Foram encontradas 1.610 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. Conhecer as crianças, saber quais são os seus interesses e preferências, suas formas de aprender, suas facilidades e dificuldades.
II. Centrar no conteúdo a ser ensinado, no livro didático, no tempo e no espaço exigidos pela rotina escolar, levando em consideração a organização dos adultos na tarefa de ensinar e das crianças no papel de realizar as propostas de maneira linear.
III. Observar, indagar e devolver respostas para articular o que as crianças sabem com os objetivos das diferentes áreas do currículo.
IV. Ter uma organização pedagógica flexível, aberta ao novo e ao imprevisível, pois não há como ouvir as crianças e considerar as suas falas, interesses e produções sem alterar a ordem inicial do trabalho, sem torná-lo uma via de mão dupla na qual as trocas mútuas sejam capazes de promover ampliações, provocando os saltos dos conhecimentos.
V. Conhecer como é o grupo familiar e social da criança, sua vida dentro e fora da escola. Assinale a alternativa correta.
I. Projeto de pesquisa é uma proposta de investigação com prazos inicial e final definidos, fundamentada em objetivos específicos e metodologias apropriadas, visando à obtenção de resultados, à geração de novos conhecimentos e/ou à ampliação de conhecimentos existentes, à colocação de elementos novos em evidência ou à refutação de conhecimentos existentes.
II. Os projetos de pesquisa deverão observar estritamente as normas específicas sobre propriedade intelectual estabelecidas na legislação pertinente da UFSC e no âmbito federal que disciplina a matéria.
III. São consideradas atividades de pesquisa as ações e os projetos desenvolvidos para geração e ampliação do conhecimento e de sua eventual aplicação para o bem da comunidade.
IV. Projetos de pesquisas envolvendo seres humanos deverão ser submetidos à apreciação do Sistema CEP/CONEP, de acordo com o estabelecido na legislação federal.
V. As horas alocadas às atividades de pesquisa do docente deverão constar do Plano de Atividades do Departamento (PAAD) e não poderão exceder em média anual a vinte horas semanais por docente.
Em uma turma do segundo ano do Ensino Fundamental, a professora Laura solicitou que as crianças escrevessem, em pequenas cartelas, os nomes de suas/seus personagens preferidas/preferidos das histórias infantis e desenhassem a sua principal característica. No momento de compartilhar as produções, as crianças falavam pistas a respeito do que haviam registrado, até que alguém da turma acertasse o nome da/do personagem. Quando ocorria um acerto, a criança mostrava sua escrita e, coletivamente, verificavase se o nome estava grafado corretamente, fazendo, se necessário, a reescrita das palavras. Assim que todas as crianças apresentaram seus registros, a professora Laura levou a turma à biblioteca da escola e pediu que elas procurassem livros com as/os personagens que haviam escolhido para escrever nas cartelas. Cada criança teve como tarefa levar um livro para casa, pedir para algum familiar ler a história e, com ajuda da pessoa que leu o livro, escrever uma carta para a autora ou o autor do livro, contando como foi a experiência de ler aquela história. No dia seguinte, as cartas foram lidas pelas crianças, com ajuda da professora, e juntos organizaram uma exposição no pátio do colégio com as cartelas e as cartas escritas pela turma.
O relato acima evidencia que o planejamento da professora Laura está pautado no processo de alfabetização:
No primeiro grupo, estariam as diversas modalidades da pedagogia _______________. No segundo grupo, situar-se-iam as diferentes modalidades da pedagogia ____________. Considera-se que, no primeiro caso, a preocupação se centra nas teorias do ensino, enquanto que, no segundo caso, a ênfase é posta nas teorias da aprendizagem.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas acima.
I. O chamado modelo piramidal, que na década de 1970 norteou as diretrizes políticas para a Educação Física, passou na década seguinte a ser contestado, pois o Brasil não se tornou uma potência olímpica, tampouco ampliou significativamente o número de praticantes de atividades físicas.
II. Em sintonia com a vertente mais tecnicista, esportivista e biologicista, surgem novas abordagens crítico-progressistas na Educação Física escolar a partir do final da década de 1970.
III. As abordagens que tiveram maior impacto a partir de meados da década de 1970 são comumente denominadas de psicomotora, construtivista e desenvolvimentista.
IV. As abordagens críticas passaram a questionar o caráter alienante da Educação Física na escola, propondo um modelo de adaptação às contradições e injustiças sociais.
V. A Educação Física passou a ser entendida como uma área de conhecimento que trata da atividade física.
( ) Na inclusão escolar, nem todos os alunos com deficiência cabem nas turmas de ensino regular, pois há uma seleção prévia dos que estão aptos à inserção.
( ) A segregação institucional tratava do atendimento às pessoas com deficiência em instituições especializadas, já que estas eram mantidas à margem da sociedade.
( ) A integração escolar teve a normalização como princípio norteador e trata-se de uma concepção de inserção parcial, porque o sistema prevê serviços educacionais segregados.
( ) As escolas inclusivas propõem um modo de organização do sistema educacional que considera as necessidades de todos os alunos e que é estruturado em função dessas necessidades.
Coluna 1
I. Esporte de precisão
II. Esporte de invasão ou territorial
III. Esporte de combate
IV. Esporte técnico-combinatório
Coluna 2
( ) ginástica rítmica
( ) bocha paralímpica
( ) judô
( ) futebol de cego
( ) esgrima
( ) basquetebol
I. A Educação Física é o componente curricular que tematiza as práticas corporais em suas diversas formas de codificação e significação social.
II. As práticas corporais são entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais no decorrer da história.
III. O movimento humano está sempre inserido no âmbito da cultura e não se limita a um deslocamento espaço-temporal de um segmento corporal ou do corpo todo.
IV. Nas aulas de Educação Física, as práticas corporais devem ser abordadas como fenômeno natural, dinâmico, diversificado, unidimensional, singular e contraditório.
V. É possível assegurar aos alunos a (re)construção de um conjunto de conhecimentos que permitam ampliar sua consciência a respeito de seus movimentos e dos recursos para o cuidado de si e dos outros, bem como desenvolver autonomia para apropriação e utilização da cultura corporal de movimento.
VI. Há três elementos fundamentais comuns às práticas corporais: habilidade motora, organização externa e produto cultural.
I. O esporte apresenta uma linguagem simples e regras de fácil compreensão. Adapta-se bem às características da comunicação de massa e à indústria do entretenimento.
II. Os resultados do esporte de alto rendimento são anunciados imediatamente após seu encerramento, e a imprevisibilidade de tais resultados gera tensão emocional.
III. O esporte oferece à população uma possibilidade de se identificar com um coletivo, como, por exemplo, a categoria de nação, que apresenta forte conotação política.
IV. O esporte permite ao espectador uma compensação para o mundo do trabalho.
V. As nações medem economicamente sua eficácia por meio da medida do rendimento econômico dos atletas.
VI. O atleta vencedor é eleito como representante nacional. Sucessos esportivos geram prestígio nacional.
VII.O nacionalismo torna-se a base de legitimação do esporte de alto rendimento.
( ) A oficialização de aulas mistas na Educação Física foi um fator legal significativo nos anos 1990, que possibilitou impulsionar a produção do campo acadêmico sobre Educação Física e gênero. Nesse sentido, a composição das turmas mistas garante o término de hierarquizações e desigualdades de gênero.
( ) A atribuição dos papéis masculinos desde a socialização primária, como, por exemplo, jogar bola na rua, soltar pipa, escalar muros e outras atividades que envolvem riscos e desafios, mostram que as aptidões motoras são parte do processo biológico/natural do ser humano.
( ) O termo gênero se constitui num conjunto de significados culturalmente construído sobre um corpo sexuado, sendo o resultado causal do sexo e aparentemente fixo quanto a este, pois os sujeitos e seus corpos são elementos passivos num processo de moldagem de papéis de gênero.
( ) A incorporação da pedagogia queer tem sido sugerida no currículo escolar de Educação Física. Essa teoria permite pensar a ambiguidade, fluidez e multiplicidade das identidades para além da lógica binária e da heterossexualidade compulsória.
( ) São alguns dos elementos necessários para engendrar um modelo coeducativo na escola: o reconhecimento das discriminações de gênero e das potencialidades dos indivíduos independentemente do sexo; a igualdade de condições para desenvolver aptidões físicas e intelectuais sem distinção de gênero; e a transformação dos estereótipos sexistas.
I. É necessário considerar que o ensino de movimentos se concentra sobre a criança/o adolescente que “se-movimenta” e não sobre os movimentos da criança/do adolescente.
II. O desenvolvimento do saber humano enquanto capacidade de “saber-sentir”, “saber-pensar” e “saber-agir” se separa do desenvolvimento da subjetividade.
III. A reificação ou o controle da subjetividade pelo processo de civilizar a criança acontece quando esta, para tornar-se adulta, precisa perder a fascinação pelo mundo natural.
IV. Na escola, os conteúdos teóricos e práticos ministrados de modo repetitivo e mecânico nas disciplinas promovem a retirada de significados individuais, próprios das realizações humanas.
( ) Para desenvolver com os alunos metas emancipatórias, considera-se condição primordial promover a capacidade de ser crítico.
( ) A criança, quando consegue inserir-se no mundo social, cultural e linguístico de seu meio, começa a gerar o seu eu autônomo.
( ) A linguagem e o movimento humano, como diálogo com o mundo, são as poucas possibilidades que ainda nos restam para uma melhor compreensão de quem somos.
( ) A criança recebe do mundo adulto, antes de poder se questionar quem ela é, todas as referências para a construção da sua subjetividade.
( ) O ensino de brincadeiras, jogos e esportes orientados pela cópia irrefletida desses conteúdos pode implicar a formação de crianças e adolescentes com incapacidade de autoconhecimento de suas reais possibilidades e condições.
I. É utilizado um modelo de classificação baseado na lógica interna, tendo como referência critérios de cooperação, interação com o adversário, desempenho motor e objetivos táticos da ação.
II. As categorias apresentadas são: esportes de marca; de precisão; técnico-combinatórios; de rede/quadra dividida ou de parede de rebote; de campo e de taco; de invasão ou territorial; e de combate.
III. Essa classificação privilegia as ações motoras intrínsecas, reunindo esportes que apresentam exigências motrizes semelhantes no desenvolvimento de suas práticas.
IV. É baseada na significação cultural, ou seja, é dependente do sujeito ou do contexto dos grupos culturais que participam.