Questões de Concurso Comentadas para cpcon

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Q3576333 Direito do Trabalho
Assédio sexual no trabalho, denominado Assédio Sexual Ambiental, ocorre na seguinte condição: 
Alternativas
Q3576332 Direito do Trabalho
Entende-se por Assédio Moral Vertical Descendente: 
Alternativas
Q3576331 Direito Administrativo

Com base na composição, organização e funcionamento do CREF 10 / PB, considere as assertivas a seguir.



I- Em sua organização, o CREF 10 / PB é constituído pelos Órgãos: Plenário, Presidência, Diretoria e Câmaras Permanentes.


II- O Plenário é a instância máxima do CREF 10 / PB e é constituído por 28 (vinte e oito) membros titulares.


III- As Câmaras Permanentes são formadas pelas Câmara de Normatização, de Fiscalização e Julgamento, e pela Câmara de Orientação e Ética Profissional.


IV- Será declarada a vacância do cargo de Conselheiro do CREF 10 / PB em caso de renúncia, falecimento e perda do mandato.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576330 Educação Física
São as finalidades do CREF 10 / PB: 
Alternativas
Q3576329 Educação Física

Com base no Regimento do Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região, analise as afirmativas abaixo.



I- O CREF 10/PB é mantido essencialmente pelos Profissionais de Educação Física e pelas Pessoas Jurídicas que oferecem serviços no âmbito da saúde.


II- O CREF 10/PB se organiza de forma federativa com o Conselho Federal de Educação Física – CONFEF e demais Conselhos Regionais de Educação Física – CREFs como Sistema CONFEF / CREFs, com uma sede em cada mesorregião da Paraíba.


III- O CREF 10/PB possui autonomia administrativa, financeira, patrimonial, orçamentária e política.


IV- O CREF 10/PB é dotado de personalidade jurídica de direito privado e possui autonomia administrativa, financeira e patrimonial.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576328 Educação Física
Em conformidade com o Código de Ética no desempenho das suas funções, é vedado ao profissional de Educação Física:  
Alternativas
Q3576327 Educação Física
São sanções aplicáveis para o descumprimento do Código de Ética Profissional do Sistema CONFEF / CREFs:  
Alternativas
Q3576326 Direito Administrativo
No tocante às condições para a prestação de serviços do Profissional de Educação Física, estabelece-se que: 
Alternativas
Q3576325 Educação Física

Compete ao Conselho Federal de Educação Física: 

Alternativas
Q3576321 Raciocínio Lógico

As Leis de Morgan permitem transformar negações de conjunções e disjunções. Com base nesse conhecimento e nas seguintes proposições simples:



· p: João é pontual.


· q: Maria é responsável.


· r: Anna não falta às reuniões.



Considere a proposição composta:


Imagem associada para resolução da questão



Qual das alternativas apresenta uma proposição logicamente equivalente à expressão acima?

Alternativas
Q3576303 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo



    Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

    Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

    O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

    Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

    Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

    “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

    A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

    Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

    A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

    Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

    Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.



Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml. Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado

Todo texto apresenta características relativas ao seu gênero e ao seu tipo textual predominante. Sobre o Texto I, analise as assertivas a seguir.



I- É predominantemente injuntivo, dispondo de instruções sobre como o uso de telas deve ser regulado pelos pais.


II- É extremamente subjetivo, pois se desenvolve a partir de impressões pessoais do veículo de informação.


III- Utiliza-se de fatos científicos para subsidiar as informações sobre o assunto.


IV- Possui informações de especialistas que tornam o texto subjetivo e inoperante.


V- Possui informações de especialistas e dados científicos, o que dá mais credibilidade ao texto.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576300 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo



    Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

    Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

    O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

    Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

    Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

    “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

    A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

    Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

    A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

    Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

    Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.



Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml. Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado

Considerando o que se afirma no último parágrafo do Texto I, conclui-se que: 
Alternativas
Q3438862 Medicina
Sobre as doenças da infância, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3438861 Medicina
Uma criança de 9 anos chega ao pronto-atendimento com quadro de dispneia e sibilância há cerca de 12 horas. Tem crises desde os três anos de vida e no ano passado teve apenas quatro episódios leves. Utiliza medicações para asma apenas nas crises. Nesta crise, ainda não iniciou tratamento. Ao exame físico, apresenta bom estado geral, com dispneia leve, saturando 98% de oxigênio em ar ambiente, frequência respiratória = 22 ipm, frequência cardíaca = 109 bpm. Na ausculta, são observados sibilos em ambos os hemitórax, sem outras alterações. Qual a melhor opção de tratamento para esta criança? 
Alternativas
Q3438860 Medicina
Quanto ao crescimento da criança, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3438859 Medicina
Pré-escolar, 7 anos de idade, é atendido na urgência com edema de extremidades e face, astenia, recusa alimentar e hematúria. O médico residente informa que, ao exame clínico do paciente, constatou os seguintes dados: FC: 90 bpm; FR: 28 ipm, Tax: 37°C e pressão arterial: 130/90 mmHg. Diante do diagnóstico pressuposto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3438858 Medicina
Lactente de 1 mês e 10 dias, previamente hígido, com história de 3 dias de coriza hialina e tosse, é trazido no pronto-socorro por apresentar piora da tosse e cansaço. A genitora nega febre. Ao exame físico, o paciente apresentava bom estado geral, hidratado, corado, afebril, taquipneia (frequência respiratória de 64 ipm). Apresenta roncos e sibilos difusos à ausculta pulmonar. O restante do exame físico é normal. Radiografia de tórax com sinais de hiperinsuflação. Baseado na hipótese diagnóstica, o provável agente envolvido é: 
Alternativas
Q3438857 Medicina
A doença celíaca é autoimune, permanente, desencadeada pelo glúten (componente do trigo, do centeio e da cevada da dieta). É CORRETO afirmar, quanto ao que é considerado a forma clássica da doença celíaca e o teste de triagem indicado para seu diagnóstico: 
Alternativas
Q3438856 Medicina
E. S. A. S., 5 anos, sexo masculino, foi levado pela mãe ao pronto-atendimento com quadro de vômitos há 3 dias. A genitora relata aumento da ingesta alimentar e dor abdominal associada, poliúria. Refere que esses sintomas aconteceram há 15 dias. O paciente foi tratado com gastroenterite prescrito, repositor de flora, sintomáticos e sais de reidratação oral. Ademais, a genitora informou que no último mês a criança perdeu 4kg. Realizados exames laboratoriais: HB 12,5 HT 38,7 leuco 16100 (segmentados 65%; eosinofilos 1% monócitos 1% linfócitos 11%); EAS piócitos 10/campo; glicose +++; nitrito positivo; proteína +; glicose +++). Diante desse quadro, qual a principal hipótese diagnóstica?
Alternativas
Q3438855 Medicina
Criança, 7 anos, sexo feminino, é levada ao pronto-atendimento devido a quadro de febre há uma semana. Apresenta massa em região do pescoço, que surgiu após um quadro de amigdalite, tratado com amoxicilina há 15 dias. Segundo a genitora, após o uso do antibiótico, a paciente apresentou melhora dos sintomas. A genitora nega cirurgias, alergias e internações prévias; relata criança com boa aceitação alimentar, diurese e evacuações preservadas; nega vômitos, tosse e diarreia. Ao exame físico: EGB, ativo, anictérico, hidratado, hipocorado (+/4+); AR: MV + em AHT; ACV: BNF, 2T; S/S; ABD: depressível, indolor, palpo fígado a 3cm do rebordo costal direito; região cervical: nódulo de 2,1cm, consistência endurecida e fixo. Realizados exames laboratoriais: HB 9,8 HT 27%; leuco 50000 (segmentados 5%; linfócitos 10%; blastos 75%) / plaq. 185000. Diante desse quadro, qual a principal hipótese diagnóstica? 
Alternativas
Respostas
3141: A
3142: D
3143: D
3144: A
3145: E
3146: E
3147: C
3148: D
3149: B
3150: A
3151: B
3152: A
3153: B
3154: D
3155: E
3156: C
3157: C
3158: E
3159: A
3160: D