aprender com eles.
COLOQUE SEU FRACASSO EM CONTEXTO
Quando falhamos, nossos cérebros tendem a "catastrofizar" e "acabamos com a resposta fisiológica e emocional do medo real", diz Edmondson. Mas é possível reenquadrar seus fracassos como experiências de vida necessárias.
Pergunte a si mesmo: "O que eu pretendia fazer? O que realmente aconteceu?"essas perguntas não se tratam de focar em como você "estragou tudo", diz ela. É sobre examinar os fatos de forma imparcial. É possível se redimir ou corrigir o curso? Explorar essas questões pode evitar que você entre em pânico ou exagere o tamanho da sua falha, afirma.
APRENDA A MUDAR DE DIREÇÃO
Em vez de se lamentar depois de um revés, concentre-se no que você pode fazer para seguir em frente ou mudar de direção. Reconheça as maneiras pelas quais você pode conseguir se adaptar, sugere Edmondson. Se, por exemplo, um relacionamento fracassou, você pode experimentar um novo aplicativo de namoro, fazer uma festa de divórcio ou dar um tempo de namorar e se reagrupar. Meça seu sucesso pelo progresso e aprendizado. "Um fracasso é um fim, mas uma mudança de direção olha para frente, em vez de para trás", diz ela.
COMPARTILHE DE FRACASSOS
Humildade e honestidade são dois ingredientes essenciais da mentalidade de "fracassar bem", pontua Edmondson. E compartilhar nossos fracassos com os outros, indica , minimiza a vergonha, incentiva a sinceridade e oferece às pessoas a chance de aprender com os erros uns dos outros.
"Isso normaliza a realidade do fracasso para todos nós e cria uma conexão profunda", diz ela.
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/quer-ter-sucessoprimeiro-aprenda-a-falhar-diz-professora-de-harvard.shtml
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quer ter sucesso? Primeiro, aprenda a falhar, diz professora de Harvard
Quando Sara Blakely, fundadora da marca de roupas modeladoras Spanx, era criança, seu pai fazia uma pergunta incomum a ela e ao irmão durante o jantar: "Como você falhou esta semana?", questionava ele. "Ele nos incentivava a falhar e não ter medo disso", diz ela. "Se não tivéssemos algo para contar a ele naquela semana, ele ficaria desapontado."
Mas a maioria de nós tenta evitar o fracasso e se envergonha quando as coisas dão errado, afirma Amy Edmondson, professora de liderança na Harvard Business School e autora de "Right Kind of Wrong: The Science of Failing Well" (O tipo certo de errado: a ciência de fracassar bem, em tradução livre). Ela descreveu maneiras de processar nossos erros e aprender com eles.
COLOQUE SEU FRACASSO EM CONTEXTO
Quando falhamos, nossos cérebros tendem a "catastrofizar" e "acabamos com a resposta fisiológica e emocional do medo real", diz Edmondson. Mas é possível reenquadrar seus fracassos como experiências de vida necessárias.
Pergunte a si mesmo: "O que eu pretendia fazer? O que realmente aconteceu?"essas perguntas não se tratam de focar em como você "estragou tudo", diz ela. É sobre examinar os fatos de forma imparcial. É possível se redimir ou corrigir o curso? Explorar essas questões pode evitar que você entre em pânico ou exagere o tamanho da sua falha, afirma.
APRENDA A MUDAR DE DIREÇÃO
Em vez de se lamentar depois de um revés, concentre-se no que você pode fazer para seguir em frente ou mudar de direção. Reconheça as maneiras pelas quais você pode conseguir se adaptar, sugere Edmondson. Se, por exemplo, um relacionamento fracassou, você pode experimentar um novo aplicativo de namoro, fazer uma festa de divórcio ou dar um tempo de namorar e se reagrupar. Meça seu sucesso pelo progresso e aprendizado. "Um fracasso é um fim, mas uma mudança de direção olha para frente, em vez de para trás", diz ela.
COMPARTILHE DE FRACASSOS
Humildade e honestidade são dois ingredientes essenciais da mentalidade de "fracassar bem", pontua Edmondson. E compartilhar nossos fracassos com os outros, indica , minimiza a vergonha, incentiva a sinceridade e oferece às pessoas a chance de aprender com os erros uns dos outros.
"Isso normaliza a realidade do fracasso para todos nós e cria uma conexão profunda", diz ela.
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/quer-ter-sucessoprimeiro-aprenda-a-falhar-diz-professora-de-harvard.shtml
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quer ter sucesso? Primeiro, aprenda a falhar, diz professora de Harvard
Quando Sara Blakely, fundadora da marca de roupas modeladoras Spanx, era criança, seu pai fazia uma pergunta incomum a ela e ao irmão durante o jantar: "Como você falhou esta semana?", questionava ele. "Ele nos incentivava a falhar e não ter medo disso", diz ela. "Se não tivéssemos algo para contar a ele naquela semana, ele ficaria desapontado."
Mas a maioria de nós tenta evitar o fracasso e se envergonha quando as coisas dão errado, afirma Amy Edmondson, professora de liderança na Harvard Business School e autora de "Right Kind of Wrong: The Science of Failing Well" (O tipo certo de errado: a ciência de fracassar bem, em tradução livre). Ela descreveu maneiras de processar nossos erros e aprender com eles.
COLOQUE SEU FRACASSO EM CONTEXTO
Quando falhamos, nossos cérebros tendem a "catastrofizar" e "acabamos com a resposta fisiológica e emocional do medo real", diz Edmondson. Mas é possível reenquadrar seus fracassos como experiências de vida necessárias.
Pergunte a si mesmo: "O que eu pretendia fazer? O que realmente aconteceu?"essas perguntas não se tratam de focar em como você "estragou tudo", diz ela. É sobre examinar os fatos de forma imparcial. É possível se redimir ou corrigir o curso? Explorar essas questões pode evitar que você entre em pânico ou exagere o tamanho da sua falha, afirma.
APRENDA A MUDAR DE DIREÇÃO
Em vez de se lamentar depois de um revés, concentre-se no que você pode fazer para seguir em frente ou mudar de direção. Reconheça as maneiras pelas quais você pode conseguir se adaptar, sugere Edmondson. Se, por exemplo, um relacionamento fracassou, você pode experimentar um novo aplicativo de namoro, fazer uma festa de divórcio ou dar um tempo de namorar e se reagrupar. Meça seu sucesso pelo progresso e aprendizado. "Um fracasso é um fim, mas uma mudança de direção olha para frente, em vez de para trás", diz ela.
COMPARTILHE DE FRACASSOS
Humildade e honestidade são dois ingredientes essenciais da mentalidade de "fracassar bem", pontua Edmondson. E compartilhar nossos fracassos com os outros, indica , minimiza a vergonha, incentiva a sinceridade e oferece às pessoas a chance de aprender com os erros uns dos outros.
"Isso normaliza a realidade do fracasso para todos nós e cria uma conexão profunda", diz ela.
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/quer-ter-sucessoprimeiro-aprenda-a-falhar-diz-professora-de-harvard.shtml