De acordo com a pesquisa conduzida pelo aplicativo Bumble, ...
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisa: 89% de entrevistados que usam app de namoro defendem conversas sobre saúde mental
Uma pesquisa conduzida pelo aplicativo de relacionamentos Bumble indicou que 89% dos entrevistados julgam extremamente importante discutir questões ligadas à saúde mental com potenciais parceiros. O levantamento consultou mais de 3.300 usuários da plataforma no país.
O objetivo da consulta, segundo informações divulgadas pelo Bumble, era investigar o papel do autocuidado e da saúde mental no cenário do namoro.
De acordo com os dados, 55% dos participantes afirmam fazer terapia como prática regular de autocuidado.
O Ministério da Saúde recomenda como práticas para a manutenção da saúde mental, além dos tratamentos terapêuticos adequados:
Não se isolar;
Consultar o médico regularmente;
Manter o físico e o intelectual ativos;
Praticar atividades físicas;
Ter uma alimentação saudável;
Reforçar os laços familiares e de amizades.
Fundado em 2014, o Bumble é um aplicativo de relacionamentos conhecido pelo fato de as mulheres decidirem com quem querem conversar. Na plataforma, uma vez dado match, ou seja, combinado interesse com outro usuário, apenas as mulheres podem iniciar o bate-papo.
Além de encontros românticos, o aplicativo também fornece opções para quem busca amizades (Bumble BFF) e networking profissional (Bumble Bizz).
Segundo a pesquisa, 1 em cada 3 entrevistados diz estar mais aberto a aceitar um segundo encontro se o potencial parceiro falar abertamente sobre temas de saúde mental e terapia no primeiro encontro.
Ainda em relação à importância do autocuidado, as mulheres se mostraram mais preocupadas com a maneira com que os parceiros lidam com essas questões do que os homens: 40% do público feminino entrevistado compartilhou que não está disposto a namorar quem não priorize esses tópicos, contra 27% dos homens.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pesquisa-89-de-entrevistados-queusam-app-de-namoro-defendem-conversas-sobre-saude-mental/
Gabarito comentado
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Tema da questão: Interpretação de texto — identificação de informação explícita em um texto jornalístico com dados percentuais.
Como resolver: Leia o enunciado com foco no que está sendo pedido. Aqui, a pergunta restringe o recorte semântico a “participantes que afirmam fazer terapia” e a “prática regular de autocuidado”. Em seguida, localize no texto marcadores que introduzem dados objetivos, como “De acordo com os dados” e “Segundo a pesquisa”. Esses marcadores sinalizam a presença do número correto.
Alternativa correta: A — 55%
Por quê? O texto informa explicitamente: “De acordo com os dados, 55% dos participantes afirmam fazer terapia como prática regular de autocuidado.” Ou seja, a porcentagem pedida está literalmente no trecho com esse marcador discursivo (“De acordo com os dados”), o que confirma a alternativa A.
Pegadinhas comuns nessa questão:
Há vários percentuais no texto (89%, 40%, 27%), mas cada um se refere a aspectos diferentes (importância do tema, disposição para namoro, recorte por gênero etc.). A chave é alinhar o termo exato do enunciado (“fazer terapia como prática regular de autocuidado”) ao número correspondente no texto.
Análise das alternativas:
B — 27%: Incorreta. Esse número no texto está ligado aos homens que não estão dispostos a namorar quem não prioriza saúde mental e autocuidado, e não à prática de fazer terapia regularmente.
C — 89%: Incorreta. Refere-se aos entrevistados que consideram extremamente importante discutir saúde mental com potenciais parceiros. Não é a porcentagem de quem faz terapia.
D — 40%: Incorreta. Está associado ao público feminino que não está disposto a namorar quem não prioriza esses tópicos. Também não corresponde à prática regular de terapia.
Estratégia para provas:
- Sublinhe no enunciado a expressão-chave: “fazer terapia” e “prática regular de autocuidado”.
- No texto, procure marcadores como “De acordo com os dados” e “Ainda em relação”, que separam blocos de informação e ajudam a não confundir percentuais.
- Confirme se a porcentagem escolhida responde exatamente ao mesmo recorte do enunciado (quem? o quê? com que frequência?).
Nota linguística útil: “Autocuidado” escreve-se sem hífen, conforme o Acordo Ortográfico e o VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa). Em textos informativos, números percentuais costumam vir com o símbolo “%” após o algarismo, uso consagrado na norma editorial.
Resposta: A — 55%.
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